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14 outubro 2014

ÓDIO AOS PETISTAS

Refrescado em meu ar condicionado, assistindo a um desses canais (de)formadores de opinião, tomando uma água mineral francesa, vejo no Facebook reclamações quanto ao comportamento que estaria sendo tomado pela turminha de lá de cima do muro diante dos estrelados ainda aturdidos pela reação de Aécio. Alegam estarem sendo discriminados, hostilizados, bulinizados, com perseguições de patrões a empregados sob a ameaça da perda de seus empregos se os tucanos não ocuparem o poste mais alto do Planalto.
Pobres coitados! Faz-me rir! Fazendo-se de vítimas, ao melhor estilo dos inocentes de punhos erguidos ao serem colocados de castigo pela Polícia Federal.
Quem, salvo maior engano, instiga o ódio às “zelites” e anda de braços com coronéis do Nordeste, não é da turminha de cima do muro e chama-se Luiz. Amicíssimo de governantes defensores da democracia, que não cassam concessões de TV, nem expropriam empresas brasileiras. Aliás, persegue com fervor a corrupção. Tanto que o tesoureiro de campanha de Dilma é nada menos que João Vaccari, indiciado criminalmente quando fazia estágio de desvio de dinheiro na BANCOOP –Cooperativa Habitacional que lesou cerca de três mil famílias em São Paulo.
Mas línguas dizem perseguir corruptos para cobrar seu dízimo do butim.
Ô, Geraldo! Que calor! Nada de chover em São Paulo. As represas vão secar. Assim não dá para transpor o Rio São Francisco. Tem que transpor logo, pois em breve não haverá “Integração Nacional”. Uma das fontes, lá em Minas Gerais – terra do Aécio, vejam vocês – também está seca.
Socorro Padim Ciço!
Minha dose de uísque. Mas, não paraguaio. Não dá para confiar neles, tanto que os expulsamos do Mercosul. Vejam se pode. O Paraguai não compactuava com camarada Chavez.
E por aí poderia seguir desfiando “lições de democracia”. Entretanto está na hora de relaxar em minha banheira de ofurô, antes que o apartamento de cobertura onde moro, seja invadido.
Ódio aos adversários, sabe-se muito bem quem tem.

14 setembro 2012

ACORDO COM BANCOOP - A pior solução



Uma assembléia com oitenta pessoas favoráveis a um acordo com a BANCOOP.
Maioria estrondosa.
E daí?
Podem passar por cima da lei?
Podem exercer o direito de outras pessoas?
Podem representar quem não está na ação civil?
A “comissão” é apta a comercializar imóveis?
Ora, ora...
Balelas!
As espertas retiradas da BANCOOP das ações servem para duas coisas:
1 – Livrar a cara dos investigados por estelionato.
2 - Criar cizânia entre os cooperados.
A BANCOOP derrotada sai de cena cambaleante, deixando suas vítimas se digladiando. Vai para a platéia divertir-se com as batalhas internas para resolver o golpe que ela causou.
Frases soltas à parte, a situação é prato cheio.
Vamos às batalhas judiciais, com a multiplicação de ações individuais. Pelo menos 50 pessoas defenderão seu interesse de não pagar nada. Trinta já estão certas disso.
Quem pagará a parte deles já dissemos. Os “acordantes” que não querem acordar para a realidade do acordo inócuo e confessarem sua dívida a nova incorporadora.
O prejuízo será de quem assinar o acordo.
Se havia a propalada “demora” da execução, agora teremos essa demora multiplicada.  
Atentem que a entrega judicial do empreendimento está por um fio.
Ainda é tempo!
E quem avisa...

12 agosto 2010

BANCOOP – ME ENGANA QUE EU GOSTO, TONHÃO

Para relaxar e entender melhor, algumas alegorias.
Discutiam os patrícios Mané e Quinzinho n´além mar, no acerto de contas de uma bacalhoada pendurada:
Oh! Pá, se minha dívida era 50 escudos e tornou-se 15 escudos? Quando me enganas? Agora ou me enganava antes?
Unindo-se a discussão dos gajos, um ditado árabe:
“Se és enganado (traído) por alguém uma vez, a culpa não será sua. Se fores pela segunda, com certeza será”.
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A BANCOOP sempre tentando causar cizânia entre suas vítimas.
Criar ansiedades, expectativas e discórdia.
No recesso da CPI, que juntamente com o MP encaixa o quebra-cabeça do uso indevido do dinheiro dos cooperados, mandou seus advogados “convocarem” advogados das vítimas apresentando propostas tão mirabolantes, quanto impossíveis.
Números são números desde os primórdios dos tempos e contas são feitas com eles.
Compreendemos que números não pertençam ao ramo das Ciências Exatas, não muito afetas aos atores do mundo jurídico, salvo na contratação de honorários e sucumbências.
As contas da BANCOOP, se já não fecham com seus próprios dados, como fecharão com os dados absolutamente aleatórios apresentados?
Enfim, se até hoje os números apresentados pela Cooperativa eram absolutamente inconfiáveis, seus terrenos não lhe pertenciam, suas escrituras não eram passadas, será que agora serão?
De modo amigável?
Extra-judicialmente?
Chega de tergiversações!
Vamos aos fatos?
A proposta apresentada pelos advogados da BANCOOP, Drs. Pedro Dallari e Leticya Achur aos advogados dos empreendimentos Morada Inglesa, Casa Verde, Cachoeira, Anália Franco, St. Phillip, Vila Mariana, Torres de Pirituba, Vilas da Penha, Horto Florestal, Parque da Orquídeas, Colina Park, Mandaqui e Liberty é mais ou menos a seguinte:
Vocês me devem tanto e pagam metade, um terço, um quarto, etc. e fim de discussão.
Ah! Com uma ressalva.
Tem que ser aprovado pela totalidade das seccionais. Seccionais, mesmo...
E até o dia 18 de agosto.
Ao Village a proposta sequer foi apresentada.
Ora!
Será que alguém em são consciência pode acreditar que haja aceitação total e de imediato.
Nem em regimes totalitários.
Na salada de frutas que está a situação de cada empreendimento, provavelmente, haja poucos casos assemelhados. Querem comparar bananas com melancias.
Alguns exemplos, conhecidíssimos.
Vila Mariana está construída, terreno em nome da cooperativa, e só falta, de fato e salvo algum susto não impossível, escrituras e discussão de valores.
Há alguns empreendimentos em semelhante situação.
Entretanto:
O Liberty é um esqueleto endividado e Anália Franco é um esqueleto credor.
Já Vilas da Penha, aos pedaços, tem terreno em nome de terceiro e Village Palmas todo construído, com algumas casas rachadas, sequer existe legalmente.
Juntar tudo num liquidificador só?
Será que mais alguém, além de mim, passou a acreditar em coelhinho da Páscoa? Em Saci? Pode ser... estamos no mês do folclore.
A BANCOOP passou a ser confiável?
Lobo depilado continua lobo.
A manobra é seguramente apenas mais uma “maravilhosa e mentirosa” proposta para iludir incautos, causando a divisão característica no ser humano egoísta.
Colegas de infortúnio, a situação não se resolverá com um pozinho de pirilimpimpim.
A demorada, por diversos motivos, denúncia da parte do Ministério Público deverá incomodar muita gente... as eleições se aproximam... a CPI fecha o cerco.
Sabemos que os advogados estão cansados, mas não sofrem tanto quanto seus representados.
Se a BANCOOP pretende se render realmente, a rendição tem que ser na forma proposta por cooperados, não através de interlocutores.
O estatuto impede a entrada de advogados em assembléias.
Se a BANCOOP quer apresentar propostas, seus dirigentes agendem reuniões com lideres dos empreendimentos, apresentando dados concretos, individualizados, comprovados e por escrito.
A BANCOOP não está em condições de oferecer nada.
Seus dirigentes que ganham um apartamento por ano de salários, deveriam mais é ter seus salários penhorados e bens indisponibilizados.
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Vou terminar porque a Poliana me mandou um email, protestando: Seu chato, vou pagar só metade...
Querida Poli, metade de quanto, cara pálida?
Ah! Poli, responda-me uma perguntinha a mais: Quando você estiver no aconchego de sua novelinha e receber um telefonema lhe cobrando um recebível que a Cooperativa repassou para alguém para cobrir aquela metade, terço, quarto que você não pagou, você vai reclamar com quem?
Peraí, acendeu meu site de relacionamentos...
É o Tonhão discutindo com a namorada: “Me engana que eu gosto!”
Oh! Tonhão... Linha cruzada... Você é cooperado também?
Que sorte a sua!
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08 agosto 2010

BANCOOP - A NOVA PROPOSTA

A BANCOOP distribui informativo desinformando mais uma vez para confundir e tentar dividir o valoroso movimento de resistência de suas vítimas.
Diz que está entabulando negociações com os advogados.
Realmente houve três reuniões com quatro advogados que representam Vila Mariana, Morada Inglesa, Casa Verde, Cachoeira, Anália Franco, St. Phillip, Pirituba, Vilas Penha, Village, Horto, Recanto das Orquídeas, Tatuapé, Mandaqui e Liberty.
Apresentaram propostas com "maravilhosos" valores aleatórios para os prédios que estão prontos, nada de novo aos que estão em construção (permanece a transferência para construtoras com pagamento de multas demissionais) e absolutamente nada para o Village Palmas (construído sem alvará).
Como se tudo fosse igual e com aprovação explícita de todas as Seccionais.
Tudo de uma tacada só, atropelando direitos individuais ou já decididos judicialmente.
A proposta é válida por apenas 45 dias. Será coincidência com o período eleitoral?
A princípio, reparem na impossibilidade do acordo coletivo, visto que alguns empreendimentos sequer se fizeram presente, como p.ex. Moóca, Bela Cintra, Vila Clementino, entre outros.
A manobra é apenas mais uma lenga-lenga protelatória, às vésperas de novas revelações judiciais e na CPI.
O desejo astuto da cooperativa é dividir opiniões e a luta. Usar o argumento da transferência da responsabilidade de “não ser possível” o acordo diante da manifestação contrária dos cooperados, fato que já se revelou em reuniões de pelo menos três empreendimentos que preferiram permanecer no embate por seus direitos reais a aceitar dados novamente improváveis e unilaterais.
Não se deixe iludir!
A BANCOOP não tem nada a oferecer.
Tudo o mais é boato, que sabem plantar muito bem...
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De certo mesmo apenas a crescente mobilização para a manifestação a ser realizada no dia 17 de Agosto na Assembléia Legislativa.
Organize seu empreendimento.

02 abril 2010

CORDEL DA BANCOOP

N.A. - O titulo está correto. É Cordel e não bordel como comentaram alguns leitores impublicáveis
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O senhor que está passando
Por maluco me tomando
Preste atenção nesta história
Guarde bem na sua memória

Escutem a minha narrativa
Para não entrar na mesma fria
Vitima sou de cooperativa
Que muitas casas barata prometia

Dizia bonito lá na publicidade
Seu sonho, nosso trabalho
Gente mais sem sinceridade
Diria mesmo, um rebotalho

Foi lá na sede do sindicato
Me convenceram... Era barato
Cinqüenta e quatro parcelinhas
E as chaves seriam minhas...

Era Cooperativa Habitacional
Do Sindicato dos bancários
Um pessoal da política nacional
Acham que a gente é uns otários

Enchi de calo em minha mão
Paguei em dia toda prestação
Perdi os últimos fios do cabelo
Sonho? Eu só tenho é pesadelo

Minha vida foi sempre tão dura
E eu só queria uma escritura
Dum teto pros filhos abrigar
Um cantinho pra descansar

Quem não sonha com uma casa
Acreditei nessa tal Bancoop
O meu dinheiro bateu asa
Só recebo mesmo é envelope

Dentro deles chega sempre aviso
De cobrança e até umas ameaça
Meu bolso cada vez mais liso
Diz que fui vítima de trapaça

Tem uns felizardos, minha gente
Por exemplo, a mulher do presidente
Já tem cobertura no Guarujá
Mas onde seria o meu, o que é que há?

No terreno que devia ter um edifício
Não fizeram nenhum beneficio
Ao invés do sonhado apartamento
Encontra-se lá um estacionamento

Tem mais umas que eles apronta
Não sei quem ensinou fazer conta
O dinheiro nunca é suficiente
E me chamam de inadimplente

Inventaram um tal Fidique
Pegaram mundo de dinheiro
Não entendi esse trambique
A grana levou que paradeiro?

Processos mais de quinhentos
Prestação de contas nada
Até se diz aos quatro ventos
Que a BANCOOP está quebrada

Em vez de comprar cimento
Contrataram um monte de advogado
Mas não sobe um pavimento
Dos prédios que já tão quitado

Vixê mãe, que o tal Vaccari
Prá botar inveja no rimador
Contratou Pedro Dallari
Para ser seu defensor.

Entrou até doutor D´Urso
Nobre defensor da ética...
Nesse embroglio em curso
Sou capaz de errar a métrica

Ai! São Jorge, meu protetor!
Como entrei nessa sinuca?
Tem até um doutor promotor
Que chamou eles de arapuca

O que disse, então, uma revista
Cooperativa dos companheiros
Tudo petista e sindicalista
Do presidente até os caseiros

Nunca mais confio nessa gente
Promete, promete e faz diferente
Pessoal arrogante e onipotente
Só sabem sair pela tangente

Pois sabem ainda que escutei
Frases de deixar em polvorosa
Pergunta pros morto... Isso não sei...
Só faltou dizer “relaxa e goza”

Já disseram que sou uma mula
Deveria ter melhor avaliado
Mas na parede tinha a foto do Lulla
Ao lado de um famoso deputado

A prudência me manda aqui parar
Tem mais, mas não digo, não
Eles têm mania de processar
Quem combate a enganação

Pois, bem... Vou terminando assim
Deixando alerta a todos os passantes
A Bancoop tapeou tantos e a mim
Como nunca no braziu se viu antes...

DIFICULDADES PARA SE ALUGAR UMA CASA

A Stella está procurando uma casa, um abrigo.
Eu disse que ela está procurando abrigo e não asilo.
Inevitável não fazer correlação com um dos assuntos da moda, ou da mídia.
O caso BANCOOP.
Estão cansados de ouvir falar disso?
Imagine os cooperados sem teto.
Pois é...
Patrícia não gostou do apartamento na Moóca que o Ministro da Previdência e ex-conselheiro da BANCOOP, Carlos Gabas lhe ofereceu, uma vez, espera-se, vá morar em Brasília.
Ok! Grilo. Vou esclarecer os leitores para que não se confundam.
Afinal, é bom as coisas às claras.
Ricardo Berzoini também foi Ministro de Previdência, mas era Diretor Financeiro da Cooperativa. Diz a lenda que Ricardo tinha um apartamento na Vila Clementino, onde o João, atual presidente mas diz que não é mais, também tinha em nome da filha.
Deve ser lenda mesmo, pois nenhum dos dois nomes aparece na lista de cooperados.
Bem! Podem ter codinomes.
Ai! Cazuza, meu Beija-flor!
Um dos problemas da Vanda em conseguir a locação é o fiador.
Não aceitaram o João, sei lá por que.
Ilibado.
Luiza tentou o seguro-fiança.
Impossível?
Porque?
Precisa trabalhar e comprovar renda.
Fica quieto, meu Grilo! Precisa ficar tagarelando que trabalhei 35 anos, contribui sempre sobre o teto da Previdência e hoje ganho três salários e sou sem teto da Arapuca, como disse o Magistrado.
Cadê o meu silício?
Que foi, Jorginho?
Estou falando muito em coisas do Cerrado e nem lembrei que o Manto ganhou do Cerro e já está quase na segunda fase da Libertadores.
Pronto! Falei...
Buá! Meu apartamento era da terceira fase...
Bem lembrado, Anjinho:
“Quem canta seus males espanta!!”
Então dá-lhe, sambista:
“Eu não tenho onde morar.... Por isso, é que eu moro na areia...”
Epa! Aí, não!
Se passarem a rede, posso me enroscar.
Você cala a boca, meu Diabinho...
E sai de perto porque ainda é capaz de levar a culpa.

30 março 2010

BANCOOP – ENTENDENDO O VACCARI

João Vaccari compareceu na Comissão do Senado.
Gente fina é outra coisa!
O Senado é Senado!
Com vocês eu falo!
Isto é, eu não tenho nada a ver com isso...
Para com isso, companheiro!
Essa fala é minha!
Não fui eu quem disse isso.
Isto é, se disserem que eu disse, eu não disse.
Não lembro se esse telefone era o meu.
Não sei quem estava do outro lado da linha e respeite minha privacidade...
Se eu faço acareação com o Malheiros?
Por que não?
O vivo...
O vivo, não! O falecido... Vivo aqui só eu...
Mas, presidente a conversa é sobre esqueletos.
De prédios, cara! De prédios.
Que prédios?
O promotor ficou de construir, não foi?
Epa!... Que promotor?... Quem ia construir meu prédio não era a OAS?
Psiu! Fica quieto, chefe... Isso é confidencial...
Não vem ao CASO.
Quero meu triplex com um Mirante...
Assim não dá... Tem que pagar aporte...
Vai com calma, Joãozinho... Está confundindo os Ignácios... Eu sou o Luiz, não sou o Loyola....
Vade retro... Luiz... É o Malheiros?!?!
Socorro! Advogado que rima comigo, responde para eles...
Oh! Cunhado! O senhor sabe que toda essa confusão da cooperativa é devido a infiltração de pessoas que querem confundir...
Que Cooperativa? Estou falando da renda mínima... Vocês estão querendo me confundir?
Bom! Pessoal! Chega!
Fica o dito e o redito por não dito
É difícil dizer que foi bonito
É inútil cantar o que perdi...
Peraí!
Pela ordem! Essa é a letra da música do Chico, “Pois é!”.
Pois é! É o que eu ia dizer, mas se eu disser estou morto...
Maneira de dizer...
Olha lá! Não quero acarear com o Malheiros...

21 março 2010

BANCOOP NÃO ROUBOU A CAPELA, SEUS BÊBADOS!

Jorginho! Sabe aquela ajudazinha que eu havia pedido no caso BANCOOP...
Deixa prá lá!
Você já tem muitos problemas.
Soube que assaltaram sua capela na madrugada de sexta-feira.
Neste caso não há indícios que a Cooperativa esteja envolvida.
Mesmo que o Vaccari seja “bambi”, o Berzoini “viuvinha”, não acho que iriam fazer uma “porquice” dessa com o padroeiro do time do Chefe....
Além disso, a BANCOOP só costuma lidar com construções inacabadas e a capela estava inteira. Ou será que entraram para o ramo de demolições.
As coisas que roubaram não dava para colocar nas cuecas.
Fizeram um buraco em uma das paredes da capela e levaram objetos de valor como candelabros, cordões de ouro e até a roupa que vestia a imagem do padroeiro do clube.
Quem será que roubou seu manto, Jorginho?
Momento de informação histórica - A capela foi inaugurada em 1967 e guarda uma imagem de São Jorge, talhada à mão, mas não é do Aleijadinho. É original do Vaticano.
Não! Também não foi Michelangelo
A coisa está ruim, hein, Jorginho!...
Ano passado derrubaram você do andor e agora vai ter que desfilar sem manto.
Oh! Mano véio! Cuidado com a friagem!
Teje tranqüilo...
A polícia investiga e acha seu manto...
Ah! Se acha...
Com coisa séria não se brinca...
O que está esquentando são as investigações da Cooperativa de Fachada. Parece aquela brincadeira do quente-frio...
Está esquentando, esquentando...
Uma coisa leva a outra.
Esquentar me lembra bebida alcoólica.
Será que um dia verei nos vestibulares a prova de dosagem alcoólica. Isso é importante. Afinal, pelo menos aqui no pedaço da Vila Mariana, há duas universidades na mesma rua, entre um monte de barezinhos, que duvido estejam regularizados.
Tenho quase certeza que a freqüência nos bares é muito maior que dentro das instituições.
Estudar para que?
Melhor beber e falar bobagem...
Mirem-se no exemplo...

20 março 2010

BANCOOP - PROCURADORIA SE CONFUNDE

Conferir no blog de Reinaldo Azevedo o texto reproduzido abaixo


A Procuradoria da República de São Paulo publica em seu site uma nota — ANALFABETA, DIGA-SE — que só ajuda a fazer confusão. Ela colabora para a verdade tanto quanto enobrece a língua portuguesa. Mas só comento esse detalhe no fim do post. Vamos ler o que está lá.

19/03/10 - Documentação do inquérito do mensalão sobre Funaro não traz informações sobre tesoureiro do PT

O corretor Lúcio Funaro responde em São Paulo a processo por formação de quadrilha e lavagem de dinheiro

O corretor Lúcio Bolonha Funaro responde a ação penal 2008.61.81.007930-6, na 2ª Vara Federal Criminal de São Paulo, especializada em crimes financeiros e lavagem de dinheiro.

A denúncia que gerou a ação penal foi oferecida pelo Ministério Público Federal em São Paulo, em junho de 2008. Lucio Bolonha Funaro e José Carlos Batista respondem pelos crimes de quadrilha e por 33 infrações a artigos da Lei n. 9.613/98 (Lavagem de Dinheiro), em razão de fatos apurados nos autos da ação penal 470 (Mensalão), que tramita no Supremo Tribunal Federal.

Os documentos recebidos da Procuradoria Geral da República, que embasaram a denúncia, oferecida pela procuradora da República Anamara Osório Silva, em São Paulo, demonstram que, através da Garanhuns Empreendimentos, empresa de Funaro e Batista, se garantia a dissimulação da origem e do destino de valores que iam da SMP&B ao antigo Partido Liberal. As transferências chegaram ao valor aproximado de R$ 6,5 milhões.

São sobre essas operações de lavagem de dinheiro que trata o processo, que tramita normalmente perante à 2ª Vara Federal. A última movimentação processual constante é de fevereiro de 2010.

O MPF em São Paulo não pode confirmar se o depoimento de Funaro, concedido em Brasília, se deu sob o instituto da “delação premiada”. De toda forma, o MPF não revela informações, nem o teor desses depoimentos, em respeito à legislação pertinente.

Entretanto, tanto na documentação remetida pela PGR à São Paulo, que embasou a denúncia, quanto na própria acusação formal remetida à Justiça pelo MPF-SP, em resposta a inúmeros questionamentos da imprensa, é necessário esclarecer, não há nenhuma menção ao ex-presidente da Cooperativa Habitacional dos Bancários de São Paulo (Bancoop) João Vaccari Neto, atualmente tesoureiro do Partido dos Trabalhadores.

Assessoria de Comunicação Social
Procuradoria da República no Estado de S. Paulo

Comento
1 - O título da nota está armando a Rede Oficial de Mentiras da Internet - SUSTENTADA, COMO ESTÁ PROVADO, COM DINHEIRO DA LULA NEWS -, que abusa da ignorância de seus “fiéis”, para sustentar que nada existe contra João Vaccari Neto. UMA OVA!!! E os vagabundos aproveitam: “Viram? A nota contesta matéria da VEJA”. Não contesta, não, bando de ótários! A NOTA CONFIRMA MATÉRIA DA VEJA.

2 - Vai aqui um trecho da reportagem da VEJA: “O mensalão produziu quarenta réus ora em julgamento pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Entre eles não está Vaccari. Ele parecia bagrinho no esquema. Pelo que se descobriu agora, é um peixão.”

3 - A QUESTÃO ESTÁ AÍ: A QUESTÃO É JUSTAMENTE SABER POR QUE AS DENÚNCIAS CONTRA VACCARI FORAM ENGAVETADAS!!! TERÁ A PROCURADORIA GERAL DA REPÚBLICA SE TRANSFORMADO, NESSE PARTICULAR, DA “ENGAVETADORIA GERAL DA REPÚBLICA”?

4 - Em todo caso, dou o benefício da dúvida à Procuradoria Geral da República: o material sobre Vaccari foi enviado ao grupo que está investigando os Fundos de Pensão, investigação que ainda está em curso. Vamos ver;

5 - A nota da procuradoria em SP afirma como novidade o que todo mundo sabe:
a - Funaro é um dos investigados;
b - Vaccari não está no inquérito.
Marcelo Oliveira, que cuida da comunicação da procuradoria em São Paulo, ainda vai emitir nota afirmando que a Terra é redonda e que dois mais dois são quatro.

6 - Ora, qual é a razão de ser da reportagem de VEJA? Reproduzo trecho da própria revista:
Em 2003, enquanto cuidava das finanças da Bancoop, João Vaccari acumulava a função de administrador informal da relação entre o PT e os fundos de pensão das empresas estatais, bancos e corretoras. Ele tocava o negócio de uma maneira bem peculiar: cobrando propina. Propina que podia ser de 6%, de 10% ou até de 15%, dependendo do cliente e do tamanho do negócio. Uma investigação sigilosa da Procuradoria-Geral da República revela, porém, que 12% era o número mágico para o tesoureiro - o porcentual do pedágio que ele fixava como comissão para quem estivesse interessado em se associar ao partido para saquear os cofres públicos.
A revelação do elo de João Vaccari com o escândalo que produziu um terremoto no governo federal está em uma série de depoimentos prestados pelo corretor Lúcio Bolonha Funaro, considerado um dos maiores especialistas em cometer fraudes financeiras do país. Em 2005, na iminência de ser denunciado como um dos réus do processo do mensalão, Funaro fez um acordo de delação premiada com a Procuradoria-Geral da República. Em troca de perdão judicial para seus crimes, o corretor entregou aos investigadores nomes, valores, datas e documentos bancários que incriminam, em especial, o deputado paulista Valdemar Costa Neto, do PR, réu no STF por corrupção passiva, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha. Em um dos depoimentos, ao qual VEJA teve acesso, Lúcio Funaro também forneceu detalhes inéditos e devastadores da maneira como os petistas canalizavam dinheiro para o caixa clandestino do PT. Apresentou, inclusive, o nome do que pode vir a ser o 41º réu do processo que apura o mensalão - o tesoureiro João Vaccari Neto.

7 - Vamos lá, sr. Oliveira! Conteste o que vai acima; diga que o que vai acima não existe!!! Eu o desafio a fazê-lo, assinando embaixo.

8 - Não, Oliveira não pode fazê-lo. Por isso, escreve esta maravilha:
O MPF em São Paulo não pode confirmar se o depoimento de Funaro, concedido em Brasília, se deu sob o instituto da “delação premiada“. De toda forma, o MPF não revela informações, nem o teor desses depoimentos, em respeito à legislação pertinente.
Ah, não pode? ENTÃO POR QUE EMITE UMA NOTA PARA DIZER QUE A TERRA É REDONDA?

9 - Fosse o caso de emitir uma nota, a única possível, meu senhor, teria de explicar por que o inquérito, COMO INFORMOU VEJA, ignora Vaccari. Por quê? O SENHOR TEM ALGUMA EXPLICAÇÃO?

10 - Vejam que comovente é o trecho final da nota:
“é necessário esclarecer, não há nenhuma menção ao ex-presidente da Cooperativa Habitacional dos Bancários de São Paulo (Bancoop) João Vaccari Neto, atualmente tesoureiro do Partido dos Trabalhadores.”
ISSO JÁ ESTÁ ESCLARECIDO!!! ISSO ESTÁ NA REPORTAGEM DA VEJA. A REPORTAGEM DA VEJA SÓ EXISTE PORQUE, CITO A REVISTA DE NOVO, “O mensalão produziu quarenta réus ora em julgamento pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Entre eles não está Vaccari. Ele parecia bagrinho no esquema. Pelo que se descobriu agora, é um peixão.”

11 - Os depoimentos de Funao existem. Estão com a procuradoria. Devidamente gravados. A questão é outra, senhor Marcelo Oliveira! A questão é saber por que, de fato, o inquérito ignorou o sr. Vaccari.
A propósito, senhor Oliveira: POR QUE O INQUÉRITO IGNOROU O SENHOR VACCARI.

Não quero me estender demais neste post. Deixo para outro a língua em que é vazada a nota. Em indigência, concorre com o conteúdo.

18 março 2010

BANCOOP – VILA CLEMENTINO VENDIDA?

A Associação de Cooperados da Vila Clementino, a despeito de todo “imbróglio” de denúncias envolvendo o tesoureiro do Partido dos Trabalhadores e presidente, de fato, da Cooperativa de Fachada - BANCOOP -, tende a continuar o processo de transferência da seccional para uma incorporadora.
Atualmente a TARJAB, que adquiriu o St. Paul.
Inicialmente, tenhamos claro que não devemos entrar no tiroteio dos guerrilheiros do PT (leiam matéria neste blog) e enveredarmos para o viés político, nem confundirmos a investigação criminal com sentenças cíveis.
Releve-se sim a atividade política junto ao Senado, que aliás a seccional não enviou representante, e as denúncias de propinoduto envolvendo o principal e efetivo negociador.
Mas isso para que tenhamos muito maior cuidado quanto a confiabilidade da pessoa com quem a Associação “negocia” e não aos crimes que eventualmente tenha praticado.
Ressalto que o fato da suspeição do investigado só não havia ganhado notoriedade.
Sabemos estar lidando com pessoas às quais não emprestaríamos um centavo.
Por que pagarmos dezenas de milhares de reais a estas pessoas, neste momento?
A indagação é a quem interessa esta negociação? Ainda mais neste momento?
Meu questionamento ampara-se na vitória do Judiciário.
Além de discordar, por princípios éticos, quanto ao pagamento, compensação ou nome que queiram dar a transferência de mais dinheiro a esta malfadada arapuca, pergunto em que valores confiarmos em nome da tese da confidencialidade entre BANCOOP e TARJAB?
Aqui sim recai o aspecto da pessoa investigada e torna o ambiente esfumaçado.
Mesmo os defensores do “acordo” aceitam que é uma imposição e ponto final.
Um dia entenderei por que insistem. Com tanta pressa.
Neste momento o único acordo seria o termo de rendição e jamais imposições.
Argumento demasiadamente usado é que nunca receberemos um centavo.
Aceitando as imposições do acordo, além de não recebermos esse centavo, pagaremos milhões deles, mesmo com a parafernália de cálculos Malbatanianos que se alegam maquiando como vantajoso esse desembolso.
O que são cinco milhões de centavos a mais?
Nada!
Citando um cooperado: “Parece tanto quando se precisa alguns para reproduzir um impresso”.
Nas contas apresentadas vêm rubricados honorários advocatícios.
Ora, se a ação está ganha em primeira instância e pela tibieza do recurso apresentado a sucumbência caberá ao derrotado.
Querem transferir quase um milhão de reais aos cooperados. Os honorários de nosso advogado e os honorários dos advogados da Cooperativa.
Outro argumento pasma-me. Não confiam que o Judiciário resolva a questão.
Se não confiavam, por que nele buscaram amparo?
Nas contas que serão apresentadas aos cooperados, muito provavelmente, aparecerão compensações de valores beneficiando aos que pagaram aporte, participando ou não da ação, com aumento dos valores dos que se engajaram na luta.
Se alguém defende essa tese de “socialismo moreno”, pague a minha parte nessa compensação.
Outra tese, aparentemente bondosa, é a que o pessoal do Bloco C é quem mais perde e estão preocupados com eles.
Interessante falácia.
Na hora de dividir prejuízos querem socializar, mas por que os defensores desta tese não pegam trinta por cento dos valores dos aluguéis que recebem, receberam ou deixam de pagar e fazem um “caixa”, que não precisa ser “dois” e repassam esse valor para ajudar os trinta por cento “pobres prejudicados” do bloco C a reduzirem seu prejuízo?
A lei do Cooperativismo prevê essa situação. Quem usufrui primeiro, paga mais.
Estranha-me ainda tais preocupações, quando lembro que muitos terão que entregar seus imóveis e respondem-me que são problemas individuais.
Cabe lembrar ainda que a partir do momento que assinarem o acordo, será cada um por si, perdendo a associação qualquer direito.
Em algum lugar li: “Dividir para reinar!”. Será o caso? Quem sairá com o ouro do reino?
O mais tenebroso argumento: É a única saída!
Não é!
Há saída, trabalhosa, via Judiciário.
Para finalizar...
Plano B existe e será colocado em prática por alguns silenciosos cooperados que igualmente discordam da atual forma de “negociação”.
Não me cabe explicar.
Por enquanto, apenas quero entender a quem tanto interessa, de fato, a venda da seccional nas atuais circunstâncias.

14 março 2010

BANCOOP - LOYOLA BRANDÃO TAMBÉM É VITIMA

Da sessão leitores da revista Veja.

"Minha alma foi lavada com a reportagem “A casa caiu” (10 de março), sobre a Bancoop, que me confiscou - porque foi um confisco - 100 000 reais, pagos por meio de boletos, em três anos. O apartamento que comprei não saiu do 7º piso na Rua Bela Cintra, em São Paulo. Jamais conseguimos marcar uma audiência com João Vaccari Neto; ele é de uma arrogância ímpar. Algumas reuniões dos cooperados eram desesperadoras, tristes. Havia velhos que jogaram tudo o que tinham economizado, sacaram fundo de garantia e ficaram sem nada. Continuo a receber boletos me cobrando quantia semelhante à que coloquei no saco sem fundo da Bancoop. Sou ameaçado não de despejo, mas de processo, de penhora de bens.
Ignácio de Loyola Brandão

São Paulo, SP"

BANCOOP - ONDE HÁ FUMAÇA...

Tergiversações políticas à parte, indefensáveis os argumentos levantados pelas respostas da Cooperativa de Fachada, de seus renomados advogados e dos blogs dos “guerrilheiros do PT” quanto à responsabilidade do sumiço do dinheiro dos cooperados, chamado ao destaque de capas sucessivas de revistas ou em editorais relevando “a bandidagem”.
O argumento de matéria requentada talvez seja para deixar esfriar cadáveres - no caso a BANCOOP toda - e esperar que os esqueletos dos prédios se pulverizem na prescrição dos crimes.
Matéria requentada ou não, como argumentaram próceres do repartido partido, fato é que alguém gastou indevidamente o suado dinheiro de trabalhadores carimbado para construção de sonhados imóveis que, em maciça maioria, não eram para veraneio no Guarujá.
Não há crime perfeito, diriam o Sherlock, o CSI, et coetera... Na situação são apenas números e provas reais e dos nove fecham ou não as “infecháveis” contas. É só descobrir porque não fecham, ainda que digam que o gato comeu o dinheiro.
No caso há (im)perfeitos criminosos ou aloprados... Sei lá como chamá-los para não ser processado. Aliás, adoram processar. Talvez por que saibam que processos demoram muito nestas plagas além mar... Dá tempo de esconder provas, intimidar testemunhas, ser previdente e lavar o dinheiro, envelhecer e ter a pena reduzida.
Até morrer como já ocorreu com dezenas de vítimas de seu golpe.
Se presidentes morrem porque não podem morrer míseros cooperados?
Achei as matérias até superficiais.
Por exemplo, o propinoduto.
Nunca soube que o Suplente do Sr. Mercadante exigisse menos que 10% dos cooperados para vender as seccionais às incorporadoras.
Fora as taxas extras.
Não se levantou sobre as comissões pagas pelos termos de confidencialidade exigidos pela Arapuca às incorporadoras adquirentes.
Ainda não se chegou aos Fundos de Direitos Creditórios negociados aos Fundos de Previdência das Estatais, comandados por companheiros de luta.
Ora, se a Cooperativa sempre alegou que os cooperados não pagavam, como ela quitou os Fundos?
Dinheiro não brota em árvores.
Pelo menos dinheiro limpo.
Abordaram apenas de leve o sofrimento das pessoas.
Doenças, óbitos, desfazimentos conjugais.
Quantos dramas sociais impagáveis.
Há muitos culpados, inclusive a leniência do elefante Judiciário brasileiro.
Houvesse o império real do “fumus boni juris” pró consumidor com inversão do ônus da prova e não a presunção de inocência favorável a Cooperativa de fachada, lá em 2005, quando da primeira ação denunciando a grande “arapuca”, milhares de pessoas não estariam sofrendo.
A fumaça hoje não seria da implosão dos sonhos dos edifícios.
Muitas penas, talvez, até já estivessem em fase de progressão.
O cooperativismo é como a religião.
Tem fundamentos muito bonitos, mas é organizada por homens cheios de pecados.
Pecados merecem castigos.
E o pecado criminoso praticado na BANCOOP não pode esperar que deus perdoe ou castigue lançando ao fogo do inferno seus envolvidos.
Têm que pagar aqui e logo.

12 março 2010

BANCOOP ENGANA O JUDICIARIO? - FRAUDE PROCESSUAL

N.A - Recebi e reproduzo a nota do Dr. Valter Picazio, advogado de diversos empreendimentos e centenas de cooperados:
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Em nome de centenas de vítimas da Bancoop as quais patrocino, cumpre esclarecer o quanto segue, bem como solicito a especial gentileza de divulgarem estes fatos a bem da verdade.
Na data de ontem o juízo do Departamento de Inquérito Policial (DIPO) indeferiu, por ora, o pedido do Ministério Público, especialmente no que diz respeito ao não bloqueio dos bens da Bancoop.
Este despacho foi induzido por manifestação da Bancoop, a qual alega que o bloqueio dos bens, inviabilizaria o cumprimento de um “acordo” que possui na esfera cível com o próprio Ministério Público.
A partir daí, cumpre esclarecer:

1 - A Bancoop não possui NENHUM ACORDO vigente ou em execução com o Ministério Público na esfera cível.
O acordo entre Bancoop e Ministério Público (anexo) foi protocolado nos autos da Ação Civil Pública 2007.245877-1, na data de 20/05/2008 e homologado em 05/03/2009. Duas Associações que representam vítimas da Bancoop (dentre elas a Associação do Cond. Ed. Cachoeira a qual patrocino) interpuseram recurso de Apelação os quais foram recepcionados na data de 23/04/2009 SUSPENDENDO OS EFEITOS DESTE ACORDO, ou seja, retirando-lhes a vigência, vigência esta que perdurou por exatos 49 dias nos quais absolutamente nenhuma das condições pactuadas foi atendida pela Bancoop.
Já no Tribunal de Justiça (Apelação 663.000.4/0-00 – 10ª Câmara de Direito Privado – Relator Des Testa Marchi), o próprio Ministério Público, desta vez através de um representante, no mínimo mais cauteloso, manifestou seu parecer no sentido de que o Recurso de Apelação da Associação do Cond. Ed. Cachoeira, fosse conhecido e provido, a fim de ANULAR TODOS OS ATOS PROCESSUAIS a partir (e inclusive) o acordo, bem como responsabilizar PESSOALMENTE TODOS OS DIRIGENTES que passaram pela Bancoop e tinham poderes de gestão (o que inclui até mesmo o Sr. Ricardo Berzoini). Em sendo aceito o requerimento do Ministério Público, esta indenização poderia ser feita coletiva ou mesmo individualmente por cada vítima lesada.

2 - A Bancoop não executa ou cumpre acordo algum
O alegado “acordo” (íntegra em anexo), o qual prevê a indenização das vítimas lesadas, estabelece ainda outras providências como, por exemplo, a realização de “Assembléias Seccionais” com vistas à regularização do registro da incorporação imobiliária. Este expediente deveria ser iniciado no prazo de 180 dias a contar da data 05/03/2009 sendo que JAMAIS OCORREU.
No que diz respeito, especificamente à devolução dos valores, não é demais informar que a BANCOOP não se tem notícia de indenização de cooperado algum. A BANCOOP não devolve o dinheiro nem mesmo para aqueles que pleiteiam este ressarcimento pela via judicial, conforme se verifica da recente decisão em anexo, a qual se reproduz em centenas de demandas judiciais no judiciário paulista.

3 - Da FRAUDE PROCESSUAL

AINDA HOJE, estarei levando estes fatos a conhecimento do MM. Juízo do Departamento de Inquéritos Policiais (DIPO), responsável pelos procedimentos investigativos, e ao D. Promotor de Justiça Dr. José Carlos Blat, a fim de que possam adotar as providências cabíveis à FRAUDE PROCESSUAL ora narrada, bem como à tentativa de interferência no curso e providências inerentes à investigação, através de argumentos mentirosos e em prejuízo a milhares de famílias lesadas.
Ademais, estas vítimas estudam ingressar com representação contra o advogado da BANCOOP perante o Tribunal de Ética da OAB/SP (entidade a qual dirige), por violação ao disposto no inciso XIV do art. 34 do Estatuto da Advocacia, o qual estabelece como INFRAÇÃO DISCIPLINAR deturpar julgados e documentos para iludir o juiz da causa.
OBSERVAÇÕES:
Parecer da Procuradoria Geral de Justiça no caso:
http://www.scribd.com/procurador-justica-rossini/d/22039507


Cordialmente,
Valter Picazio Junior

10 março 2010

BANCOOP - UM CORDEL

N.A. - O título está correto... É apenas um cordel mesmo e não bordel como comentaram alguns leitores impublicaveis...
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O senhor que está passando
Por maluco me tomando
Preste atenção nesta história
Guarde bem na sua memória

Escutem a minha narrativa
Para não entrar na mesma fria
Vitima sou de cooperativa
Que muitas casas barata prometia

Dizia bonito lá na publicidade
Seu sonho, nosso trabalho
Gente mais sem sinceridade
Diria mesmo, um rebotalho

Foi lá na sede do sindicato
Me convenceram... Era barato
Cinqüenta e quatro parcelinhas
E as chaves seriam minhas...

Era Cooperativa Habitacional
Do Sindicato dos bancários
Um pessoal da política nacional
Acham que a gente é uns otários

Enchi de calo em minha mão
Paguei em dia toda prestação
Perdi os últimos fios do cabelo
Sonho? Eu só tenho é pesadelo

Minha vida foi sempre tão dura
E eu só queria uma escritura
Dum teto pros filhos abrigar
Um cantinho pra descansar

Quem não sonha com uma casa
Acreditei nessa tal Bancoop
O meu dinheiro bateu asa
Só recebo mesmo é envelope

Dentro deles chega sempre aviso
De cobrança e até umas ameaça
Meu bolso cada vez mais liso
Diz que fui vítima de trapaça

Tem uns felizardos, minha gente
Por exemplo, a mulher do presidente
Já tem cobertura no Guarujá
Mas onde seria o meu, o que é que há?

No terreno que devia ter um edifício
Não fizeram nenhum beneficio
Ao invés do sonhado apartamento
Encontra-se lá um estacionamento

Tem mais umas que eles apronta
Não sei quem ensinou fazer conta
O dinheiro nunca é suficiente
E me chamam de inadimplente

Inventaram um tal Fidique
Pegaram mundo de dinheiro
Não entendi esse trambique
A grana levou que paradeiro?

Processos mais de quinhentos
Prestação de contas nada
Até se diz aos quatro ventos
Que a BANCOOP está quebrada

Em vez de comprar cimento
Contrataram um monte de advogado
Mas não sobe um pavimento
Dos prédios que já tão quitado

Vixê mãe, que o tal Vaccari
Prá botar inveja no rimador
Contratou Pedro Dallari
Para ser seu defensor.

Entrou até doutor D´Urso
Nobre defensor da ética...
Nesse embroglio em curso
Sou capaz de errar a métrica

Ai! São Jorge, meu protetor!
Como entrei nessa sinuca?
Tem até um doutor promotor
Que chamou eles de arapuca

O que disse, então, uma revista
Cooperativa dos companheiros
Tudo petista e sindicalista
Do presidente até os caseiros

Nunca mais confio nessa gente
Promete, promete e faz diferente
Pessoal arrogante e onipotente
Só sabem sair pela tangente

Pois sabem ainda que escutei
Umas frases de deixar em polvorosa
Pergunta pros morto, isso não sei
Só faltou dizer “relaxa e goza”

Já disseram que sou uma mula
Que deveria ter melhor avaliado
Mas na parede tinha a foto do Lulla
Ao lado de um famoso deputado

A prudência me manda aqui parar
Tem mais, mas não digo, não
Eles têm mania de processar
Quem combate a enganação

Pois, bem... Vou terminando assim
Deixando alerta a todos os passantes
A Bancoop tapeou tantos e a mim
Como nunca no braziu se viu antes...

09 março 2010

BANCOOP - O PARTIDO DA BANDIDAGEM

N.A - Excepcionalmente, hoje, publico o editorial do Jornal O Estado de São Paulo de 09.Março.2010.
Faço minhas suas palavras.
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O recém-escolhido tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, está tecnicamente certo quando diz que nunca tinha sido acusado de nada nem responde a processo algum, civil ou criminal, por sua atuação na Cooperativa Habitacional do Sindicato dos Bancários de São Paulo (Bancoop), de que foi diretor financeiro (entre 2003 e 2004) e presidente (de 2005 até fevereiro passado). Mas os seus protestos de inocência só se sustêm graças à letárgica andadura da Justiça brasileira. Datam de setembro de 2006, há 3 anos e meio portanto, as primeiras denúncias de irregularidades na cooperativa, levantadas pelo Ministério Público (MP) do Estado. Em 2007, foi aberto inquérito criminal para apurar delitos da entidade, como superfaturamento de obras, apropriação indébita, desvio de verba e formação de quadrilha. No ano seguinte, uma testemunha disse ao MP que recursos desviados da Bancoop ajudaram a financiar clandestinamente a vitoriosa campanha presidencial de Lula em 2002.

A testemunha, Hélio Malheiro, era irmão de um ex-presidente da cooperativa, Luiz Eduardo, falecido em um acidente de carro em 2004, juntamente com dois outros dirigentes da instituição. Dizendo-se ameaçado de morte, Hélio foi acolhido no Programa de Proteção a Testemunhas do governo paulista. O seu depoimento foi crucial para o MP caracterizar a Bancoop como uma "organização criminosa" e solicitar a quebra do seu sigilo bancário, como foi noticiado em junho de 2008. Só na semana passada, porém, o promotor responsável pelas investigações, José Carlos Blat, recebeu o papelório ? mais de 8 mil páginas de registros de transações entre 2001 e 2008. E foi com base nessa documentação que ele pediu, na última sexta-feira, o bloqueio das contas da Bancoop e a abertura dos dados bancários e fiscais de João Vaccari Neto, acusando-o de "gestão fraudulenta".

A apropriação para fins pessoais e políticos dos recursos dos cooperados, fundos de pensão e empréstimos captados pelo sindicato dos bancários transformou 400 famílias em vítimas do conto da casa própria: os imóveis que compraram na planta não foram construídos, mas os lesados continuaram a pagar as respectivas prestações. Segundo a revista Veja, que teve acesso aos autos do inquérito, a Bancoop sacou em dinheiro vivo de suas contas pelo menos R$ 31 milhões. Outros cheques, somando R$ 10 milhões, favoreceram uma empreiteira formada por diretores da entidade, que, por sinal, era sua única cliente conhecida. O responsável pelas obras da cooperativa disse que os pagamentos eram superfaturados em 20%. "Os dirigentes da Bancoop", apurou Blat, "sangraram os cofres da cooperativa em benefício próprio e também para fomentar campanhas políticas do PT."

A prova mais gritante foi o R$ 1,5 milhão pago entre 2005 e 2006 ? quando a instituição estava praticamente quebrada ? a uma firma espectral de serviços de segurança, então de propriedade de Freud Godoy, na época segurança de Lula. Cada qual a seu modo, Godoy e Vaccari se envolveram no escândalo do dossiê, a compra abortada pela Polícia Federal de material supostamente incriminador para candidatos tucanos na campanha de 2006. Quando a operação fez água, Lula chamou os seus autores de "aloprados". Pelo dossiê, os petistas pagariam R$ 1,7 milhão. Nunca se descobriu de onde veio a dinheirama. À luz do que já se sabe das falcatruas da Bancoop, ela pode ter sido a fonte pagadora da baixaria. Tão logo entregou parte da bolada aos encarregados de comprar o dossiê, foi para Vaccari que ligou um dos cabeças da operação, Hamilton Lacerda, então assessor do senador Aloizio Mercadante.

Mas Vaccari não é o primeiro elo da cadeia. Ele deve a sua carreira ao companheiraço Ricardo Berzoini, que presidia o PT até poucas semanas ? e, como tal, foi acusado de autorizar a compra do dossiê. Berzoini alçou o bancário Vaccari à presidência do sindicato da categoria, em 1998. Em 2004, Berzoini salvou a Bancoop da falência, ajudando-a a levantar no mercado R$ 43 milhões ? via fundos de pensão de estatais comandados por petistas do grupo dele e de Vaccari. A Polícia Federal chegou a abrir inquérito sobre o prejuízo imposto aos fundos para favorecer a Bancoop. A rigor, nenhuma surpresa, considerando a folha corrida do PT. Mas, a cada escândalo, mais se aprende sobre a destreza com que a bandidagem petista se apossa do dinheiro alheio para chegar lá ? e ali se manter.

08 março 2010

BANCOOP – OS GUERRILHEIROS DO PT

A artilharia petista está a postos.
Grandes e pequenos blogs disparam tiros de todos os calibres para desqualificar o promotor que investiga o caso BANCOOP – a cooperativa habitacional de fachada do sindicato dos bancários de São Paulo.
Tática peculiar aos culpados. Eu peguei 30 milhões, mas quem me acusa tem multa de trânsito.
Andersen e Grimms não são de nada. Sem criatividade.
Mensaleiros saíam com 50 mil reais do banco como troco do pagamento da fatura de TV a cabo.
Mensalão? Que mensalão? Isso é coisa de aloprados.
Chamem meu analista... Socorro! Freud... Manda limpar essa situação.
Aterro é com o Jacó? Assunto de lixo é com Marta?
Como pagarei o serviço?
Sei lá... Cria um FDIC. Pô, cara!... Parece uma sanguessuga...
Será a Benedita! Depois eu pago com cartão corporativo.
Não quer? Peço para Jeany mandar umas meninas lá para o Lago Paranoá.
Te mando um Land rover...
O que você quer então?
Cuecas grandes? Diretoria de Estatal?
Posso ficar tranqüilo que as testemunhas não aparecerão nas CPIs.
Tanta coisa para me preocupar e me vem com essa “merreca” de cooperativa... Nem sabia que a Marisa tinha comprado.
Paremos por aqui, senão teremos que desqualificar tanta gente que não sobrará nenhum membro do MP para o quinto constitucional.
Assim é dose...

06 março 2010

BANCOOP É INOCENTE... A CULPA É NOSSA

Vaccari não tem nada a ver com isso.
Dilma garante que não...
Lulla não sabe de nada, de novo.
O PT não gosta de notícia requentada.
Berzoini nem fundou a cooperativa.
Cooperativa? O que é isso? Não tem nada a ver com o sindicato.
De quem é a culpa?
A culpa é sua, companheiro!
Desculpe-me...
Ato falho! Não quis ofender...
Força de expressão.
Juro!
A culpa é nossa, cooferrados.
Cadê meu silicio? Votei nessa camarilha até 1999.
Estivéssemos em Cuba iriam para "El Paredón".
Estivéssemos na Venezuela não saberíamos de nada...
Parabéns a revista Veja e a repórter Laura Diniz...

Cabe aos cooperados não se iludirem mais com mentiras e não deixar o assunto cair no esquecimento e não votar em petralhas em Outubro.
São cimento do mesmo saco...
Ato falho, de novo!
São farinha... Farinha? Ou farrona com nosso dinheiro?
Não procure culpados da proxima vez...
A culpa é sua...


Mais nos sites
da Globo

do Estadão

do blog do Noblat

até na Record

Se quiserem opinar no blog da companheira Stela, digo Vanda, digo... que não digo...

A resposta do Vaccari pode ser comentada no Coturno Noturno

03 março 2010

BANCOOP PRIVATIZADA - PT NA CONTRAMÃO

Enquanto o governo LuLLa Love and Peace, que acho ainda ser do PT, insiste em falar em reestatizar, criar novas estatais, o PT indicou para tesoureiro o Sr. João Vaccari que dirigiu a falida Cooperativa Habitacional do Bancários - BANCOOP - por cinco anos, sem achar onde foi parar o dinheiro que sumiu. O também ex-presidente do Sindicato dos Bancários neste mesmo periodo "privatizou" a Cooperativa de Fachada dos Companheiros, vendendo algumas seccionais para a OAS e outras incorporadoras.
Quero mais é que se repita no PT o que aconteceu na cooperativa na gestão do sr. Vaccari.
Que fiquem sem dinheiro e sigam para a falência.
Enquanto isso uma trovinha em homenagem a "coerência democrática bipolar do PT":
"Se a empresa está dando certo
Companheiros empregar
Com o caixa a descoberto
Chama alguém pra nos salvar..."

27 janeiro 2010

BANCOOP - VILA CLEMENTINO ESPERA O MESSIAS

A BANCOOP assobia e atendem...
A BANCOOP rosna e assustam-se...
A BANCOOP oferece água e mudam-se opiniões?

Estou estupefato!
A mudança do discurso entre a última reunião da Associação do Vila Clementino e a apresentação da situação à Assembléia foi de pasmar...
Não é o caso nem de citar o poema atribuído a Maiakovski como grito de alerta.
Parece que os inimigos já ultrapassaram os portões, já pisaram nas flores e só falta o lance final.
A tomada definitiva das casas.
No caso os apartamentos que parte dos cooperados irão perder se seguirem a molde de outros empreendimentos, onde muitos tiveram que entregar os esforços após a doce ilusão de que alguém iria resolver seus problemas a título, digamos, de benemerência.
Não há vitória sem luta...
Isso é exato...
A BANCOOP sabe disso. E sabe trilhar o caminho da derrota. Por isso, insiste rosnar em repetitivos e últimos gritos de morte.
Vamos ganhar e não vamos levar, foi argumento que mais ouvi.
Inicialmente, garanto que vencer sempre é muito melhor.
Perder pode ser o outro lado, mas fugir da luta?
Já pararam para se perguntarem a quem interessa desistirmos da luta?
Esmiúcem essa dúvida, lembrando-se que não há uma migalha de pão gratuita e que quando alguém perde – no caso os cooperados – alguém está ganhando.
Sempre defendi e defendo que se a BANCOOP quer falar aos cooperados que venham até nós.
Dou-me ao direito de não me ajoelhar.
E garanto que é um viés de luta.
Quem está ganhando somos nós e, havendo a necessária combatividade no Judiciário, a balança penderá para nosso lado e virão nos procurar mais equilibradamente, sem mandar recados via interlocutores.
Buscarão o termo de rendição.
Já tentaram isso em outros empreendimentos e quem não cedeu está vencendo, ainda que o caminho seja longo.
Se não se convenceu ainda, vamos ao que doerá.
O bolso.
Não se iludam.
Reitero que muitos ficarão pelo caminho e sem enveredar pelo caminho do divisionismo, sendo “pragmático” como se adora dizer, considerem:
a) Todos pagarão aporte. Quem nunca lutou sairá beneficiado pelo dinheiro de quem bancou a luta. Isso pode ocasionar uma variação à maior de até R$ 10.000,00 aos valores apresentados.
b) Diferentemente do que se afirma o “aporte a ser pago a incorporadora” não termina com a desvinculação à Cooperativa. A BANCOOP, a despeito de promessas virtuais, não termina jamais o aperto do torniquete. Lembrem-se que os primeiros valores apresentados oscilavam por volta de R$ 35.000,00 e aumentaram cerca de 50%. E aumentará mais. Na proporção de nossa fraqueza e ansiedade. Quem tiver acesso ao “contrato de adesão” dos empreendimentos “vendidos” a incorporadoras, confira atentamente os termos. Especialmente o acordo dos Altos do Butantã. Sem nos esquecer que mesmo os “felizes” 30% de cooperados que sobreviveram, até agora, no St. Paul receberam aportes posteriores ao “acordão” e a BANCOOP só forneceu a documentação à TARJAB após os cooperados se sujeitarem a aceitar o novo valor, cerca de 10% a maior.
c) Jogar R$ 6.000.000,00 (um premio da mega sena) fora. Mesmo que não recebamos, como alegam, deixaremos de pagar. Isso se chama “economia ou lucro do consumidor”.
d) Obtenção do financiamento – Projetem o financiamento de R$ 50.000,00 no prazo máximo a quem tem 55 anos e nas menores taxas de mercado. Serão 180 parcelas de R$ 550,00. Ou seja, R$ 99.000,00. 100% de aumento no seu sonho.
O mesmo vale para o financiamento aos cooperados mais jovens. Para R$ 70.000,00 em 240 meses serão R$ 660,00 ou R$ 168.000,00.
E a ansiada escritura que pode vir, via luta judicial, em cinco anos, talvez demore quinze ou vinte anos.
Quem não se adequar às exigências para o financiamento terá de devolver, sem mais argumentos, o imóvel à incorporadora recebendo o valor pago em 36 parcelas, com um ano de carência.
Finalizando:
Não há Messias a nos salvar.
Há espertalhões sem escrúpulos do outro lado.
A tábua de salvação chama-se lutar.
Lugar de conversar com a Cooperativa é à mesa do Magistrado ou à frente de todos os cooperados, sem recados, levando toda e qualquer decisão à presença daquele.
Com todo respeito, o resto é conversa fiada.

20 janeiro 2010

BANCOOP VILA CLEMENTINO

A BANCOOP chama comissão do VILA CLEMENTINO para reunião.
Após ser condenada em primeira instância a devolver imediatamente o dinheiro que sumiu da conta (R$ 1.760 mil), a reiniciar a obra sob multa mensal de 100 mil reais e ainda a devolver o valor de R$ 1.300 mil lançados a maior quando da compra do terreno – valores a serem corrigidos desde a propositura da ação e “erro” da escritura - a BANCOOP segue em suas ações desesperadas.
Será que tentará convencer os participantes da comissão a convencerem os demais “cooferrados” a saírem da “Cooperativa de fachada”?
Essa ilusão de passar para incorporadoras condena os cooperados a pagar novamente por seus imóveis já pagos.
No caso do Vila Clementino, os cooperados tem um crédito contábil suficiente para terminar o empreendimento e valores são lançados mais e mais, como fossemos devedores e não vitimas.
Tudo é possível e esperável quando se está em desespero de morte.
Mentir não é crime ao réu.
Só resta fazer a assinatura do termo de rendição, que fanáticos "xiitas" não fazem.
Ademais, se queriam falar com suas vítimas porque as impediu de entrar na Assembléia de aprovação de contas, ainda que esta já esteja sendo desprezada por inúmeros julgados?
Querem falar aos cooperados? Venham ao empreendimento!
Tem medo de que?
Sentem-se desprotegidos, sem a segurança dos guarda-costas?
No fundo sabem-se derrotados juridicamente e que politicamente a “casa cairá” de modo irreparável após as eleições de outubro.
Até lá o presidente da “cooperativa de fachada” ficará exposto enquanto tesoureiro de campanha do candidato petista ao Planalto. Terá que aparecer na mídia e será inevitavelmente questionado das derrotas consecutivas e da sua gestão na Cooperativa.
Isso se não for preso antes, fruto das investigações do Ministério Público criminal, que espero ocorra logo.
A “Cooperativa de fachada” está acabando.
Os colegas de infortúnio sabem que os diretores da cooperativa de fachada não repetem em pé o que disseram sentados.
Tenho acompanhado negociações e a cada reunião o valor a ser pago aumenta.
Não compactuo com farsas e não comparecerei a reunião.
Se alguém quiser ir em meu lugar segue o horário e endereço:
Rua Libero Badaró, 152 - Dia 22 Janeiro.2010 as 11 horas.
Se acredita em Papai Noel vá lá!
Cuidado com o café e a água.

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Segue o dispositivo final da sentença que condenou a BANCOOP na ação do Vila Clementino.

Doutra parte, em relação à COOPERATIVA HABITACIONAL DOS BANCÁRIOS DO ESTADO DE SÃO PAULO LTDA – BANCOOP, JULGO PARCIALMENTE PROCEDENTES OS PEDIDOS para, confirmando as liminares deferidas, condená-la a restituir à conta específica da seção Vila Clementino o valor de R$ 1.763.535,37, que deverão ser vinculados à conclusão das obras inacabadas do Residencial Vila Clementino, devendo as contribuições mensais dos Cooperados associados da autora ser depositadas em conta vinculada à dita seção, com a competente prestação de contas. Eventual exigência de aportes financeiros somente serão admitidas após a restituição do valor supra e a constatação manifesta e documentada sobre a insuficiência deles para conclusão das obras. Condeno a requerida, ainda, à míngua de qualquer explicação constante dos autos ou de qualquer prestação de contas a respeito a restituir aos Cooperados vinculados ao Residencial Vila Clementino a inexplicada diferença (R$ 1.300.000,00) entre o preço de aquisição e o preço de venda do terreno destinado à edificação de dito empreendimento, utilizando-se para tanto a divisão desta diferença pelo metro quadrado, e se multiplicado pela fração ideal adquirida por cada um. Dita restituição deverá ser feita, se o caso, após a conclusão das obras, caso não haja efetiva necessidade de reforço de caixa, nos termos especificados nesta sentença. Deverá, por fim, reiniciar as obras do Bloco C do empreendimento Vila Clementino, no prazo de dois meses, sob pena de multa de R$ 100.000,00 por mês de atraso, limitada a R$ 2.000.000,00. Arcará a ré com 70% das custas e despesas processuais, fixada a verba honorária advocatícia em 10% sobre o valor da condenação nesta mesma proporção.