Louve-se o Rei da Bola
E pretos como o Cartola,
Clementina de Jesus.
Nenhum entrou de sola
Carregaram sua cruz
Espalharam muita luz
Negros mais que perfeitos
Não falaram de Angola
Acima de preconceitos
Sem rancores quilombola
Uniram a sua maneira
Toda a nação brasileira
Imperdoável o holocausto
Vivido por antepassados
Mas estou um tanto exausto
De ouvir a mesma cantilena
Não sei se vale a pena
Remexer nesses pecados
Tantos penaram nesta terra
Índios que aqui estavam
Feitos de gato e sapato
Mortos os que lutavam
Fugiram para a serra
Esconderam-se no mato
Meu avô, um carcamano
Braço dado uma gestante
Mão de obra bem barata
Sem ter na carne a chibata
Dentro do caucasiano
O sofrer bateu bastante
Também não acorrentados
Olhos puxados ludibriados
Atravessaram oceanos
Estranhas caras amarelas
Em sonhos traziam planos
A este país de mazelas
Como seria sem essa gente?
Sem Giovanni anarquista?
A perseverança dos nisseis?
E quanto imigrante valente
Fugidos de ódio nazista,
Por discordarem dos reis
De suas seculares dores
E sofrimentos no coração
Todos com sua seqüela
Exiladas raças em união
Embora proibidos amores
Do sangue fizeram aquarela.
Todos tiveram seu medo
Flagelos, penares, cicatrizes
Cada qual em seu degredo
Finais nem sempre felizes
Torçam-me mil narizes
Aponte-me seu dedo.
Pra que ranços ancestrais
Futucando antigas feridas?
Dores diversas? Rangidas
Nas senzalas, muito mais!
Mas não são todos culpados
Dos negros escravizados
É preciso que se revele:
Desnude-se além da pele!
Não é preciso ser sábio
Hoje a diferença social
Não é a grossura do lábio
Está além da questão racial
Velhos, jovens, meninas
Estendidos em papelão
Esmolando nas esquinas
Rastejando pelo chão
Morrendo sem ter leito
Misérias de todo jeito
Nessas cenas do cotidiano
Parodio o negro Solano:
“De toda cor, sem ter um nome,
Tem muita gente com fome”
19 novembro 2010
12 novembro 2010
TIRIRICA - RETRATO DA EDUCAÇÃO
O palhaço que faz rir amplia minha vontade de chorar.
Tragédia...
O eleito Tiririca teve doze horas para ler um texto e mostrar que não era analfabeto.
Talvez tenham pedido para fazer um zero com o fundo do copo e tenha tido dificuldade em descobrir qual lado era o fundo.
No outro lado da comédia, candidatos do ENEM, que em protesto colocaram narizes de palhaço, nem relógios podiam usar para em, aproximadamente, a metade desse tempo tinham que mostrar tudo que sabiam.
A apoteose do espetáculo da farsa burlesca – Retratos da Educação do braziu Varemnós”- foi a foto de Everardo mostrando o polegar. Será que já havia tirado a tinta após assinar a prova?
O fato serve como um cala a boca no Mercadante. Nunca mais critique a aprovação continuada. O candidato “abestado” elegeu quantos petistas mesmo?
Sem suscetibilidades feridas, hein! A Imprensa ainda é livre. Mesmo que a televisiva seja subsidiada pelas publicidades estatais e aquisições de bancos falidos pela Caixa.
Mais um aviãozinho! Calma não é o Aerodiuma desta feita.
Quem quer dinheiro?
A escola pública não quer... Precisa...
Ao menos para ficar pior.
Não fica?
Óia!
Tragédia...
O eleito Tiririca teve doze horas para ler um texto e mostrar que não era analfabeto.
Talvez tenham pedido para fazer um zero com o fundo do copo e tenha tido dificuldade em descobrir qual lado era o fundo.
No outro lado da comédia, candidatos do ENEM, que em protesto colocaram narizes de palhaço, nem relógios podiam usar para em, aproximadamente, a metade desse tempo tinham que mostrar tudo que sabiam.
A apoteose do espetáculo da farsa burlesca – Retratos da Educação do braziu Varemnós”- foi a foto de Everardo mostrando o polegar. Será que já havia tirado a tinta após assinar a prova?
O fato serve como um cala a boca no Mercadante. Nunca mais critique a aprovação continuada. O candidato “abestado” elegeu quantos petistas mesmo?
Sem suscetibilidades feridas, hein! A Imprensa ainda é livre. Mesmo que a televisiva seja subsidiada pelas publicidades estatais e aquisições de bancos falidos pela Caixa.
Mais um aviãozinho! Calma não é o Aerodiuma desta feita.
Quem quer dinheiro?
A escola pública não quer... Precisa...
Ao menos para ficar pior.
Não fica?
Óia!
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05 novembro 2010
DILMA E BAN(DO)COOP
A fala mansa pós-eleição da presidente, no período de “babação” dos meios de comunicação revela, a principio, o mesmo discurso “mole” e “conciliador” que conhecemos de sobejo.
Promessas que nunca fez cumprir enquanto Ministra.
Assim não fosse não manteria sob suas “pacificas” asas a Guerra que ia montando sua “Bolsa Familiar”.
Desautorizaria, por exemplo, dirigentes do Partido a falar de CPMF.
Nem esconderia seu tesoureiro que lesou milhares de pessoas e está, inclusive, formalmente denunciado com mais cinco réus, cúmplices ou companheiros por formação de bando ou quadrilha.
Epa! Bando? Quadrilha?
Olhem aí... Um novo slogan publicitário para a Cooperativa:
“Na BAN(DO)COOP quem dança é você”.
Tornando macro o exemplo da Cooperativa, resta uma certeza:
Com o PT não se negocia! O PT combate-se.
A presidente, por enquanto, é do PT.
Logo...
--------------------------------------------------------------------------------
Petista adora fitinha de pulso.
A imprensa noticiou que na festa de comemoração da vitória de Lulla na eleição, dependia da cor, o acesso aos pratinhos e bebidas do bufê.
Desde o vermelho mais clarinho, que ficava na rua tomando cerveja e comendo ar até o tom roxo, lá dentro, regado a acepipes e uísque.
Bracelete preto não entrava, nem votava.
-----------------------------------------------------------------------------------
Aviso aos leitores:
Salvo algum fato novo, como uma prova que deus é brasileiro e não argentino, até o final do ano, não falarei de política ou formação de quadrilha ou bando de estelionatários.
Temos muitas coisas importantes a escrever, antes que um Conselho Popular de Monitorização da Mídia atinja também aos blogs.
Por exemplo: Será que o Manto consegue classificação para a Libertadores?
Começo a achar que a Libertadores vêm antes dos prédios da BANCOOP.
----------------------------------------------------------------------------------
Está liberado o uso de biquínis em parque municipais de S.Paulo.
Afinal com a proposta da Câmara de Vereadores para que o Prefeito ganhe R$ 25.000,00 por mês, o povo vai acabar tendo que entrar pelado mesmo.
Olha o aumento do IPTU, gente!
Queria tanto pagar IPTU do meu apartamento.
Mas ele não sai do chão.
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Promessas que nunca fez cumprir enquanto Ministra.
Assim não fosse não manteria sob suas “pacificas” asas a Guerra que ia montando sua “Bolsa Familiar”.
Desautorizaria, por exemplo, dirigentes do Partido a falar de CPMF.
Nem esconderia seu tesoureiro que lesou milhares de pessoas e está, inclusive, formalmente denunciado com mais cinco réus, cúmplices ou companheiros por formação de bando ou quadrilha.
Epa! Bando? Quadrilha?
Olhem aí... Um novo slogan publicitário para a Cooperativa:
“Na BAN(DO)COOP quem dança é você”.
Tornando macro o exemplo da Cooperativa, resta uma certeza:
Com o PT não se negocia! O PT combate-se.
A presidente, por enquanto, é do PT.
Logo...
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Petista adora fitinha de pulso.
A imprensa noticiou que na festa de comemoração da vitória de Lulla na eleição, dependia da cor, o acesso aos pratinhos e bebidas do bufê.
Desde o vermelho mais clarinho, que ficava na rua tomando cerveja e comendo ar até o tom roxo, lá dentro, regado a acepipes e uísque.
Bracelete preto não entrava, nem votava.
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Aviso aos leitores:
Salvo algum fato novo, como uma prova que deus é brasileiro e não argentino, até o final do ano, não falarei de política ou formação de quadrilha ou bando de estelionatários.
Temos muitas coisas importantes a escrever, antes que um Conselho Popular de Monitorização da Mídia atinja também aos blogs.
Por exemplo: Será que o Manto consegue classificação para a Libertadores?
Começo a achar que a Libertadores vêm antes dos prédios da BANCOOP.
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Está liberado o uso de biquínis em parque municipais de S.Paulo.
Afinal com a proposta da Câmara de Vereadores para que o Prefeito ganhe R$ 25.000,00 por mês, o povo vai acabar tendo que entrar pelado mesmo.
Olha o aumento do IPTU, gente!
Queria tanto pagar IPTU do meu apartamento.
Mas ele não sai do chão.
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03 novembro 2010
ALTERAÇÃO DAS MARÉS - A CULPA É DO GORDO
Muito se fala em alterações da geografia. Que o sertão vai virar mar. O mar virar sertão. Praias serão invadidas pelo mar. Cubatão e Belo Horizonte serão cidades a beira-mar.
Isso tudo é provável mesmo. Mas não por força da meteorologia, da geologia, das forças eólicas, das mudanças climáticas.
O grande culpado é o homem.
Sem machismo... A mulher também é culpada.
A mídia é culpada. A publicidade é culpada.
Como diz aquele clássico da música popular: “Tem culpa todo mundo”.
O Mac Donald, a Kibon, a gordura trans, a picanha, a cevada da cerveja, o japonês do pastel, a novela das oito, a Palmirinha e todos os programas femininos da tarde.
Tem culpa até o et coetera. Tem sim... Muito et coetera também engorda.
Não há mar que agüente segurar a onda e não deixar vazar a água.
Tem muita gente gorda na praia.
Eu sou testemunha. Exemplo, uma ova!
Ou os maiôs, as sunguinhas e biquínis estão encolhendo?
Deve ser de lavar.
Aquele bando de IMC (Índice de Massa Corpórea) modelito 30 entra no mar. Tudo ao mesmo tempo. Não tem como. O excesso de água escorre para a areia na maré baixa mesmo. Encontra a praia meio inclinada pela tonelagem que está estirada na areia ou degustando frituras e frango e está feito o caos.
A água do mar invade até a mureta do calçadão. Mesmo onde não existe calçadão.
É o jeito da natureza se defender. Enche a praia de água salgada – cuidado com a pressão - e obriga o pessoal a se levantar da esteira e sair da praia. Atrás seguem o moço do camarão e os ambulantes de cerveja, caipirinha e refrigerante.
Ufa! Que sorte!
A maioria dos gordinhos pegou seu isopor e saiu da praia. A Terra se reequilibrou e o mar desceu um pouquinho.
Da última vez, entrou água na garagem do prédio e quase me estraga o motor do carro.
Por favor, por favor! Sejam conscientes. Pensem na natureza.
Não arremessem o saquinho de batatas fritas em mim. Nem os palitos de camarão e sorvete.
Tem um cesto de lixo logo ali.
Tinha!
Á água levou...
Isso tudo é provável mesmo. Mas não por força da meteorologia, da geologia, das forças eólicas, das mudanças climáticas.
O grande culpado é o homem.
Sem machismo... A mulher também é culpada.
A mídia é culpada. A publicidade é culpada.
Como diz aquele clássico da música popular: “Tem culpa todo mundo”.
O Mac Donald, a Kibon, a gordura trans, a picanha, a cevada da cerveja, o japonês do pastel, a novela das oito, a Palmirinha e todos os programas femininos da tarde.
Tem culpa até o et coetera. Tem sim... Muito et coetera também engorda.
Não há mar que agüente segurar a onda e não deixar vazar a água.
Tem muita gente gorda na praia.
Eu sou testemunha. Exemplo, uma ova!
Ou os maiôs, as sunguinhas e biquínis estão encolhendo?
Deve ser de lavar.
Aquele bando de IMC (Índice de Massa Corpórea) modelito 30 entra no mar. Tudo ao mesmo tempo. Não tem como. O excesso de água escorre para a areia na maré baixa mesmo. Encontra a praia meio inclinada pela tonelagem que está estirada na areia ou degustando frituras e frango e está feito o caos.
A água do mar invade até a mureta do calçadão. Mesmo onde não existe calçadão.
É o jeito da natureza se defender. Enche a praia de água salgada – cuidado com a pressão - e obriga o pessoal a se levantar da esteira e sair da praia. Atrás seguem o moço do camarão e os ambulantes de cerveja, caipirinha e refrigerante.
Ufa! Que sorte!
A maioria dos gordinhos pegou seu isopor e saiu da praia. A Terra se reequilibrou e o mar desceu um pouquinho.
Da última vez, entrou água na garagem do prédio e quase me estraga o motor do carro.
Por favor, por favor! Sejam conscientes. Pensem na natureza.
Não arremessem o saquinho de batatas fritas em mim. Nem os palitos de camarão e sorvete.
Tem um cesto de lixo logo ali.
Tinha!
Á água levou...
24 outubro 2010
CENAS DE CASAMENTO
Quem dita moda sobre o que se deve usar em cerimônias de casamento não entende nada das necessidades que envolvem desde o ato cirúrgico. Não é litúrgico não. É cirúrgico, pois a partir desse momento solene a mulher extrairá tudo do homem.
Opsss! Isso é assunto que não cabe neste espaço.
A hora é de festa, mas pergunto: por que os homens têm que usar gravatas e não bermudinhas e camisetas na igreja, se as mulheres vão de alcinha, com as costas toda de fora e micro-saias, que não deixam os homens prestar a atenção na cerimônia, sem maiores cerimônias.
Ah! Os homens têm que ser solidários no ato de enforcamento?
E não basta às mulheres pegar o buquê para serem as próximas. Têm que ter algo mais. Vai que, por sorte, entre os convidados tem um cantor de pagode, um jogador recém contratado por um time do Azerbaijão dando sopa. Deve ser este o motivo, pois não nenhuma lógica nas vestimentas e apetrechos das mulheres.
Bolsinhas que mal cabem o batom.
Onde colocar o documento?
No bolso do paletó do acompanhante, que além do documento da mulher, leva também o do carro, a chave deste e da casa, cartão do Plano de Saúde. Tudo isso e ainda tem que sobrar espaço para carregar uma dúzia de bem casados e dezenas de docinhos para a sogra, cunhada, sobrinha, entre outras que não foram convidadas.
Senão haja docinhos! Não haveria bufê com capacidade para tanto.
Mulheres deveriam ir a casamentos com casacões e sacolas de feira.
E a festa, gente! Aqueles oculozinhos? Pulseirinhas que ficam piscando? Homens de tiarinhas?
O som alto até se justifica. Afinal, quem está interessado em saber que a Tia Clotilde não veio porque ficou cuidando da prima que está com lumbago. Ou ouvir comentários sobre a Dorinha, que namorou cinco anos, teve uma festa muito mais bonita e o casamento não durou nem um ano.
Finalmente a festa chega ao fim.
Um arraso!
Homens procurando paletós e companheiras pelas cadeiras.
Alguns perderam até a direção da mesa. E se acharem a mesa, é claro que não acharão nem a cadeira onde colocaram o paletó, nem a companheira.
Será que a loja onde alugaram o terno confere mesmo a cor e o tamanho?
Coisa mínima! Por exemplo, calça preta tamanho 52 e paletó café 44.
Muito pior seria chegar com uma mulher 42 e sair com 54. Ou vice-versa.
Melhor conferir!
Um conselho: não olhe os bolsos. É um perigo! Ou o paletó não é o seu ou o bilhete não era para você.
Agora é só ir embora!
Achar o carro!
Espere todos saírem e o que sobrar é seu.
Fácil, não? Isso se não tivesse mais uma dezena de pessoas fazendo o mesmo no estacionamento.
Finalmente! Foi todo mundo embora.
Não sobrou nenhum carro.
Roubaram o seu? Não é possível. Alguém levou por engano.
O jeito é pegar um táxi e pela manhã ir a delegacia fazer o Boletim de Ocorrência.
O que é isso?
Uma voz o chama!
Chefe! Sai a caixinha? Só falta o senhor tirar o carro da frente da garagem da padaria. Abre em meia hora e preciso recolocar a corrente.
Depois do beliscão, o melhor mesmo é entregar a chave para mulher dirigir sem sandália e com o pé cheio de bolhas.
Não exagerei, não senhor!
Opsss! Isso é assunto que não cabe neste espaço.
A hora é de festa, mas pergunto: por que os homens têm que usar gravatas e não bermudinhas e camisetas na igreja, se as mulheres vão de alcinha, com as costas toda de fora e micro-saias, que não deixam os homens prestar a atenção na cerimônia, sem maiores cerimônias.
Ah! Os homens têm que ser solidários no ato de enforcamento?
E não basta às mulheres pegar o buquê para serem as próximas. Têm que ter algo mais. Vai que, por sorte, entre os convidados tem um cantor de pagode, um jogador recém contratado por um time do Azerbaijão dando sopa. Deve ser este o motivo, pois não nenhuma lógica nas vestimentas e apetrechos das mulheres.
Bolsinhas que mal cabem o batom.
Onde colocar o documento?
No bolso do paletó do acompanhante, que além do documento da mulher, leva também o do carro, a chave deste e da casa, cartão do Plano de Saúde. Tudo isso e ainda tem que sobrar espaço para carregar uma dúzia de bem casados e dezenas de docinhos para a sogra, cunhada, sobrinha, entre outras que não foram convidadas.
Senão haja docinhos! Não haveria bufê com capacidade para tanto.
Mulheres deveriam ir a casamentos com casacões e sacolas de feira.
E a festa, gente! Aqueles oculozinhos? Pulseirinhas que ficam piscando? Homens de tiarinhas?
O som alto até se justifica. Afinal, quem está interessado em saber que a Tia Clotilde não veio porque ficou cuidando da prima que está com lumbago. Ou ouvir comentários sobre a Dorinha, que namorou cinco anos, teve uma festa muito mais bonita e o casamento não durou nem um ano.
Finalmente a festa chega ao fim.
Um arraso!
Homens procurando paletós e companheiras pelas cadeiras.
Alguns perderam até a direção da mesa. E se acharem a mesa, é claro que não acharão nem a cadeira onde colocaram o paletó, nem a companheira.
Será que a loja onde alugaram o terno confere mesmo a cor e o tamanho?
Coisa mínima! Por exemplo, calça preta tamanho 52 e paletó café 44.
Muito pior seria chegar com uma mulher 42 e sair com 54. Ou vice-versa.
Melhor conferir!
Um conselho: não olhe os bolsos. É um perigo! Ou o paletó não é o seu ou o bilhete não era para você.
Agora é só ir embora!
Achar o carro!
Espere todos saírem e o que sobrar é seu.
Fácil, não? Isso se não tivesse mais uma dezena de pessoas fazendo o mesmo no estacionamento.
Finalmente! Foi todo mundo embora.
Não sobrou nenhum carro.
Roubaram o seu? Não é possível. Alguém levou por engano.
O jeito é pegar um táxi e pela manhã ir a delegacia fazer o Boletim de Ocorrência.
O que é isso?
Uma voz o chama!
Chefe! Sai a caixinha? Só falta o senhor tirar o carro da frente da garagem da padaria. Abre em meia hora e preciso recolocar a corrente.
Depois do beliscão, o melhor mesmo é entregar a chave para mulher dirigir sem sandália e com o pé cheio de bolhas.
Não exagerei, não senhor!
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17 outubro 2010
MARINA – INDIVIDUALIDADE OU INDIVIDUALISMO?
É absolutamente impensável que Marina não tenha propensões ou nada que a ligasse a um ou outro lado neste segundo turno.
Saiu, quase expulsa, do PT. Teria, ao menos, mágoas. Ou sua saída foi mera armação? Uma tática para “roubar-se” eleitorado “tucanos”, com quem Marina “se pareceu” ao “ficar no muro”?
O Brasil precisa de governantes que decidam rumos, partidos com direção e Marina e o PV perdem o bonde, condenando-se a continuar nas bordas do governo. À escanteio.
Ao não apoiar, nem aliar-se oficialmente a ninguém, o PV fecha qualquer margem de negociação de propostas ideológicas com ambos os candidatos. Nenhum espaço para incluir seu projeto em programas de governo.
Marina, a exemplo do ex-chefe, se achou acima do Partido e não tomou nenhuma decisão partidária. Sua (in)decisão individual e personalista de não apoiar ninguém no segundo turno, põe por terra a imagem que ela formava.
O Brasil não tinha terceira opção.
Felizmente, a indecisa Marina não foi para o segundo turno. E, logo, chegará ao final seus quinze minutos de fama.
Saiu, quase expulsa, do PT. Teria, ao menos, mágoas. Ou sua saída foi mera armação? Uma tática para “roubar-se” eleitorado “tucanos”, com quem Marina “se pareceu” ao “ficar no muro”?
O Brasil precisa de governantes que decidam rumos, partidos com direção e Marina e o PV perdem o bonde, condenando-se a continuar nas bordas do governo. À escanteio.
Ao não apoiar, nem aliar-se oficialmente a ninguém, o PV fecha qualquer margem de negociação de propostas ideológicas com ambos os candidatos. Nenhum espaço para incluir seu projeto em programas de governo.
Marina, a exemplo do ex-chefe, se achou acima do Partido e não tomou nenhuma decisão partidária. Sua (in)decisão individual e personalista de não apoiar ninguém no segundo turno, põe por terra a imagem que ela formava.
O Brasil não tinha terceira opção.
Felizmente, a indecisa Marina não foi para o segundo turno. E, logo, chegará ao final seus quinze minutos de fama.
14 outubro 2010
POR ONDE ANDAVA LULA?
Poucas pessoas no mundo não se emocionaram com o resgate dos mineiros do deserto de Atacama.
Entretanto, algo me chamou a atenção.
Por onde andava Lulinha Love and Peace, que não estava lá?
Será que estava no Guarujá, desfrutando de seu apartamento da Bancoop.
Não foi nem fazer o populismo do nefasto Evo, que prometeu emprego para o mineiro boliviano resgatado.
Oh! Evo, arrume emprego para os milhares de bolivianos que são escravizados em oficinas de costura na região do Brás, mas acham melhor que viver na Bolívia.
Diferentemente da seriedade da presença do presidente do Chile, Sebastián Piñera, que acompanhou todo o trabalho de resgate, a ausência do ícone metalúrgico não é de se estranhar.
Ele não gosta de sofrimento. Talvez fique muito emocionado, pois isso não costuma presenciar nada que não seja agradável, nem regado a uísque e cachaça de primeira e bons pratos.
É hábito (ou seria vício?) Lulla jamais prestar solidariedade em ocasiões dolorosas como enchentes, inclusive no Nordeste, e quedas de aviões.
Em quedas de avião, inclusive, já pudemos ver a sensível solidariedade do governo com o Marco Aurélio Garcia, na janela, fazendo o gesto de top-top.
Essa imprensa! Esses paparazzi!
Ah! Estou sendo injusto. Ele prometeu que sempre faz algo pelos que sofrem.
Inclusive, assim que achar o container de brinquedos e roupas infantis remetidos dos EUA para os desabrigados do Nordeste e desapareceu no Porto, ele jurou que entrega.
Mas tem que votar na candidata dele.
Promessa é divida! Não se perca por falta de exemplos.
Em breve, o eleitor do Amazonas terá liberado os seiscentos reais prometidos a 100 mil pessoas, através de cartão corporativo, se dois senadores que Lulla apoiava fossem eleitos.
Brazilian people precisa aprender um pouco com o povo Chileno.
Ressurgir de terremotos e não esquecer o que é uma ditadura, que o PT deseja implantar no braziu varemnós.
Epa! Calma aí com idéias luminosas.
Nada de deixar Lula e seus companheiros 700 metros sob a terra.
Peraí! Pensando bem... Não seria mal...
Entretanto, algo me chamou a atenção.
Por onde andava Lulinha Love and Peace, que não estava lá?
Será que estava no Guarujá, desfrutando de seu apartamento da Bancoop.
Não foi nem fazer o populismo do nefasto Evo, que prometeu emprego para o mineiro boliviano resgatado.
Oh! Evo, arrume emprego para os milhares de bolivianos que são escravizados em oficinas de costura na região do Brás, mas acham melhor que viver na Bolívia.
Diferentemente da seriedade da presença do presidente do Chile, Sebastián Piñera, que acompanhou todo o trabalho de resgate, a ausência do ícone metalúrgico não é de se estranhar.
Ele não gosta de sofrimento. Talvez fique muito emocionado, pois isso não costuma presenciar nada que não seja agradável, nem regado a uísque e cachaça de primeira e bons pratos.
É hábito (ou seria vício?) Lulla jamais prestar solidariedade em ocasiões dolorosas como enchentes, inclusive no Nordeste, e quedas de aviões.
Em quedas de avião, inclusive, já pudemos ver a sensível solidariedade do governo com o Marco Aurélio Garcia, na janela, fazendo o gesto de top-top.
Essa imprensa! Esses paparazzi!
Ah! Estou sendo injusto. Ele prometeu que sempre faz algo pelos que sofrem.
Inclusive, assim que achar o container de brinquedos e roupas infantis remetidos dos EUA para os desabrigados do Nordeste e desapareceu no Porto, ele jurou que entrega.
Mas tem que votar na candidata dele.
Promessa é divida! Não se perca por falta de exemplos.
Em breve, o eleitor do Amazonas terá liberado os seiscentos reais prometidos a 100 mil pessoas, através de cartão corporativo, se dois senadores que Lulla apoiava fossem eleitos.
Brazilian people precisa aprender um pouco com o povo Chileno.
Ressurgir de terremotos e não esquecer o que é uma ditadura, que o PT deseja implantar no braziu varemnós.
Epa! Calma aí com idéias luminosas.
Nada de deixar Lula e seus companheiros 700 metros sob a terra.
Peraí! Pensando bem... Não seria mal...
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11 outubro 2010
DEBATE - ALGUÉM ENTENDEU ?
Discurso do criador e debate com a criatura são pratos cheios.
Sem comentários sobre cheios de que.
Realmente, ambos têm grande semelhança.
Não articulam duas frases sobre o mesmo assunto.
Parece que o raciocínio aborta.
Pode ser por isso que o ex-senador queria tanto acabar com a aprovação automática.
Deve ser difícil conversar com os dois.
Entender suas ordens.
Pode ser mesmo que a ajudante de ordens da criatura não tenha entendido uma delas e causado um escândalo.
A criatura quis dizer para formar uma comissão e a ajudante cobrou comissão.
Sabe lá!
Socorro, Tiririca!
Se eu estiver falando besteira, sempre haverá alguém para não me entender.
O debate foi mais ou menos assim.
Perguntava-se uma coisa e a criatura respondia exatamente nada sobre outra.
Cheguei a pensar que o Criador estava cochichando no ponto eletrônico dela.
Deve ser alguma técnica de persuasão nova.
Maracutalha de alopragem dossiestica.
Stanislaw e Itararé devem estar se lamentando de estarem mortos.
Teriam pratos cheios de abobrinhas para nos divertirem.
Sem comentários sobre cheios de que.
Realmente, ambos têm grande semelhança.
Não articulam duas frases sobre o mesmo assunto.
Parece que o raciocínio aborta.
Pode ser por isso que o ex-senador queria tanto acabar com a aprovação automática.
Deve ser difícil conversar com os dois.
Entender suas ordens.
Pode ser mesmo que a ajudante de ordens da criatura não tenha entendido uma delas e causado um escândalo.
A criatura quis dizer para formar uma comissão e a ajudante cobrou comissão.
Sabe lá!
Socorro, Tiririca!
Se eu estiver falando besteira, sempre haverá alguém para não me entender.
O debate foi mais ou menos assim.
Perguntava-se uma coisa e a criatura respondia exatamente nada sobre outra.
Cheguei a pensar que o Criador estava cochichando no ponto eletrônico dela.
Deve ser alguma técnica de persuasão nova.
Maracutalha de alopragem dossiestica.
Stanislaw e Itararé devem estar se lamentando de estarem mortos.
Teriam pratos cheios de abobrinhas para nos divertirem.
07 outubro 2010
MARINA E A DEMOCRACIA
Passada a eleição muito se fala no Verde. Na busca do apoio de Marina.
Sinceramente, acho que se acendeu foi o sinal amarelo.
A coisa pode ficar preta.
Os vermelhinhos conseguiram maioria no Senado e na Câmara. E não adianta ficar Tiririca.
Enganaram melhor e ganharam.
Só isso!
O Braziu está mais “varemnós” que nunca.
Que o povo aprenda com lições recentes dos amigos do Rei Metalúrgico.
Tivemos a farsa do golpe equatoriano.
Queria ver o Correa de peito aberto em morro do Rio e favelas de S.Paulo, gritando atirem em mim.
Não é desejar mal, mas teria seu lado bom.
Estaríamos livres de um falso socialista.
O chavismo depois de instalar a pobreza cubana na Venezuela, só não despencou, pela ação do governo que deformou a votação. A oposição foi mais votada e perdeu!
Já vimos isso em tempos de ditadura militar. Senadores biônicos e eleições indiretas.
O Brasil não pode seguir estes exemplos de socialismo barato de republiquetas nanicas.
E corre este risco.
Marina tem um momento ímpar de mostrar de que lado joga.
Se pensa no Brasil ou é apenas “Mulher Melancia” – verde por fora e vermelhinha por dentro.
É a democracia que está em jogo.
Sinceramente, acho que se acendeu foi o sinal amarelo.
A coisa pode ficar preta.
Os vermelhinhos conseguiram maioria no Senado e na Câmara. E não adianta ficar Tiririca.
Enganaram melhor e ganharam.
Só isso!
O Braziu está mais “varemnós” que nunca.
Que o povo aprenda com lições recentes dos amigos do Rei Metalúrgico.
Tivemos a farsa do golpe equatoriano.
Queria ver o Correa de peito aberto em morro do Rio e favelas de S.Paulo, gritando atirem em mim.
Não é desejar mal, mas teria seu lado bom.
Estaríamos livres de um falso socialista.
O chavismo depois de instalar a pobreza cubana na Venezuela, só não despencou, pela ação do governo que deformou a votação. A oposição foi mais votada e perdeu!
Já vimos isso em tempos de ditadura militar. Senadores biônicos e eleições indiretas.
O Brasil não pode seguir estes exemplos de socialismo barato de republiquetas nanicas.
E corre este risco.
Marina tem um momento ímpar de mostrar de que lado joga.
Se pensa no Brasil ou é apenas “Mulher Melancia” – verde por fora e vermelhinha por dentro.
É a democracia que está em jogo.
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01 outubro 2010
BANCOOP DEIXARÁ VOCE VOTAR! URGENTE
Colegas de infortúnio.
A BANCOOP normalmente não deixa você votar...
É hora de dizer NÃO ao PT e seus companheiros, PSB, PCdo B, PMDB e outros Tiriricas da vida, que nos causaram urticárias, aflições, agonia.
Dizer NÃO a quem se mancomunou aos golpistas da BANCOOP
Já disse que votarei em membros da CPI.
Para a Assembléia escolham entre
SAMUEL MOREIRA – 45245 (PSDB)
BRUNO COVAS – 45145 (PSDB)
ROBERTO MORAES – 23623 (PPS)
WALDIR AGNELLO – 14747 (PTB)
Para Câmara Federal
RICARDO MONTORO – 4546 (PSDB)
Senado Federal - Poderemos precisar de ajuda no Senado.
Nem pense em Netinho ou Martha.
Se quer ajuda no caso BANCOOP, não vote em Dilma e independentemente de ser Marina ou Serra, faça a dobradinha:
ALOYSIO – 451
YOUNG - 430
Também nem pensar em Mercadante, ora candidato ao governo paulista, que esconde seu suplente no senado o Sr. João Vaccari.
Aos cooperados que “não gostam dessas coisas” por omissão ou “apolíticos”, peço que reflitam seu posicionamento.
Lembrem-se: Seu dinheiro foi, sim, desviado, para fins políticos, entre outros desvios já denunciados.
Mostre sua indignação e revide ao “rolo compressor”, descaso e humilhação que sofreu ao longo dos últimos seis anos, especialmente da parte de pessoas ligadas ao PT e seus companheiros de apoio.
Basta apertar o teclado da urna eletrônica.
Reaja!
É a hora!
Eu votarei, e indico o voto, em candidatos dos partidos que apoiaram a causa dos cooperados.
A BANCOOP normalmente não deixa você votar...
É hora de dizer NÃO ao PT e seus companheiros, PSB, PCdo B, PMDB e outros Tiriricas da vida, que nos causaram urticárias, aflições, agonia.
Dizer NÃO a quem se mancomunou aos golpistas da BANCOOP
Já disse que votarei em membros da CPI.
Para a Assembléia escolham entre
SAMUEL MOREIRA – 45245 (PSDB)
BRUNO COVAS – 45145 (PSDB)
ROBERTO MORAES – 23623 (PPS)
WALDIR AGNELLO – 14747 (PTB)
Para Câmara Federal
RICARDO MONTORO – 4546 (PSDB)
Senado Federal - Poderemos precisar de ajuda no Senado.
Nem pense em Netinho ou Martha.
Se quer ajuda no caso BANCOOP, não vote em Dilma e independentemente de ser Marina ou Serra, faça a dobradinha:
ALOYSIO – 451
YOUNG - 430
Também nem pensar em Mercadante, ora candidato ao governo paulista, que esconde seu suplente no senado o Sr. João Vaccari.
Aos cooperados que “não gostam dessas coisas” por omissão ou “apolíticos”, peço que reflitam seu posicionamento.
Lembrem-se: Seu dinheiro foi, sim, desviado, para fins políticos, entre outros desvios já denunciados.
Mostre sua indignação e revide ao “rolo compressor”, descaso e humilhação que sofreu ao longo dos últimos seis anos, especialmente da parte de pessoas ligadas ao PT e seus companheiros de apoio.
Basta apertar o teclado da urna eletrônica.
Reaja!
É a hora!
Eu votarei, e indico o voto, em candidatos dos partidos que apoiaram a causa dos cooperados.
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29 setembro 2010
ELEIÇÕES – QUE MEDO!
Regina Duarte!
Soninha!
Também estou com muito medo!
Juro!
Pé de pato, mangalô três vezes.
Olhe só o que pode ocorrer.
São Paulo, o Padroeiro, deve estar se virando na sepultura.
Tiririca será o deputado mais votado.
Padim Ciço, isso me dá urticárias.
Imaginem se o Netinho vira senador.
Faz dupla com Supla e saem cantando blowin’in the Wind em ritmo de pagode.
Te cuida, Martha!
O ex-marido, lutador de boxe, influenciado por outro que cobre a mulher de porrada.
Que horror! Minha Nossa Senhora da Penha!
Para completar a tragédia, o segundo turno será no dia de Halloween.
Teremos que escolher entre a Bruxa e o Vampiro!
Que medo!
Soninha!
Também estou com muito medo!
Juro!
Pé de pato, mangalô três vezes.
Olhe só o que pode ocorrer.
São Paulo, o Padroeiro, deve estar se virando na sepultura.
Tiririca será o deputado mais votado.
Padim Ciço, isso me dá urticárias.
Imaginem se o Netinho vira senador.
Faz dupla com Supla e saem cantando blowin’in the Wind em ritmo de pagode.
Te cuida, Martha!
O ex-marido, lutador de boxe, influenciado por outro que cobre a mulher de porrada.
Que horror! Minha Nossa Senhora da Penha!
Para completar a tragédia, o segundo turno será no dia de Halloween.
Teremos que escolher entre a Bruxa e o Vampiro!
Que medo!
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28 setembro 2010
ELEIÇÃO É BOM DEMAIS
Adoro eleições.
Sempre defendi que deveria haver eleições todos os anos.
Nos diferentes escalões e com o maior descasamento possível. Nada de coligações partidárias na votação proporcional.
Nenhuma mudança excepcional nos mandatos.
Quatro anos para Presidente, governador, prefeito, deputados e vereador.
Reduziria o mandato de Senadores para seis anos com eleições nos anos pares.
E extinguiria a figura do suplente. Na falta do eleito, entra o segundo colocado.
Exemplificando a idéia:
Em 2010 – presidente.
Em 2011 – governador
Em 2012 – prefeito.
Em 2013 – Um ano de folga. Dá tempo para o TSE dar uma limpada nas fichas. Usar um desinfetante, cloro, alvejante.
Junto com o presidente, elegeríamos os vereadores e um senador. Com o governador, deputados federais e com o prefeito, deputados estaduais e mais outro senador.
O outro senador?
Façam as contas. Dá certinho. Não encavala dois mandatos.
Mas, o mais interessante de muitas eleições é que, bem ou mal, obrigatória ou facultativa, eleição é muito bom.
Em época de eleição, mesmo o mais “apolítico e omisso” eleitor, que não sabe nem quem é o síndico, toma conhecimento de alguma falcatrua, de sacanagens, de crimes, desvios de caráter sigilosos.
Não fosse a imprensa.
Queira ou não, o verdadeiro trabalhador lê a manchete na banca de jornal enquanto espera o ônibus, escuta a chamada do telejornal no intervalo da novela.
Fica sabendo que compraram panetones com o dinheiro que era para as escolas, procura saber o que é aloprado, descobre porque não chega nem remédio, nem médico na sua cidade. Essas coisinhas do dia a dia que os picaretas fazem em suas maracutaias e afeta a vida de todo mundo.
Eleição não é circo, nem palhaçada.
Os donos do poder não querem que a população saiba da importância.
Que é preciso votar muito para aprender.
Sempre defendi que deveria haver eleições todos os anos.
Nos diferentes escalões e com o maior descasamento possível. Nada de coligações partidárias na votação proporcional.
Nenhuma mudança excepcional nos mandatos.
Quatro anos para Presidente, governador, prefeito, deputados e vereador.
Reduziria o mandato de Senadores para seis anos com eleições nos anos pares.
E extinguiria a figura do suplente. Na falta do eleito, entra o segundo colocado.
Exemplificando a idéia:
Em 2010 – presidente.
Em 2011 – governador
Em 2012 – prefeito.
Em 2013 – Um ano de folga. Dá tempo para o TSE dar uma limpada nas fichas. Usar um desinfetante, cloro, alvejante.
Junto com o presidente, elegeríamos os vereadores e um senador. Com o governador, deputados federais e com o prefeito, deputados estaduais e mais outro senador.
O outro senador?
Façam as contas. Dá certinho. Não encavala dois mandatos.
Mas, o mais interessante de muitas eleições é que, bem ou mal, obrigatória ou facultativa, eleição é muito bom.
Em época de eleição, mesmo o mais “apolítico e omisso” eleitor, que não sabe nem quem é o síndico, toma conhecimento de alguma falcatrua, de sacanagens, de crimes, desvios de caráter sigilosos.
Não fosse a imprensa.
Queira ou não, o verdadeiro trabalhador lê a manchete na banca de jornal enquanto espera o ônibus, escuta a chamada do telejornal no intervalo da novela.
Fica sabendo que compraram panetones com o dinheiro que era para as escolas, procura saber o que é aloprado, descobre porque não chega nem remédio, nem médico na sua cidade. Essas coisinhas do dia a dia que os picaretas fazem em suas maracutaias e afeta a vida de todo mundo.
Eleição não é circo, nem palhaçada.
Os donos do poder não querem que a população saiba da importância.
Que é preciso votar muito para aprender.
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27 setembro 2010
DEUS PERDOA!
Glória Patri et Fílio et Spirítui Sancto.
Amém.
Podemos começar, filho. Abra sua alma... Conte tudo...
Tudo o que?
Tudo o que estiver pesando sobre sua alma! Para que Deus o perdoe.
São só uns pecadilhos... Leves... O senhor sabe... Eu sou político...
Seja mais específico... Dê os detalhes que eu julgo se os pecados são veniais ou mortais... Conte-me seus desvios e eu avalio a gravidade.
Desvios? Como o senhor sabe, padre? Quem contou? O senhor tem parte com o Diabo?
Isso não vem ao caso. Desviou o que?
A verba da merenda escolar. É grave?
Muito grave.
Cinco pontos na carteira, padre?
Cinco rosários inteiros e mais dez pais-nossos.
Ufa! Podia ser pior.
Pior?
Os Juízes têm condenado ao pagamento de cestas básicas. E é uma dificuldade pegar mais merenda para encher as cestas. A imprensa fica de olho.
Deus é parcimonioso.
Padre, essa história de que o que a gente faz na Terra, paga no Céu é verdade?
Não tenho certeza... O bispo diz que é verdade, mas tem que ter um arrependimento sincero.
Só isso. Só se arrepender?
Sim.
Então... posso contar mais, padre?
Claro, meu filho. Alivie seu espírito. Limpe sua alma.
Pois é, padre. Limpei o almoxarifado do Posto de Saúde.
Porque fez isso, filho?
Culpa de meu bom coração. Ajudar meu cunhado. Ele tem uma farmácia e estava passando dificuldades. Quase sem estoque. Mas foram só uns remedinhos para pressão, insulina, comprimidos para dor de cabeça. Isso não é muito grave, é?
É gravíssimo.
Sete pontos?
É caso de suspensão da habilitação. Pessoas poderiam ter morrido.
Ah! Padre. Estariam chegando antes ao reino dos céus. Encontrado a paz eterna. Não teriam mais que enfrentar filas para pegar remédio.
De certa forma tem razão, filho.
Estou perdoado?
Cem Ave-Marias, trinta Pai Nossos e distribuição de brinquedos aos órfãos da pastoral.
Essa é difícil! Onde vou conseguir os brinquedos? O governo não manda para os municípios. Não tem pena alternativa? Podem ser livros didáticos?
Vejamos! O senhor vai subir de joelhos a escadaria da Matriz.
Oh! padre... A oposição vai me ridicularizar.
Ora! Fale para o povo que está pagando uma promessa.
Genial! O senhor não quer ser meu marqueteiro nas próximas eleições? O senhor capricha na Homilia e eu proponho uma taxinha extra no IPTU em prol das obras da Igreja.
Melhor não! Não dá muito certo misturar religião com política.
O senhor é que pensa... Posso confessar só mais uma coisinha?
Claro!
Pequei com a dona Santinha.
A beata? A filha do Serafim, o finado sacristão?
Ela mesma.
Meu deus! Isso foi um erro imperdoável.
Seu padre, a carne é fraca. Não posso ser perdoado?
O pecado deus perdoa, mas acho que você está frito.
Porque, padre?
Promete que não conta que quebrei o sigilo? Posso perder o cargo.
Claro, padre!
Ontem ela veio confessar que pecou com o senhor... Está grávida... Vai exigir uma pensão lascada para o bebê.
Filha de uma...
Palavrão, não pode! Mais dez pais-nossos.
Amém.
Podemos começar, filho. Abra sua alma... Conte tudo...
Tudo o que?
Tudo o que estiver pesando sobre sua alma! Para que Deus o perdoe.
São só uns pecadilhos... Leves... O senhor sabe... Eu sou político...
Seja mais específico... Dê os detalhes que eu julgo se os pecados são veniais ou mortais... Conte-me seus desvios e eu avalio a gravidade.
Desvios? Como o senhor sabe, padre? Quem contou? O senhor tem parte com o Diabo?
Isso não vem ao caso. Desviou o que?
A verba da merenda escolar. É grave?
Muito grave.
Cinco pontos na carteira, padre?
Cinco rosários inteiros e mais dez pais-nossos.
Ufa! Podia ser pior.
Pior?
Os Juízes têm condenado ao pagamento de cestas básicas. E é uma dificuldade pegar mais merenda para encher as cestas. A imprensa fica de olho.
Deus é parcimonioso.
Padre, essa história de que o que a gente faz na Terra, paga no Céu é verdade?
Não tenho certeza... O bispo diz que é verdade, mas tem que ter um arrependimento sincero.
Só isso. Só se arrepender?
Sim.
Então... posso contar mais, padre?
Claro, meu filho. Alivie seu espírito. Limpe sua alma.
Pois é, padre. Limpei o almoxarifado do Posto de Saúde.
Porque fez isso, filho?
Culpa de meu bom coração. Ajudar meu cunhado. Ele tem uma farmácia e estava passando dificuldades. Quase sem estoque. Mas foram só uns remedinhos para pressão, insulina, comprimidos para dor de cabeça. Isso não é muito grave, é?
É gravíssimo.
Sete pontos?
É caso de suspensão da habilitação. Pessoas poderiam ter morrido.
Ah! Padre. Estariam chegando antes ao reino dos céus. Encontrado a paz eterna. Não teriam mais que enfrentar filas para pegar remédio.
De certa forma tem razão, filho.
Estou perdoado?
Cem Ave-Marias, trinta Pai Nossos e distribuição de brinquedos aos órfãos da pastoral.
Essa é difícil! Onde vou conseguir os brinquedos? O governo não manda para os municípios. Não tem pena alternativa? Podem ser livros didáticos?
Vejamos! O senhor vai subir de joelhos a escadaria da Matriz.
Oh! padre... A oposição vai me ridicularizar.
Ora! Fale para o povo que está pagando uma promessa.
Genial! O senhor não quer ser meu marqueteiro nas próximas eleições? O senhor capricha na Homilia e eu proponho uma taxinha extra no IPTU em prol das obras da Igreja.
Melhor não! Não dá muito certo misturar religião com política.
O senhor é que pensa... Posso confessar só mais uma coisinha?
Claro!
Pequei com a dona Santinha.
A beata? A filha do Serafim, o finado sacristão?
Ela mesma.
Meu deus! Isso foi um erro imperdoável.
Seu padre, a carne é fraca. Não posso ser perdoado?
O pecado deus perdoa, mas acho que você está frito.
Porque, padre?
Promete que não conta que quebrei o sigilo? Posso perder o cargo.
Claro, padre!
Ontem ela veio confessar que pecou com o senhor... Está grávida... Vai exigir uma pensão lascada para o bebê.
Filha de uma...
Palavrão, não pode! Mais dez pais-nossos.
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26 setembro 2010
CORDEL DO AEROLULA
Por aqui, no chão, seguimos de pau de arara
Tropicamos na estrada em lombo de mula
No céu uma procissão... Político não para
De passear no bem bom do AeroLulla
Viajam de mãos dadas Collor, Lula, Zé Sarney
Tudo igualzinho quando vão para o trono
Bando de puxa saco lambendo o do rei
Povo entre a seca e enchente perdendo o sono
Vai junto deputaiada, sogra, concubina, irmã
Prá ver posse de rei, beijar o papa ou festa pagã
Qualquer lugar serve. Cuba, Europa, África ou Irã
Se o povo pede algo... deixam para amanhã
Refestelados sob manto da corrupção
Estômagos fartos regados a canapé e vinho
Usufruem do recebido em algum mensalão
Pra nós? Acham que basta bolsa e chinelinho
Se eles vivem passando tão perto do céu
Porque deus nunca castiga nenhum pecado?
Quando um... só unzinho, cá embaixo, vira réu
É um tal de não sei de nada... Coisa de aloprado
Devem fazer cursos pras bandas do Oriente
Histórias das Mil e Uma Noites... Ali Babá
Na tripulação do metalúrgico presidente
Quarenta ladrões o promotor disse que há
Coração de mãe, avião segue sempre cheio
Fila crescendo de oportunistas de plantão
Fico Tiririca... Posso dizer sem receio
Sai tudo correndo se gritar “pega ladrão”.
Terno Armani, camisa de linho bordada
Fogem do batente como o diabo da cruz
Locupletam-se no Planalto da Alvorada
Tantos em palafitas... Filhos descalços e nus...
Falcatruas, promessas, sobra é lero-lero,
Uísque importado, cachaça e tira gosto...
Mamar nas tetas dessa vaca até eu quero...
Resta-me trabalhar para pagar imposto
Queria ver essa raça andar de ônibus, de jegue,
Correr risco de acidente em rodovia federal...
Vem ano, vai ano, a bandalheira prossegue...
Pra esses caras-de-pau, ano inteiro é carnaval
Como ensinar aos filhos a ética e honestidade?
Me explica, alguém!... Cristo, Ogum, Padim Ciço,
Senhora Aparecida ou qualquer outra entidade
Sofrer nesta vida queria dizer passar por isso?
Não é possível! Será que um dia o povo acorda?
Acaba com essa maracutaia? Aprende a votar?
Faz esse bando de picaretas que pinta e borda
Sentir um diazinho só como é duro trabalhar...
Chato o desejo, mas não vou mentir:
“Meu deus, por favor, não se engane
Se mais algum avião tiver que cair
Que no Aerollula ocorra a pane!”
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24 setembro 2010
NASCIMENTO DA SABIÁ
Hoje bateu asas e voou vencendo os limites do quintal.
Estávamos em vigília, desde o começo do mês passado, quando percebemos os primeiros sinais da formação do ninho nos galhos do limoeiro.
Graveto ao graveto, a mãe foi dando a forma necessária para receber os três ovinhos, que cuidadosamente empurrava para baixo das asas, no aquecimento necessário.
Os sabiás precisam de treze dias para serem chocados.
A primeira tristeza.
Um ovo quebrado no chão.
Torcer para não ter chuvas fortes, os predadores não descobrirem, uma rolinha não se intrometer.
As danadas das rolinhas invadem ninhos alheios, jogam fora os ovos de outros pássaros e colocam os seus para serem chocados.
Numa das saídas da ave-mãe, conseguimos ver os dois ovinhos meio azulados.
Contagem regressiva dos dias: Dez, nove, oito...
Na data zero, ansiedade.
Será?
Acho que sim, pois a mãe voltou com comida na boca e ficava arisca quando passávamos por perto.
Numa dessas saídas, a curiosidade fez que tirássemos fotos do ninho.
Um dos ovos brotara.
Ele estava ali. Pedacinho de ser vivo, indefeso.
A mãe nervosíssima grita para que fiquemos longe.
Como impedir a curiosidade diária?
Um biquinho esperando comida, a pelugem nascendo, um crescimento lento.
E a sabiá gritando do muro: Saiam daí!
Os afazeres do dia a dia na cidade, quase nos fazem esquecer que é ainda possível, no meio de tanto cimento e poluição, nascer uma sabiá num limoeiro de fundo de quintal.
Ontem, ele esticou o pescoço e ao tentar voar, caiu do ninho.
A mãe desesperada e ciosa conseguiu conduzi-lo para debaixo de um vaso.
Dia de aflição!
Haveria predadores urbanos?
Gatos?
Olhei dezenas de vezes para conferir se ele estava ali.
Acho que quase ouvi a mãe enciumada gritando: Sai daí, essa função é minha!
Hoje ele estava sobre o vaso.
Parecia esperar as últimas fotos.
Um salto para o muro.
Outro para o telhado do vizinho.
E afinal, arriscou o vôo definitivo para a liberdade.
A mãe, cuidadosa, ciente do cumprimento da missão determinada pela natureza, voou atrás.
Estava completo mais um ciclo da vida.
Será que virá me visitar?
Estávamos em vigília, desde o começo do mês passado, quando percebemos os primeiros sinais da formação do ninho nos galhos do limoeiro.
Graveto ao graveto, a mãe foi dando a forma necessária para receber os três ovinhos, que cuidadosamente empurrava para baixo das asas, no aquecimento necessário.
Os sabiás precisam de treze dias para serem chocados.
A primeira tristeza.
Um ovo quebrado no chão.
Torcer para não ter chuvas fortes, os predadores não descobrirem, uma rolinha não se intrometer.
As danadas das rolinhas invadem ninhos alheios, jogam fora os ovos de outros pássaros e colocam os seus para serem chocados.
Numa das saídas da ave-mãe, conseguimos ver os dois ovinhos meio azulados.
Contagem regressiva dos dias: Dez, nove, oito...
Na data zero, ansiedade.
Será?
Acho que sim, pois a mãe voltou com comida na boca e ficava arisca quando passávamos por perto.
Numa dessas saídas, a curiosidade fez que tirássemos fotos do ninho.
Um dos ovos brotara.
Ele estava ali. Pedacinho de ser vivo, indefeso.
A mãe nervosíssima grita para que fiquemos longe.
Como impedir a curiosidade diária?
Um biquinho esperando comida, a pelugem nascendo, um crescimento lento.
E a sabiá gritando do muro: Saiam daí!
Os afazeres do dia a dia na cidade, quase nos fazem esquecer que é ainda possível, no meio de tanto cimento e poluição, nascer uma sabiá num limoeiro de fundo de quintal.
Ontem, ele esticou o pescoço e ao tentar voar, caiu do ninho.
A mãe desesperada e ciosa conseguiu conduzi-lo para debaixo de um vaso.
Dia de aflição!
Haveria predadores urbanos?
Gatos?
Olhei dezenas de vezes para conferir se ele estava ali.
Acho que quase ouvi a mãe enciumada gritando: Sai daí, essa função é minha!
Hoje ele estava sobre o vaso.
Parecia esperar as últimas fotos.
Um salto para o muro.
Outro para o telhado do vizinho.
E afinal, arriscou o vôo definitivo para a liberdade.
A mãe, cuidadosa, ciente do cumprimento da missão determinada pela natureza, voou atrás.
Estava completo mais um ciclo da vida.
Será que virá me visitar?
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23 setembro 2010
INÁCIO NO PALÁCIO
Quer conhecer Inácio? Ponha-o no Palácio!
Foi o que os eleitores do braziu varemnós fizeram, Aparício.
Alvorada, não só no Morro que beleza.
Revelou-se o tirano. Ditadorzinho de republiqueta que pensa tudo poder.
Imagina-se sobre-humano, onipotente.
Compara-se a Getulio.
Falta pouco.
Um atentado, talvez!
Pelos esgotos dos porões palacianos já proliferam sujeiras e mais sujeiras alopráticas, em doses não homeopáticas.
Um cem (cem mesmo) números de fatos que indicam a participação de membros do governo em crimes afloram.
Raro o dia em que não se descobre mais um.
Cada enxadada, uma minhoca!
O trabalhador não trabalha.
Viaja, faz comícios e diz diatribes desconexas, aplaudidas pela claque de carteirinha.
Faz terrorismo contra a imprensa, contra o Judiciário, ameaçando todos que oousem discordar de seus métodos.
Talvez à imagem de sua participação, já se manifestou quanto a inutilidade do legislativo, agora com muito mais de 300 picaretas.
Inácio é popular.
Vá ser contra nos famintos rincões aparelhados, sem educação e sem saúde.
Será Inácio apenas retrato do povo que o idolatra?
Talvez?
São os piores cegos, os que não querem ver.
Foi o que os eleitores do braziu varemnós fizeram, Aparício.
Alvorada, não só no Morro que beleza.
Revelou-se o tirano. Ditadorzinho de republiqueta que pensa tudo poder.
Imagina-se sobre-humano, onipotente.
Compara-se a Getulio.
Falta pouco.
Um atentado, talvez!
Pelos esgotos dos porões palacianos já proliferam sujeiras e mais sujeiras alopráticas, em doses não homeopáticas.
Um cem (cem mesmo) números de fatos que indicam a participação de membros do governo em crimes afloram.
Raro o dia em que não se descobre mais um.
Cada enxadada, uma minhoca!
O trabalhador não trabalha.
Viaja, faz comícios e diz diatribes desconexas, aplaudidas pela claque de carteirinha.
Faz terrorismo contra a imprensa, contra o Judiciário, ameaçando todos que oousem discordar de seus métodos.
Talvez à imagem de sua participação, já se manifestou quanto a inutilidade do legislativo, agora com muito mais de 300 picaretas.
Inácio é popular.
Vá ser contra nos famintos rincões aparelhados, sem educação e sem saúde.
Será Inácio apenas retrato do povo que o idolatra?
Talvez?
São os piores cegos, os que não querem ver.
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20 setembro 2010
UM QUASE ATROPELAMENTO
Caminhava a uns cinco metros antes da cena.
Entre os buracos da calçada, cartazes de candidatos e ambulantes o jeito é o transeunte trafegar pela rua.
Era o que o casal fazia.
Na saída da oficina, um mecânico olhando para o lado oposto sinalizava o tradicional “pode vir”.
“Pode vir” significa “vem que eu não estou vendo nada”.
Não estava mesmo.
Ou ele não viu o casal caminhando pelo meio fio ou o motorista não estava nem aí para suas orientações.
Um grito de alerta e uma freada brusca.
O casal freou bruscamente, com o rapaz puxando a moça pelo braço.
O carro? Seu motorista continuava a manobra à ré.
O rapaz deu um tapa na lataria do ponto zero.
Isso não! O motorista, aí, sim, freou e abriu o vidro do carro, com expressão entre curiosidade e revolta pela agressão que o carro sofrera
O diálogo foi mais ou menos este:
O senhor não está vendo a gente?
Vocês não estão vendo o carro?
O mecânico sinalizador desapareceu, pois não era com ele.
O senhor precisa tomar mais cuidado.
Vocês precisam olhar por onde andam. Lugar de pedestre é na calçada.
Fez um gesto de desdém e foi embora.
Inacreditável!
Só faltou um agente da CET multar o casal por andar na contramão.
Entre os buracos da calçada, cartazes de candidatos e ambulantes o jeito é o transeunte trafegar pela rua.
Era o que o casal fazia.
Na saída da oficina, um mecânico olhando para o lado oposto sinalizava o tradicional “pode vir”.
“Pode vir” significa “vem que eu não estou vendo nada”.
Não estava mesmo.
Ou ele não viu o casal caminhando pelo meio fio ou o motorista não estava nem aí para suas orientações.
Um grito de alerta e uma freada brusca.
O casal freou bruscamente, com o rapaz puxando a moça pelo braço.
O carro? Seu motorista continuava a manobra à ré.
O rapaz deu um tapa na lataria do ponto zero.
Isso não! O motorista, aí, sim, freou e abriu o vidro do carro, com expressão entre curiosidade e revolta pela agressão que o carro sofrera
O diálogo foi mais ou menos este:
O senhor não está vendo a gente?
Vocês não estão vendo o carro?
O mecânico sinalizador desapareceu, pois não era com ele.
O senhor precisa tomar mais cuidado.
Vocês precisam olhar por onde andam. Lugar de pedestre é na calçada.
Fez um gesto de desdém e foi embora.
Inacreditável!
Só faltou um agente da CET multar o casal por andar na contramão.
16 setembro 2010
TIRIRICA - PIOR NÃO FICA? MESMO?
Vote em Tiririca! Pior não fica!
O bordão, refrão ou mote é interessante.
Bem publicitário. Envolvente.
Preocupante.
Será que não fica pior mesmo?
Dá para ter a esperança que chegamos realmente ao fundo do poço?
Acho que não, pois o atual governo é pródigo na criatividade de suas ilegalidades.
Cada enxadada, uma minhoca.
Tiririca não é brincadeira, não!
Quem refletir alguns minutinhos sobre o assunto descobrirá o que existe por detrás da “brincadeira palhaciana”.
A quem interessa a eleição de Tiririca, supostamente candidato de protesto, que já se manifestou não saber sobre as funções e deveres de um deputado Federal.
Meu nome é Enéas! Cinqüenta e seis!
Qual a semelhança entre o respeitável médico que sabia o queria e um artista divertido que diz não saber de nada e apenas que não será pior?
A semelhança envolve voto proporcional, quociente eleitoral e coligações partidárias.
Cacareco e Macaco Simão, ambos espetacularmente votados em tempos passados como expressão de protesto, não podiam tomar posse.
Tiririca pode.
Pode e levará consigo, a semelhança de Enéas, correligionários partidários menos, e até insignificantemente, votados.
Por que?
Há contas matemáticas, que não cabe ficar explicando neste breve comentário, sobre a composição das bancadas de deputados. É a proporcionalidade do quociente eleitoral. Os votos recebidos por um candidato beneficiam a todos que sejam de seu partido ou coligados, rateando-se entre eles.
Resumidamente, se um deputado federal necessitar de 100 mil votos para se eleger e tiver 600 mil (provável votação de Tiririca), seu partido ou coligação terá direito a mais cinco deputados.
É assim que funciona e não cabe discutir a justiça ou não desta lei.
Se Dr. Enéas levou consigo a Câmara Federal mais cinco ilustres desconhecidos do PRONA, que não se coligava com ninguém, o Partido Republicano de Tiririca está aliado sabem a quem?
Nem desconfiam?
Ao PT.
O Partido dos Trabalhadores ficará “por tabela” com boa parte dos votos de Tiririca e elegerá alguns deputados federais devido a coligação partidária.
Ou alguém conhece mais cinco candidatos do Partido Republicano?
Votaria no Francisco Everardo?
O mote de campanha do PR poderia ser:
“Vote 22 na boa e fique com cara de patinho na lagoa!”.
Daí o desespero e alerta de partidos com candidatos sérios.
Ainda acham que votando em Tiririca, pior não fica?
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O bordão, refrão ou mote é interessante.
Bem publicitário. Envolvente.
Preocupante.
Será que não fica pior mesmo?
Dá para ter a esperança que chegamos realmente ao fundo do poço?
Acho que não, pois o atual governo é pródigo na criatividade de suas ilegalidades.
Cada enxadada, uma minhoca.
Tiririca não é brincadeira, não!
Quem refletir alguns minutinhos sobre o assunto descobrirá o que existe por detrás da “brincadeira palhaciana”.
A quem interessa a eleição de Tiririca, supostamente candidato de protesto, que já se manifestou não saber sobre as funções e deveres de um deputado Federal.
Meu nome é Enéas! Cinqüenta e seis!
Qual a semelhança entre o respeitável médico que sabia o queria e um artista divertido que diz não saber de nada e apenas que não será pior?
A semelhança envolve voto proporcional, quociente eleitoral e coligações partidárias.
Cacareco e Macaco Simão, ambos espetacularmente votados em tempos passados como expressão de protesto, não podiam tomar posse.
Tiririca pode.
Pode e levará consigo, a semelhança de Enéas, correligionários partidários menos, e até insignificantemente, votados.
Por que?
Há contas matemáticas, que não cabe ficar explicando neste breve comentário, sobre a composição das bancadas de deputados. É a proporcionalidade do quociente eleitoral. Os votos recebidos por um candidato beneficiam a todos que sejam de seu partido ou coligados, rateando-se entre eles.
Resumidamente, se um deputado federal necessitar de 100 mil votos para se eleger e tiver 600 mil (provável votação de Tiririca), seu partido ou coligação terá direito a mais cinco deputados.
É assim que funciona e não cabe discutir a justiça ou não desta lei.
Se Dr. Enéas levou consigo a Câmara Federal mais cinco ilustres desconhecidos do PRONA, que não se coligava com ninguém, o Partido Republicano de Tiririca está aliado sabem a quem?
Nem desconfiam?
Ao PT.
O Partido dos Trabalhadores ficará “por tabela” com boa parte dos votos de Tiririca e elegerá alguns deputados federais devido a coligação partidária.
Ou alguém conhece mais cinco candidatos do Partido Republicano?
Votaria no Francisco Everardo?
O mote de campanha do PR poderia ser:
“Vote 22 na boa e fique com cara de patinho na lagoa!”.
Daí o desespero e alerta de partidos com candidatos sérios.
Ainda acham que votando em Tiririca, pior não fica?
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12 setembro 2010
BANCOOP – VOTE EM QUEM TEM AJUDADO...
Recebo emails de vítimas da BANCOOP indicando candidatos “amigos de alguém” ou pedindo “dicas” de votos.
Inicialmente, alerto para que não se faça “voto útil”, nem se anule ou vote em branco. Na falta de opção direta de um candidato, vote na legenda. Aumenta o quociente eleitoral e dificulta que candidatos de “currais eleitorais” sejam eleitos.
Sem ser maniqueísta, mas acompanhando, desde 2005, as atividades dos cooperados lesados pela BANCOOP, nas diversas frentes de lutas, tenho a perfeita clareza em quem indicar para ser ou não votado, dentro, unicamente do espectro da defesa dos interesses dos cooperados.
Os senadores e deputados que deram acolhida, de forma ampla, em S.Paulo e Brasília, aos pleitos dos cooperados eram do PSDB (45), Democratas (25) e PPS (23).
Em S.Paulo, têm participação atuante, e indico os Srs. Samuel Moreira (45245) – presidente da CPI, Bruno Covas (45145) – relator - e Roberto Moraes (23623), concorrentes à reeleição para Deputado Estadual.
O deputado Ricardo Montoro (4546), que também tem participação atuante, é candidato a Deputado Federal.
Ainda na CPI, participa ativamente o deputado Waldir Agnelo (PTB 14747). O PTB embora nos apóie em S.Paulo, não teve o mesmo comportamento em Brasília quando o sen. Romeu Tuma não participou de nenhuma reunião com os cooperados.
O mesmo comportamento teve, é óbvio, o Sen. Aloísio Mercadante, ora candidato ao governo paulista e que abriga como seu suplente no senado o Sr. João Vaccari.
Para o Senado, apóia nossa luta, o Sr. Aloysio Nunes (451) do PSDB.
Não votaria de jeito algum para qualquer cargo – Presidente, Governador, Senado e deputados - nos candidatos do PT (13), do PSB (40) - partido que conta como filiado o advogado da BANCOOP, Sr. Pedro Dallari -, do PCdoB (65) - que tem Netinho como candidato ao Senado -, do PDT (12) – do Paulinho da Força - e do PP (11).
Todos fazem parte da base do governo federal e se omitiram quando procurados.
O PMDB (15) está na mesma situação do PTB (14). Apoiou-nos em S.Paulo, mas não atendeu os cooperados em Brasília.
Não voto também em candidatos “amigos” ou “bonzinhos” de partidos de “aluguel”, como PTC (36), PSDC (27), PRTB (28), PSL, PHS, dentre outros, que sempre estiveram ao lado do PT. E especialmente no Tiririca, que não tem graça nenhuma, pois o PR (22) também é da coligação do PT. Escrevi a respeito, à parte.
Incluam neste rol os palhaços, humoristas, cantores, jogadores de futebol, boxeadores, mulheres frutas e toda sorte de lanceiros.
Cada macaco em seu galho.
Não quero levar um soco e ficar tiririca, ouvindo música sem ter para onde me guiar.
Para os cooperados que por omissão ou dizendo-se “apolíticos”, peço que reflitam seu posicionamento.
Lembrem-se: Seu dinheiro foi, sim, desviado, para fins políticos, entre outros desvios já denunciados.
Embora a luta esteja chegando ao fim e a BANCOOP tente suas últimas artimanhas, mentindo sobre acordos impossíveis, precisaremos contar com todo apoio que pudermos, mesmo sabendo que a luta só terminará definitivamente no Judiciário, com o “fechamento” da “cooperativa de fachada”.
Mostre sua indignação e revide ao “rolo compressor”, descaso e humilhação que sofreu ao longo dos últimos seis anos, especialmente da parte de pessoas ligadas ao PT e seus companheiros de apoio.
Basta apertar o teclado da urna eletrônica.
Reaja!
É a hora!
Eu votarei, e indico o voto, em candidatos dos partidos que apoiaram a causa dos cooperados.
Podem franzir a testa ou torcer o nariz, mas foram o que estiveram conosco.
Inicialmente, alerto para que não se faça “voto útil”, nem se anule ou vote em branco. Na falta de opção direta de um candidato, vote na legenda. Aumenta o quociente eleitoral e dificulta que candidatos de “currais eleitorais” sejam eleitos.
Sem ser maniqueísta, mas acompanhando, desde 2005, as atividades dos cooperados lesados pela BANCOOP, nas diversas frentes de lutas, tenho a perfeita clareza em quem indicar para ser ou não votado, dentro, unicamente do espectro da defesa dos interesses dos cooperados.
Os senadores e deputados que deram acolhida, de forma ampla, em S.Paulo e Brasília, aos pleitos dos cooperados eram do PSDB (45), Democratas (25) e PPS (23).
Em S.Paulo, têm participação atuante, e indico os Srs. Samuel Moreira (45245) – presidente da CPI, Bruno Covas (45145) – relator - e Roberto Moraes (23623), concorrentes à reeleição para Deputado Estadual.
O deputado Ricardo Montoro (4546), que também tem participação atuante, é candidato a Deputado Federal.
Ainda na CPI, participa ativamente o deputado Waldir Agnelo (PTB 14747). O PTB embora nos apóie em S.Paulo, não teve o mesmo comportamento em Brasília quando o sen. Romeu Tuma não participou de nenhuma reunião com os cooperados.
O mesmo comportamento teve, é óbvio, o Sen. Aloísio Mercadante, ora candidato ao governo paulista e que abriga como seu suplente no senado o Sr. João Vaccari.
Para o Senado, apóia nossa luta, o Sr. Aloysio Nunes (451) do PSDB.
Não votaria de jeito algum para qualquer cargo – Presidente, Governador, Senado e deputados - nos candidatos do PT (13), do PSB (40) - partido que conta como filiado o advogado da BANCOOP, Sr. Pedro Dallari -, do PCdoB (65) - que tem Netinho como candidato ao Senado -, do PDT (12) – do Paulinho da Força - e do PP (11).
Todos fazem parte da base do governo federal e se omitiram quando procurados.
O PMDB (15) está na mesma situação do PTB (14). Apoiou-nos em S.Paulo, mas não atendeu os cooperados em Brasília.
Não voto também em candidatos “amigos” ou “bonzinhos” de partidos de “aluguel”, como PTC (36), PSDC (27), PRTB (28), PSL, PHS, dentre outros, que sempre estiveram ao lado do PT. E especialmente no Tiririca, que não tem graça nenhuma, pois o PR (22) também é da coligação do PT. Escrevi a respeito, à parte.
Incluam neste rol os palhaços, humoristas, cantores, jogadores de futebol, boxeadores, mulheres frutas e toda sorte de lanceiros.
Cada macaco em seu galho.
Não quero levar um soco e ficar tiririca, ouvindo música sem ter para onde me guiar.
Para os cooperados que por omissão ou dizendo-se “apolíticos”, peço que reflitam seu posicionamento.
Lembrem-se: Seu dinheiro foi, sim, desviado, para fins políticos, entre outros desvios já denunciados.
Embora a luta esteja chegando ao fim e a BANCOOP tente suas últimas artimanhas, mentindo sobre acordos impossíveis, precisaremos contar com todo apoio que pudermos, mesmo sabendo que a luta só terminará definitivamente no Judiciário, com o “fechamento” da “cooperativa de fachada”.
Mostre sua indignação e revide ao “rolo compressor”, descaso e humilhação que sofreu ao longo dos últimos seis anos, especialmente da parte de pessoas ligadas ao PT e seus companheiros de apoio.
Basta apertar o teclado da urna eletrônica.
Reaja!
É a hora!
Eu votarei, e indico o voto, em candidatos dos partidos que apoiaram a causa dos cooperados.
Podem franzir a testa ou torcer o nariz, mas foram o que estiveram conosco.
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11 setembro 2010
HORÁRIO POLÍTICO – Parte Um
Neste periodo de propaganda politica, o autor deste blog também se dá ao direito de falar bobagem e mentir livremente.
Atirem a primeira pedra... E que não seja de construção da BANCOOP
------------------------------------------------------------------
Vote Tiririca! Pior não fica...
E não é que apareceu o Larica? Quem será que está patrocinando o danado?
Narcotraficantes?
Peraí! Sem assanhamento... Falei só do Larica...
Vote Tiririca! Quatro patinhos na lagoa...
Viva! Tem patinho na Lagoa...
Na do Ibirapuera, tem de tudo menos patinhos...
Patos, mesmo, estão espalhados pelo braziu varemnós. Geralmente, pagando imposto.
Lugar de palhaço é no circo!
Palavra de Márcio França, mon dieu... Ele disse que pode piorar.
Ai! Meu São Vicente...
A bomba vai estourar na nossa mão de novo?
Preferia que estourasse na dela.
Vote Tiririca! Pior não fica...
Isso parece eco.... Quando era criança teve o Cacareco...
Viva o candidato dos aposentados!
Já sei! Vai votar no Netinho.
Que é isso, mano! Sou defensor da Maria da Penha. Nerusca de candidato que bate em mulher.
Então o Baby está fora de sua lista também... Deixa de preconceito... Um tapinha não dói....
Tapinha? Obrigado pela dica...
Vai votar no Larica, já sei...
Vote Tiririca... Se só ele fosse eleito, pior não fica...
Mas tem muito pior, companheiros...
Vê lá, como fala!
Uai, cumpadre... Eles podem falar um monte e eu não... Democracia, mano!
Se é democracia, voto no Sócrates.
É isso aí... A gente volta mais tarde...
-------------------------------------------------------------------------
MANTRA DO DIA - REPETIR ATÉ APRENDER
DILMA É OPTTAÇÃO DE LULLA...
Herrar duas veiz é asnisse
Atirem a primeira pedra... E que não seja de construção da BANCOOP
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Vote Tiririca! Pior não fica...
E não é que apareceu o Larica? Quem será que está patrocinando o danado?
Narcotraficantes?
Peraí! Sem assanhamento... Falei só do Larica...
Vote Tiririca! Quatro patinhos na lagoa...
Viva! Tem patinho na Lagoa...
Na do Ibirapuera, tem de tudo menos patinhos...
Patos, mesmo, estão espalhados pelo braziu varemnós. Geralmente, pagando imposto.
Lugar de palhaço é no circo!
Palavra de Márcio França, mon dieu... Ele disse que pode piorar.
Ai! Meu São Vicente...
A bomba vai estourar na nossa mão de novo?
Preferia que estourasse na dela.
Vote Tiririca! Pior não fica...
Isso parece eco.... Quando era criança teve o Cacareco...
Viva o candidato dos aposentados!
Já sei! Vai votar no Netinho.
Que é isso, mano! Sou defensor da Maria da Penha. Nerusca de candidato que bate em mulher.
Então o Baby está fora de sua lista também... Deixa de preconceito... Um tapinha não dói....
Tapinha? Obrigado pela dica...
Vai votar no Larica, já sei...
Vote Tiririca... Se só ele fosse eleito, pior não fica...
Mas tem muito pior, companheiros...
Vê lá, como fala!
Uai, cumpadre... Eles podem falar um monte e eu não... Democracia, mano!
Se é democracia, voto no Sócrates.
É isso aí... A gente volta mais tarde...
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MANTRA DO DIA - REPETIR ATÉ APRENDER
DILMA É OPTTAÇÃO DE LULLA...
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