O dia 25.Janeiro.2023 ficará marcado na história de São Paulo e, talvez, do Braziu varemnóis”. Nada ligado ao aniversário da cidade, mas será a “data-base” para a declaração de propriedade de bens imóveis (Casas, apartamentos, terrenos e puxadinhos fora da planta, sem anistia). A partir dessa declaração, conforme publicado e regulamentado no Decreto-Lei 20.013, no Diário Oficial de 26.jan.23, os possuidores de mais de dois bens imóveis na cidade passarão seus “extras” para o Estado, que dividi-los-ão entre os “sem-teto” desta capital, com registro no Cad. Único até 31.dez.22. Entretanto, nada de comemorações preambulares exageradas, para não ficarem com cara de centroavante ao ver o VAR. Haverá exigências. Eis algumas delas, obtidas em primeira mão, pela nossa reportagem. O beneficiado terá de ter nascido em Sampa, possuir menos de três rebentos, nunca ter invadido prédio ou terreno na região metropolitana. Em caso de sobra de imóveis, ao fim do processo, estes imóveis serão divididos entre os vereadores. Há a possibilidade, a confirmar-se, dos “sem-teto” não paulistanos, no exercício de seu “direito de ir” serem embarcados em ônibus rodoviários para suas urbes de origem. Sem mais terrorismo, encerra-se o besteirol.
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25 janeiro 2023
23 outubro 2016
ESCOLAS COM PARTIDOS E O ENEM
O ENEM avizinha-se. Era para
ser uma forma democrática de ingresso nas Universidades. Entretanto, adeptos da
Escola Com Partido, desde que seja sinistro, decidiram pelos estudantes invadir
escolas e paralisar as aulas.
Do ponto de vista pragmático,
menos conteúdo nessa competição ao curso superior.
Por tabela impedirão, caso não
as desocupem até dia 01.novembro, milhares de alunos de sequer fazer o exame.
O Estado de São Paulo requereu
ao Judiciário a reintegração de posse das Escolas. Teve o pedido negado.
Peçam ao bispo!
O Ministério da Educação
ameaça cobrar o prejuízo de sabe-se lá quem, referentes às despesas de exames
que tenham que ser refeitos.
Quem paga essa conta?
Quem está perdendo nesse
conflito de (in)competências é certo.
Os alunos.
As vítimas de professores
politicamente “engajados” num rumo que perdeu a direção. Inclusive, seus mais “graduados”
dirigentes políticos estão sendo, um a um, devidamente esquadrados pelo
Judiciário.
Nas redes sociais divulgam,
garbosos, a quantidade imensa de vitórias de invasões.
Péssimos cegos, não admitem
ver a derrota nas urnas.
É golpe! É golpe! É golpe!
Golpe é o que estão fazendo,
valendo-se de adestráveis, ainda, estudantes cheios de esperança que melhores
dias virão.
Esperança que toda uma geração
teve e entregou a esses que destruíram a economia e locupletaram-se.
E não querem largar o butim.
Ainda que para isso impeçam
alunos de estudar, ler e avaliar o que é melhor para eles.
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20 outubro 2013
OS BEAGLES E A ARACRUZ
No dia 03.Jun.2006, cerca de 2 mil pessoas
entraram no horto florestal da Fazenda Barba Negro, da Aracruz, no RS. Os
camponeses protestavam contra lavouras de eucalipto, destinadas à produção de
celulose. A Aracruz informou que a destruição do laboratório de pesquisas
causou prejuízo de cerca de US$ 400 mil, afora as perdas intangíveis, como a
perda de materiais genéticos que levaram cerca de 15 anos para serem produzidos
e outros que não podem ser recuperados. (Site Terra).
A invasão da Clinica Royal por dezenas de
pessoas, dizendo-se ativistas e defensoras do direito dos animais, foi igual procedimento
ilegal juridicamente e com riscos muito maiores que os prejuízos materiais.
Segundo o cientista Carlos
Moraes:
“Parece uma ação caridosa, mas
estes animais podem representar um risco para a população. Não se sabe que
experimentações foram feitas no Instituto Royal, mas os animais usados em
testes são inoculados com vírus, patógenos, ou medicamentos que podem
contaminar a população. Por isto são confinados, e as pessoas que trabalham lá
são todas paramentadas, tanto para não contaminar os animais e também para não
serem contaminadas”. Explica, ainda: ”... que animais usados em teste só podem
ser adotados por famílias apenas após o aval de veterinários. Quando os animais
representam riscos à população, por exemplo, os animais são sacrificados após a
experimentação.” (Site Ultimo Segundo-IG).
Ademais, alguns ativistas não
seriam assim tão dedicados a causas da adoção, pois:
“A Polícia Civil de São Roque, localizou
na tarde deste sábado, dois dos 178 cães que foram retirados à força por
ativistas de dentro do Instituto Royal, na madrugada de sexta. Uma denúncia
anônima indicou que dois beagles circulavam em uma estrada de bairro próximo ao
instituto. Investigadores fizeram buscas e os levaram até a delegacia." (site
Estadão)
.
As questões levantadas
questionam friamente a atitude.
Se havia indícios de maus
tratos aos animais, o caminho correto seria o Judiciário e não a ação truculenta e impensada.
Perguntas que ficam:
Quem se responsabilizará pelo
ato criminoso da invasão de propriedade privada?
Qual a diferença de quem invadisse
as casas dos ativistas, roubando seus bens com o argumento de defenderem a desigualdade
social de uns terem mais que outros?
Quem responderá pelos riscos de
infecções que possam ser disseminadas pelos animais?
A ação revela também a pequenez
do conhecimento cientifico dessas pessoas. Talvez, à similaridade daqueles que
tentaram impedir o programa de vacinação de Oswaldo Cruz, no início do século XIX.
Vencedores estes, estaríamos até hoje morrendo de febre amarela.
Em países mais avançados, seres
humanos são utilizados como cobaias para experimento de medicações. Quem sabe
por isso o Prêmio de Medicina sempre esteja distante de nós.
Provavelmente, alguns ativistas
de hoje tenham apontado o dedo para a Via Campesina em 2006, mas agiram igual.
Que ninguém seja infestado por
algum vírus e que todos paguem judicialmente pelo seu ato.
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