Colegas de Infortunio,
Falo pessoalmente, pois enquanto diretor da ASSOCIAÇÃO não recebi qualquer contato da BANCOOP.
Sinceramente não sei quais motivos ainda leva pessoas a manterem contatos extrajudiciais com a BANCOOP, procurando-a ou atendendo todo e qualquer telefonema.
Aliás, consultei e avisei ao Sindico e Subsindico quanto a mais esta artimanha da "Cooperativa de fachada".
Ambos responderam que não haviam sido procurados.
Quem é, então, o contato que representa o Vila Clementino?
Será que acreditam mesmo em Papai Noel, Coelhinho da Páscoa, para não mais elucubrar sobre a motivação de aceitarem "negociações".
Seis anos de mentiras não serviram de lição?
O que essas pessoas têm ido fazer na sede da BANCOOP?
O que trarão de novidade após a reunião da proxima segunda feira?
Tentarão nos empurrar novamente a OAS? Oferecerão que troquemos o desligamento da cooperativa pelo perdão da dívida?
Muito provavelmente não dirão nada de novo, pois nada mais tem a dizer.
Ou será que pedirão para não penhorarmos cadeiras, garrafas de uisque, frigobares, etc...
A BANCOOP está destruida.
Plagiando a manchete de uma revista de grande circulação: A casa deles caiu.
Na última terça-feira, os argumentos do advogado da cooperativa foram fulminados pelo voto do relator do Conselho Superior do MINISTERIO PUBLICO.
A Intervenção é iminente.
Até o Sindicato dos Bancários tenta tirar o time de campo e "ameaça" executar a dívida de 45 milhões ainda este mês.
O newletters, outrora farto de "convicentes" argumentos, neste mês saiu quase apenas com fotos.
A BANCOOP, como prevemos, ao confiarmos na Justiça, chegou na fase do não ter mais nada a dizer, depois de diversas vezes não querer conversa com seus cooperados, impedindo o acesso as Assembléias.
Encaminha-se para o choramingo dos condenados encurralados, lembrando que alguns de seus dirigentes foram denunciados pelo MINISTERIO PÚBLICO CRIMINAL.
Será que os "negociadores que representam o Vila Clementino" ainda não tem noção que estamos com a ação ganha, a BANCOOP NÃO RECORREU DE NADA e o juiz já deu todos os indicativos para a cisão do Vila Clementino.
O que leva colocarem em risco nossa luta?
Ao risco de assumirmos um prejuizo financeiro ainda maior do que já temos, perdoando o algoz?
Qual a vantagem em revestirmos a fantasia de "cooperados" quando os tribunais sedimentam a tese de sermos vitimas de um estelionato praticado pelos próceres da "arapuca"?
A quem interessa divisionismo entre moradores e "sem teto", neste momento?
Talvez interesse a BANCOOP.
Fotografar pessoas e escrever qualquer bobagem no rodapé da foto, quanto a estar negociando com o empreendimento, como tem faltado à verdade em outros locais.
Pensem sobre o assunto, tendo em mente:
QUALQUER NEGOCIAÇÃO COM A BANCOOP AGORA PODE CAUSAR GRANDES PREJUIZOS PROCESSUAIS E FINANCEIROS, A TODO EMPREENDIMENTO.
E dispenso o rosário de argumentos quanto a nunca vamos receber mesmo.
Não receber é muito diferente que abrir mão de um direito.
Por acreditar no Estado de Direito, da minha parte dessa luta não abrirei mão.
-----------------------------------------------------------------------------
Ditado árabe: Se você é enganado uma vez, a culpa pode não ser sua. Na segunda vez, com certeza será.
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06 maio 2011
15 abril 2010
BANCOOP - PROMOTOR VISITA O VILA CLEMENTINO
No dia 14 de abril, o Dr. José Carlos Blat, promotor do caso BANCOOP, compareceu, gentilmente, ao residencial Vila Clementino, onde parte dos cooperados está aflita com a situação da venda da seccional a incorporadora TARJAB.
Havia aproximadamente vinte pessoas, entre diretores da Associação que defendem o acordo e cooperados que resistem a ele.
Presente também o Dr. Jorge Saad, advogado da seccional, que por coincidência participou de tratativas do acordo “Altos do Butantã-BANCOOP-OAS” e, inclusive, manifestou sua reprovação àquele acordo.
Dr. Blat esclareceu e respondeu questionamentos sobre o andamento das investigações criminais sobre a Cooperativa.
Contou do empenho do Ministério Público neste caso, onde foram vencidas, arduamente, várias etapas.
Disse que, apesar de muitas dificuldades encontradas para obtenção da documentação bancária da BANCOOP, tem previsão de muito em breve estarem fechados esses levantamentos para promover as ações cabíveis.
Ressaltou e deixou claro que não interfere nas ações cíveis ou decisões quanto a negociações extrajudiciais, mas lembrou que uma vez feito um acordo os cooperados perdem toda esperança de acionar a cooperativa a qualquer tempo, sem poderem se arrepender.
Encerrou a reunião convidando os diretores da Associação para prestarem depoimento sobre a seccional, e agendou-se para a próxima semana.
Só resta agradecer a presença com a esperança de que muitos olhos sejam abertos e vejam que há grandes possibilidades de vitórias, não apenas satisfatórias de justiça, mas de alcance econômico, com a exclusão do “custo BANCOOP” nas negociações com incorporadoras e o conseqüente barateamento de custos no término das obras.
De minha parte, continuarei lutando contra esse acordo em todas as esferas.
Finalizando, lembro ensinamento de um Mestre da área da psicologia que dizia:
“Você avisa que do outro lado da porta tem um leão faminto, alerta dos riscos e insistem em abrir... Fazer o que?”.
E das palavras do Senador Jefferson Peres (AM), em agosto de 2006:
“A crise ética não é apenas dos políticos... O povo compactua com isso...”
Havia aproximadamente vinte pessoas, entre diretores da Associação que defendem o acordo e cooperados que resistem a ele.
Presente também o Dr. Jorge Saad, advogado da seccional, que por coincidência participou de tratativas do acordo “Altos do Butantã-BANCOOP-OAS” e, inclusive, manifestou sua reprovação àquele acordo.
Dr. Blat esclareceu e respondeu questionamentos sobre o andamento das investigações criminais sobre a Cooperativa.
Contou do empenho do Ministério Público neste caso, onde foram vencidas, arduamente, várias etapas.
Disse que, apesar de muitas dificuldades encontradas para obtenção da documentação bancária da BANCOOP, tem previsão de muito em breve estarem fechados esses levantamentos para promover as ações cabíveis.
Ressaltou e deixou claro que não interfere nas ações cíveis ou decisões quanto a negociações extrajudiciais, mas lembrou que uma vez feito um acordo os cooperados perdem toda esperança de acionar a cooperativa a qualquer tempo, sem poderem se arrepender.
Encerrou a reunião convidando os diretores da Associação para prestarem depoimento sobre a seccional, e agendou-se para a próxima semana.
Só resta agradecer a presença com a esperança de que muitos olhos sejam abertos e vejam que há grandes possibilidades de vitórias, não apenas satisfatórias de justiça, mas de alcance econômico, com a exclusão do “custo BANCOOP” nas negociações com incorporadoras e o conseqüente barateamento de custos no término das obras.
De minha parte, continuarei lutando contra esse acordo em todas as esferas.
Finalizando, lembro ensinamento de um Mestre da área da psicologia que dizia:
“Você avisa que do outro lado da porta tem um leão faminto, alerta dos riscos e insistem em abrir... Fazer o que?”.
E das palavras do Senador Jefferson Peres (AM), em agosto de 2006:
“A crise ética não é apenas dos políticos... O povo compactua com isso...”
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08 março 2010
BANCOOP – OS GUERRILHEIROS DO PT
A artilharia petista está a postos.
Grandes e pequenos blogs disparam tiros de todos os calibres para desqualificar o promotor que investiga o caso BANCOOP – a cooperativa habitacional de fachada do sindicato dos bancários de São Paulo.
Tática peculiar aos culpados. Eu peguei 30 milhões, mas quem me acusa tem multa de trânsito.
Andersen e Grimms não são de nada. Sem criatividade.
Mensaleiros saíam com 50 mil reais do banco como troco do pagamento da fatura de TV a cabo.
Mensalão? Que mensalão? Isso é coisa de aloprados.
Chamem meu analista... Socorro! Freud... Manda limpar essa situação.
Aterro é com o Jacó? Assunto de lixo é com Marta?
Como pagarei o serviço?
Sei lá... Cria um FDIC. Pô, cara!... Parece uma sanguessuga...
Será a Benedita! Depois eu pago com cartão corporativo.
Não quer? Peço para Jeany mandar umas meninas lá para o Lago Paranoá.
Te mando um Land rover...
O que você quer então?
Cuecas grandes? Diretoria de Estatal?
Posso ficar tranqüilo que as testemunhas não aparecerão nas CPIs.
Tanta coisa para me preocupar e me vem com essa “merreca” de cooperativa... Nem sabia que a Marisa tinha comprado.
Paremos por aqui, senão teremos que desqualificar tanta gente que não sobrará nenhum membro do MP para o quinto constitucional.
Assim é dose...
Grandes e pequenos blogs disparam tiros de todos os calibres para desqualificar o promotor que investiga o caso BANCOOP – a cooperativa habitacional de fachada do sindicato dos bancários de São Paulo.
Tática peculiar aos culpados. Eu peguei 30 milhões, mas quem me acusa tem multa de trânsito.
Andersen e Grimms não são de nada. Sem criatividade.
Mensaleiros saíam com 50 mil reais do banco como troco do pagamento da fatura de TV a cabo.
Mensalão? Que mensalão? Isso é coisa de aloprados.
Chamem meu analista... Socorro! Freud... Manda limpar essa situação.
Aterro é com o Jacó? Assunto de lixo é com Marta?
Como pagarei o serviço?
Sei lá... Cria um FDIC. Pô, cara!... Parece uma sanguessuga...
Será a Benedita! Depois eu pago com cartão corporativo.
Não quer? Peço para Jeany mandar umas meninas lá para o Lago Paranoá.
Te mando um Land rover...
O que você quer então?
Cuecas grandes? Diretoria de Estatal?
Posso ficar tranqüilo que as testemunhas não aparecerão nas CPIs.
Tanta coisa para me preocupar e me vem com essa “merreca” de cooperativa... Nem sabia que a Marisa tinha comprado.
Paremos por aqui, senão teremos que desqualificar tanta gente que não sobrará nenhum membro do MP para o quinto constitucional.
Assim é dose...
15 novembro 2009
BANCOOP – VILA CLEMENTINO – CAIU NA REDE NEM SEMPRE É PEIXE...
Colegas de infortúnio!
Recebi um email que merece análise.
Fonte devidamente preservada nos termos legais, reproduzimos textualmente:
...“O Vaccari me ligou pedindo para ver se a Associação (Vila Clementino) concorda em desistir do processo contra ele. Diz que está comprando um imóvel e encontra dificuldade com o cadastro junto à financeira. Os parâmetros para tal decisão, no meu entendimento, estão intimamente ligados ao andamento das negociações do Vila Clementino. Se as negociações estiverem adiantadas e prestes a ser concluídas não existe motivo para negarmos a solicitação. Se estiverem pendente de algum entrave da BANCOOP, podemos aproveitar o pedido feito para obtermos a superação dessa pendência. Se as negociações estiverem paralisadas aí podemos usar o pedido para dar andamento ou então simplesmente negar a solicitação se o convencimento de todos for no sentido de que a BANCOOP não tem interesse em negociar nada.
Por favor me informem com urgência.
De minha parte informo quanto ao processo. Os autos estão com o MP para manifestação. A sentença deve sair ainda este ano. A possibilidade de procedência é grande. Contudo temos que considerar também que mesmo ganhando a BANCOOP irá recorrer até onde puder o que não nos dá esperança de uma solução rápida para o processo.
Finalmente, considero que caso seja conveniente a desistência ela deve se dirigir a todos os diretores. Ou desistimos/continuamos com relação à todos ou não tomamos nenhuma medida individualizada. Ou talvez possamos desistir do processo todo, desde que a BANCOOP passe a escritura do terreno e suas acessões para a associação ou pessoa jurídica a ser criada encerrando definitivamente o episódio”...
----------------------------------------------------------------
O que haveria por trás dessa “tramóia” toda?
A análise não pode ser superficial uma vez estejamos em meio a um pessoal treinado e especialmente hábil na articulação de conchavos, plantação de notícias infundadas e divulgação de mentiras...
A fera estaria acuada?
Semelhante situação foi vivenciada quando o empreendimento Vilas da Penha obteve sua vitória final...
Seus advogados foram procurados para um acordo mais benéfico...
De outra parte, tendo a nota uma gota de verdade, como seria bom ver que “pau que bate em Chico, bate em Francisco...” O todo poderoso Sr. João Vaccari, que lançava nomes dos cooperados ao SERASA e os ameaçava tirar o teto, pedindo financiamento e tendo seu nome obstado...
Nao acredito nisso...
Pela renda salarial do Sr. João, com suas rendas de funcionário do Banespa, da Bancoop, de conselheiro de estatais como Itaipu e outros órgãos onde participa e recebe “pro-labores” para reuniões mensais não tem perfil de quem precise de financiamento para adquirir um imóvel de um milhão de reais, mesmo que tenha gasto parte de sua receita pagando aportes de seus imóveis da Cooperativa, se não os repassou.
Não acredito nisso...
Uma das hipóteses mais concretas é estarmos às vésperas das eleições de 2010 e o indigitado cidadão é nome citado nas hostes petistas para cargos desde tesoureiro de campanha a candidatura a cargo no Congresso.
Cadê a Ficha Limpa? Será alvo certeiro dos opositores de seu partido...
Já não bastam as iniqüidades sabidas na rota da perpetuação no poder, sair a BANCOOP do armário em nível nacional, na Venus Platinada...
Até o mais ignaro eleitor dos mais distantes rincões, via parabólica, vai saber de mais esse embroglio envolvendo os companheiros...
Saindo do viés político, outra hipótese é o que digo quanto ao ronronar do gato ao ser cercado e estar em vias de ser apanhado e aprisionado...
Na área criminal, o Ministério Público estica suas garras sobre os crimes praticados.
Na área cível, o STJ está tendo mais e mais clareza da “farsa cooperativista” e determinando derrotas e mais derrotas à “Cooperativa de fachada”. A mais recente e importante foi a reversão da decisão do Solar de Santana que havia sido ganha pela Cooperativa e foi reformada.
Que interesse escuso pode ter o Todo Poderoso presidente reeleito - sabemos de que modo - desejar falar aos cooperados e pedir conciliação? Ele que impediu a participação de milhares de cooperados em assembléias vem pedir arrego... Que elimina cooperados... Que exige pagamento de multas que não sei onde são contabilizadas... Que sonega documentos às associações...
Lobos não viram cordeiros... É da raça... Basta nos virarmos e pulam em cima novamente atacando a jugular...
Não creiam em boa fé, não se condoam, não tenham ilusões...
As verdadeiras vitórias só estão saindo, ainda que “a fórceps", nos tribunais... Não há que se acreditar em nada fora do Judiciário...
Basta ser realista.
Para não dizerem que sou radical proponho que a Cooperativa termine o prédio, forneça as escrituras e libera-se não apenas a pessoa física dele como propôs, mas de todas, com mandam os bons princípios ético.
O dinheiro para isso?
Ele sabe onde arrumar.
Pode, por exemplo, vender sua dívida como recebíveis a uma incorporadora ou aos fundos de pensão...
Como pagar depois?
Ah! Isso eles se entendem...
Recebi um email que merece análise.
Fonte devidamente preservada nos termos legais, reproduzimos textualmente:
...“O Vaccari me ligou pedindo para ver se a Associação (Vila Clementino) concorda em desistir do processo contra ele. Diz que está comprando um imóvel e encontra dificuldade com o cadastro junto à financeira. Os parâmetros para tal decisão, no meu entendimento, estão intimamente ligados ao andamento das negociações do Vila Clementino. Se as negociações estiverem adiantadas e prestes a ser concluídas não existe motivo para negarmos a solicitação. Se estiverem pendente de algum entrave da BANCOOP, podemos aproveitar o pedido feito para obtermos a superação dessa pendência. Se as negociações estiverem paralisadas aí podemos usar o pedido para dar andamento ou então simplesmente negar a solicitação se o convencimento de todos for no sentido de que a BANCOOP não tem interesse em negociar nada.
Por favor me informem com urgência.
De minha parte informo quanto ao processo. Os autos estão com o MP para manifestação. A sentença deve sair ainda este ano. A possibilidade de procedência é grande. Contudo temos que considerar também que mesmo ganhando a BANCOOP irá recorrer até onde puder o que não nos dá esperança de uma solução rápida para o processo.
Finalmente, considero que caso seja conveniente a desistência ela deve se dirigir a todos os diretores. Ou desistimos/continuamos com relação à todos ou não tomamos nenhuma medida individualizada. Ou talvez possamos desistir do processo todo, desde que a BANCOOP passe a escritura do terreno e suas acessões para a associação ou pessoa jurídica a ser criada encerrando definitivamente o episódio”...
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O que haveria por trás dessa “tramóia” toda?
A análise não pode ser superficial uma vez estejamos em meio a um pessoal treinado e especialmente hábil na articulação de conchavos, plantação de notícias infundadas e divulgação de mentiras...
A fera estaria acuada?
Semelhante situação foi vivenciada quando o empreendimento Vilas da Penha obteve sua vitória final...
Seus advogados foram procurados para um acordo mais benéfico...
De outra parte, tendo a nota uma gota de verdade, como seria bom ver que “pau que bate em Chico, bate em Francisco...” O todo poderoso Sr. João Vaccari, que lançava nomes dos cooperados ao SERASA e os ameaçava tirar o teto, pedindo financiamento e tendo seu nome obstado...
Nao acredito nisso...
Pela renda salarial do Sr. João, com suas rendas de funcionário do Banespa, da Bancoop, de conselheiro de estatais como Itaipu e outros órgãos onde participa e recebe “pro-labores” para reuniões mensais não tem perfil de quem precise de financiamento para adquirir um imóvel de um milhão de reais, mesmo que tenha gasto parte de sua receita pagando aportes de seus imóveis da Cooperativa, se não os repassou.
Não acredito nisso...
Uma das hipóteses mais concretas é estarmos às vésperas das eleições de 2010 e o indigitado cidadão é nome citado nas hostes petistas para cargos desde tesoureiro de campanha a candidatura a cargo no Congresso.
Cadê a Ficha Limpa? Será alvo certeiro dos opositores de seu partido...
Já não bastam as iniqüidades sabidas na rota da perpetuação no poder, sair a BANCOOP do armário em nível nacional, na Venus Platinada...
Até o mais ignaro eleitor dos mais distantes rincões, via parabólica, vai saber de mais esse embroglio envolvendo os companheiros...
Saindo do viés político, outra hipótese é o que digo quanto ao ronronar do gato ao ser cercado e estar em vias de ser apanhado e aprisionado...
Na área criminal, o Ministério Público estica suas garras sobre os crimes praticados.
Na área cível, o STJ está tendo mais e mais clareza da “farsa cooperativista” e determinando derrotas e mais derrotas à “Cooperativa de fachada”. A mais recente e importante foi a reversão da decisão do Solar de Santana que havia sido ganha pela Cooperativa e foi reformada.
Que interesse escuso pode ter o Todo Poderoso presidente reeleito - sabemos de que modo - desejar falar aos cooperados e pedir conciliação? Ele que impediu a participação de milhares de cooperados em assembléias vem pedir arrego... Que elimina cooperados... Que exige pagamento de multas que não sei onde são contabilizadas... Que sonega documentos às associações...
Lobos não viram cordeiros... É da raça... Basta nos virarmos e pulam em cima novamente atacando a jugular...
Não creiam em boa fé, não se condoam, não tenham ilusões...
As verdadeiras vitórias só estão saindo, ainda que “a fórceps", nos tribunais... Não há que se acreditar em nada fora do Judiciário...
Basta ser realista.
Para não dizerem que sou radical proponho que a Cooperativa termine o prédio, forneça as escrituras e libera-se não apenas a pessoa física dele como propôs, mas de todas, com mandam os bons princípios ético.
O dinheiro para isso?
Ele sabe onde arrumar.
Pode, por exemplo, vender sua dívida como recebíveis a uma incorporadora ou aos fundos de pensão...
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Ah! Isso eles se entendem...
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08 novembro 2009
BANCOOP LAVANDO DINHEIRO
A BANCOOP abre fogo na direção de acordos.
Porque o desespero da venda da ilusão que acordos com empreiteiras são bons para os cooperados?
Independente de também estarem tentando fugir da justiça criminal fecha o cerco de contas que não fecham, o motivo é simples...
Reabilitar dinheiro que aparentemente sumiu e provavelmente esteja em malas e cuecas, lavá-lo e destiná-lo para a campanha eleitoral 2010.
Agora ficou mais fácil...
Sindicatos e cooperativas poderão fazer doações livremente...
Algum empreendimento recebeu de volta o “empréstimo solidário”?
Deveria receber, uma vez estejam entrando créditos dos cooperados que fizeram acordos.
As empreiteiras estão carregando contabilmente o caixa da cooperativa...
Ou o dinheiro das desistências está indo para onde?
Porque o desespero da venda da ilusão que acordos com empreiteiras são bons para os cooperados?
Independente de também estarem tentando fugir da justiça criminal fecha o cerco de contas que não fecham, o motivo é simples...
Reabilitar dinheiro que aparentemente sumiu e provavelmente esteja em malas e cuecas, lavá-lo e destiná-lo para a campanha eleitoral 2010.
Agora ficou mais fácil...
Sindicatos e cooperativas poderão fazer doações livremente...
Algum empreendimento recebeu de volta o “empréstimo solidário”?
Deveria receber, uma vez estejam entrando créditos dos cooperados que fizeram acordos.
As empreiteiras estão carregando contabilmente o caixa da cooperativa...
Ou o dinheiro das desistências está indo para onde?
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18 fevereiro 2009
BANCOOP NÃO PARA DE MENTIR
A organização criminosa, como foi chamada por um promotor criminal não tem jeito...
Ao estilo Goebells, embora não tenha sido ele o autor da frase, mente tanto e tantas vezes que até parece verdade...
Como legítimos políticos prometem, prometem, especialmente às vésperas de eleições e sentenças condenatórias, sabendo que não cumprirão nenhuma de suas promessas.
Ontem foi levada aos cooperados do empreendimento Vila Clementino mais uma promessa mirabolante de solução de construção do prédio já pago que se deteriora ao relento do abandono há quatro anos.
Para 58 assinaturas presentes de 180 cooperados prejudicados, fui um dos quatro votos contrários.
Sinto certa pena de quem acredita que algum bloco ainda será assentado no prédio por essa malfadada cooperativa.
Lamento profundamente que ainda tenha gente que se disponha a fazer acordos.
Somente a ignorância da realidade ou o desejo de fuga a ela, o desespero e a ansiedade podem ser explicações para tal insensatez.
Não basta o exemplo dos trinta por cento de cooperados do empreendimento que pagaram aporte e não viram nada?
Saliva não dá liga com cimento!
Reitero que acordos com pessoas investigadas pela Justiça não é acordo...
É ser cúmplice.
Reza a lenda, que o que malandro mais gosta é de pessoas ingênuas ou que querem ser mais espertas que ele.
São tão transparentes que não colocaram a convocação de assembleia no jornal de janeiro, mas prontamente, vencido o prazo de inscrições de chapas, o fizeram, inclusive com envio de propostas da chapa inscrita.
Ora! Cooperados! O que esperam?
Um miráculo?
Que a OAS, envolvida em tantas suspeições, e a Cooperativa “de fachada”, como se referiu o mesmo promotor, irão fazer algo de bom para vocês?
O caminho na luta contra os algozes, com os quais me canso de dizer não se negocia, é o enfrentamento, ainda que resulte em derrota.
Lutar com dignidade, mesmo que sejamos impelidos a pensar que fatos “extra-autos” movam a balança da justiça.
Derrotas da cooperativa estão se acumulando nas primeiras instâncias e começam a pipocar na segunda.
Ressalto que a cooperativa, em desespero, a três dias da derrota final que cindiu o empreendimento Vilas da Penha, chamou advogado e cooperados para um acordo.
Para terminar, um recado:
Se querem jogar dinheiro fora, mandem para mim!
Será muito melhor utilizado e sem fins suspeitos!
Ao estilo Goebells, embora não tenha sido ele o autor da frase, mente tanto e tantas vezes que até parece verdade...
Como legítimos políticos prometem, prometem, especialmente às vésperas de eleições e sentenças condenatórias, sabendo que não cumprirão nenhuma de suas promessas.
Ontem foi levada aos cooperados do empreendimento Vila Clementino mais uma promessa mirabolante de solução de construção do prédio já pago que se deteriora ao relento do abandono há quatro anos.
Para 58 assinaturas presentes de 180 cooperados prejudicados, fui um dos quatro votos contrários.
Sinto certa pena de quem acredita que algum bloco ainda será assentado no prédio por essa malfadada cooperativa.
Lamento profundamente que ainda tenha gente que se disponha a fazer acordos.
Somente a ignorância da realidade ou o desejo de fuga a ela, o desespero e a ansiedade podem ser explicações para tal insensatez.
Não basta o exemplo dos trinta por cento de cooperados do empreendimento que pagaram aporte e não viram nada?
Saliva não dá liga com cimento!
Reitero que acordos com pessoas investigadas pela Justiça não é acordo...
É ser cúmplice.
Reza a lenda, que o que malandro mais gosta é de pessoas ingênuas ou que querem ser mais espertas que ele.
São tão transparentes que não colocaram a convocação de assembleia no jornal de janeiro, mas prontamente, vencido o prazo de inscrições de chapas, o fizeram, inclusive com envio de propostas da chapa inscrita.
Ora! Cooperados! O que esperam?
Um miráculo?
Que a OAS, envolvida em tantas suspeições, e a Cooperativa “de fachada”, como se referiu o mesmo promotor, irão fazer algo de bom para vocês?
O caminho na luta contra os algozes, com os quais me canso de dizer não se negocia, é o enfrentamento, ainda que resulte em derrota.
Lutar com dignidade, mesmo que sejamos impelidos a pensar que fatos “extra-autos” movam a balança da justiça.
Derrotas da cooperativa estão se acumulando nas primeiras instâncias e começam a pipocar na segunda.
Ressalto que a cooperativa, em desespero, a três dias da derrota final que cindiu o empreendimento Vilas da Penha, chamou advogado e cooperados para um acordo.
Para terminar, um recado:
Se querem jogar dinheiro fora, mandem para mim!
Será muito melhor utilizado e sem fins suspeitos!
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13 fevereiro 2009
BANCOOP AGINDO DE MÁ FÉ?

Não acredito!
Há mais satélites se chocando entre as estrelinhas vermelhas que rondam no céu do braziu que pode imaginar nossa mais ampla criatividade em vão.
Pelos vãos de um estatuto que fere a Lei das Cooperativas a diretoria da BANCOOP tenta se embrenhar e se manter no poder.
Acabo de receber o “Pravda” da cooperativa dizendo que findo o processo eleitoral apenas uma chapa se inscreveu.
Que processo eleitoral?
Estou à caça da abertura do processo eleitoral nos “Pravdas” de meses anteriores e não há nenhuma informação publicada.
Oh! Raios!
A convocação está no mesmo jornal.
Papai Noel, eu acredito na honestidade e idoneidade ilibada da BANCOOP.
Devem ter se esquecido de publicar antes.
Provavelmente uma ação de perseguição da imprensa por obra do revisor que deve ser agente infiltrado da extrema direita.
Porque não?
Só porque os jornais da Cooperativa são feitos pelos mesmos jornalistas do Sindicato não podem ter um traíra no meio?
O sindicato já disse que não tem nada a ver com o assunto BANCOOP.
Pode ser armação de algum espião.
Contra espionagem fica melhor.
Francamente, eu acredito que passou despercebido e agora consertaram.
Afinal são tantas as preocupações da diretoria que nem devem ter se lembrado de avisar os cooperados que haveria assembleia.
Já ouviu falar em mediunidade?
Fizeram a convocação e já sabiam que só haveria uma chapa capaz de tomar conta do pepinaço...
E tem mais...
Na eleição do atual presidente, que é candidato a reeleição, apareceu tão pouca gente. Para que desperdiçar dinheiro e papel com cartas aos cooperados avisando da assembleia?
Ninguém aparece nas assembleias mesmo.
Nem devia ter assembleia.
Não fizeram nenhuma em quatro anos para aprovar contas e não aconteceu nada, para que convocar o pessoal?
Tem mais é que fazer contenção de despesas para tocar as obras.
Não perturba, não, Saci Pererê...
Não acredito em má-fé. Aliás, não acredito em fé nenhuma...
Mas na BANCOOP eu acredito.
Gente trabalhadora!
Partido dos Trabalhadores!
Reeleição é bom... Continuidade de trabalho!
Tem uns cooperados do contra dando muito trabalho na justiça.
Deviam deportar todos eles para Sibéria, isso sim...
Lá teria teto para todo mundo nos galpões...
Você é fofoqueiro, Sabugosa!
BANCOOP de má-fé?
Hum...
Aqui procê, óh!
Desce mais um sem gelo.
E cala a boca!
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N.A. – Pravda – verdade em russo - era o jornal da URSS. Ninguém contradizia suas notícias.
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reeleição
12 fevereiro 2009
BANCOOP - ASSEMBLEIA?
BANCOOP – COMO ENFRENTAR A ASSEMBLEIA?
Muita calma nesta hora!
A ansiedade é a pior inimiga!
A “organização criminosa da cooperativa de fachada”, como se referiu um promotor criminal relativamente a Diretoria da BANCOOP, sabe disso e joga com isso.
Espalharam o temor e instigam a desorganização com informações quase sempre distantes da realidade.
Plantam mentiras no new letters!
E sequer o utilizaram para convocar uma assembleia que me disseram ter sido convocada.
Em todos os casos, a dúvida é como agir diante de mais uma farsa que eles preparam com essa Assembléia?
A convocação tem irregularidades estatutárias.
Seu advogado poderá lhe explicar melhor.
As respostas como tudo em matéria jurídica tem várias hipóteses.
COOPERADO - SER OU NÃO SER?
A Cooperativa de fachada afirma que você é inadimplente e não pode mais participar de assembleias.
Para este problema o dilema:
IR OU NÃO À ASSEMBLEIA
Por uma desses acasos você ficou sabendo da assembleia.
Você leu justamente o jornal onde ela teria sido publicada, freqüenta a sede da cooperativa ou acessa o site da BANCOOP.
Ou então, ficou sabendo no elevador ou recebeu um email de uma outra vítima.
Está indignado e quer participar para esganar a diretoria ou tão somente votar.
Dirija-se a quadra do sindicato dos bancários e tente ingressar no recinto, preferencialmente com o grupo de pessoas de seu empreendimento.
Se permitirem, participe e, sugiro, vote não às contas.
Antes de votar peça identificação com conferência nominal de todos os presentes e votação individual.
Eles detestam tumultos quando não criados por eles.
Impediram sua entrada?
Dirija-se ao 1º. DP - Rua da Glória, 410, Liberdade - 3341-3842 e lavre individualmente um "Termo circunstanciado" relativo ao cerceamento do exercício de seu direito.
Atenção!
Não desista de fazer o registro, por mais restrições, dificuldades, flagrantes existentes e outros óbices que lhe forem justificados pelos responsáveis da Delegacia.
Leve lanche, revistas de sala de espera de dentistas, pois o registro pode demorar muitas horas, uma vez saibamos diversos cooperados devam tomar essa opção.
Não desanime!
Imagine que é de madrugada e você está num velório.
Da cooperativa!
Se a Delegacia não quiser registrar, identifique todos que se recusam, acesse o site da secretaria de Segurança Pública - http://www.ssp.sp.gov.br/home ou www.policia-civ.sp.gov.br e registre a reclamação do não atendimento à Corregedoria de Polícia relatando o que desejava registrar.
Funciona.
O registro servirá como prova para uma posterior ação anulatória.
Aproveite o tempo ocioso e dê uma ligadinha para alguns órgãos de imprensa.
LIMINAR PARA PARTICIPAR DA ASSEMBLEIA.
Embora viável, particularmente não enveredaria por esse caminho.
Você foi impedido?
Tem documentos que comprovem o impedimento?
Você quer realmente participar dessa farsa ou quer enfrentar os farsantes?
Entendo que a aprovação de contas por uma assembleia de uma empresa investigada por irregularidades não terá valor e será posteriormente anulada.
A assembleia é apenas mais um ato de desespero da diretoria acuada, orientado para tumultuar processos judiciais e retardar a derrota.
ELEIÇÃO DA DIRETORIA
Você se acha um cooperado mesmo e quer efetivamente participar da cooperativa?
Digamos que quer “legitimar” o democrático processo eleitoral e marcar presença.
Vá a BANCOOP e requeira por escrito, protocolado, todos os requisitos detalhadamente para apresentação de chapa, prazos de inscrição, lista de cooperados habilitados a votar, sua elegibilidade.
Isso também deve ser feito individualmente.
Não acredite se disserem que esse prazo está vencido.
Não está!
Você pode inscrever chapa até na hora da Assembleia.
Sendo ou não oficialmente impedido de inscrever sua chapa ou votar CABE A LIMINAR PARA PARTICIPAR DA VOTAÇÃO E POSTERIORMENTE A ANULAÇÃO TOTAL DA ASSEMBLEIA OU DO ITEM ELEIÇÃO DA DIRETORIA.
VOLTANDO AO INÍCIO!
SER OU NÃO SER COOPERADO, EIS A QUESTÃO!
A linha de pensamento desenvolvida por boa parcela dos advogados tem sido a do consumo.
Você é um consumidor enganado por uma incorporadora!
Até que ponto uma incoerência de atitude entre você individualmente ou a associação poderá ser argüida pela Cooperativa?
Apenas para tumultuar como sempre, mas será sempre um atraso na derrota deles.
O castelo BANCOOP continua caindo e não estivéssemos no “braziu varemnós” atitudes eficientes da parte do Judiciário e Governo já teriam sido tomadas.
Antes de tudo, a decisão a ser tomada, preferencialmente, deve ser tirada em democráticas reuniões das associações ou consultando seu advogado.
Só para lembrar!
O prazo para ingresso de ação anulatória é de quatro anos da aprovação das contas e no do ano fiscal das contas.
Isso não significa dizer “relaxe e goze” assistindo TV ou outro motivo para não participar da luta só porque está morando num imóvel “sub-judice”.
Também pode perdê-lo e ficar na mesma situação dos ainda “sem teto” da Cooperativa.
---------------------------------------------------------------------
Oh! Jorginho! Por falar em engolir sapo, quase que nóis tem engolir um ontem no pântano do Pacaembu...
Domingo tem os bambi lá no bambizal...
Quem sabe chove e eles enroscam o salto...
Muita calma nesta hora!
A ansiedade é a pior inimiga!
A “organização criminosa da cooperativa de fachada”, como se referiu um promotor criminal relativamente a Diretoria da BANCOOP, sabe disso e joga com isso.
Espalharam o temor e instigam a desorganização com informações quase sempre distantes da realidade.
Plantam mentiras no new letters!
E sequer o utilizaram para convocar uma assembleia que me disseram ter sido convocada.
Em todos os casos, a dúvida é como agir diante de mais uma farsa que eles preparam com essa Assembléia?
A convocação tem irregularidades estatutárias.
Seu advogado poderá lhe explicar melhor.
As respostas como tudo em matéria jurídica tem várias hipóteses.
COOPERADO - SER OU NÃO SER?
A Cooperativa de fachada afirma que você é inadimplente e não pode mais participar de assembleias.
Para este problema o dilema:
IR OU NÃO À ASSEMBLEIA
Por uma desses acasos você ficou sabendo da assembleia.
Você leu justamente o jornal onde ela teria sido publicada, freqüenta a sede da cooperativa ou acessa o site da BANCOOP.
Ou então, ficou sabendo no elevador ou recebeu um email de uma outra vítima.
Está indignado e quer participar para esganar a diretoria ou tão somente votar.
Dirija-se a quadra do sindicato dos bancários e tente ingressar no recinto, preferencialmente com o grupo de pessoas de seu empreendimento.
Se permitirem, participe e, sugiro, vote não às contas.
Antes de votar peça identificação com conferência nominal de todos os presentes e votação individual.
Eles detestam tumultos quando não criados por eles.
Impediram sua entrada?
Dirija-se ao 1º. DP - Rua da Glória, 410, Liberdade - 3341-3842 e lavre individualmente um "Termo circunstanciado" relativo ao cerceamento do exercício de seu direito.
Atenção!
Não desista de fazer o registro, por mais restrições, dificuldades, flagrantes existentes e outros óbices que lhe forem justificados pelos responsáveis da Delegacia.
Leve lanche, revistas de sala de espera de dentistas, pois o registro pode demorar muitas horas, uma vez saibamos diversos cooperados devam tomar essa opção.
Não desanime!
Imagine que é de madrugada e você está num velório.
Da cooperativa!
Se a Delegacia não quiser registrar, identifique todos que se recusam, acesse o site da secretaria de Segurança Pública - http://www.ssp.sp.gov.br/home ou www.policia-civ.sp.gov.br e registre a reclamação do não atendimento à Corregedoria de Polícia relatando o que desejava registrar.
Funciona.
O registro servirá como prova para uma posterior ação anulatória.
Aproveite o tempo ocioso e dê uma ligadinha para alguns órgãos de imprensa.
LIMINAR PARA PARTICIPAR DA ASSEMBLEIA.
Embora viável, particularmente não enveredaria por esse caminho.
Você foi impedido?
Tem documentos que comprovem o impedimento?
Você quer realmente participar dessa farsa ou quer enfrentar os farsantes?
Entendo que a aprovação de contas por uma assembleia de uma empresa investigada por irregularidades não terá valor e será posteriormente anulada.
A assembleia é apenas mais um ato de desespero da diretoria acuada, orientado para tumultuar processos judiciais e retardar a derrota.
ELEIÇÃO DA DIRETORIA
Você se acha um cooperado mesmo e quer efetivamente participar da cooperativa?
Digamos que quer “legitimar” o democrático processo eleitoral e marcar presença.
Vá a BANCOOP e requeira por escrito, protocolado, todos os requisitos detalhadamente para apresentação de chapa, prazos de inscrição, lista de cooperados habilitados a votar, sua elegibilidade.
Isso também deve ser feito individualmente.
Não acredite se disserem que esse prazo está vencido.
Não está!
Você pode inscrever chapa até na hora da Assembleia.
Sendo ou não oficialmente impedido de inscrever sua chapa ou votar CABE A LIMINAR PARA PARTICIPAR DA VOTAÇÃO E POSTERIORMENTE A ANULAÇÃO TOTAL DA ASSEMBLEIA OU DO ITEM ELEIÇÃO DA DIRETORIA.
VOLTANDO AO INÍCIO!
SER OU NÃO SER COOPERADO, EIS A QUESTÃO!
A linha de pensamento desenvolvida por boa parcela dos advogados tem sido a do consumo.
Você é um consumidor enganado por uma incorporadora!
Até que ponto uma incoerência de atitude entre você individualmente ou a associação poderá ser argüida pela Cooperativa?
Apenas para tumultuar como sempre, mas será sempre um atraso na derrota deles.
O castelo BANCOOP continua caindo e não estivéssemos no “braziu varemnós” atitudes eficientes da parte do Judiciário e Governo já teriam sido tomadas.
Antes de tudo, a decisão a ser tomada, preferencialmente, deve ser tirada em democráticas reuniões das associações ou consultando seu advogado.
Só para lembrar!
O prazo para ingresso de ação anulatória é de quatro anos da aprovação das contas e no do ano fiscal das contas.
Isso não significa dizer “relaxe e goze” assistindo TV ou outro motivo para não participar da luta só porque está morando num imóvel “sub-judice”.
Também pode perdê-lo e ficar na mesma situação dos ainda “sem teto” da Cooperativa.
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Oh! Jorginho! Por falar em engolir sapo, quase que nóis tem engolir um ontem no pântano do Pacaembu...
Domingo tem os bambi lá no bambizal...
Quem sabe chove e eles enroscam o salto...
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08 outubro 2008
BANCOOP – THALES - MINISTÉRIO PÚBLICO?
O diálogo, informal, entre um vetusto juiz corinthiano e um jovem promotor criminal palmeirense ocorreu na década 90:
Oh! Doutor, a derrota do Corinthians deixou o senhor de mau humor mesmo. O senhor indeferiu todos os meus pedidos.
Não tem nada a ver. Só não concordei e decidi!
E prosseguiu:
Meu jovem... Promotor e Juiz é que nem casamento onde a esposa não trabalha...
Pode pedir o que quiser o tempo todo, mas quem decide é o marido...
E riram...
Sabe que parece verdade!
Tenho acompanhado dois casos aonde as ações do Ministério Público vão sendo, como direi sem ofender suscetibilidades, vazias e inúteis.
Ambos aconteceram com o Conselho Superior do Ministério Público de São Paulo.
O promotor Thales Ferri é réu na morte do jovem Diego, no reveillon de 2004.
O Conselho Superior depois de diversas alternâncias de decisões em diversos níveis decidiu exonerar o promotor dos quadros da instituição.
O Supremo Tribunal Federal concedeu liminar ordenando que o promotor seja novamente reintegrado, sem exercer as funções.
Ficará recebendo salário sem trabalhar.
O argumento?
Somente uma decisão Judicial pode determinar a exoneração. Não o Conselho Superior da Magistratura.
A BANCOOP, Cooperativa Habitacional dos Bancários, está em litígio com seus cooperados. Estes reivindicam a troca de um promotor do caso, por considerarem que suas ações não atendem aos interesses dos cooperados.
Apesar de todos os dados indicados pela relatora do processo no sentido pretendido pelos cooperados, a maioria dos demais conselheiros, apoiados em não ferir normas internas do MP, decidiu manter o promotor e disse que cabe ao Juiz decidir se suas propostas são boas ou ruins para os interessados.
Ora, ora, ora!
O Ministério Público não pode decidir nem em âmbito interno?
Mesmo quando há indicação de incorreções nos procedimentos ou máculas nas atitudes de seus membros e isso possa denegrir sua imagem?
No caso do promotor-réu perdurará à população a imagem de um homicida integrando seus quadros e recebendo dinheiro público sem trabalhar.
No caso da cooperativa resta a impressão do Conselho do MP preferir seguir em sentido contrário aos interesses de mais de três mil pessoas que rever posição.
Ressoa a fala do já falecido magistrado citada ao início.
O Ministério Público não decide nada!
Oh! Doutor, a derrota do Corinthians deixou o senhor de mau humor mesmo. O senhor indeferiu todos os meus pedidos.
Não tem nada a ver. Só não concordei e decidi!
E prosseguiu:
Meu jovem... Promotor e Juiz é que nem casamento onde a esposa não trabalha...
Pode pedir o que quiser o tempo todo, mas quem decide é o marido...
E riram...
Sabe que parece verdade!
Tenho acompanhado dois casos aonde as ações do Ministério Público vão sendo, como direi sem ofender suscetibilidades, vazias e inúteis.
Ambos aconteceram com o Conselho Superior do Ministério Público de São Paulo.
O promotor Thales Ferri é réu na morte do jovem Diego, no reveillon de 2004.
O Conselho Superior depois de diversas alternâncias de decisões em diversos níveis decidiu exonerar o promotor dos quadros da instituição.
O Supremo Tribunal Federal concedeu liminar ordenando que o promotor seja novamente reintegrado, sem exercer as funções.
Ficará recebendo salário sem trabalhar.
O argumento?
Somente uma decisão Judicial pode determinar a exoneração. Não o Conselho Superior da Magistratura.
A BANCOOP, Cooperativa Habitacional dos Bancários, está em litígio com seus cooperados. Estes reivindicam a troca de um promotor do caso, por considerarem que suas ações não atendem aos interesses dos cooperados.
Apesar de todos os dados indicados pela relatora do processo no sentido pretendido pelos cooperados, a maioria dos demais conselheiros, apoiados em não ferir normas internas do MP, decidiu manter o promotor e disse que cabe ao Juiz decidir se suas propostas são boas ou ruins para os interessados.
Ora, ora, ora!
O Ministério Público não pode decidir nem em âmbito interno?
Mesmo quando há indicação de incorreções nos procedimentos ou máculas nas atitudes de seus membros e isso possa denegrir sua imagem?
No caso do promotor-réu perdurará à população a imagem de um homicida integrando seus quadros e recebendo dinheiro público sem trabalhar.
No caso da cooperativa resta a impressão do Conselho do MP preferir seguir em sentido contrário aos interesses de mais de três mil pessoas que rever posição.
Ressoa a fala do já falecido magistrado citada ao início.
O Ministério Público não decide nada!
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