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14 setembro 2012

ACORDO COM BANCOOP - A pior solução



Uma assembléia com oitenta pessoas favoráveis a um acordo com a BANCOOP.
Maioria estrondosa.
E daí?
Podem passar por cima da lei?
Podem exercer o direito de outras pessoas?
Podem representar quem não está na ação civil?
A “comissão” é apta a comercializar imóveis?
Ora, ora...
Balelas!
As espertas retiradas da BANCOOP das ações servem para duas coisas:
1 – Livrar a cara dos investigados por estelionato.
2 - Criar cizânia entre os cooperados.
A BANCOOP derrotada sai de cena cambaleante, deixando suas vítimas se digladiando. Vai para a platéia divertir-se com as batalhas internas para resolver o golpe que ela causou.
Frases soltas à parte, a situação é prato cheio.
Vamos às batalhas judiciais, com a multiplicação de ações individuais. Pelo menos 50 pessoas defenderão seu interesse de não pagar nada. Trinta já estão certas disso.
Quem pagará a parte deles já dissemos. Os “acordantes” que não querem acordar para a realidade do acordo inócuo e confessarem sua dívida a nova incorporadora.
O prejuízo será de quem assinar o acordo.
Se havia a propalada “demora” da execução, agora teremos essa demora multiplicada.  
Atentem que a entrega judicial do empreendimento está por um fio.
Ainda é tempo!
E quem avisa...

02 abril 2010

CORDEL DA BANCOOP

N.A. - O titulo está correto. É Cordel e não bordel como comentaram alguns leitores impublicáveis
-------------------------------------------------------------------------------

O senhor que está passando
Por maluco me tomando
Preste atenção nesta história
Guarde bem na sua memória

Escutem a minha narrativa
Para não entrar na mesma fria
Vitima sou de cooperativa
Que muitas casas barata prometia

Dizia bonito lá na publicidade
Seu sonho, nosso trabalho
Gente mais sem sinceridade
Diria mesmo, um rebotalho

Foi lá na sede do sindicato
Me convenceram... Era barato
Cinqüenta e quatro parcelinhas
E as chaves seriam minhas...

Era Cooperativa Habitacional
Do Sindicato dos bancários
Um pessoal da política nacional
Acham que a gente é uns otários

Enchi de calo em minha mão
Paguei em dia toda prestação
Perdi os últimos fios do cabelo
Sonho? Eu só tenho é pesadelo

Minha vida foi sempre tão dura
E eu só queria uma escritura
Dum teto pros filhos abrigar
Um cantinho pra descansar

Quem não sonha com uma casa
Acreditei nessa tal Bancoop
O meu dinheiro bateu asa
Só recebo mesmo é envelope

Dentro deles chega sempre aviso
De cobrança e até umas ameaça
Meu bolso cada vez mais liso
Diz que fui vítima de trapaça

Tem uns felizardos, minha gente
Por exemplo, a mulher do presidente
Já tem cobertura no Guarujá
Mas onde seria o meu, o que é que há?

No terreno que devia ter um edifício
Não fizeram nenhum beneficio
Ao invés do sonhado apartamento
Encontra-se lá um estacionamento

Tem mais umas que eles apronta
Não sei quem ensinou fazer conta
O dinheiro nunca é suficiente
E me chamam de inadimplente

Inventaram um tal Fidique
Pegaram mundo de dinheiro
Não entendi esse trambique
A grana levou que paradeiro?

Processos mais de quinhentos
Prestação de contas nada
Até se diz aos quatro ventos
Que a BANCOOP está quebrada

Em vez de comprar cimento
Contrataram um monte de advogado
Mas não sobe um pavimento
Dos prédios que já tão quitado

Vixê mãe, que o tal Vaccari
Prá botar inveja no rimador
Contratou Pedro Dallari
Para ser seu defensor.

Entrou até doutor D´Urso
Nobre defensor da ética...
Nesse embroglio em curso
Sou capaz de errar a métrica

Ai! São Jorge, meu protetor!
Como entrei nessa sinuca?
Tem até um doutor promotor
Que chamou eles de arapuca

O que disse, então, uma revista
Cooperativa dos companheiros
Tudo petista e sindicalista
Do presidente até os caseiros

Nunca mais confio nessa gente
Promete, promete e faz diferente
Pessoal arrogante e onipotente
Só sabem sair pela tangente

Pois sabem ainda que escutei
Frases de deixar em polvorosa
Pergunta pros morto... Isso não sei...
Só faltou dizer “relaxa e goza”

Já disseram que sou uma mula
Deveria ter melhor avaliado
Mas na parede tinha a foto do Lulla
Ao lado de um famoso deputado

A prudência me manda aqui parar
Tem mais, mas não digo, não
Eles têm mania de processar
Quem combate a enganação

Pois, bem... Vou terminando assim
Deixando alerta a todos os passantes
A Bancoop tapeou tantos e a mim
Como nunca no braziu se viu antes...

DIFICULDADES PARA SE ALUGAR UMA CASA

A Stella está procurando uma casa, um abrigo.
Eu disse que ela está procurando abrigo e não asilo.
Inevitável não fazer correlação com um dos assuntos da moda, ou da mídia.
O caso BANCOOP.
Estão cansados de ouvir falar disso?
Imagine os cooperados sem teto.
Pois é...
Patrícia não gostou do apartamento na Moóca que o Ministro da Previdência e ex-conselheiro da BANCOOP, Carlos Gabas lhe ofereceu, uma vez, espera-se, vá morar em Brasília.
Ok! Grilo. Vou esclarecer os leitores para que não se confundam.
Afinal, é bom as coisas às claras.
Ricardo Berzoini também foi Ministro de Previdência, mas era Diretor Financeiro da Cooperativa. Diz a lenda que Ricardo tinha um apartamento na Vila Clementino, onde o João, atual presidente mas diz que não é mais, também tinha em nome da filha.
Deve ser lenda mesmo, pois nenhum dos dois nomes aparece na lista de cooperados.
Bem! Podem ter codinomes.
Ai! Cazuza, meu Beija-flor!
Um dos problemas da Vanda em conseguir a locação é o fiador.
Não aceitaram o João, sei lá por que.
Ilibado.
Luiza tentou o seguro-fiança.
Impossível?
Porque?
Precisa trabalhar e comprovar renda.
Fica quieto, meu Grilo! Precisa ficar tagarelando que trabalhei 35 anos, contribui sempre sobre o teto da Previdência e hoje ganho três salários e sou sem teto da Arapuca, como disse o Magistrado.
Cadê o meu silício?
Que foi, Jorginho?
Estou falando muito em coisas do Cerrado e nem lembrei que o Manto ganhou do Cerro e já está quase na segunda fase da Libertadores.
Pronto! Falei...
Buá! Meu apartamento era da terceira fase...
Bem lembrado, Anjinho:
“Quem canta seus males espanta!!”
Então dá-lhe, sambista:
“Eu não tenho onde morar.... Por isso, é que eu moro na areia...”
Epa! Aí, não!
Se passarem a rede, posso me enroscar.
Você cala a boca, meu Diabinho...
E sai de perto porque ainda é capaz de levar a culpa.

30 março 2010

BANCOOP – ENTENDENDO O VACCARI

João Vaccari compareceu na Comissão do Senado.
Gente fina é outra coisa!
O Senado é Senado!
Com vocês eu falo!
Isto é, eu não tenho nada a ver com isso...
Para com isso, companheiro!
Essa fala é minha!
Não fui eu quem disse isso.
Isto é, se disserem que eu disse, eu não disse.
Não lembro se esse telefone era o meu.
Não sei quem estava do outro lado da linha e respeite minha privacidade...
Se eu faço acareação com o Malheiros?
Por que não?
O vivo...
O vivo, não! O falecido... Vivo aqui só eu...
Mas, presidente a conversa é sobre esqueletos.
De prédios, cara! De prédios.
Que prédios?
O promotor ficou de construir, não foi?
Epa!... Que promotor?... Quem ia construir meu prédio não era a OAS?
Psiu! Fica quieto, chefe... Isso é confidencial...
Não vem ao CASO.
Quero meu triplex com um Mirante...
Assim não dá... Tem que pagar aporte...
Vai com calma, Joãozinho... Está confundindo os Ignácios... Eu sou o Luiz, não sou o Loyola....
Vade retro... Luiz... É o Malheiros?!?!
Socorro! Advogado que rima comigo, responde para eles...
Oh! Cunhado! O senhor sabe que toda essa confusão da cooperativa é devido a infiltração de pessoas que querem confundir...
Que Cooperativa? Estou falando da renda mínima... Vocês estão querendo me confundir?
Bom! Pessoal! Chega!
Fica o dito e o redito por não dito
É difícil dizer que foi bonito
É inútil cantar o que perdi...
Peraí!
Pela ordem! Essa é a letra da música do Chico, “Pois é!”.
Pois é! É o que eu ia dizer, mas se eu disser estou morto...
Maneira de dizer...
Olha lá! Não quero acarear com o Malheiros...

27 março 2010

QUEM ME RESPONDE ESTAS?

Envieei a todos orgãos de imprensa e não publicaram, nem responderam:

1 - Se o TSE continuar multando Lula, como ele pagará a BANCOOP?

2 - Será que os U$ 13 milhões de dólares achados na suiça não serão os que sumiram da BANCOOP?

3 - Se eu soubesse que quem lutava contra ditadura apenas queria ser ditador, não teria perdido tanto tempo...

14 março 2010

BANCOOP - LOYOLA BRANDÃO TAMBÉM É VITIMA

Da sessão leitores da revista Veja.

"Minha alma foi lavada com a reportagem “A casa caiu” (10 de março), sobre a Bancoop, que me confiscou - porque foi um confisco - 100 000 reais, pagos por meio de boletos, em três anos. O apartamento que comprei não saiu do 7º piso na Rua Bela Cintra, em São Paulo. Jamais conseguimos marcar uma audiência com João Vaccari Neto; ele é de uma arrogância ímpar. Algumas reuniões dos cooperados eram desesperadoras, tristes. Havia velhos que jogaram tudo o que tinham economizado, sacaram fundo de garantia e ficaram sem nada. Continuo a receber boletos me cobrando quantia semelhante à que coloquei no saco sem fundo da Bancoop. Sou ameaçado não de despejo, mas de processo, de penhora de bens.
Ignácio de Loyola Brandão

São Paulo, SP"

BANCOOP - ONDE HÁ FUMAÇA...

Tergiversações políticas à parte, indefensáveis os argumentos levantados pelas respostas da Cooperativa de Fachada, de seus renomados advogados e dos blogs dos “guerrilheiros do PT” quanto à responsabilidade do sumiço do dinheiro dos cooperados, chamado ao destaque de capas sucessivas de revistas ou em editorais relevando “a bandidagem”.
O argumento de matéria requentada talvez seja para deixar esfriar cadáveres - no caso a BANCOOP toda - e esperar que os esqueletos dos prédios se pulverizem na prescrição dos crimes.
Matéria requentada ou não, como argumentaram próceres do repartido partido, fato é que alguém gastou indevidamente o suado dinheiro de trabalhadores carimbado para construção de sonhados imóveis que, em maciça maioria, não eram para veraneio no Guarujá.
Não há crime perfeito, diriam o Sherlock, o CSI, et coetera... Na situação são apenas números e provas reais e dos nove fecham ou não as “infecháveis” contas. É só descobrir porque não fecham, ainda que digam que o gato comeu o dinheiro.
No caso há (im)perfeitos criminosos ou aloprados... Sei lá como chamá-los para não ser processado. Aliás, adoram processar. Talvez por que saibam que processos demoram muito nestas plagas além mar... Dá tempo de esconder provas, intimidar testemunhas, ser previdente e lavar o dinheiro, envelhecer e ter a pena reduzida.
Até morrer como já ocorreu com dezenas de vítimas de seu golpe.
Se presidentes morrem porque não podem morrer míseros cooperados?
Achei as matérias até superficiais.
Por exemplo, o propinoduto.
Nunca soube que o Suplente do Sr. Mercadante exigisse menos que 10% dos cooperados para vender as seccionais às incorporadoras.
Fora as taxas extras.
Não se levantou sobre as comissões pagas pelos termos de confidencialidade exigidos pela Arapuca às incorporadoras adquirentes.
Ainda não se chegou aos Fundos de Direitos Creditórios negociados aos Fundos de Previdência das Estatais, comandados por companheiros de luta.
Ora, se a Cooperativa sempre alegou que os cooperados não pagavam, como ela quitou os Fundos?
Dinheiro não brota em árvores.
Pelo menos dinheiro limpo.
Abordaram apenas de leve o sofrimento das pessoas.
Doenças, óbitos, desfazimentos conjugais.
Quantos dramas sociais impagáveis.
Há muitos culpados, inclusive a leniência do elefante Judiciário brasileiro.
Houvesse o império real do “fumus boni juris” pró consumidor com inversão do ônus da prova e não a presunção de inocência favorável a Cooperativa de fachada, lá em 2005, quando da primeira ação denunciando a grande “arapuca”, milhares de pessoas não estariam sofrendo.
A fumaça hoje não seria da implosão dos sonhos dos edifícios.
Muitas penas, talvez, até já estivessem em fase de progressão.
O cooperativismo é como a religião.
Tem fundamentos muito bonitos, mas é organizada por homens cheios de pecados.
Pecados merecem castigos.
E o pecado criminoso praticado na BANCOOP não pode esperar que deus perdoe ou castigue lançando ao fogo do inferno seus envolvidos.
Têm que pagar aqui e logo.

12 março 2010

BANCOOP ENGANA O JUDICIARIO? - FRAUDE PROCESSUAL

N.A - Recebi e reproduzo a nota do Dr. Valter Picazio, advogado de diversos empreendimentos e centenas de cooperados:
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Em nome de centenas de vítimas da Bancoop as quais patrocino, cumpre esclarecer o quanto segue, bem como solicito a especial gentileza de divulgarem estes fatos a bem da verdade.
Na data de ontem o juízo do Departamento de Inquérito Policial (DIPO) indeferiu, por ora, o pedido do Ministério Público, especialmente no que diz respeito ao não bloqueio dos bens da Bancoop.
Este despacho foi induzido por manifestação da Bancoop, a qual alega que o bloqueio dos bens, inviabilizaria o cumprimento de um “acordo” que possui na esfera cível com o próprio Ministério Público.
A partir daí, cumpre esclarecer:

1 - A Bancoop não possui NENHUM ACORDO vigente ou em execução com o Ministério Público na esfera cível.
O acordo entre Bancoop e Ministério Público (anexo) foi protocolado nos autos da Ação Civil Pública 2007.245877-1, na data de 20/05/2008 e homologado em 05/03/2009. Duas Associações que representam vítimas da Bancoop (dentre elas a Associação do Cond. Ed. Cachoeira a qual patrocino) interpuseram recurso de Apelação os quais foram recepcionados na data de 23/04/2009 SUSPENDENDO OS EFEITOS DESTE ACORDO, ou seja, retirando-lhes a vigência, vigência esta que perdurou por exatos 49 dias nos quais absolutamente nenhuma das condições pactuadas foi atendida pela Bancoop.
Já no Tribunal de Justiça (Apelação 663.000.4/0-00 – 10ª Câmara de Direito Privado – Relator Des Testa Marchi), o próprio Ministério Público, desta vez através de um representante, no mínimo mais cauteloso, manifestou seu parecer no sentido de que o Recurso de Apelação da Associação do Cond. Ed. Cachoeira, fosse conhecido e provido, a fim de ANULAR TODOS OS ATOS PROCESSUAIS a partir (e inclusive) o acordo, bem como responsabilizar PESSOALMENTE TODOS OS DIRIGENTES que passaram pela Bancoop e tinham poderes de gestão (o que inclui até mesmo o Sr. Ricardo Berzoini). Em sendo aceito o requerimento do Ministério Público, esta indenização poderia ser feita coletiva ou mesmo individualmente por cada vítima lesada.

2 - A Bancoop não executa ou cumpre acordo algum
O alegado “acordo” (íntegra em anexo), o qual prevê a indenização das vítimas lesadas, estabelece ainda outras providências como, por exemplo, a realização de “Assembléias Seccionais” com vistas à regularização do registro da incorporação imobiliária. Este expediente deveria ser iniciado no prazo de 180 dias a contar da data 05/03/2009 sendo que JAMAIS OCORREU.
No que diz respeito, especificamente à devolução dos valores, não é demais informar que a BANCOOP não se tem notícia de indenização de cooperado algum. A BANCOOP não devolve o dinheiro nem mesmo para aqueles que pleiteiam este ressarcimento pela via judicial, conforme se verifica da recente decisão em anexo, a qual se reproduz em centenas de demandas judiciais no judiciário paulista.

3 - Da FRAUDE PROCESSUAL

AINDA HOJE, estarei levando estes fatos a conhecimento do MM. Juízo do Departamento de Inquéritos Policiais (DIPO), responsável pelos procedimentos investigativos, e ao D. Promotor de Justiça Dr. José Carlos Blat, a fim de que possam adotar as providências cabíveis à FRAUDE PROCESSUAL ora narrada, bem como à tentativa de interferência no curso e providências inerentes à investigação, através de argumentos mentirosos e em prejuízo a milhares de famílias lesadas.
Ademais, estas vítimas estudam ingressar com representação contra o advogado da BANCOOP perante o Tribunal de Ética da OAB/SP (entidade a qual dirige), por violação ao disposto no inciso XIV do art. 34 do Estatuto da Advocacia, o qual estabelece como INFRAÇÃO DISCIPLINAR deturpar julgados e documentos para iludir o juiz da causa.
OBSERVAÇÕES:
Parecer da Procuradoria Geral de Justiça no caso:
http://www.scribd.com/procurador-justica-rossini/d/22039507


Cordialmente,
Valter Picazio Junior

10 março 2010

BANCOOP - UM CORDEL

N.A. - O título está correto... É apenas um cordel mesmo e não bordel como comentaram alguns leitores impublicaveis...
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O senhor que está passando
Por maluco me tomando
Preste atenção nesta história
Guarde bem na sua memória

Escutem a minha narrativa
Para não entrar na mesma fria
Vitima sou de cooperativa
Que muitas casas barata prometia

Dizia bonito lá na publicidade
Seu sonho, nosso trabalho
Gente mais sem sinceridade
Diria mesmo, um rebotalho

Foi lá na sede do sindicato
Me convenceram... Era barato
Cinqüenta e quatro parcelinhas
E as chaves seriam minhas...

Era Cooperativa Habitacional
Do Sindicato dos bancários
Um pessoal da política nacional
Acham que a gente é uns otários

Enchi de calo em minha mão
Paguei em dia toda prestação
Perdi os últimos fios do cabelo
Sonho? Eu só tenho é pesadelo

Minha vida foi sempre tão dura
E eu só queria uma escritura
Dum teto pros filhos abrigar
Um cantinho pra descansar

Quem não sonha com uma casa
Acreditei nessa tal Bancoop
O meu dinheiro bateu asa
Só recebo mesmo é envelope

Dentro deles chega sempre aviso
De cobrança e até umas ameaça
Meu bolso cada vez mais liso
Diz que fui vítima de trapaça

Tem uns felizardos, minha gente
Por exemplo, a mulher do presidente
Já tem cobertura no Guarujá
Mas onde seria o meu, o que é que há?

No terreno que devia ter um edifício
Não fizeram nenhum beneficio
Ao invés do sonhado apartamento
Encontra-se lá um estacionamento

Tem mais umas que eles apronta
Não sei quem ensinou fazer conta
O dinheiro nunca é suficiente
E me chamam de inadimplente

Inventaram um tal Fidique
Pegaram mundo de dinheiro
Não entendi esse trambique
A grana levou que paradeiro?

Processos mais de quinhentos
Prestação de contas nada
Até se diz aos quatro ventos
Que a BANCOOP está quebrada

Em vez de comprar cimento
Contrataram um monte de advogado
Mas não sobe um pavimento
Dos prédios que já tão quitado

Vixê mãe, que o tal Vaccari
Prá botar inveja no rimador
Contratou Pedro Dallari
Para ser seu defensor.

Entrou até doutor D´Urso
Nobre defensor da ética...
Nesse embroglio em curso
Sou capaz de errar a métrica

Ai! São Jorge, meu protetor!
Como entrei nessa sinuca?
Tem até um doutor promotor
Que chamou eles de arapuca

O que disse, então, uma revista
Cooperativa dos companheiros
Tudo petista e sindicalista
Do presidente até os caseiros

Nunca mais confio nessa gente
Promete, promete e faz diferente
Pessoal arrogante e onipotente
Só sabem sair pela tangente

Pois sabem ainda que escutei
Umas frases de deixar em polvorosa
Pergunta pros morto, isso não sei
Só faltou dizer “relaxa e goza”

Já disseram que sou uma mula
Que deveria ter melhor avaliado
Mas na parede tinha a foto do Lulla
Ao lado de um famoso deputado

A prudência me manda aqui parar
Tem mais, mas não digo, não
Eles têm mania de processar
Quem combate a enganação

Pois, bem... Vou terminando assim
Deixando alerta a todos os passantes
A Bancoop tapeou tantos e a mim
Como nunca no braziu se viu antes...

09 março 2010

BANCOOP - O PARTIDO DA BANDIDAGEM

N.A - Excepcionalmente, hoje, publico o editorial do Jornal O Estado de São Paulo de 09.Março.2010.
Faço minhas suas palavras.
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O recém-escolhido tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, está tecnicamente certo quando diz que nunca tinha sido acusado de nada nem responde a processo algum, civil ou criminal, por sua atuação na Cooperativa Habitacional do Sindicato dos Bancários de São Paulo (Bancoop), de que foi diretor financeiro (entre 2003 e 2004) e presidente (de 2005 até fevereiro passado). Mas os seus protestos de inocência só se sustêm graças à letárgica andadura da Justiça brasileira. Datam de setembro de 2006, há 3 anos e meio portanto, as primeiras denúncias de irregularidades na cooperativa, levantadas pelo Ministério Público (MP) do Estado. Em 2007, foi aberto inquérito criminal para apurar delitos da entidade, como superfaturamento de obras, apropriação indébita, desvio de verba e formação de quadrilha. No ano seguinte, uma testemunha disse ao MP que recursos desviados da Bancoop ajudaram a financiar clandestinamente a vitoriosa campanha presidencial de Lula em 2002.

A testemunha, Hélio Malheiro, era irmão de um ex-presidente da cooperativa, Luiz Eduardo, falecido em um acidente de carro em 2004, juntamente com dois outros dirigentes da instituição. Dizendo-se ameaçado de morte, Hélio foi acolhido no Programa de Proteção a Testemunhas do governo paulista. O seu depoimento foi crucial para o MP caracterizar a Bancoop como uma "organização criminosa" e solicitar a quebra do seu sigilo bancário, como foi noticiado em junho de 2008. Só na semana passada, porém, o promotor responsável pelas investigações, José Carlos Blat, recebeu o papelório ? mais de 8 mil páginas de registros de transações entre 2001 e 2008. E foi com base nessa documentação que ele pediu, na última sexta-feira, o bloqueio das contas da Bancoop e a abertura dos dados bancários e fiscais de João Vaccari Neto, acusando-o de "gestão fraudulenta".

A apropriação para fins pessoais e políticos dos recursos dos cooperados, fundos de pensão e empréstimos captados pelo sindicato dos bancários transformou 400 famílias em vítimas do conto da casa própria: os imóveis que compraram na planta não foram construídos, mas os lesados continuaram a pagar as respectivas prestações. Segundo a revista Veja, que teve acesso aos autos do inquérito, a Bancoop sacou em dinheiro vivo de suas contas pelo menos R$ 31 milhões. Outros cheques, somando R$ 10 milhões, favoreceram uma empreiteira formada por diretores da entidade, que, por sinal, era sua única cliente conhecida. O responsável pelas obras da cooperativa disse que os pagamentos eram superfaturados em 20%. "Os dirigentes da Bancoop", apurou Blat, "sangraram os cofres da cooperativa em benefício próprio e também para fomentar campanhas políticas do PT."

A prova mais gritante foi o R$ 1,5 milhão pago entre 2005 e 2006 ? quando a instituição estava praticamente quebrada ? a uma firma espectral de serviços de segurança, então de propriedade de Freud Godoy, na época segurança de Lula. Cada qual a seu modo, Godoy e Vaccari se envolveram no escândalo do dossiê, a compra abortada pela Polícia Federal de material supostamente incriminador para candidatos tucanos na campanha de 2006. Quando a operação fez água, Lula chamou os seus autores de "aloprados". Pelo dossiê, os petistas pagariam R$ 1,7 milhão. Nunca se descobriu de onde veio a dinheirama. À luz do que já se sabe das falcatruas da Bancoop, ela pode ter sido a fonte pagadora da baixaria. Tão logo entregou parte da bolada aos encarregados de comprar o dossiê, foi para Vaccari que ligou um dos cabeças da operação, Hamilton Lacerda, então assessor do senador Aloizio Mercadante.

Mas Vaccari não é o primeiro elo da cadeia. Ele deve a sua carreira ao companheiraço Ricardo Berzoini, que presidia o PT até poucas semanas ? e, como tal, foi acusado de autorizar a compra do dossiê. Berzoini alçou o bancário Vaccari à presidência do sindicato da categoria, em 1998. Em 2004, Berzoini salvou a Bancoop da falência, ajudando-a a levantar no mercado R$ 43 milhões ? via fundos de pensão de estatais comandados por petistas do grupo dele e de Vaccari. A Polícia Federal chegou a abrir inquérito sobre o prejuízo imposto aos fundos para favorecer a Bancoop. A rigor, nenhuma surpresa, considerando a folha corrida do PT. Mas, a cada escândalo, mais se aprende sobre a destreza com que a bandidagem petista se apossa do dinheiro alheio para chegar lá ? e ali se manter.

08 março 2010

BANCOOP – OS GUERRILHEIROS DO PT

A artilharia petista está a postos.
Grandes e pequenos blogs disparam tiros de todos os calibres para desqualificar o promotor que investiga o caso BANCOOP – a cooperativa habitacional de fachada do sindicato dos bancários de São Paulo.
Tática peculiar aos culpados. Eu peguei 30 milhões, mas quem me acusa tem multa de trânsito.
Andersen e Grimms não são de nada. Sem criatividade.
Mensaleiros saíam com 50 mil reais do banco como troco do pagamento da fatura de TV a cabo.
Mensalão? Que mensalão? Isso é coisa de aloprados.
Chamem meu analista... Socorro! Freud... Manda limpar essa situação.
Aterro é com o Jacó? Assunto de lixo é com Marta?
Como pagarei o serviço?
Sei lá... Cria um FDIC. Pô, cara!... Parece uma sanguessuga...
Será a Benedita! Depois eu pago com cartão corporativo.
Não quer? Peço para Jeany mandar umas meninas lá para o Lago Paranoá.
Te mando um Land rover...
O que você quer então?
Cuecas grandes? Diretoria de Estatal?
Posso ficar tranqüilo que as testemunhas não aparecerão nas CPIs.
Tanta coisa para me preocupar e me vem com essa “merreca” de cooperativa... Nem sabia que a Marisa tinha comprado.
Paremos por aqui, senão teremos que desqualificar tanta gente que não sobrará nenhum membro do MP para o quinto constitucional.
Assim é dose...

06 março 2010

BANCOOP É INOCENTE... A CULPA É NOSSA

Vaccari não tem nada a ver com isso.
Dilma garante que não...
Lulla não sabe de nada, de novo.
O PT não gosta de notícia requentada.
Berzoini nem fundou a cooperativa.
Cooperativa? O que é isso? Não tem nada a ver com o sindicato.
De quem é a culpa?
A culpa é sua, companheiro!
Desculpe-me...
Ato falho! Não quis ofender...
Força de expressão.
Juro!
A culpa é nossa, cooferrados.
Cadê meu silicio? Votei nessa camarilha até 1999.
Estivéssemos em Cuba iriam para "El Paredón".
Estivéssemos na Venezuela não saberíamos de nada...
Parabéns a revista Veja e a repórter Laura Diniz...

Cabe aos cooperados não se iludirem mais com mentiras e não deixar o assunto cair no esquecimento e não votar em petralhas em Outubro.
São cimento do mesmo saco...
Ato falho, de novo!
São farinha... Farinha? Ou farrona com nosso dinheiro?
Não procure culpados da proxima vez...
A culpa é sua...


Mais nos sites
da Globo

do Estadão

do blog do Noblat

até na Record

Se quiserem opinar no blog da companheira Stela, digo Vanda, digo... que não digo...

A resposta do Vaccari pode ser comentada no Coturno Noturno

03 março 2010

BANCOOP PRIVATIZADA - PT NA CONTRAMÃO

Enquanto o governo LuLLa Love and Peace, que acho ainda ser do PT, insiste em falar em reestatizar, criar novas estatais, o PT indicou para tesoureiro o Sr. João Vaccari que dirigiu a falida Cooperativa Habitacional do Bancários - BANCOOP - por cinco anos, sem achar onde foi parar o dinheiro que sumiu. O também ex-presidente do Sindicato dos Bancários neste mesmo periodo "privatizou" a Cooperativa de Fachada dos Companheiros, vendendo algumas seccionais para a OAS e outras incorporadoras.
Quero mais é que se repita no PT o que aconteceu na cooperativa na gestão do sr. Vaccari.
Que fiquem sem dinheiro e sigam para a falência.
Enquanto isso uma trovinha em homenagem a "coerência democrática bipolar do PT":
"Se a empresa está dando certo
Companheiros empregar
Com o caixa a descoberto
Chama alguém pra nos salvar..."

20 janeiro 2010

BANCOOP VILA CLEMENTINO

A BANCOOP chama comissão do VILA CLEMENTINO para reunião.
Após ser condenada em primeira instância a devolver imediatamente o dinheiro que sumiu da conta (R$ 1.760 mil), a reiniciar a obra sob multa mensal de 100 mil reais e ainda a devolver o valor de R$ 1.300 mil lançados a maior quando da compra do terreno – valores a serem corrigidos desde a propositura da ação e “erro” da escritura - a BANCOOP segue em suas ações desesperadas.
Será que tentará convencer os participantes da comissão a convencerem os demais “cooferrados” a saírem da “Cooperativa de fachada”?
Essa ilusão de passar para incorporadoras condena os cooperados a pagar novamente por seus imóveis já pagos.
No caso do Vila Clementino, os cooperados tem um crédito contábil suficiente para terminar o empreendimento e valores são lançados mais e mais, como fossemos devedores e não vitimas.
Tudo é possível e esperável quando se está em desespero de morte.
Mentir não é crime ao réu.
Só resta fazer a assinatura do termo de rendição, que fanáticos "xiitas" não fazem.
Ademais, se queriam falar com suas vítimas porque as impediu de entrar na Assembléia de aprovação de contas, ainda que esta já esteja sendo desprezada por inúmeros julgados?
Querem falar aos cooperados? Venham ao empreendimento!
Tem medo de que?
Sentem-se desprotegidos, sem a segurança dos guarda-costas?
No fundo sabem-se derrotados juridicamente e que politicamente a “casa cairá” de modo irreparável após as eleições de outubro.
Até lá o presidente da “cooperativa de fachada” ficará exposto enquanto tesoureiro de campanha do candidato petista ao Planalto. Terá que aparecer na mídia e será inevitavelmente questionado das derrotas consecutivas e da sua gestão na Cooperativa.
Isso se não for preso antes, fruto das investigações do Ministério Público criminal, que espero ocorra logo.
A “Cooperativa de fachada” está acabando.
Os colegas de infortúnio sabem que os diretores da cooperativa de fachada não repetem em pé o que disseram sentados.
Tenho acompanhado negociações e a cada reunião o valor a ser pago aumenta.
Não compactuo com farsas e não comparecerei a reunião.
Se alguém quiser ir em meu lugar segue o horário e endereço:
Rua Libero Badaró, 152 - Dia 22 Janeiro.2010 as 11 horas.
Se acredita em Papai Noel vá lá!
Cuidado com o café e a água.

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Segue o dispositivo final da sentença que condenou a BANCOOP na ação do Vila Clementino.

Doutra parte, em relação à COOPERATIVA HABITACIONAL DOS BANCÁRIOS DO ESTADO DE SÃO PAULO LTDA – BANCOOP, JULGO PARCIALMENTE PROCEDENTES OS PEDIDOS para, confirmando as liminares deferidas, condená-la a restituir à conta específica da seção Vila Clementino o valor de R$ 1.763.535,37, que deverão ser vinculados à conclusão das obras inacabadas do Residencial Vila Clementino, devendo as contribuições mensais dos Cooperados associados da autora ser depositadas em conta vinculada à dita seção, com a competente prestação de contas. Eventual exigência de aportes financeiros somente serão admitidas após a restituição do valor supra e a constatação manifesta e documentada sobre a insuficiência deles para conclusão das obras. Condeno a requerida, ainda, à míngua de qualquer explicação constante dos autos ou de qualquer prestação de contas a respeito a restituir aos Cooperados vinculados ao Residencial Vila Clementino a inexplicada diferença (R$ 1.300.000,00) entre o preço de aquisição e o preço de venda do terreno destinado à edificação de dito empreendimento, utilizando-se para tanto a divisão desta diferença pelo metro quadrado, e se multiplicado pela fração ideal adquirida por cada um. Dita restituição deverá ser feita, se o caso, após a conclusão das obras, caso não haja efetiva necessidade de reforço de caixa, nos termos especificados nesta sentença. Deverá, por fim, reiniciar as obras do Bloco C do empreendimento Vila Clementino, no prazo de dois meses, sob pena de multa de R$ 100.000,00 por mês de atraso, limitada a R$ 2.000.000,00. Arcará a ré com 70% das custas e despesas processuais, fixada a verba honorária advocatícia em 10% sobre o valor da condenação nesta mesma proporção.

17 dezembro 2009

BANCOOP - MENTIRAS DO MÊS


Ler o Newletters da Cooperativa de fachada lembra aquele programa da tarde: “Não vale a pena ler de novo”.
A capa é sugestiva e retrata o que se tornou a “menina dos olhos” do Sindicato dos Bancários.
Apenas um par de botas e um capacete nas obras.
Trabalhador que é bom! Sumiram todos.
Os canhotinhos são goebbelnianos mesmo.
Insistem tanto nas mentiras que Cooperados Polyanas chegam até a acreditar.
Soube de um, crente fervoroso e adimplente de seu carnê de aporte de um terreno onde continua existindo um estacionamento, que repreendeu um cooperado do Vilas da Penha pois leu que aquela seccional não dá a menor satisfação à Cooperativa.
Isso lá é coisa que se faça!
Só porque ganharam o desligamento da Cooperativa em segunda instância?
E a Assembléia que aprovou tudo, então?
Está tudo muito bem, tudo muito bom, mas realmente, mas realmente...
Tem uns cidadãos vestidos de toga que estão dando uma blitz no assunto e andam dizendo que aquele espetáculo circense não valeu nada...
Sei não!
Como eles não têm a menor idéia de quem está nos imóveis, estão se achando o Tribunal Regional Eleitoral...
Recadastramento!
Será porque na assembléia entrou até funcionária da Bancred que nem sabia o que era seccional?
O nominho dela está guardado para investigação criminal.
Eu te amo, BANCOOP, eu te amo!
BANCOOP! Ame-a ou deixe-a!
Não está contente demita-se...
Não dá saudade do tempo dos militares?
Bons tempos aqueles, hein!
A gente sabia contra quem lutava!
Diz a lenda que o presidente está com sintomas de Alzheimer.
Não se lembra em pé do que disse sentado às comissões de obras.
Eu não disse isso!
Eu, não!
Ele disse que não disse...
Aliás, prometeu o cronograma de obras do Village Palmas para a sexta-feira de carnaval de 2006 e não entregou até hoje...
As negociações de desligamento e revenda de cooperados para incorporadoras parecem Mega-Sena acumulada.
Cada semana aumenta um milhão a dívida.
E tem quem queira acordo!
Corre a boca pequena que o símbolo da Cooperativa de fachada vai mudar.
De uma casinha com chaminé passará a ser um ninho de Íbis...
Íbis é aquele time pernambucano que só perde.
Parece a Cooperativa no Judiciário...
Pena que ainda ninguém foi preso como deveria...
Assim os bombons de licor que tenho guardado vão se estragar...
Mas não causarão mal maior que a BANCOOP a suas vítimas...
Filho! Desliga isso!
Reunião de Bacana!
Pois sim...

15 novembro 2009

BANCOOP – VILA CLEMENTINO – CAIU NA REDE NEM SEMPRE É PEIXE...

Colegas de infortúnio!
Recebi um email que merece análise.
Fonte devidamente preservada nos termos legais, reproduzimos textualmente:
...“O Vaccari me ligou pedindo para ver se a Associação (Vila Clementino) concorda em desistir do processo contra ele. Diz que está comprando um imóvel e encontra dificuldade com o cadastro junto à financeira. Os parâmetros para tal decisão, no meu entendimento, estão intimamente ligados ao andamento das negociações do Vila Clementino. Se as negociações estiverem adiantadas e prestes a ser concluídas não existe motivo para negarmos a solicitação. Se estiverem pendente de algum entrave da BANCOOP, podemos aproveitar o pedido feito para obtermos a superação dessa pendência. Se as negociações estiverem paralisadas aí podemos usar o pedido para dar andamento ou então simplesmente negar a solicitação se o convencimento de todos for no sentido de que a BANCOOP não tem interesse em negociar nada.
Por favor me informem com urgência.
De minha parte informo quanto ao processo. Os autos estão com o MP para manifestação. A sentença deve sair ainda este ano. A possibilidade de procedência é grande. Contudo temos que considerar também que mesmo ganhando a BANCOOP irá recorrer até onde puder o que não nos dá esperança de uma solução rápida para o processo.
Finalmente, considero que caso seja conveniente a desistência ela deve se dirigir a todos os diretores. Ou desistimos/continuamos com relação à todos ou não tomamos nenhuma medida individualizada. Ou talvez possamos desistir do processo todo, desde que a BANCOOP passe a escritura do terreno e suas acessões para a associação ou pessoa jurídica a ser criada encerrando definitivamente o episódio”...

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O que haveria por trás dessa “tramóia” toda?
A análise não pode ser superficial uma vez estejamos em meio a um pessoal treinado e especialmente hábil na articulação de conchavos, plantação de notícias infundadas e divulgação de mentiras...
A fera estaria acuada?
Semelhante situação foi vivenciada quando o empreendimento Vilas da Penha obteve sua vitória final...
Seus advogados foram procurados para um acordo mais benéfico...
De outra parte, tendo a nota uma gota de verdade, como seria bom ver que “pau que bate em Chico, bate em Francisco...” O todo poderoso Sr. João Vaccari, que lançava nomes dos cooperados ao SERASA e os ameaçava tirar o teto, pedindo financiamento e tendo seu nome obstado...
Nao acredito nisso...
Pela renda salarial do Sr. João, com suas rendas de funcionário do Banespa, da Bancoop, de conselheiro de estatais como Itaipu e outros órgãos onde participa e recebe “pro-labores” para reuniões mensais não tem perfil de quem precise de financiamento para adquirir um imóvel de um milhão de reais, mesmo que tenha gasto parte de sua receita pagando aportes de seus imóveis da Cooperativa, se não os repassou.
Não acredito nisso...
Uma das hipóteses mais concretas é estarmos às vésperas das eleições de 2010 e o indigitado cidadão é nome citado nas hostes petistas para cargos desde tesoureiro de campanha a candidatura a cargo no Congresso.
Cadê a Ficha Limpa? Será alvo certeiro dos opositores de seu partido...
Já não bastam as iniqüidades sabidas na rota da perpetuação no poder, sair a BANCOOP do armário em nível nacional, na Venus Platinada...
Até o mais ignaro eleitor dos mais distantes rincões, via parabólica, vai saber de mais esse embroglio envolvendo os companheiros...
Saindo do viés político, outra hipótese é o que digo quanto ao ronronar do gato ao ser cercado e estar em vias de ser apanhado e aprisionado...
Na área criminal, o Ministério Público estica suas garras sobre os crimes praticados.
Na área cível, o STJ está tendo mais e mais clareza da “farsa cooperativista” e determinando derrotas e mais derrotas à “Cooperativa de fachada”. A mais recente e importante foi a reversão da decisão do Solar de Santana que havia sido ganha pela Cooperativa e foi reformada.
Que interesse escuso pode ter o Todo Poderoso presidente reeleito - sabemos de que modo - desejar falar aos cooperados e pedir conciliação? Ele que impediu a participação de milhares de cooperados em assembléias vem pedir arrego... Que elimina cooperados... Que exige pagamento de multas que não sei onde são contabilizadas... Que sonega documentos às associações...
Lobos não viram cordeiros... É da raça... Basta nos virarmos e pulam em cima novamente atacando a jugular...
Não creiam em boa fé, não se condoam, não tenham ilusões...
As verdadeiras vitórias só estão saindo, ainda que “a fórceps", nos tribunais... Não há que se acreditar em nada fora do Judiciário...
Basta ser realista.
Para não dizerem que sou radical proponho que a Cooperativa termine o prédio, forneça as escrituras e libera-se não apenas a pessoa física dele como propôs, mas de todas, com mandam os bons princípios ético.
O dinheiro para isso?
Ele sabe onde arrumar.
Pode, por exemplo, vender sua dívida como recebíveis a uma incorporadora ou aos fundos de pensão...
Como pagar depois?
Ah! Isso eles se entendem...

12 novembro 2009

BANCOOP - CELINHA, LIGA MAIS NÃO!

Já não bastam todos os problemas criados pela mal fadada Cooperativa Habitacional “de Fachada” já causou agora me surge mais um...
Vocês se lembram do caso da Deusinha?
Isso! A Deuselinda do telemarketing de algum lugar, que eu caí na besteira de chamar de Deusinha, minha mulher ouviu e meus ortopedista e acupunturista agradeceram a semana que passei no sofá...
Pois é...
Agora é a Celinha...
Digo Marcela que, com sua vozinha macia, liga para casa constantemente querendo falar comigo...
Na semana passada, ela me ligou perguntando se eu tinha um apartamento num endereço e me propôs que fosse falar com ela...
Achei que fosse algum trote.
Pedi-lhe que deixasse o telefone que eu ligaria depois para combinarmos melhor nosso encontro.
Não quis me dar o número...
Perguntei se ela tinha um cachorrinho?
Disse que sim...
Pedi o telefone do cachorrinho e ela desligou...
Minha mulher escutou na extensão e tive que levá-la até o endereço que a Celinha, digo Marcela, me deu.
A encrenca piorou...
No endereço só tinha mato...
Foi um esforço danado convencê-la que não ia fazer nada no matinho com a Celinha...
Pelo menos desta vez está calor e dá para dormir no chão, pois o sofá está todo torto...
Estava quase conseguindo voltar para minha cama e retomar o controle remoto...
Hoje a Celinha ligou outra vez...
Queria falar comigo de novo...
Agora fiquei espero
Para evitar novas confusões disse-lhe que comigo não estava, mas podia dar o recado a ele...
Depois daquelas encrencas, comigo nunca mais está...
O que é verdade! Ando vivendo no mundo da Lua...
Agora ela queria saber se eu tinha um apartamento noutro endereço que também não tem apartamentos...
Se meu telefone estiver grampeado pela Receita Federal estou ferrado...
Vão pensar que estou sonegando.
Perguntei a Celinha seu número ou dos cachorros e ela disse que era uma central de telefone ativa...
Gelei!
Essa mulher deve ser tarada!
Primeiro queria que eu fosse para o mato e agora pensa que sou passivo...
Fui meio idiota em acreditar na Cooperativa, mas passivo, jamais...
O final vocês já imaginam, claro!
Minha mulher escutou-me falar “Celinha” e já avisou que posso marcar retorno no ortopedista e escondeu o controle remoto...
Por isso queria fazer um pedido para a Marcela da BANCOOP:
Não liga mais para mim, não!

08 novembro 2009

BANCOOP LAVANDO DINHEIRO

A BANCOOP abre fogo na direção de acordos.
Porque o desespero da venda da ilusão que acordos com empreiteiras são bons para os cooperados?
Independente de também estarem tentando fugir da justiça criminal fecha o cerco de contas que não fecham, o motivo é simples...
Reabilitar dinheiro que aparentemente sumiu e provavelmente esteja em malas e cuecas, lavá-lo e destiná-lo para a campanha eleitoral 2010.
Agora ficou mais fácil...
Sindicatos e cooperativas poderão fazer doações livremente...
Algum empreendimento recebeu de volta o “empréstimo solidário”?
Deveria receber, uma vez estejam entrando créditos dos cooperados que fizeram acordos.
As empreiteiras estão carregando contabilmente o caixa da cooperativa...
Ou o dinheiro das desistências está indo para onde?

06 outubro 2009

BANCOOP DESVIA DINHEIRO PARA CAMPANHAS POLITICAS?

Extraido da matéria de FÁBIO ZANINI - Folha S Paulo de 06 out. 2006


A nova lei eleitoral, em vigor desde a semana passada, criou uma brecha que permite a sindicatos doarem para campanhas por meio de cooperativas que, na prática, controlam.
Entre as cooperativas que cumprem esses critérios estão algumas ligadas a grandes sindicatos -hoje proibidos de doar. O dos metalúrgicos do ABC, com relações históricas com Lula e o PT, tem duas: uma de crédito e outra habitacional.
O Sindicato dos Bancários de São Paulo, ligada à CUT (Central Única dos Trabalhadores), instituiu a Bancoop, cooperativa habitacional, em 1996. Seu fundador é o presidente do PT, Ricardo Berzoini, e seu atual presidente, João Vaccari Neto, deve ser o tesoureiro do partido no ano eleitoral de 2010.

...
Formalmente, as cooperativas são independentes. Na prática, a ligação é total. Elas surgem por iniciativa dos sindicatos. Muitas funcionam no mesmo prédio e têm dirigentes sindicais entre os cooperados. Da cooperativa dos metalúrgicos do ABC, a CredABC, fazem parte o presidente do sindicato, Sergio Nobre, o prefeito de São Bernardo, Luiz Marinho, e o próprio Lula.
...
As cooperativas sindicais hoje têm estatura modesta. A CredABC diz contar com 2.000 associados e ter patrimônio de R$ 2 milhões. A Metalcred diz ter número parecido de filiados.
...
Juridicamente, a brecha agora está aberta para que sindicatos engordem cooperativas que controlam, com verbas depois canalizadas para campanhas.

Bancoop é suspeita de fazer doações ilegais para o PT

Uma das principais cooperativas ligadas a sindicatos do país, a Bancoop é investigada pelo Ministério Público, sob suspeita de fazer doações ilegais para campanhas do PT.
“Há indícios fortes de que a Bancoop desviou recursos para empresas ligadas a alguns de seus dirigentes, que depois foram abastecer campanhas do PT”, disse o promotor José Carlos Blat, do Ministério Público de São Paulo, que abriu inquérito criminal em 2007.
Segundo Blat, 47 empreendimentos imobiliários da Bancoop não saíram do papel, prejudicando 3.000 famílias. O rombo nas contas da cooperativa chegaria a R$ 100 milhões. A Bancoop é ligada ao Sindicato dos Bancários de São Paulo.
O presidente da Bancoop, João Vaccari Neto, foi procurado, mas não telefonou de volta. Em outras ocasiões, ele negou irregularidades na cooperativa.

Fonte: Folha de S. Paulo

30 setembro 2009

BANCOOP - AGORA DIRETORES SERÃO INDICIADOS?

O sigilo bancário da Cooperativa já estava quebrado e parte da movimentação financeira era de conhecimento do Ministério Público.
Quase 5 mil movimentações financeiras foram localizadas e colocadas sob suspeição...
A Promotoria solicitou microfilmes para análise das transações da Bancoop.
A Juíza deferiu todos os pedidos requeridos pelo Ministério Público, representado pelo dr. José Carlos Blat.
Brevemente, os documentos serão analisados para formalização da denúncia e indiciamento dos envolvidos no caso Bancoop.
Será que finalmente saberemos aonde foi parar o dinheiro recebido das vítimas e o captado nos FIDCs em troca de recebíveis?
O cerco está se fechando e haverá muito ranger de dentes e afagos da fera acuada.
Cuidado com propostas mirabolantes a serem prometidas, em desespero.
A Bancoop já está sabendo, extra-oficialmente da decisão...
Será o motivo da pressa em fechar acordos?