Mostrando postagens com marcador judiciario. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador judiciario. Mostrar todas as postagens
28 agosto 2011
CORDEL CAPA DE REVISTAS (BATTISTI E ZÉ DIRCEU)
Ninguém me leve a mal
Que ando ruim da vista
Mas nas capas de revista
Lá das bancas de jornal
Parecia até competição
Numa o italiano terrorista
Noutra o “chefe” do mensalão
Olhei e me enraiveci
Como as coisas são erradas
Trabalhamos feito idiotas
E usam o nosso dinheiro
Pra sustentar esse condenado
Que matou compatriotas
Belo par de companheiros
O italiano tem documento
De cidadão brasileiro
Talvez ganhe um monumento
O que me deixa surpreso
Se lá ele seria preso
Aqui bem junto ao mar
Refestela-se a descansar
Como é normal essa gente
O outro bem falante
Também se diz inocente
De cabelos faz implante
À espera de sua condenação
Mas a todos garante
Decerto não terá prisão
O que não dizem do Brasil
Lesados aqui e vítimas da Itália
Que somos filhos de vadia
Comprados por alguns mil
Não espero ação divina
Na verdade é sempre falha
A justiça, se tardia
Marcadores:
apostolos de pedro,
cesar batisti,
cordel,
crimes,
dirceu,
judiciario,
pedro galuchi,
politica
18 janeiro 2011
NÃO SEI SE SOU...
Descobri não ser quem pensava ser, logo deixo meu passado para reencontrar minha família.
Sou ou não sou quem sou?
Se depender de meus avôs, não sou neto deles e sim de outras pessoas que jamais imaginei existirem.
Se os leitores estão achando o texto meio confuso, imaginem a minha cabeça ao descobrir que meus avôs maternos não eram eles e sim... (Ah! coloquem o que quiserem, oh! raios).
Eu que sempre admirei o Vô Mané e a vó “da parede” – não a conheci, exceto pela foto no túmulo – depois de mais de cinqüenta anos descubro que não eram eles.
Acho que minha mãe sempre quis revelar esse segredo. Várias vezes, disse-me que a cegonha me trouxera, encontrara-me dentro de um repolho, numa caixa de sapatos – não! isso foi em Monthy Pyton –, abandonado na porta da igreja.
Não a condeno!
No fundo, talvez tenha morrido sem saber que ela sim não era filha de seus pais.
É provável.
Uma coisa bate fundo em minha dúvida. Meus avôs não eram eles, mas meus bisavôs eram.
Raios! Raios! Raios!
Custei a entender. Mas tentarei explicar!
Tentava a obtenção da cidadania portuguesa.
Se Marisa (não a Tommei, que ganhou o Oscar) é italiana, porque eu não posso ser português? Só porque meu apelido é italiano e meu avô carcamano registrou doze filhos com sete apelidos diferentes?
Pus-me a desvendar a árvore genealógica.
Meu avô Manoel nascera no final do século XIX, num vilarejo cheio de terrinha no continente. Ele e milhares de Manuéis.
Manoel que era bom mesmo, nenhum.
Isso se conserta, dirá o atento leitor.
Respondo: claro! Dá um pouco de trabalho e, de fato, não faz tanta diferença. Difícil está de ensinar o galo. Acostumou-se com o cocorococó e não quer de jeito algum cantar cucurucucu.
Mané pra lá, Mané pra cá foi o de menos.
Quem?
Maria de Lourdes?
Não tem ninguém com esse nome, não!
Tem que ter.
Não tem...
Tem...
Não tem...
Ai! Jesus!
Maria de Jesus tem... Dezenas...
Maria de Jesus era a bisavó.
Tem Maria de Jesus filha de Maria de Jesus.
Um aparte! Não entendo por que minha mãe dizia tanto que queria ser filha de Maria? Será que era para aumentar a confusão?
Oh! Gajo! Veja se a Maria de Jesus filha da Maria de Jesus era filha do Antonio filho do Francisco. Esse Francisco teve um monte de filhos, mas nenhum Mirosmar.
Era!
Outra dúvida paira sobre o enevoado.
Será que meu avô Manalgumacoisa desposou a Maria certa ou casou-se com a mãe dela para livrar-se da sogra?
Dirá o leitor: Que confusão, minha Nossa Senhora de Lourdes...
Lourdes, não! Por favor! Lourdes é na França. E nem remende com Fátima, que ela apareceu depois da confusão.
Averbações para lá, averbações para cá e quase tudo certo, exceto por estar ouvindo vozes.
Deve ser um bate-papo no além. Pedrão conferindo se os Manuéis e Manoéis estão nos lugares certos. Minha avó ele que se atreva a conferir. É de Jesus, xará. Vai se meter com o filho do Chefe? As Marias são todas de Jesus e pronto.
Posso até obter a cidadania, mas aí será que estará correta?
E se a Lourdes e o Manoel existiram e eram espiões? Mudaram de nome para enganarem os agentes da KGB e CIA?
Improvável, pois elas não existiam.
Francamente, não sei mais quem sou.
Nem sei se existo.
Sou um fenômeno da natureza?
Um ET?
Coisa de louco, sô!
“Solta eu”, enfermeiro! Solta! Desta vez, não tenho culpa.
Sou ou não sou quem sou?
Se depender de meus avôs, não sou neto deles e sim de outras pessoas que jamais imaginei existirem.
Se os leitores estão achando o texto meio confuso, imaginem a minha cabeça ao descobrir que meus avôs maternos não eram eles e sim... (Ah! coloquem o que quiserem, oh! raios).
Eu que sempre admirei o Vô Mané e a vó “da parede” – não a conheci, exceto pela foto no túmulo – depois de mais de cinqüenta anos descubro que não eram eles.
Acho que minha mãe sempre quis revelar esse segredo. Várias vezes, disse-me que a cegonha me trouxera, encontrara-me dentro de um repolho, numa caixa de sapatos – não! isso foi em Monthy Pyton –, abandonado na porta da igreja.
Não a condeno!
No fundo, talvez tenha morrido sem saber que ela sim não era filha de seus pais.
É provável.
Uma coisa bate fundo em minha dúvida. Meus avôs não eram eles, mas meus bisavôs eram.
Raios! Raios! Raios!
Custei a entender. Mas tentarei explicar!
Tentava a obtenção da cidadania portuguesa.
Se Marisa (não a Tommei, que ganhou o Oscar) é italiana, porque eu não posso ser português? Só porque meu apelido é italiano e meu avô carcamano registrou doze filhos com sete apelidos diferentes?
Pus-me a desvendar a árvore genealógica.
Meu avô Manoel nascera no final do século XIX, num vilarejo cheio de terrinha no continente. Ele e milhares de Manuéis.
Manoel que era bom mesmo, nenhum.
Isso se conserta, dirá o atento leitor.
Respondo: claro! Dá um pouco de trabalho e, de fato, não faz tanta diferença. Difícil está de ensinar o galo. Acostumou-se com o cocorococó e não quer de jeito algum cantar cucurucucu.
Mané pra lá, Mané pra cá foi o de menos.
Quem?
Maria de Lourdes?
Não tem ninguém com esse nome, não!
Tem que ter.
Não tem...
Tem...
Não tem...
Ai! Jesus!
Maria de Jesus tem... Dezenas...
Maria de Jesus era a bisavó.
Tem Maria de Jesus filha de Maria de Jesus.
Um aparte! Não entendo por que minha mãe dizia tanto que queria ser filha de Maria? Será que era para aumentar a confusão?
Oh! Gajo! Veja se a Maria de Jesus filha da Maria de Jesus era filha do Antonio filho do Francisco. Esse Francisco teve um monte de filhos, mas nenhum Mirosmar.
Era!
Outra dúvida paira sobre o enevoado.
Será que meu avô Manalgumacoisa desposou a Maria certa ou casou-se com a mãe dela para livrar-se da sogra?
Dirá o leitor: Que confusão, minha Nossa Senhora de Lourdes...
Lourdes, não! Por favor! Lourdes é na França. E nem remende com Fátima, que ela apareceu depois da confusão.
Averbações para lá, averbações para cá e quase tudo certo, exceto por estar ouvindo vozes.
Deve ser um bate-papo no além. Pedrão conferindo se os Manuéis e Manoéis estão nos lugares certos. Minha avó ele que se atreva a conferir. É de Jesus, xará. Vai se meter com o filho do Chefe? As Marias são todas de Jesus e pronto.
Posso até obter a cidadania, mas aí será que estará correta?
E se a Lourdes e o Manoel existiram e eram espiões? Mudaram de nome para enganarem os agentes da KGB e CIA?
Improvável, pois elas não existiam.
Francamente, não sei mais quem sou.
Nem sei se existo.
Sou um fenômeno da natureza?
Um ET?
Coisa de louco, sô!
“Solta eu”, enfermeiro! Solta! Desta vez, não tenho culpa.
Marcadores:
apostolos de pedro,
humor,
judiciario,
pedro galuchi,
portugal
12 agosto 2010
BANCOOP – ME ENGANA QUE EU GOSTO, TONHÃO
Para relaxar e entender melhor, algumas alegorias.
Discutiam os patrícios Mané e Quinzinho n´além mar, no acerto de contas de uma bacalhoada pendurada:
Oh! Pá, se minha dívida era 50 escudos e tornou-se 15 escudos? Quando me enganas? Agora ou me enganava antes?
Unindo-se a discussão dos gajos, um ditado árabe:
“Se és enganado (traído) por alguém uma vez, a culpa não será sua. Se fores pela segunda, com certeza será”.
------------------------------------------------------------------------------------
A BANCOOP sempre tentando causar cizânia entre suas vítimas.
Criar ansiedades, expectativas e discórdia.
No recesso da CPI, que juntamente com o MP encaixa o quebra-cabeça do uso indevido do dinheiro dos cooperados, mandou seus advogados “convocarem” advogados das vítimas apresentando propostas tão mirabolantes, quanto impossíveis.
Números são números desde os primórdios dos tempos e contas são feitas com eles.
Compreendemos que números não pertençam ao ramo das Ciências Exatas, não muito afetas aos atores do mundo jurídico, salvo na contratação de honorários e sucumbências.
As contas da BANCOOP, se já não fecham com seus próprios dados, como fecharão com os dados absolutamente aleatórios apresentados?
Enfim, se até hoje os números apresentados pela Cooperativa eram absolutamente inconfiáveis, seus terrenos não lhe pertenciam, suas escrituras não eram passadas, será que agora serão?
De modo amigável?
Extra-judicialmente?
Chega de tergiversações!
Vamos aos fatos?
A proposta apresentada pelos advogados da BANCOOP, Drs. Pedro Dallari e Leticya Achur aos advogados dos empreendimentos Morada Inglesa, Casa Verde, Cachoeira, Anália Franco, St. Phillip, Vila Mariana, Torres de Pirituba, Vilas da Penha, Horto Florestal, Parque da Orquídeas, Colina Park, Mandaqui e Liberty é mais ou menos a seguinte:
Vocês me devem tanto e pagam metade, um terço, um quarto, etc. e fim de discussão.
Ah! Com uma ressalva.
Tem que ser aprovado pela totalidade das seccionais. Seccionais, mesmo...
E até o dia 18 de agosto.
Ao Village a proposta sequer foi apresentada.
Ora!
Será que alguém em são consciência pode acreditar que haja aceitação total e de imediato.
Nem em regimes totalitários.
Na salada de frutas que está a situação de cada empreendimento, provavelmente, haja poucos casos assemelhados. Querem comparar bananas com melancias.
Alguns exemplos, conhecidíssimos.
Vila Mariana está construída, terreno em nome da cooperativa, e só falta, de fato e salvo algum susto não impossível, escrituras e discussão de valores.
Há alguns empreendimentos em semelhante situação.
Entretanto:
O Liberty é um esqueleto endividado e Anália Franco é um esqueleto credor.
Já Vilas da Penha, aos pedaços, tem terreno em nome de terceiro e Village Palmas todo construído, com algumas casas rachadas, sequer existe legalmente.
Juntar tudo num liquidificador só?
Será que mais alguém, além de mim, passou a acreditar em coelhinho da Páscoa? Em Saci? Pode ser... estamos no mês do folclore.
A BANCOOP passou a ser confiável?
Lobo depilado continua lobo.
A manobra é seguramente apenas mais uma “maravilhosa e mentirosa” proposta para iludir incautos, causando a divisão característica no ser humano egoísta.
Colegas de infortúnio, a situação não se resolverá com um pozinho de pirilimpimpim.
A demorada, por diversos motivos, denúncia da parte do Ministério Público deverá incomodar muita gente... as eleições se aproximam... a CPI fecha o cerco.
Sabemos que os advogados estão cansados, mas não sofrem tanto quanto seus representados.
Se a BANCOOP pretende se render realmente, a rendição tem que ser na forma proposta por cooperados, não através de interlocutores.
O estatuto impede a entrada de advogados em assembléias.
Se a BANCOOP quer apresentar propostas, seus dirigentes agendem reuniões com lideres dos empreendimentos, apresentando dados concretos, individualizados, comprovados e por escrito.
A BANCOOP não está em condições de oferecer nada.
Seus dirigentes que ganham um apartamento por ano de salários, deveriam mais é ter seus salários penhorados e bens indisponibilizados.
------------------------------------------------------------------------
Vou terminar porque a Poliana me mandou um email, protestando: Seu chato, vou pagar só metade...
Querida Poli, metade de quanto, cara pálida?
Ah! Poli, responda-me uma perguntinha a mais: Quando você estiver no aconchego de sua novelinha e receber um telefonema lhe cobrando um recebível que a Cooperativa repassou para alguém para cobrir aquela metade, terço, quarto que você não pagou, você vai reclamar com quem?
Peraí, acendeu meu site de relacionamentos...
É o Tonhão discutindo com a namorada: “Me engana que eu gosto!”
Oh! Tonhão... Linha cruzada... Você é cooperado também?
Que sorte a sua!
-----------------------------------------------------------------------
Discutiam os patrícios Mané e Quinzinho n´além mar, no acerto de contas de uma bacalhoada pendurada:
Oh! Pá, se minha dívida era 50 escudos e tornou-se 15 escudos? Quando me enganas? Agora ou me enganava antes?
Unindo-se a discussão dos gajos, um ditado árabe:
“Se és enganado (traído) por alguém uma vez, a culpa não será sua. Se fores pela segunda, com certeza será”.
------------------------------------------------------------------------------------
A BANCOOP sempre tentando causar cizânia entre suas vítimas.
Criar ansiedades, expectativas e discórdia.
No recesso da CPI, que juntamente com o MP encaixa o quebra-cabeça do uso indevido do dinheiro dos cooperados, mandou seus advogados “convocarem” advogados das vítimas apresentando propostas tão mirabolantes, quanto impossíveis.
Números são números desde os primórdios dos tempos e contas são feitas com eles.
Compreendemos que números não pertençam ao ramo das Ciências Exatas, não muito afetas aos atores do mundo jurídico, salvo na contratação de honorários e sucumbências.
As contas da BANCOOP, se já não fecham com seus próprios dados, como fecharão com os dados absolutamente aleatórios apresentados?
Enfim, se até hoje os números apresentados pela Cooperativa eram absolutamente inconfiáveis, seus terrenos não lhe pertenciam, suas escrituras não eram passadas, será que agora serão?
De modo amigável?
Extra-judicialmente?
Chega de tergiversações!
Vamos aos fatos?
A proposta apresentada pelos advogados da BANCOOP, Drs. Pedro Dallari e Leticya Achur aos advogados dos empreendimentos Morada Inglesa, Casa Verde, Cachoeira, Anália Franco, St. Phillip, Vila Mariana, Torres de Pirituba, Vilas da Penha, Horto Florestal, Parque da Orquídeas, Colina Park, Mandaqui e Liberty é mais ou menos a seguinte:
Vocês me devem tanto e pagam metade, um terço, um quarto, etc. e fim de discussão.
Ah! Com uma ressalva.
Tem que ser aprovado pela totalidade das seccionais. Seccionais, mesmo...
E até o dia 18 de agosto.
Ao Village a proposta sequer foi apresentada.
Ora!
Será que alguém em são consciência pode acreditar que haja aceitação total e de imediato.
Nem em regimes totalitários.
Na salada de frutas que está a situação de cada empreendimento, provavelmente, haja poucos casos assemelhados. Querem comparar bananas com melancias.
Alguns exemplos, conhecidíssimos.
Vila Mariana está construída, terreno em nome da cooperativa, e só falta, de fato e salvo algum susto não impossível, escrituras e discussão de valores.
Há alguns empreendimentos em semelhante situação.
Entretanto:
O Liberty é um esqueleto endividado e Anália Franco é um esqueleto credor.
Já Vilas da Penha, aos pedaços, tem terreno em nome de terceiro e Village Palmas todo construído, com algumas casas rachadas, sequer existe legalmente.
Juntar tudo num liquidificador só?
Será que mais alguém, além de mim, passou a acreditar em coelhinho da Páscoa? Em Saci? Pode ser... estamos no mês do folclore.
A BANCOOP passou a ser confiável?
Lobo depilado continua lobo.
A manobra é seguramente apenas mais uma “maravilhosa e mentirosa” proposta para iludir incautos, causando a divisão característica no ser humano egoísta.
Colegas de infortúnio, a situação não se resolverá com um pozinho de pirilimpimpim.
A demorada, por diversos motivos, denúncia da parte do Ministério Público deverá incomodar muita gente... as eleições se aproximam... a CPI fecha o cerco.
Sabemos que os advogados estão cansados, mas não sofrem tanto quanto seus representados.
Se a BANCOOP pretende se render realmente, a rendição tem que ser na forma proposta por cooperados, não através de interlocutores.
O estatuto impede a entrada de advogados em assembléias.
Se a BANCOOP quer apresentar propostas, seus dirigentes agendem reuniões com lideres dos empreendimentos, apresentando dados concretos, individualizados, comprovados e por escrito.
A BANCOOP não está em condições de oferecer nada.
Seus dirigentes que ganham um apartamento por ano de salários, deveriam mais é ter seus salários penhorados e bens indisponibilizados.
------------------------------------------------------------------------
Vou terminar porque a Poliana me mandou um email, protestando: Seu chato, vou pagar só metade...
Querida Poli, metade de quanto, cara pálida?
Ah! Poli, responda-me uma perguntinha a mais: Quando você estiver no aconchego de sua novelinha e receber um telefonema lhe cobrando um recebível que a Cooperativa repassou para alguém para cobrir aquela metade, terço, quarto que você não pagou, você vai reclamar com quem?
Peraí, acendeu meu site de relacionamentos...
É o Tonhão discutindo com a namorada: “Me engana que eu gosto!”
Oh! Tonhão... Linha cruzada... Você é cooperado também?
Que sorte a sua!
-----------------------------------------------------------------------
Marcadores:
apostolos de pedro,
bancoop,
CPI BANCOOP,
crimes,
judiciario,
pedro galuchi,
Vaccari
08 agosto 2010
BANCOOP - A NOVA PROPOSTA
A BANCOOP distribui informativo desinformando mais uma vez para confundir e tentar dividir o valoroso movimento de resistência de suas vítimas.
Diz que está entabulando negociações com os advogados.
Realmente houve três reuniões com quatro advogados que representam Vila Mariana, Morada Inglesa, Casa Verde, Cachoeira, Anália Franco, St. Phillip, Pirituba, Vilas Penha, Village, Horto, Recanto das Orquídeas, Tatuapé, Mandaqui e Liberty.
Apresentaram propostas com "maravilhosos" valores aleatórios para os prédios que estão prontos, nada de novo aos que estão em construção (permanece a transferência para construtoras com pagamento de multas demissionais) e absolutamente nada para o Village Palmas (construído sem alvará).
Como se tudo fosse igual e com aprovação explícita de todas as Seccionais.
Tudo de uma tacada só, atropelando direitos individuais ou já decididos judicialmente.
A proposta é válida por apenas 45 dias. Será coincidência com o período eleitoral?
A princípio, reparem na impossibilidade do acordo coletivo, visto que alguns empreendimentos sequer se fizeram presente, como p.ex. Moóca, Bela Cintra, Vila Clementino, entre outros.
A manobra é apenas mais uma lenga-lenga protelatória, às vésperas de novas revelações judiciais e na CPI.
O desejo astuto da cooperativa é dividir opiniões e a luta. Usar o argumento da transferência da responsabilidade de “não ser possível” o acordo diante da manifestação contrária dos cooperados, fato que já se revelou em reuniões de pelo menos três empreendimentos que preferiram permanecer no embate por seus direitos reais a aceitar dados novamente improváveis e unilaterais.
Não se deixe iludir!
A BANCOOP não tem nada a oferecer.
Tudo o mais é boato, que sabem plantar muito bem...
---------------------------------------------------------------------------
De certo mesmo apenas a crescente mobilização para a manifestação a ser realizada no dia 17 de Agosto na Assembléia Legislativa.
Organize seu empreendimento.
Diz que está entabulando negociações com os advogados.
Realmente houve três reuniões com quatro advogados que representam Vila Mariana, Morada Inglesa, Casa Verde, Cachoeira, Anália Franco, St. Phillip, Pirituba, Vilas Penha, Village, Horto, Recanto das Orquídeas, Tatuapé, Mandaqui e Liberty.
Apresentaram propostas com "maravilhosos" valores aleatórios para os prédios que estão prontos, nada de novo aos que estão em construção (permanece a transferência para construtoras com pagamento de multas demissionais) e absolutamente nada para o Village Palmas (construído sem alvará).
Como se tudo fosse igual e com aprovação explícita de todas as Seccionais.
Tudo de uma tacada só, atropelando direitos individuais ou já decididos judicialmente.
A proposta é válida por apenas 45 dias. Será coincidência com o período eleitoral?
A princípio, reparem na impossibilidade do acordo coletivo, visto que alguns empreendimentos sequer se fizeram presente, como p.ex. Moóca, Bela Cintra, Vila Clementino, entre outros.
A manobra é apenas mais uma lenga-lenga protelatória, às vésperas de novas revelações judiciais e na CPI.
O desejo astuto da cooperativa é dividir opiniões e a luta. Usar o argumento da transferência da responsabilidade de “não ser possível” o acordo diante da manifestação contrária dos cooperados, fato que já se revelou em reuniões de pelo menos três empreendimentos que preferiram permanecer no embate por seus direitos reais a aceitar dados novamente improváveis e unilaterais.
Não se deixe iludir!
A BANCOOP não tem nada a oferecer.
Tudo o mais é boato, que sabem plantar muito bem...
---------------------------------------------------------------------------
De certo mesmo apenas a crescente mobilização para a manifestação a ser realizada no dia 17 de Agosto na Assembléia Legislativa.
Organize seu empreendimento.
Marcadores:
apostolos de pedro,
bancoop,
CPI BANCOOP,
crimes,
fraude processual,
governo,
judiciario,
pedro galuchi,
Vaccari
21 julho 2010
BANCOOP - A ULTIMA PROPOSTA
Como suspeitávamos!
Os advogados da BANCOOP Dr. Pedro Dallari e Dra. Leticya agendaram reunião com alguns advogados dos cooperados, acenando uma proposta coletiva de solução para o caso.
O encontro ocorreu na Assembleia Legislativa, hoje pela manhã - 21 de julho de 2010..
Resultado:
NADA!
Pura enrolação para colocar umas estacas na casa caindo e tentar blindar o caso até as eleições.
Confirma-se o que defendemos há muito tempo.
Conversa com a Cooperativa só nos autos dos processos...
O mais é desperdício de tempo, combustivel, et coetera...
Dentro dos propalados padrões de transparência, o advogado da BANCOOP não permitiu nenhum registro do encontro.
Depois eles publicam o que lhes der na telha..
Tem quem acredite...
Eu acredito em Papai Noel, Coelhinho da Páscoa, Saci Pererê e agosto é o mês do folclore...
Deixe-me ver se não tem nenhum motoqueiro seguindo...
-----------------------------------------------------------------------------
Não se esqueçam do Mantra de hoje:
"Por debaixo dos panos, prá ninguém saber..."
Os advogados da BANCOOP Dr. Pedro Dallari e Dra. Leticya agendaram reunião com alguns advogados dos cooperados, acenando uma proposta coletiva de solução para o caso.
O encontro ocorreu na Assembleia Legislativa, hoje pela manhã - 21 de julho de 2010..
Resultado:
NADA!
Pura enrolação para colocar umas estacas na casa caindo e tentar blindar o caso até as eleições.
Confirma-se o que defendemos há muito tempo.
Conversa com a Cooperativa só nos autos dos processos...
O mais é desperdício de tempo, combustivel, et coetera...
Dentro dos propalados padrões de transparência, o advogado da BANCOOP não permitiu nenhum registro do encontro.
Depois eles publicam o que lhes der na telha..
Tem quem acredite...
Eu acredito em Papai Noel, Coelhinho da Páscoa, Saci Pererê e agosto é o mês do folclore...
Deixe-me ver se não tem nenhum motoqueiro seguindo...
-----------------------------------------------------------------------------
Não se esqueçam do Mantra de hoje:
"Por debaixo dos panos, prá ninguém saber..."
Marcadores:
apostolos de pedro,
bancoop,
crimes,
folclore,
judiciario,
pedro galuchi
BANCOOP - Por Debaixo Dos Panos
Muita coisa obscura rolando nos bastidores.
Preparem seu coração e bolso...
Armação pode ser ilimitada...
Em referencia a censura às noticias sonegadas da BANCOOP e reuniões com “negociações em busca de soluções” articuladas nas coxias, sem que os cooperados tenham amplo conhecimento e ainda pelo fato do Jornal Estado de São Paulo estar há quase um ano censurado pelo caso Sarney – Boi Barrica, hoje os Apóstolos devem entoar um mantra (de Antonio Barros e Cecéu):
O que a gente faz
É por debaixo dos pano
Pra ninguém saber
É por debaixo dos pano
Se eu ganho mais
É por debaixo dos pano
Ou se vou perder
É por debaixo dos pano
É debaixo dos pano
Que a gente não tem medo
Pode guardar segredo
De tudo que se vê
É debaixo dos pano
Que a gente fala do fulano
E diz o que convém
É debaixo dos pano
Que eu me afogo
Que eu me dano
Sem perder o bem
É debaixo dos pano
Que a gente esconde tudo
E não se fica mudo
E tudo quer fazer
É debaixo dos pano
Que a gente comete um engano
Se ninguém saber
É debaixo dos pano
Que a gente entra pelo cano
Sem ninguém ver
------------------------------------------------------------
Para não dizer que não falo de coisas sérias:
Jorginho!
Hoje tem culto ao Manto...
Olhe lá!, hein, mano....
Preparem seu coração e bolso...
Armação pode ser ilimitada...
Em referencia a censura às noticias sonegadas da BANCOOP e reuniões com “negociações em busca de soluções” articuladas nas coxias, sem que os cooperados tenham amplo conhecimento e ainda pelo fato do Jornal Estado de São Paulo estar há quase um ano censurado pelo caso Sarney – Boi Barrica, hoje os Apóstolos devem entoar um mantra (de Antonio Barros e Cecéu):
O que a gente faz
É por debaixo dos pano
Pra ninguém saber
É por debaixo dos pano
Se eu ganho mais
É por debaixo dos pano
Ou se vou perder
É por debaixo dos pano
É debaixo dos pano
Que a gente não tem medo
Pode guardar segredo
De tudo que se vê
É debaixo dos pano
Que a gente fala do fulano
E diz o que convém
É debaixo dos pano
Que eu me afogo
Que eu me dano
Sem perder o bem
É debaixo dos pano
Que a gente esconde tudo
E não se fica mudo
E tudo quer fazer
É debaixo dos pano
Que a gente comete um engano
Se ninguém saber
É debaixo dos pano
Que a gente entra pelo cano
Sem ninguém ver
------------------------------------------------------------
Para não dizer que não falo de coisas sérias:
Jorginho!
Hoje tem culto ao Manto...
Olhe lá!, hein, mano....
Marcadores:
apostolos de pedro,
bancoop,
CPI BANCOOP,
crimes,
governo,
judiciario,
pedro galuchi
15 abril 2010
BANCOOP - PROMOTOR VISITA O VILA CLEMENTINO
No dia 14 de abril, o Dr. José Carlos Blat, promotor do caso BANCOOP, compareceu, gentilmente, ao residencial Vila Clementino, onde parte dos cooperados está aflita com a situação da venda da seccional a incorporadora TARJAB.
Havia aproximadamente vinte pessoas, entre diretores da Associação que defendem o acordo e cooperados que resistem a ele.
Presente também o Dr. Jorge Saad, advogado da seccional, que por coincidência participou de tratativas do acordo “Altos do Butantã-BANCOOP-OAS” e, inclusive, manifestou sua reprovação àquele acordo.
Dr. Blat esclareceu e respondeu questionamentos sobre o andamento das investigações criminais sobre a Cooperativa.
Contou do empenho do Ministério Público neste caso, onde foram vencidas, arduamente, várias etapas.
Disse que, apesar de muitas dificuldades encontradas para obtenção da documentação bancária da BANCOOP, tem previsão de muito em breve estarem fechados esses levantamentos para promover as ações cabíveis.
Ressaltou e deixou claro que não interfere nas ações cíveis ou decisões quanto a negociações extrajudiciais, mas lembrou que uma vez feito um acordo os cooperados perdem toda esperança de acionar a cooperativa a qualquer tempo, sem poderem se arrepender.
Encerrou a reunião convidando os diretores da Associação para prestarem depoimento sobre a seccional, e agendou-se para a próxima semana.
Só resta agradecer a presença com a esperança de que muitos olhos sejam abertos e vejam que há grandes possibilidades de vitórias, não apenas satisfatórias de justiça, mas de alcance econômico, com a exclusão do “custo BANCOOP” nas negociações com incorporadoras e o conseqüente barateamento de custos no término das obras.
De minha parte, continuarei lutando contra esse acordo em todas as esferas.
Finalizando, lembro ensinamento de um Mestre da área da psicologia que dizia:
“Você avisa que do outro lado da porta tem um leão faminto, alerta dos riscos e insistem em abrir... Fazer o que?”.
E das palavras do Senador Jefferson Peres (AM), em agosto de 2006:
“A crise ética não é apenas dos políticos... O povo compactua com isso...”
Havia aproximadamente vinte pessoas, entre diretores da Associação que defendem o acordo e cooperados que resistem a ele.
Presente também o Dr. Jorge Saad, advogado da seccional, que por coincidência participou de tratativas do acordo “Altos do Butantã-BANCOOP-OAS” e, inclusive, manifestou sua reprovação àquele acordo.
Dr. Blat esclareceu e respondeu questionamentos sobre o andamento das investigações criminais sobre a Cooperativa.
Contou do empenho do Ministério Público neste caso, onde foram vencidas, arduamente, várias etapas.
Disse que, apesar de muitas dificuldades encontradas para obtenção da documentação bancária da BANCOOP, tem previsão de muito em breve estarem fechados esses levantamentos para promover as ações cabíveis.
Ressaltou e deixou claro que não interfere nas ações cíveis ou decisões quanto a negociações extrajudiciais, mas lembrou que uma vez feito um acordo os cooperados perdem toda esperança de acionar a cooperativa a qualquer tempo, sem poderem se arrepender.
Encerrou a reunião convidando os diretores da Associação para prestarem depoimento sobre a seccional, e agendou-se para a próxima semana.
Só resta agradecer a presença com a esperança de que muitos olhos sejam abertos e vejam que há grandes possibilidades de vitórias, não apenas satisfatórias de justiça, mas de alcance econômico, com a exclusão do “custo BANCOOP” nas negociações com incorporadoras e o conseqüente barateamento de custos no término das obras.
De minha parte, continuarei lutando contra esse acordo em todas as esferas.
Finalizando, lembro ensinamento de um Mestre da área da psicologia que dizia:
“Você avisa que do outro lado da porta tem um leão faminto, alerta dos riscos e insistem em abrir... Fazer o que?”.
E das palavras do Senador Jefferson Peres (AM), em agosto de 2006:
“A crise ética não é apenas dos políticos... O povo compactua com isso...”
Marcadores:
apostolos de pedro,
bancoop,
judiciario,
Ministério Publico,
pedro galuchi,
vila clementino
23 março 2010
BANCOOP - VILA CLEMENTINO – ROLO COMPRESSOR, NÃO!
Inicialmente, como membro da Associação, esclareço que não compactuei e como a maioria fui surpreendido com a convocação de “assembléia deliberativa” marcada para amanhã, dia 24 de março.
Diferentemente do que já ouvi, a título de desqualificar minhas argumentações, não entro em debates políticos em nossa situação - leiam “Os guerrilheiros do PT” no blog - e tenho um apartamento no bloco C e, menos mal, um de meus filhos não está tendo necessidade de moradia, por trabalhar fora de São Paulo.
Quem quiser detalhes mais aprofundados, acesse meu blog, neste mês de março.
A questão que se apresenta em nosso empreendimento é que tudo está sendo feito de atropelo.
Estranhamente.
No instante em que temos uma sentença positiva, a possibilidade de executarmos a Cooperativa e vem à tona, em nível nacional, o caso, porque da pressa em se fazer o “acordão”, que todos sabem minha opinião de resistência?
Mesmo os dirigentes da Associação que se manifestam abertamente “não confiarem na Justiça” declaram que não é acordo.
É imposição.
Aliás, esses diretores da Associação estão me devendo uma resposta de por que buscaram o Judiciário se nele não confiavam. E acrescento: Porque tentam convencer quem acredita, em dele desistir?
E a BANCOOP não está com qualquer “firmeza” para fazer imposições. Nem moral, nem judicial, nem financeira.
Nem negociador oficial, pois está com presidente interino, pois seu investigado presidente afastou-se do cargo.
Tenho que repetir: Quem faria acordo nesta situação com pessoas suspeitas?
Tudo feito aos supetões.
Uma reunião foi marcada para o dia 16 entre os membros da Associação para decidir-se que rumos tomar diante dos fatos que a imprensa divulgou.
Nesta reunião concordamos que apenas pegássemos os dados TARJAB. Só que essa reunião com a TARJAB já havia sido marcada para o dia 18, à qual, por compromisso há muito agendado, não compareci.
Solicitei a TARJAB e ao Sr. Lael encaminhassem-me esses dados e não o fizeram.
Ao contrário, um email assinado simplesmente ASSOCIAÇÃO marca a “reunião deliberativa” para acordo.
Ontem, dia 22, alguns cooperados insatisfeitos com esse andamento se reuniram.
Após mais de duas horas de discussão, solicitei simples providências ao Sr. Lael.
Cancelasse o quesito deliberação e a não necessidade do comparecimento do advogado. A TARJAB apresenta os valores, as pessoas questionam suas dúvidas e só.
Decisões somente seriam tomadas em data aprazada com suficiente antecedência, sem o calor da ansiedade, após reflexão e avaliação serena dos prós e contras das “imposições” da Cooperativa, das capacidades financeiras individuais.
Alguém tem uma justificativa para isso não ser possível?
Para não esticar a conversa, neste “efeito manada” que desejam criar, não vou tentar esclarecer mais nada quanto a situação favorável que estamos desperdiçando.
Como já propus aos que estão com dinheiro sobrando, e cinco, dez mil reais não fazem diferença que pagassem a minha parte e ninguém ainda se ofereceu para isso, excluam-me desse acordo.
Não o assinarei e estou em contato com advogados para a execução da sentença, juntamente com os cooperados que querem continuá-la.
Quem “confia na Justiça”, não quer jogar dinheiro fora e quiser continuar, vamos nessa!
Continuo tentando entender a quem interessa o acordo.
Ainda mais, agora!
Diferentemente do que já ouvi, a título de desqualificar minhas argumentações, não entro em debates políticos em nossa situação - leiam “Os guerrilheiros do PT” no blog - e tenho um apartamento no bloco C e, menos mal, um de meus filhos não está tendo necessidade de moradia, por trabalhar fora de São Paulo.
Quem quiser detalhes mais aprofundados, acesse meu blog, neste mês de março.
A questão que se apresenta em nosso empreendimento é que tudo está sendo feito de atropelo.
Estranhamente.
No instante em que temos uma sentença positiva, a possibilidade de executarmos a Cooperativa e vem à tona, em nível nacional, o caso, porque da pressa em se fazer o “acordão”, que todos sabem minha opinião de resistência?
Mesmo os dirigentes da Associação que se manifestam abertamente “não confiarem na Justiça” declaram que não é acordo.
É imposição.
Aliás, esses diretores da Associação estão me devendo uma resposta de por que buscaram o Judiciário se nele não confiavam. E acrescento: Porque tentam convencer quem acredita, em dele desistir?
E a BANCOOP não está com qualquer “firmeza” para fazer imposições. Nem moral, nem judicial, nem financeira.
Nem negociador oficial, pois está com presidente interino, pois seu investigado presidente afastou-se do cargo.
Tenho que repetir: Quem faria acordo nesta situação com pessoas suspeitas?
Tudo feito aos supetões.
Uma reunião foi marcada para o dia 16 entre os membros da Associação para decidir-se que rumos tomar diante dos fatos que a imprensa divulgou.
Nesta reunião concordamos que apenas pegássemos os dados TARJAB. Só que essa reunião com a TARJAB já havia sido marcada para o dia 18, à qual, por compromisso há muito agendado, não compareci.
Solicitei a TARJAB e ao Sr. Lael encaminhassem-me esses dados e não o fizeram.
Ao contrário, um email assinado simplesmente ASSOCIAÇÃO marca a “reunião deliberativa” para acordo.
Ontem, dia 22, alguns cooperados insatisfeitos com esse andamento se reuniram.
Após mais de duas horas de discussão, solicitei simples providências ao Sr. Lael.
Cancelasse o quesito deliberação e a não necessidade do comparecimento do advogado. A TARJAB apresenta os valores, as pessoas questionam suas dúvidas e só.
Decisões somente seriam tomadas em data aprazada com suficiente antecedência, sem o calor da ansiedade, após reflexão e avaliação serena dos prós e contras das “imposições” da Cooperativa, das capacidades financeiras individuais.
Alguém tem uma justificativa para isso não ser possível?
Para não esticar a conversa, neste “efeito manada” que desejam criar, não vou tentar esclarecer mais nada quanto a situação favorável que estamos desperdiçando.
Como já propus aos que estão com dinheiro sobrando, e cinco, dez mil reais não fazem diferença que pagassem a minha parte e ninguém ainda se ofereceu para isso, excluam-me desse acordo.
Não o assinarei e estou em contato com advogados para a execução da sentença, juntamente com os cooperados que querem continuá-la.
Quem “confia na Justiça”, não quer jogar dinheiro fora e quiser continuar, vamos nessa!
Continuo tentando entender a quem interessa o acordo.
Ainda mais, agora!
18 março 2010
BANCOOP – VILA CLEMENTINO VENDIDA?
A Associação de Cooperados da Vila Clementino, a despeito de todo “imbróglio” de denúncias envolvendo o tesoureiro do Partido dos Trabalhadores e presidente, de fato, da Cooperativa de Fachada - BANCOOP -, tende a continuar o processo de transferência da seccional para uma incorporadora.
Atualmente a TARJAB, que adquiriu o St. Paul.
Inicialmente, tenhamos claro que não devemos entrar no tiroteio dos guerrilheiros do PT (leiam matéria neste blog) e enveredarmos para o viés político, nem confundirmos a investigação criminal com sentenças cíveis.
Releve-se sim a atividade política junto ao Senado, que aliás a seccional não enviou representante, e as denúncias de propinoduto envolvendo o principal e efetivo negociador.
Mas isso para que tenhamos muito maior cuidado quanto a confiabilidade da pessoa com quem a Associação “negocia” e não aos crimes que eventualmente tenha praticado.
Ressalto que o fato da suspeição do investigado só não havia ganhado notoriedade.
Sabemos estar lidando com pessoas às quais não emprestaríamos um centavo.
Por que pagarmos dezenas de milhares de reais a estas pessoas, neste momento?
A indagação é a quem interessa esta negociação? Ainda mais neste momento?
Meu questionamento ampara-se na vitória do Judiciário.
Além de discordar, por princípios éticos, quanto ao pagamento, compensação ou nome que queiram dar a transferência de mais dinheiro a esta malfadada arapuca, pergunto em que valores confiarmos em nome da tese da confidencialidade entre BANCOOP e TARJAB?
Aqui sim recai o aspecto da pessoa investigada e torna o ambiente esfumaçado.
Mesmo os defensores do “acordo” aceitam que é uma imposição e ponto final.
Um dia entenderei por que insistem. Com tanta pressa.
Neste momento o único acordo seria o termo de rendição e jamais imposições.
Argumento demasiadamente usado é que nunca receberemos um centavo.
Aceitando as imposições do acordo, além de não recebermos esse centavo, pagaremos milhões deles, mesmo com a parafernália de cálculos Malbatanianos que se alegam maquiando como vantajoso esse desembolso.
O que são cinco milhões de centavos a mais?
Nada!
Citando um cooperado: “Parece tanto quando se precisa alguns para reproduzir um impresso”.
Nas contas apresentadas vêm rubricados honorários advocatícios.
Ora, se a ação está ganha em primeira instância e pela tibieza do recurso apresentado a sucumbência caberá ao derrotado.
Querem transferir quase um milhão de reais aos cooperados. Os honorários de nosso advogado e os honorários dos advogados da Cooperativa.
Outro argumento pasma-me. Não confiam que o Judiciário resolva a questão.
Se não confiavam, por que nele buscaram amparo?
Nas contas que serão apresentadas aos cooperados, muito provavelmente, aparecerão compensações de valores beneficiando aos que pagaram aporte, participando ou não da ação, com aumento dos valores dos que se engajaram na luta.
Se alguém defende essa tese de “socialismo moreno”, pague a minha parte nessa compensação.
Outra tese, aparentemente bondosa, é a que o pessoal do Bloco C é quem mais perde e estão preocupados com eles.
Interessante falácia.
Na hora de dividir prejuízos querem socializar, mas por que os defensores desta tese não pegam trinta por cento dos valores dos aluguéis que recebem, receberam ou deixam de pagar e fazem um “caixa”, que não precisa ser “dois” e repassam esse valor para ajudar os trinta por cento “pobres prejudicados” do bloco C a reduzirem seu prejuízo?
A lei do Cooperativismo prevê essa situação. Quem usufrui primeiro, paga mais.
Estranha-me ainda tais preocupações, quando lembro que muitos terão que entregar seus imóveis e respondem-me que são problemas individuais.
Cabe lembrar ainda que a partir do momento que assinarem o acordo, será cada um por si, perdendo a associação qualquer direito.
Em algum lugar li: “Dividir para reinar!”. Será o caso? Quem sairá com o ouro do reino?
O mais tenebroso argumento: É a única saída!
Não é!
Há saída, trabalhosa, via Judiciário.
Para finalizar...
Plano B existe e será colocado em prática por alguns silenciosos cooperados que igualmente discordam da atual forma de “negociação”.
Não me cabe explicar.
Por enquanto, apenas quero entender a quem tanto interessa, de fato, a venda da seccional nas atuais circunstâncias.
Atualmente a TARJAB, que adquiriu o St. Paul.
Inicialmente, tenhamos claro que não devemos entrar no tiroteio dos guerrilheiros do PT (leiam matéria neste blog) e enveredarmos para o viés político, nem confundirmos a investigação criminal com sentenças cíveis.
Releve-se sim a atividade política junto ao Senado, que aliás a seccional não enviou representante, e as denúncias de propinoduto envolvendo o principal e efetivo negociador.
Mas isso para que tenhamos muito maior cuidado quanto a confiabilidade da pessoa com quem a Associação “negocia” e não aos crimes que eventualmente tenha praticado.
Ressalto que o fato da suspeição do investigado só não havia ganhado notoriedade.
Sabemos estar lidando com pessoas às quais não emprestaríamos um centavo.
Por que pagarmos dezenas de milhares de reais a estas pessoas, neste momento?
A indagação é a quem interessa esta negociação? Ainda mais neste momento?
Meu questionamento ampara-se na vitória do Judiciário.
Além de discordar, por princípios éticos, quanto ao pagamento, compensação ou nome que queiram dar a transferência de mais dinheiro a esta malfadada arapuca, pergunto em que valores confiarmos em nome da tese da confidencialidade entre BANCOOP e TARJAB?
Aqui sim recai o aspecto da pessoa investigada e torna o ambiente esfumaçado.
Mesmo os defensores do “acordo” aceitam que é uma imposição e ponto final.
Um dia entenderei por que insistem. Com tanta pressa.
Neste momento o único acordo seria o termo de rendição e jamais imposições.
Argumento demasiadamente usado é que nunca receberemos um centavo.
Aceitando as imposições do acordo, além de não recebermos esse centavo, pagaremos milhões deles, mesmo com a parafernália de cálculos Malbatanianos que se alegam maquiando como vantajoso esse desembolso.
O que são cinco milhões de centavos a mais?
Nada!
Citando um cooperado: “Parece tanto quando se precisa alguns para reproduzir um impresso”.
Nas contas apresentadas vêm rubricados honorários advocatícios.
Ora, se a ação está ganha em primeira instância e pela tibieza do recurso apresentado a sucumbência caberá ao derrotado.
Querem transferir quase um milhão de reais aos cooperados. Os honorários de nosso advogado e os honorários dos advogados da Cooperativa.
Outro argumento pasma-me. Não confiam que o Judiciário resolva a questão.
Se não confiavam, por que nele buscaram amparo?
Nas contas que serão apresentadas aos cooperados, muito provavelmente, aparecerão compensações de valores beneficiando aos que pagaram aporte, participando ou não da ação, com aumento dos valores dos que se engajaram na luta.
Se alguém defende essa tese de “socialismo moreno”, pague a minha parte nessa compensação.
Outra tese, aparentemente bondosa, é a que o pessoal do Bloco C é quem mais perde e estão preocupados com eles.
Interessante falácia.
Na hora de dividir prejuízos querem socializar, mas por que os defensores desta tese não pegam trinta por cento dos valores dos aluguéis que recebem, receberam ou deixam de pagar e fazem um “caixa”, que não precisa ser “dois” e repassam esse valor para ajudar os trinta por cento “pobres prejudicados” do bloco C a reduzirem seu prejuízo?
A lei do Cooperativismo prevê essa situação. Quem usufrui primeiro, paga mais.
Estranha-me ainda tais preocupações, quando lembro que muitos terão que entregar seus imóveis e respondem-me que são problemas individuais.
Cabe lembrar ainda que a partir do momento que assinarem o acordo, será cada um por si, perdendo a associação qualquer direito.
Em algum lugar li: “Dividir para reinar!”. Será o caso? Quem sairá com o ouro do reino?
O mais tenebroso argumento: É a única saída!
Não é!
Há saída, trabalhosa, via Judiciário.
Para finalizar...
Plano B existe e será colocado em prática por alguns silenciosos cooperados que igualmente discordam da atual forma de “negociação”.
Não me cabe explicar.
Por enquanto, apenas quero entender a quem tanto interessa, de fato, a venda da seccional nas atuais circunstâncias.
Marcadores:
bancoop,
judiciario,
PT,
Vaccari,
vila clementino
14 março 2010
BANCOOP - ONDE HÁ FUMAÇA...
Tergiversações políticas à parte, indefensáveis os argumentos levantados pelas respostas da Cooperativa de Fachada, de seus renomados advogados e dos blogs dos “guerrilheiros do PT” quanto à responsabilidade do sumiço do dinheiro dos cooperados, chamado ao destaque de capas sucessivas de revistas ou em editorais relevando “a bandidagem”.
O argumento de matéria requentada talvez seja para deixar esfriar cadáveres - no caso a BANCOOP toda - e esperar que os esqueletos dos prédios se pulverizem na prescrição dos crimes.
Matéria requentada ou não, como argumentaram próceres do repartido partido, fato é que alguém gastou indevidamente o suado dinheiro de trabalhadores carimbado para construção de sonhados imóveis que, em maciça maioria, não eram para veraneio no Guarujá.
Não há crime perfeito, diriam o Sherlock, o CSI, et coetera... Na situação são apenas números e provas reais e dos nove fecham ou não as “infecháveis” contas. É só descobrir porque não fecham, ainda que digam que o gato comeu o dinheiro.
No caso há (im)perfeitos criminosos ou aloprados... Sei lá como chamá-los para não ser processado. Aliás, adoram processar. Talvez por que saibam que processos demoram muito nestas plagas além mar... Dá tempo de esconder provas, intimidar testemunhas, ser previdente e lavar o dinheiro, envelhecer e ter a pena reduzida.
Até morrer como já ocorreu com dezenas de vítimas de seu golpe.
Se presidentes morrem porque não podem morrer míseros cooperados?
Achei as matérias até superficiais.
Por exemplo, o propinoduto.
Nunca soube que o Suplente do Sr. Mercadante exigisse menos que 10% dos cooperados para vender as seccionais às incorporadoras.
Fora as taxas extras.
Não se levantou sobre as comissões pagas pelos termos de confidencialidade exigidos pela Arapuca às incorporadoras adquirentes.
Ainda não se chegou aos Fundos de Direitos Creditórios negociados aos Fundos de Previdência das Estatais, comandados por companheiros de luta.
Ora, se a Cooperativa sempre alegou que os cooperados não pagavam, como ela quitou os Fundos?
Dinheiro não brota em árvores.
Pelo menos dinheiro limpo.
Abordaram apenas de leve o sofrimento das pessoas.
Doenças, óbitos, desfazimentos conjugais.
Quantos dramas sociais impagáveis.
Há muitos culpados, inclusive a leniência do elefante Judiciário brasileiro.
Houvesse o império real do “fumus boni juris” pró consumidor com inversão do ônus da prova e não a presunção de inocência favorável a Cooperativa de fachada, lá em 2005, quando da primeira ação denunciando a grande “arapuca”, milhares de pessoas não estariam sofrendo.
A fumaça hoje não seria da implosão dos sonhos dos edifícios.
Muitas penas, talvez, até já estivessem em fase de progressão.
O cooperativismo é como a religião.
Tem fundamentos muito bonitos, mas é organizada por homens cheios de pecados.
Pecados merecem castigos.
E o pecado criminoso praticado na BANCOOP não pode esperar que deus perdoe ou castigue lançando ao fogo do inferno seus envolvidos.
Têm que pagar aqui e logo.
O argumento de matéria requentada talvez seja para deixar esfriar cadáveres - no caso a BANCOOP toda - e esperar que os esqueletos dos prédios se pulverizem na prescrição dos crimes.
Matéria requentada ou não, como argumentaram próceres do repartido partido, fato é que alguém gastou indevidamente o suado dinheiro de trabalhadores carimbado para construção de sonhados imóveis que, em maciça maioria, não eram para veraneio no Guarujá.
Não há crime perfeito, diriam o Sherlock, o CSI, et coetera... Na situação são apenas números e provas reais e dos nove fecham ou não as “infecháveis” contas. É só descobrir porque não fecham, ainda que digam que o gato comeu o dinheiro.
No caso há (im)perfeitos criminosos ou aloprados... Sei lá como chamá-los para não ser processado. Aliás, adoram processar. Talvez por que saibam que processos demoram muito nestas plagas além mar... Dá tempo de esconder provas, intimidar testemunhas, ser previdente e lavar o dinheiro, envelhecer e ter a pena reduzida.
Até morrer como já ocorreu com dezenas de vítimas de seu golpe.
Se presidentes morrem porque não podem morrer míseros cooperados?
Achei as matérias até superficiais.
Por exemplo, o propinoduto.
Nunca soube que o Suplente do Sr. Mercadante exigisse menos que 10% dos cooperados para vender as seccionais às incorporadoras.
Fora as taxas extras.
Não se levantou sobre as comissões pagas pelos termos de confidencialidade exigidos pela Arapuca às incorporadoras adquirentes.
Ainda não se chegou aos Fundos de Direitos Creditórios negociados aos Fundos de Previdência das Estatais, comandados por companheiros de luta.
Ora, se a Cooperativa sempre alegou que os cooperados não pagavam, como ela quitou os Fundos?
Dinheiro não brota em árvores.
Pelo menos dinheiro limpo.
Abordaram apenas de leve o sofrimento das pessoas.
Doenças, óbitos, desfazimentos conjugais.
Quantos dramas sociais impagáveis.
Há muitos culpados, inclusive a leniência do elefante Judiciário brasileiro.
Houvesse o império real do “fumus boni juris” pró consumidor com inversão do ônus da prova e não a presunção de inocência favorável a Cooperativa de fachada, lá em 2005, quando da primeira ação denunciando a grande “arapuca”, milhares de pessoas não estariam sofrendo.
A fumaça hoje não seria da implosão dos sonhos dos edifícios.
Muitas penas, talvez, até já estivessem em fase de progressão.
O cooperativismo é como a religião.
Tem fundamentos muito bonitos, mas é organizada por homens cheios de pecados.
Pecados merecem castigos.
E o pecado criminoso praticado na BANCOOP não pode esperar que deus perdoe ou castigue lançando ao fogo do inferno seus envolvidos.
Têm que pagar aqui e logo.
12 março 2010
BANCOOP ENGANA O JUDICIARIO? - FRAUDE PROCESSUAL
N.A - Recebi e reproduzo a nota do Dr. Valter Picazio, advogado de diversos empreendimentos e centenas de cooperados:
---------------------------------------------------------------------------
Em nome de centenas de vítimas da Bancoop as quais patrocino, cumpre esclarecer o quanto segue, bem como solicito a especial gentileza de divulgarem estes fatos a bem da verdade.
Na data de ontem o juízo do Departamento de Inquérito Policial (DIPO) indeferiu, por ora, o pedido do Ministério Público, especialmente no que diz respeito ao não bloqueio dos bens da Bancoop.
Este despacho foi induzido por manifestação da Bancoop, a qual alega que o bloqueio dos bens, inviabilizaria o cumprimento de um “acordo” que possui na esfera cível com o próprio Ministério Público.
A partir daí, cumpre esclarecer:
1 - A Bancoop não possui NENHUM ACORDO vigente ou em execução com o Ministério Público na esfera cível.
O acordo entre Bancoop e Ministério Público (anexo) foi protocolado nos autos da Ação Civil Pública 2007.245877-1, na data de 20/05/2008 e homologado em 05/03/2009. Duas Associações que representam vítimas da Bancoop (dentre elas a Associação do Cond. Ed. Cachoeira a qual patrocino) interpuseram recurso de Apelação os quais foram recepcionados na data de 23/04/2009 SUSPENDENDO OS EFEITOS DESTE ACORDO, ou seja, retirando-lhes a vigência, vigência esta que perdurou por exatos 49 dias nos quais absolutamente nenhuma das condições pactuadas foi atendida pela Bancoop.
Já no Tribunal de Justiça (Apelação 663.000.4/0-00 – 10ª Câmara de Direito Privado – Relator Des Testa Marchi), o próprio Ministério Público, desta vez através de um representante, no mínimo mais cauteloso, manifestou seu parecer no sentido de que o Recurso de Apelação da Associação do Cond. Ed. Cachoeira, fosse conhecido e provido, a fim de ANULAR TODOS OS ATOS PROCESSUAIS a partir (e inclusive) o acordo, bem como responsabilizar PESSOALMENTE TODOS OS DIRIGENTES que passaram pela Bancoop e tinham poderes de gestão (o que inclui até mesmo o Sr. Ricardo Berzoini). Em sendo aceito o requerimento do Ministério Público, esta indenização poderia ser feita coletiva ou mesmo individualmente por cada vítima lesada.
2 - A Bancoop não executa ou cumpre acordo algum
O alegado “acordo” (íntegra em anexo), o qual prevê a indenização das vítimas lesadas, estabelece ainda outras providências como, por exemplo, a realização de “Assembléias Seccionais” com vistas à regularização do registro da incorporação imobiliária. Este expediente deveria ser iniciado no prazo de 180 dias a contar da data 05/03/2009 sendo que JAMAIS OCORREU.
No que diz respeito, especificamente à devolução dos valores, não é demais informar que a BANCOOP não se tem notícia de indenização de cooperado algum. A BANCOOP não devolve o dinheiro nem mesmo para aqueles que pleiteiam este ressarcimento pela via judicial, conforme se verifica da recente decisão em anexo, a qual se reproduz em centenas de demandas judiciais no judiciário paulista.
3 - Da FRAUDE PROCESSUAL
AINDA HOJE, estarei levando estes fatos a conhecimento do MM. Juízo do Departamento de Inquéritos Policiais (DIPO), responsável pelos procedimentos investigativos, e ao D. Promotor de Justiça Dr. José Carlos Blat, a fim de que possam adotar as providências cabíveis à FRAUDE PROCESSUAL ora narrada, bem como à tentativa de interferência no curso e providências inerentes à investigação, através de argumentos mentirosos e em prejuízo a milhares de famílias lesadas.
Ademais, estas vítimas estudam ingressar com representação contra o advogado da BANCOOP perante o Tribunal de Ética da OAB/SP (entidade a qual dirige), por violação ao disposto no inciso XIV do art. 34 do Estatuto da Advocacia, o qual estabelece como INFRAÇÃO DISCIPLINAR deturpar julgados e documentos para iludir o juiz da causa.
OBSERVAÇÕES:
Parecer da Procuradoria Geral de Justiça no caso:
http://www.scribd.com/procurador-justica-rossini/d/22039507
Cordialmente,
Valter Picazio Junior
---------------------------------------------------------------------------
Em nome de centenas de vítimas da Bancoop as quais patrocino, cumpre esclarecer o quanto segue, bem como solicito a especial gentileza de divulgarem estes fatos a bem da verdade.
Na data de ontem o juízo do Departamento de Inquérito Policial (DIPO) indeferiu, por ora, o pedido do Ministério Público, especialmente no que diz respeito ao não bloqueio dos bens da Bancoop.
Este despacho foi induzido por manifestação da Bancoop, a qual alega que o bloqueio dos bens, inviabilizaria o cumprimento de um “acordo” que possui na esfera cível com o próprio Ministério Público.
A partir daí, cumpre esclarecer:
1 - A Bancoop não possui NENHUM ACORDO vigente ou em execução com o Ministério Público na esfera cível.
O acordo entre Bancoop e Ministério Público (anexo) foi protocolado nos autos da Ação Civil Pública 2007.245877-1, na data de 20/05/2008 e homologado em 05/03/2009. Duas Associações que representam vítimas da Bancoop (dentre elas a Associação do Cond. Ed. Cachoeira a qual patrocino) interpuseram recurso de Apelação os quais foram recepcionados na data de 23/04/2009 SUSPENDENDO OS EFEITOS DESTE ACORDO, ou seja, retirando-lhes a vigência, vigência esta que perdurou por exatos 49 dias nos quais absolutamente nenhuma das condições pactuadas foi atendida pela Bancoop.
Já no Tribunal de Justiça (Apelação 663.000.4/0-00 – 10ª Câmara de Direito Privado – Relator Des Testa Marchi), o próprio Ministério Público, desta vez através de um representante, no mínimo mais cauteloso, manifestou seu parecer no sentido de que o Recurso de Apelação da Associação do Cond. Ed. Cachoeira, fosse conhecido e provido, a fim de ANULAR TODOS OS ATOS PROCESSUAIS a partir (e inclusive) o acordo, bem como responsabilizar PESSOALMENTE TODOS OS DIRIGENTES que passaram pela Bancoop e tinham poderes de gestão (o que inclui até mesmo o Sr. Ricardo Berzoini). Em sendo aceito o requerimento do Ministério Público, esta indenização poderia ser feita coletiva ou mesmo individualmente por cada vítima lesada.
2 - A Bancoop não executa ou cumpre acordo algum
O alegado “acordo” (íntegra em anexo), o qual prevê a indenização das vítimas lesadas, estabelece ainda outras providências como, por exemplo, a realização de “Assembléias Seccionais” com vistas à regularização do registro da incorporação imobiliária. Este expediente deveria ser iniciado no prazo de 180 dias a contar da data 05/03/2009 sendo que JAMAIS OCORREU.
No que diz respeito, especificamente à devolução dos valores, não é demais informar que a BANCOOP não se tem notícia de indenização de cooperado algum. A BANCOOP não devolve o dinheiro nem mesmo para aqueles que pleiteiam este ressarcimento pela via judicial, conforme se verifica da recente decisão em anexo, a qual se reproduz em centenas de demandas judiciais no judiciário paulista.
3 - Da FRAUDE PROCESSUAL
AINDA HOJE, estarei levando estes fatos a conhecimento do MM. Juízo do Departamento de Inquéritos Policiais (DIPO), responsável pelos procedimentos investigativos, e ao D. Promotor de Justiça Dr. José Carlos Blat, a fim de que possam adotar as providências cabíveis à FRAUDE PROCESSUAL ora narrada, bem como à tentativa de interferência no curso e providências inerentes à investigação, através de argumentos mentirosos e em prejuízo a milhares de famílias lesadas.
Ademais, estas vítimas estudam ingressar com representação contra o advogado da BANCOOP perante o Tribunal de Ética da OAB/SP (entidade a qual dirige), por violação ao disposto no inciso XIV do art. 34 do Estatuto da Advocacia, o qual estabelece como INFRAÇÃO DISCIPLINAR deturpar julgados e documentos para iludir o juiz da causa.
OBSERVAÇÕES:
Parecer da Procuradoria Geral de Justiça no caso:
http://www.scribd.com/procurador-justica-rossini/d/22039507
Cordialmente,
Valter Picazio Junior
Marcadores:
bancoop,
berzoini,
crimes,
fraude processual,
governo,
judiciario,
PT,
Vaccari
16 fevereiro 2010
CORDEL DO PENICO
Seu Cabral, como é que eu fico?
Só queria fazer xixi em “Paes”
Fui preso por falta de penico
Prometo! Eu não faço mais
Estava na praia curtindo um sol
Batidinha, camarão e o futebol
Cerveja fez efeito... Cadê o urinol?
Esses apertos não marcam horário
Procurei! Não achei um sanitário
Imediato um pensamento primário:
Dividir o espaço com um auau...
Chegou o fiscal com cara de mau.
”Aí não pode, teje preso, seu otário”
Pingando e molhando o calçadão
Fui “convidado” a entrar no camburão
Logo vi que não era só eu não!
Na perua tinha um monte de mijão
Seu Cabral, não seja tão pudico
Só queria fazer xixi em “Paes”
Fui preso por falta de penico
Prometo! Eu não faço mais
Enquanto o B.O. era preparado
Para eu ser fichado... Indiciado
Perguntei com todo cuidado
Se podia usar o do delegado
Resposta imediata: “Ta quebrado!”
E como faz se necessitado?
Usa o do boteco ali do lado?
Para me livrar qual argumento?
Em casa tenho que levantar o assento?
A incontinência é um sofrimento?
Doutor! Não fiz isso por maldade!
Foi ocasião, uma eventualidade?
Melhor nem falar que dá vontade
Seu Cabral, isso é demoníaco
Só queria fazer xixi em “Paes”
Fui preso por falta de penico
Prometo! Eu não faço mais
Quem quiser apostar, que aposte
Juro que não faço mais no poste
Não quero problema com preboste
Não posso fazer atrás do muro?
Nem de noitinha, bem no escuro?
Na minha idade vou passar apuro
Isso não se faz nem com cachorro
A que santo devo pedir socorro?
Queria ver aplicar a lei no morro
Justo eu que morava em Botafogo
Fosse ou não dia de jogo
Achava engraçado o Manequinho
Fazendo pipi o dia inteirinho
Seu Cabral, como é que explico?
Só queria fazer xixi em “Paes”
Fui preso por falta de penico
Prometo! Eu não faço mais...
Só queria fazer xixi em “Paes”
Fui preso por falta de penico
Prometo! Eu não faço mais
Estava na praia curtindo um sol
Batidinha, camarão e o futebol
Cerveja fez efeito... Cadê o urinol?
Esses apertos não marcam horário
Procurei! Não achei um sanitário
Imediato um pensamento primário:
Dividir o espaço com um auau...
Chegou o fiscal com cara de mau.
”Aí não pode, teje preso, seu otário”
Pingando e molhando o calçadão
Fui “convidado” a entrar no camburão
Logo vi que não era só eu não!
Na perua tinha um monte de mijão
Seu Cabral, não seja tão pudico
Só queria fazer xixi em “Paes”
Fui preso por falta de penico
Prometo! Eu não faço mais
Enquanto o B.O. era preparado
Para eu ser fichado... Indiciado
Perguntei com todo cuidado
Se podia usar o do delegado
Resposta imediata: “Ta quebrado!”
E como faz se necessitado?
Usa o do boteco ali do lado?
Para me livrar qual argumento?
Em casa tenho que levantar o assento?
A incontinência é um sofrimento?
Doutor! Não fiz isso por maldade!
Foi ocasião, uma eventualidade?
Melhor nem falar que dá vontade
Seu Cabral, isso é demoníaco
Só queria fazer xixi em “Paes”
Fui preso por falta de penico
Prometo! Eu não faço mais
Quem quiser apostar, que aposte
Juro que não faço mais no poste
Não quero problema com preboste
Não posso fazer atrás do muro?
Nem de noitinha, bem no escuro?
Na minha idade vou passar apuro
Isso não se faz nem com cachorro
A que santo devo pedir socorro?
Queria ver aplicar a lei no morro
Justo eu que morava em Botafogo
Fosse ou não dia de jogo
Achava engraçado o Manequinho
Fazendo pipi o dia inteirinho
Seu Cabral, como é que explico?
Só queria fazer xixi em “Paes”
Fui preso por falta de penico
Prometo! Eu não faço mais...
Marcadores:
humor,
judiciario,
rio de janeiro,
xixi
07 fevereiro 2010
A ARTE DE ROUBAR...
Roubar está na essência do homem... Alguns produzem e a ampla maioria rouba...
É assim desde os primórdios... Diria que a cobra que tentou Eva roubou a maçã...
Se não roubou a maçã, roubou o Éden do casal...
Só não sei exatamente o que foi, posteriormente, roubado por Adão e Eva...
Caim roubou a vida de Abel...
Todos roubam algo em algum momento...
“Eu, não!!!”.
Reajam, repudiando-me...
Acalmem-se e, mais calmos, reflitam...
Não é necessário ir à santa Madre Igreja confessar o roubo secreto que é impossível mentir para si.
Ela é uma das maiores infratoras desse pecado.
Roubava na Idade Média explicitamente.
Vendia indulgências.
Que estelionato!
Ainda que ninguém tenha voltado para reclamar, o ouro dos pecadores purificados ainda deve brilhar em algum anel de Bispo.
Hoje roubam em garagens e templos e escondem em bíblias.
Não se deve discutir religião?
Então, passemos ao futebol.
Não vou falar do superfaturamento das construções de estádios para a Copa.
Falarei apenas do esporte.
Logo nos lembramos de algum gol de mão, algum pênalti suspeito contra o braziu...
A favor, não foi roubo... Foi esperteza, a malícia do atacante brazileiro...
Não se deve discutir futebol.
Política não se deve discutir.
Pô, aí é sacanagem!
Falar em roubar na política é igual falar de corda em casa de enforcados... Entre “excelências para cá, excelências para lá...”, a gente sabe que vamos ser roubados.
IPTU, ISS, IPVA...Aqui em St.Paul tem até um impostômetro.
De impostos, não de impostores...
Saindo da letra I, tem precatório, verba de representação, et coetera...
Chega?...
Concordou que somos roubados?
O patrão rouba o suor do empregado pagando o mínimo pelo máximo suor.
O empregado se vinga e faz corpo mole.
Ou invade uma fazenda e destrói a produção de laranjas... Mata o vigia... Quebra o maquinário.
Ladrão roubando ladrão, cem anos de perdão.
Onde eu roubei?...
Perguntem-se...
Você comprou algo, a preço vil, de alguém em desespero?
Pô, meu... Foi negócio de oportunidade, responde, vai...
E se você fosse o desesperado?
Os povos bárbaros roubavam suas riquezas entre si.
Os ingleses, portugueses, holandeses, espanhóis saqueavam-se, mares afora...
Lá pelo canal da Mancha ainda hoje fica muito dinheiro roubado...
Enfim, viver é a arte de roubar e ser roubado...
O tempo todo, o dia todo.
Se você produz é escorchado pelos impostos.
Sonega, roubando, justificando-se de algum modo.
Se você compra de camelô, você está roubando o emprego de um brasileiro.
Acha que está ludibriando o imposto do governo que rouba você.
Um chinês explora o suor de um boliviano, numa máquina de costura no Brás ou Bom Retiro... Você vai lá e compra a roupa do chinês que rouba o boliviano que rouba o emprego de um brasileiro... E pode ser até que revenda a roupa... Tudo sem nota...
É uma corrente sem fim...
Uma imensa cadeia de ladrões onde somos um elo...
Ou vice-versa...
Agora, sabem, realmente, porque eu escrevi isso há dois anos?
Revoltado com uma notícia que li, narrando o drama de uma mulher pobre, quase negra, aidética que está presa há dois anos e meio porque roubou bolachas e biscoitos no supermercado...
Cadê os outros, perguntaria o macaco?
Os que roubam panetones, por exemplo?
Não vamos dar nome aos bois, porque o espaço é pequeno e o rebanho imenso.
Liste você os ladrões deste país.
Inclua os que roubam a vida diretamente, os que traficam e roubam os sonhos dos jovens, dos que ingressaram em cooperativas habitacionais...
Faltam dedos para a contagem?
Se não gostou de ser enquadrado, rasgue...
Ou passe esta corrente “prá frente, braziu...”
Salve a Seleção!
É assim desde os primórdios... Diria que a cobra que tentou Eva roubou a maçã...
Se não roubou a maçã, roubou o Éden do casal...
Só não sei exatamente o que foi, posteriormente, roubado por Adão e Eva...
Caim roubou a vida de Abel...
Todos roubam algo em algum momento...
“Eu, não!!!”.
Reajam, repudiando-me...
Acalmem-se e, mais calmos, reflitam...
Não é necessário ir à santa Madre Igreja confessar o roubo secreto que é impossível mentir para si.
Ela é uma das maiores infratoras desse pecado.
Roubava na Idade Média explicitamente.
Vendia indulgências.
Que estelionato!
Ainda que ninguém tenha voltado para reclamar, o ouro dos pecadores purificados ainda deve brilhar em algum anel de Bispo.
Hoje roubam em garagens e templos e escondem em bíblias.
Não se deve discutir religião?
Então, passemos ao futebol.
Não vou falar do superfaturamento das construções de estádios para a Copa.
Falarei apenas do esporte.
Logo nos lembramos de algum gol de mão, algum pênalti suspeito contra o braziu...
A favor, não foi roubo... Foi esperteza, a malícia do atacante brazileiro...
Não se deve discutir futebol.
Política não se deve discutir.
Pô, aí é sacanagem!
Falar em roubar na política é igual falar de corda em casa de enforcados... Entre “excelências para cá, excelências para lá...”, a gente sabe que vamos ser roubados.
IPTU, ISS, IPVA...Aqui em St.Paul tem até um impostômetro.
De impostos, não de impostores...
Saindo da letra I, tem precatório, verba de representação, et coetera...
Chega?...
Concordou que somos roubados?
O patrão rouba o suor do empregado pagando o mínimo pelo máximo suor.
O empregado se vinga e faz corpo mole.
Ou invade uma fazenda e destrói a produção de laranjas... Mata o vigia... Quebra o maquinário.
Ladrão roubando ladrão, cem anos de perdão.
Onde eu roubei?...
Perguntem-se...
Você comprou algo, a preço vil, de alguém em desespero?
Pô, meu... Foi negócio de oportunidade, responde, vai...
E se você fosse o desesperado?
Os povos bárbaros roubavam suas riquezas entre si.
Os ingleses, portugueses, holandeses, espanhóis saqueavam-se, mares afora...
Lá pelo canal da Mancha ainda hoje fica muito dinheiro roubado...
Enfim, viver é a arte de roubar e ser roubado...
O tempo todo, o dia todo.
Se você produz é escorchado pelos impostos.
Sonega, roubando, justificando-se de algum modo.
Se você compra de camelô, você está roubando o emprego de um brasileiro.
Acha que está ludibriando o imposto do governo que rouba você.
Um chinês explora o suor de um boliviano, numa máquina de costura no Brás ou Bom Retiro... Você vai lá e compra a roupa do chinês que rouba o boliviano que rouba o emprego de um brasileiro... E pode ser até que revenda a roupa... Tudo sem nota...
É uma corrente sem fim...
Uma imensa cadeia de ladrões onde somos um elo...
Ou vice-versa...
Agora, sabem, realmente, porque eu escrevi isso há dois anos?
Revoltado com uma notícia que li, narrando o drama de uma mulher pobre, quase negra, aidética que está presa há dois anos e meio porque roubou bolachas e biscoitos no supermercado...
Cadê os outros, perguntaria o macaco?
Os que roubam panetones, por exemplo?
Não vamos dar nome aos bois, porque o espaço é pequeno e o rebanho imenso.
Liste você os ladrões deste país.
Inclua os que roubam a vida diretamente, os que traficam e roubam os sonhos dos jovens, dos que ingressaram em cooperativas habitacionais...
Faltam dedos para a contagem?
Se não gostou de ser enquadrado, rasgue...
Ou passe esta corrente “prá frente, braziu...”
Salve a Seleção!
17 dezembro 2009
BANCOOP - MENTIRAS DO MÊS
Ler o Newletters da Cooperativa de fachada lembra aquele programa da tarde: “Não vale a pena ler de novo”.
A capa é sugestiva e retrata o que se tornou a “menina dos olhos” do Sindicato dos Bancários.
Apenas um par de botas e um capacete nas obras.
Trabalhador que é bom! Sumiram todos.
Os canhotinhos são goebbelnianos mesmo.
Insistem tanto nas mentiras que Cooperados Polyanas chegam até a acreditar.
Soube de um, crente fervoroso e adimplente de seu carnê de aporte de um terreno onde continua existindo um estacionamento, que repreendeu um cooperado do Vilas da Penha pois leu que aquela seccional não dá a menor satisfação à Cooperativa.
Isso lá é coisa que se faça!
Só porque ganharam o desligamento da Cooperativa em segunda instância?
E a Assembléia que aprovou tudo, então?
Está tudo muito bem, tudo muito bom, mas realmente, mas realmente...
Tem uns cidadãos vestidos de toga que estão dando uma blitz no assunto e andam dizendo que aquele espetáculo circense não valeu nada...
Sei não!
Como eles não têm a menor idéia de quem está nos imóveis, estão se achando o Tribunal Regional Eleitoral...
Recadastramento!
Será porque na assembléia entrou até funcionária da Bancred que nem sabia o que era seccional?
O nominho dela está guardado para investigação criminal.
Eu te amo, BANCOOP, eu te amo!
BANCOOP! Ame-a ou deixe-a!
Não está contente demita-se...
Não dá saudade do tempo dos militares?
Bons tempos aqueles, hein!
A gente sabia contra quem lutava!
Diz a lenda que o presidente está com sintomas de Alzheimer.
Não se lembra em pé do que disse sentado às comissões de obras.
Eu não disse isso!
Eu, não!
Ele disse que não disse...
Aliás, prometeu o cronograma de obras do Village Palmas para a sexta-feira de carnaval de 2006 e não entregou até hoje...
As negociações de desligamento e revenda de cooperados para incorporadoras parecem Mega-Sena acumulada.
Cada semana aumenta um milhão a dívida.
E tem quem queira acordo!
Corre a boca pequena que o símbolo da Cooperativa de fachada vai mudar.
De uma casinha com chaminé passará a ser um ninho de Íbis...
Íbis é aquele time pernambucano que só perde.
Parece a Cooperativa no Judiciário...
Pena que ainda ninguém foi preso como deveria...
Assim os bombons de licor que tenho guardado vão se estragar...
Mas não causarão mal maior que a BANCOOP a suas vítimas...
Filho! Desliga isso!
Reunião de Bacana!
Pois sim...
01 dezembro 2009
CONCURSO PÚBLICO PARA CANDIDATOS 2010.
Por determinação da Constituição de “terras brazilis” no dia 03 de Outubro de 2010 será realizado concurso para os seguintes cargos:
Presidente da República – Salário aproximado de R$ 11.400,00 acrescido de todas as mordomias inerentes ao cargo, podendo o valor atingir ao nove dígitos.
Vagas – 01 efetiva e 01 como suplente agregado, para o quadro de reserva. Lembramos da importanciado quadro de reserva, uma vez, em passado recente, nos períodos de 1985 a 1989 e 1993 a 1994 este cargo foi ocupado pelo suplente.
Senador da República – Salário estimado em R$ 16.000,00, acrescido por verbas indenizatórias, acomodação de parentes em geral, tais como esposas e ex-esposas, filhos, enteados, primos, sobrinhos, padrinhos e outros acomodados em cargos de assessoria e outras inutilidades
Vagas – 54 efetivas e 108 suplências. Aos suplentes há muita possibilidade de serem alçados ao cargo efetivos, em virtude de nomeação do titular para algum outro cargo.
Deputados Federais – Salário de R$ 14.000,00, com as mesmas vantagens do cargo de Senador.
Vagas – 513 efetivas e quantas forem necessárias para suplência com vantagens a semelhança do cargo de senador.
Governadores de Estado – 27 efetivas e 27 para a suplência agregadas no quadro de reserva.
Deputados Estaduais e Distritais – R$ 10.500,00 com vantagens dos cargos acima.
Vagas variáveis em cada seccional.
Requisitos para candidatura:
Como em braziu tudo vira samba os requisitos vão em linhas musicais
1 - Ser brasileiro, estatura mediana, gostar muito de grana para fazer o que quiser. (desculpe-me Edu!)
2 – Ter o dom de iludir (desculpe-me, Caetano!) dizendo que é apenas um cidadão latino-americano sem dinheiro no banco, em parentes importantes e vindo do interior (ou da capital se tentar votos no interior). (Desculpe-me, Belchior).
3 – Valer-se de poder de convencimento mentiroso, do tipo: “Você não gosta de mim, mas sua filha gosta”. (Desculpe-me, Chico!)
Requisitos para aprovação e obtenção de meu voto:
Enviar currículo para meu email com os seguintes documentos devidamente autenticados:
1 - “Folha corrida policial”, também chamada de certidão de antecedentes criminais dos últimos vinte anos. A mesma dever ser branquinha que nem roupinha de recém-nascido...
2 – Declaração de idoneidade fornecida pelos financiadores da campanha, tais como empreiteiras, sindicatos, bancos et coetera, garantindo que a doação não é fruto de caixa-dois ou qualquer outra forma de desvio ilegal de dinheiro. As declarações deverão conter o aval de três delegados da Policia Federal, dois Desembargadores Estaduais e um Federal. Os avalistas citados também não podem ser alvo de investigações.
3 – Declaração em cartório que não recebeu mensalão, usa cuecas apertadíssimas que não comportam nada além do fisiologicamente necessário, só usa ternos sem bolsos e não carrega bíblias.
Será eliminado sumariamente o candidato que enviar chaveiros, chinelos – de dedo ou não – ou fizerem promessas como pontes, viadutos, água encanada, limpeza de córregos, e assemelhados.
Currículos de sindicalistas e representantes de categoria serão revistos, caso passem na aprovação prévia.
Na data do concurso não deverão sujar as ruas e meu voto e de todos os demais avaliadores será dado em caráter irrevogável, arcando com todos os danos causados por eventual engano.
Casos omissos serão resolvidos por mim mesmo, com decisão sem direito a recurso.
Presidente da República – Salário aproximado de R$ 11.400,00 acrescido de todas as mordomias inerentes ao cargo, podendo o valor atingir ao nove dígitos.
Vagas – 01 efetiva e 01 como suplente agregado, para o quadro de reserva. Lembramos da importanciado quadro de reserva, uma vez, em passado recente, nos períodos de 1985 a 1989 e 1993 a 1994 este cargo foi ocupado pelo suplente.
Senador da República – Salário estimado em R$ 16.000,00, acrescido por verbas indenizatórias, acomodação de parentes em geral, tais como esposas e ex-esposas, filhos, enteados, primos, sobrinhos, padrinhos e outros acomodados em cargos de assessoria e outras inutilidades
Vagas – 54 efetivas e 108 suplências. Aos suplentes há muita possibilidade de serem alçados ao cargo efetivos, em virtude de nomeação do titular para algum outro cargo.
Deputados Federais – Salário de R$ 14.000,00, com as mesmas vantagens do cargo de Senador.
Vagas – 513 efetivas e quantas forem necessárias para suplência com vantagens a semelhança do cargo de senador.
Governadores de Estado – 27 efetivas e 27 para a suplência agregadas no quadro de reserva.
Deputados Estaduais e Distritais – R$ 10.500,00 com vantagens dos cargos acima.
Vagas variáveis em cada seccional.
Requisitos para candidatura:
Como em braziu tudo vira samba os requisitos vão em linhas musicais
1 - Ser brasileiro, estatura mediana, gostar muito de grana para fazer o que quiser. (desculpe-me Edu!)
2 – Ter o dom de iludir (desculpe-me, Caetano!) dizendo que é apenas um cidadão latino-americano sem dinheiro no banco, em parentes importantes e vindo do interior (ou da capital se tentar votos no interior). (Desculpe-me, Belchior).
3 – Valer-se de poder de convencimento mentiroso, do tipo: “Você não gosta de mim, mas sua filha gosta”. (Desculpe-me, Chico!)
Requisitos para aprovação e obtenção de meu voto:
Enviar currículo para meu email com os seguintes documentos devidamente autenticados:
1 - “Folha corrida policial”, também chamada de certidão de antecedentes criminais dos últimos vinte anos. A mesma dever ser branquinha que nem roupinha de recém-nascido...
2 – Declaração de idoneidade fornecida pelos financiadores da campanha, tais como empreiteiras, sindicatos, bancos et coetera, garantindo que a doação não é fruto de caixa-dois ou qualquer outra forma de desvio ilegal de dinheiro. As declarações deverão conter o aval de três delegados da Policia Federal, dois Desembargadores Estaduais e um Federal. Os avalistas citados também não podem ser alvo de investigações.
3 – Declaração em cartório que não recebeu mensalão, usa cuecas apertadíssimas que não comportam nada além do fisiologicamente necessário, só usa ternos sem bolsos e não carrega bíblias.
Será eliminado sumariamente o candidato que enviar chaveiros, chinelos – de dedo ou não – ou fizerem promessas como pontes, viadutos, água encanada, limpeza de córregos, e assemelhados.
Currículos de sindicalistas e representantes de categoria serão revistos, caso passem na aprovação prévia.
Na data do concurso não deverão sujar as ruas e meu voto e de todos os demais avaliadores será dado em caráter irrevogável, arcando com todos os danos causados por eventual engano.
Casos omissos serão resolvidos por mim mesmo, com decisão sem direito a recurso.
Marcadores:
braziu,
concurso publico,
eleições,
judiciario,
LuLLa,
mensalão,
policia,
politica,
reeleição
15 novembro 2009
BANCOOP – VILA CLEMENTINO – CAIU NA REDE NEM SEMPRE É PEIXE...
Colegas de infortúnio!
Recebi um email que merece análise.
Fonte devidamente preservada nos termos legais, reproduzimos textualmente:
...“O Vaccari me ligou pedindo para ver se a Associação (Vila Clementino) concorda em desistir do processo contra ele. Diz que está comprando um imóvel e encontra dificuldade com o cadastro junto à financeira. Os parâmetros para tal decisão, no meu entendimento, estão intimamente ligados ao andamento das negociações do Vila Clementino. Se as negociações estiverem adiantadas e prestes a ser concluídas não existe motivo para negarmos a solicitação. Se estiverem pendente de algum entrave da BANCOOP, podemos aproveitar o pedido feito para obtermos a superação dessa pendência. Se as negociações estiverem paralisadas aí podemos usar o pedido para dar andamento ou então simplesmente negar a solicitação se o convencimento de todos for no sentido de que a BANCOOP não tem interesse em negociar nada.
Por favor me informem com urgência.
De minha parte informo quanto ao processo. Os autos estão com o MP para manifestação. A sentença deve sair ainda este ano. A possibilidade de procedência é grande. Contudo temos que considerar também que mesmo ganhando a BANCOOP irá recorrer até onde puder o que não nos dá esperança de uma solução rápida para o processo.
Finalmente, considero que caso seja conveniente a desistência ela deve se dirigir a todos os diretores. Ou desistimos/continuamos com relação à todos ou não tomamos nenhuma medida individualizada. Ou talvez possamos desistir do processo todo, desde que a BANCOOP passe a escritura do terreno e suas acessões para a associação ou pessoa jurídica a ser criada encerrando definitivamente o episódio”...
----------------------------------------------------------------
O que haveria por trás dessa “tramóia” toda?
A análise não pode ser superficial uma vez estejamos em meio a um pessoal treinado e especialmente hábil na articulação de conchavos, plantação de notícias infundadas e divulgação de mentiras...
A fera estaria acuada?
Semelhante situação foi vivenciada quando o empreendimento Vilas da Penha obteve sua vitória final...
Seus advogados foram procurados para um acordo mais benéfico...
De outra parte, tendo a nota uma gota de verdade, como seria bom ver que “pau que bate em Chico, bate em Francisco...” O todo poderoso Sr. João Vaccari, que lançava nomes dos cooperados ao SERASA e os ameaçava tirar o teto, pedindo financiamento e tendo seu nome obstado...
Nao acredito nisso...
Pela renda salarial do Sr. João, com suas rendas de funcionário do Banespa, da Bancoop, de conselheiro de estatais como Itaipu e outros órgãos onde participa e recebe “pro-labores” para reuniões mensais não tem perfil de quem precise de financiamento para adquirir um imóvel de um milhão de reais, mesmo que tenha gasto parte de sua receita pagando aportes de seus imóveis da Cooperativa, se não os repassou.
Não acredito nisso...
Uma das hipóteses mais concretas é estarmos às vésperas das eleições de 2010 e o indigitado cidadão é nome citado nas hostes petistas para cargos desde tesoureiro de campanha a candidatura a cargo no Congresso.
Cadê a Ficha Limpa? Será alvo certeiro dos opositores de seu partido...
Já não bastam as iniqüidades sabidas na rota da perpetuação no poder, sair a BANCOOP do armário em nível nacional, na Venus Platinada...
Até o mais ignaro eleitor dos mais distantes rincões, via parabólica, vai saber de mais esse embroglio envolvendo os companheiros...
Saindo do viés político, outra hipótese é o que digo quanto ao ronronar do gato ao ser cercado e estar em vias de ser apanhado e aprisionado...
Na área criminal, o Ministério Público estica suas garras sobre os crimes praticados.
Na área cível, o STJ está tendo mais e mais clareza da “farsa cooperativista” e determinando derrotas e mais derrotas à “Cooperativa de fachada”. A mais recente e importante foi a reversão da decisão do Solar de Santana que havia sido ganha pela Cooperativa e foi reformada.
Que interesse escuso pode ter o Todo Poderoso presidente reeleito - sabemos de que modo - desejar falar aos cooperados e pedir conciliação? Ele que impediu a participação de milhares de cooperados em assembléias vem pedir arrego... Que elimina cooperados... Que exige pagamento de multas que não sei onde são contabilizadas... Que sonega documentos às associações...
Lobos não viram cordeiros... É da raça... Basta nos virarmos e pulam em cima novamente atacando a jugular...
Não creiam em boa fé, não se condoam, não tenham ilusões...
As verdadeiras vitórias só estão saindo, ainda que “a fórceps", nos tribunais... Não há que se acreditar em nada fora do Judiciário...
Basta ser realista.
Para não dizerem que sou radical proponho que a Cooperativa termine o prédio, forneça as escrituras e libera-se não apenas a pessoa física dele como propôs, mas de todas, com mandam os bons princípios ético.
O dinheiro para isso?
Ele sabe onde arrumar.
Pode, por exemplo, vender sua dívida como recebíveis a uma incorporadora ou aos fundos de pensão...
Como pagar depois?
Ah! Isso eles se entendem...
Recebi um email que merece análise.
Fonte devidamente preservada nos termos legais, reproduzimos textualmente:
...“O Vaccari me ligou pedindo para ver se a Associação (Vila Clementino) concorda em desistir do processo contra ele. Diz que está comprando um imóvel e encontra dificuldade com o cadastro junto à financeira. Os parâmetros para tal decisão, no meu entendimento, estão intimamente ligados ao andamento das negociações do Vila Clementino. Se as negociações estiverem adiantadas e prestes a ser concluídas não existe motivo para negarmos a solicitação. Se estiverem pendente de algum entrave da BANCOOP, podemos aproveitar o pedido feito para obtermos a superação dessa pendência. Se as negociações estiverem paralisadas aí podemos usar o pedido para dar andamento ou então simplesmente negar a solicitação se o convencimento de todos for no sentido de que a BANCOOP não tem interesse em negociar nada.
Por favor me informem com urgência.
De minha parte informo quanto ao processo. Os autos estão com o MP para manifestação. A sentença deve sair ainda este ano. A possibilidade de procedência é grande. Contudo temos que considerar também que mesmo ganhando a BANCOOP irá recorrer até onde puder o que não nos dá esperança de uma solução rápida para o processo.
Finalmente, considero que caso seja conveniente a desistência ela deve se dirigir a todos os diretores. Ou desistimos/continuamos com relação à todos ou não tomamos nenhuma medida individualizada. Ou talvez possamos desistir do processo todo, desde que a BANCOOP passe a escritura do terreno e suas acessões para a associação ou pessoa jurídica a ser criada encerrando definitivamente o episódio”...
----------------------------------------------------------------
O que haveria por trás dessa “tramóia” toda?
A análise não pode ser superficial uma vez estejamos em meio a um pessoal treinado e especialmente hábil na articulação de conchavos, plantação de notícias infundadas e divulgação de mentiras...
A fera estaria acuada?
Semelhante situação foi vivenciada quando o empreendimento Vilas da Penha obteve sua vitória final...
Seus advogados foram procurados para um acordo mais benéfico...
De outra parte, tendo a nota uma gota de verdade, como seria bom ver que “pau que bate em Chico, bate em Francisco...” O todo poderoso Sr. João Vaccari, que lançava nomes dos cooperados ao SERASA e os ameaçava tirar o teto, pedindo financiamento e tendo seu nome obstado...
Nao acredito nisso...
Pela renda salarial do Sr. João, com suas rendas de funcionário do Banespa, da Bancoop, de conselheiro de estatais como Itaipu e outros órgãos onde participa e recebe “pro-labores” para reuniões mensais não tem perfil de quem precise de financiamento para adquirir um imóvel de um milhão de reais, mesmo que tenha gasto parte de sua receita pagando aportes de seus imóveis da Cooperativa, se não os repassou.
Não acredito nisso...
Uma das hipóteses mais concretas é estarmos às vésperas das eleições de 2010 e o indigitado cidadão é nome citado nas hostes petistas para cargos desde tesoureiro de campanha a candidatura a cargo no Congresso.
Cadê a Ficha Limpa? Será alvo certeiro dos opositores de seu partido...
Já não bastam as iniqüidades sabidas na rota da perpetuação no poder, sair a BANCOOP do armário em nível nacional, na Venus Platinada...
Até o mais ignaro eleitor dos mais distantes rincões, via parabólica, vai saber de mais esse embroglio envolvendo os companheiros...
Saindo do viés político, outra hipótese é o que digo quanto ao ronronar do gato ao ser cercado e estar em vias de ser apanhado e aprisionado...
Na área criminal, o Ministério Público estica suas garras sobre os crimes praticados.
Na área cível, o STJ está tendo mais e mais clareza da “farsa cooperativista” e determinando derrotas e mais derrotas à “Cooperativa de fachada”. A mais recente e importante foi a reversão da decisão do Solar de Santana que havia sido ganha pela Cooperativa e foi reformada.
Que interesse escuso pode ter o Todo Poderoso presidente reeleito - sabemos de que modo - desejar falar aos cooperados e pedir conciliação? Ele que impediu a participação de milhares de cooperados em assembléias vem pedir arrego... Que elimina cooperados... Que exige pagamento de multas que não sei onde são contabilizadas... Que sonega documentos às associações...
Lobos não viram cordeiros... É da raça... Basta nos virarmos e pulam em cima novamente atacando a jugular...
Não creiam em boa fé, não se condoam, não tenham ilusões...
As verdadeiras vitórias só estão saindo, ainda que “a fórceps", nos tribunais... Não há que se acreditar em nada fora do Judiciário...
Basta ser realista.
Para não dizerem que sou radical proponho que a Cooperativa termine o prédio, forneça as escrituras e libera-se não apenas a pessoa física dele como propôs, mas de todas, com mandam os bons princípios ético.
O dinheiro para isso?
Ele sabe onde arrumar.
Pode, por exemplo, vender sua dívida como recebíveis a uma incorporadora ou aos fundos de pensão...
Como pagar depois?
Ah! Isso eles se entendem...
Marcadores:
bancoop,
berzoini,
braziu,
dinheiro,
eleições,
judiciario,
Ministério Publico,
PT,
Vaccari
12 novembro 2009
BANCOOP - CELINHA, LIGA MAIS NÃO!
Já não bastam todos os problemas criados pela mal fadada Cooperativa Habitacional “de Fachada” já causou agora me surge mais um...
Vocês se lembram do caso da Deusinha?
Isso! A Deuselinda do telemarketing de algum lugar, que eu caí na besteira de chamar de Deusinha, minha mulher ouviu e meus ortopedista e acupunturista agradeceram a semana que passei no sofá...
Pois é...
Agora é a Celinha...
Digo Marcela que, com sua vozinha macia, liga para casa constantemente querendo falar comigo...
Na semana passada, ela me ligou perguntando se eu tinha um apartamento num endereço e me propôs que fosse falar com ela...
Achei que fosse algum trote.
Pedi-lhe que deixasse o telefone que eu ligaria depois para combinarmos melhor nosso encontro.
Não quis me dar o número...
Perguntei se ela tinha um cachorrinho?
Disse que sim...
Pedi o telefone do cachorrinho e ela desligou...
Minha mulher escutou na extensão e tive que levá-la até o endereço que a Celinha, digo Marcela, me deu.
A encrenca piorou...
No endereço só tinha mato...
Foi um esforço danado convencê-la que não ia fazer nada no matinho com a Celinha...
Pelo menos desta vez está calor e dá para dormir no chão, pois o sofá está todo torto...
Estava quase conseguindo voltar para minha cama e retomar o controle remoto...
Hoje a Celinha ligou outra vez...
Queria falar comigo de novo...
Agora fiquei espero
Para evitar novas confusões disse-lhe que comigo não estava, mas podia dar o recado a ele...
Depois daquelas encrencas, comigo nunca mais está...
O que é verdade! Ando vivendo no mundo da Lua...
Agora ela queria saber se eu tinha um apartamento noutro endereço que também não tem apartamentos...
Se meu telefone estiver grampeado pela Receita Federal estou ferrado...
Vão pensar que estou sonegando.
Perguntei a Celinha seu número ou dos cachorros e ela disse que era uma central de telefone ativa...
Gelei!
Essa mulher deve ser tarada!
Primeiro queria que eu fosse para o mato e agora pensa que sou passivo...
Fui meio idiota em acreditar na Cooperativa, mas passivo, jamais...
O final vocês já imaginam, claro!
Minha mulher escutou-me falar “Celinha” e já avisou que posso marcar retorno no ortopedista e escondeu o controle remoto...
Por isso queria fazer um pedido para a Marcela da BANCOOP:
Não liga mais para mim, não!
Vocês se lembram do caso da Deusinha?
Isso! A Deuselinda do telemarketing de algum lugar, que eu caí na besteira de chamar de Deusinha, minha mulher ouviu e meus ortopedista e acupunturista agradeceram a semana que passei no sofá...
Pois é...
Agora é a Celinha...
Digo Marcela que, com sua vozinha macia, liga para casa constantemente querendo falar comigo...
Na semana passada, ela me ligou perguntando se eu tinha um apartamento num endereço e me propôs que fosse falar com ela...
Achei que fosse algum trote.
Pedi-lhe que deixasse o telefone que eu ligaria depois para combinarmos melhor nosso encontro.
Não quis me dar o número...
Perguntei se ela tinha um cachorrinho?
Disse que sim...
Pedi o telefone do cachorrinho e ela desligou...
Minha mulher escutou na extensão e tive que levá-la até o endereço que a Celinha, digo Marcela, me deu.
A encrenca piorou...
No endereço só tinha mato...
Foi um esforço danado convencê-la que não ia fazer nada no matinho com a Celinha...
Pelo menos desta vez está calor e dá para dormir no chão, pois o sofá está todo torto...
Estava quase conseguindo voltar para minha cama e retomar o controle remoto...
Hoje a Celinha ligou outra vez...
Queria falar comigo de novo...
Agora fiquei espero
Para evitar novas confusões disse-lhe que comigo não estava, mas podia dar o recado a ele...
Depois daquelas encrencas, comigo nunca mais está...
O que é verdade! Ando vivendo no mundo da Lua...
Agora ela queria saber se eu tinha um apartamento noutro endereço que também não tem apartamentos...
Se meu telefone estiver grampeado pela Receita Federal estou ferrado...
Vão pensar que estou sonegando.
Perguntei a Celinha seu número ou dos cachorros e ela disse que era uma central de telefone ativa...
Gelei!
Essa mulher deve ser tarada!
Primeiro queria que eu fosse para o mato e agora pensa que sou passivo...
Fui meio idiota em acreditar na Cooperativa, mas passivo, jamais...
O final vocês já imaginam, claro!
Minha mulher escutou-me falar “Celinha” e já avisou que posso marcar retorno no ortopedista e escondeu o controle remoto...
Por isso queria fazer um pedido para a Marcela da BANCOOP:
Não liga mais para mim, não!
Marcadores:
assalto,
bancoop,
berzoini,
braziu,
cooperativa,
eleições,
judiciario,
LuLLa,
sexo,
tragédia
08 novembro 2009
BANCOOP LAVANDO DINHEIRO
A BANCOOP abre fogo na direção de acordos.
Porque o desespero da venda da ilusão que acordos com empreiteiras são bons para os cooperados?
Independente de também estarem tentando fugir da justiça criminal fecha o cerco de contas que não fecham, o motivo é simples...
Reabilitar dinheiro que aparentemente sumiu e provavelmente esteja em malas e cuecas, lavá-lo e destiná-lo para a campanha eleitoral 2010.
Agora ficou mais fácil...
Sindicatos e cooperativas poderão fazer doações livremente...
Algum empreendimento recebeu de volta o “empréstimo solidário”?
Deveria receber, uma vez estejam entrando créditos dos cooperados que fizeram acordos.
As empreiteiras estão carregando contabilmente o caixa da cooperativa...
Ou o dinheiro das desistências está indo para onde?
Porque o desespero da venda da ilusão que acordos com empreiteiras são bons para os cooperados?
Independente de também estarem tentando fugir da justiça criminal fecha o cerco de contas que não fecham, o motivo é simples...
Reabilitar dinheiro que aparentemente sumiu e provavelmente esteja em malas e cuecas, lavá-lo e destiná-lo para a campanha eleitoral 2010.
Agora ficou mais fácil...
Sindicatos e cooperativas poderão fazer doações livremente...
Algum empreendimento recebeu de volta o “empréstimo solidário”?
Deveria receber, uma vez estejam entrando créditos dos cooperados que fizeram acordos.
As empreiteiras estão carregando contabilmente o caixa da cooperativa...
Ou o dinheiro das desistências está indo para onde?
Marcadores:
assalto,
bancoop,
berzoini,
braziu,
caos,
dinheiro,
eleições,
judiciario,
LuLLa,
Ministério Publico,
politica,
PT,
receita federal,
reeleição
21 outubro 2009
VAI GRAXA, AÍ, DOTÔ?
Dotô, jogava o Flamengo eu queria escutar... (João Bosco)
O personagem começava a justificar ao “Exmo. Sr. Doutor” Juiz seu desejo de separação...
Ai! Ai! Ai!Ai! Ai!Ai!
Esses doutores!
Eu me arrepio quando me chamam de dotô...
Já começo a procurar de onde apareceu mais um “flanelinha” vindo morder algum para olhar meu carro e não riscá-lo.
Penso, logo...
Fico me questionando...
Onde estão os doutores responsáveis pela segurança pública que eu sustento?
Leva um troco aí, companheiro (ato falho!)...
Só isso, dotô?
O carro é velho e já está todo riscado, argumento...
Um muxoxo e um comentário tipo: “Não se fazem mais dotores como antigamente...
Só para me desmoralizar...
Mereço!
Brazilian People tem mania de dotô!
Se não for dotô, não é ninguém...
Certa feita, um cirurgião-dentista não colocou o “Dr.” em seu cartão de visita, pois racionalmente sabia que “Doutor” não é para qualquer um.
Só para os pós-graduados.
“Strictu senso”, pós o mestrado...
Ouviu a “pérola” de um cliente: “O dotô não é dotô?
Recém formado preferiu mudar o cartão a explicar... E o braziu ganhou mais um dotô...
O tipo de calçado nos faz passar de “tio” a “dotô”...
Usava tênis para dar aulas e era “Tio”, esse termo pejorativo que tratam os professores, mesmo que tenham pós-graduação... Um dia saindo do fórum de paletó e gravata, onde era mera testemunha de um acidente de carro, virei dotô...
O engraxate me perguntou: “Vai graxa aí, dotô?”...
Quase perco minha identidade...
Ser ou não ser?...
Que dilema!
Uso sapatos ou faço análise?
Sintética...
Bem sintética a análise de uma ação judicial que corre em Niterói desde 2005...
Um “Exmo Sr. Dr.” processou o seu condomínio porque o porteiro não o chamava de Dotô...
O “Exmo. Sr. Dr.” perdeu a ação em primeira instância e está recorrendo...
O porteiro nem trabalha mais no prédio...
Diz a lenda, que sem a menor qualificação para ser flanelinha ou engraxate, trabalha como segurança numa repartição pública e chama todo mundo de dotô...
Vejam se pode uma coisa dessas!
O Judiciário que é sustentado pelo meu imposto perdendo tempo por uma “Incompatibilidade de Gênios”...
O personagem começava a justificar ao “Exmo. Sr. Doutor” Juiz seu desejo de separação...
Ai! Ai! Ai!Ai! Ai!Ai!
Esses doutores!
Eu me arrepio quando me chamam de dotô...
Já começo a procurar de onde apareceu mais um “flanelinha” vindo morder algum para olhar meu carro e não riscá-lo.
Penso, logo...
Fico me questionando...
Onde estão os doutores responsáveis pela segurança pública que eu sustento?
Leva um troco aí, companheiro (ato falho!)...
Só isso, dotô?
O carro é velho e já está todo riscado, argumento...
Um muxoxo e um comentário tipo: “Não se fazem mais dotores como antigamente...
Só para me desmoralizar...
Mereço!
Brazilian People tem mania de dotô!
Se não for dotô, não é ninguém...
Certa feita, um cirurgião-dentista não colocou o “Dr.” em seu cartão de visita, pois racionalmente sabia que “Doutor” não é para qualquer um.
Só para os pós-graduados.
“Strictu senso”, pós o mestrado...
Ouviu a “pérola” de um cliente: “O dotô não é dotô?
Recém formado preferiu mudar o cartão a explicar... E o braziu ganhou mais um dotô...
O tipo de calçado nos faz passar de “tio” a “dotô”...
Usava tênis para dar aulas e era “Tio”, esse termo pejorativo que tratam os professores, mesmo que tenham pós-graduação... Um dia saindo do fórum de paletó e gravata, onde era mera testemunha de um acidente de carro, virei dotô...
O engraxate me perguntou: “Vai graxa aí, dotô?”...
Quase perco minha identidade...
Ser ou não ser?...
Que dilema!
Uso sapatos ou faço análise?
Sintética...
Bem sintética a análise de uma ação judicial que corre em Niterói desde 2005...
Um “Exmo Sr. Dr.” processou o seu condomínio porque o porteiro não o chamava de Dotô...
O “Exmo. Sr. Dr.” perdeu a ação em primeira instância e está recorrendo...
O porteiro nem trabalha mais no prédio...
Diz a lenda, que sem a menor qualificação para ser flanelinha ou engraxate, trabalha como segurança numa repartição pública e chama todo mundo de dotô...
Vejam se pode uma coisa dessas!
O Judiciário que é sustentado pelo meu imposto perdendo tempo por uma “Incompatibilidade de Gênios”...
16 outubro 2009
JUDICIÁRIO... PRA RIR OU CHORAR?
Quase não sai blog hoje...
Rarararararara...
Kkkkkkkkkkkkkkkkkk...
Passei o dia entre a apoplexia e as crises de gargalhadas, dentro do mais pleno espírito do rir para não chorar...
Dei uma de Pininha...
Fiz a besteira de ler um jornal...
Em casa, claro! Que não sou de ficar dependurado em trem peruando jornal...
Hoje deve ser primeiro de Abril, ainda que o braziu seja mentira quase o ano inteiro...
Deve ser mentira dos jornalistas... São uns brincalhões... Querem só tumultuar...
Alguém pode me explicar o que eu li, porque senão eu...
Quaquaraquaqua...
Coisa julgada é coisa julgada, mano... Até os manos sabem disso... É imexível... Não tem maracutaia...
Teeeeeeemmmmm?
Mano, acho que tem...
O Tribunal de Justiça de São Paulo suspendeu a demolição do prédio dos bacanas na Rua Tucumã, no bairro chique de Pinheiros.
Mil e cem metros irregulares em sete andares sem autorização da prefeitura, na frente da casa do Kassab (atual burgomestre da megalópole)...
Vou fazer meu puxadinho e acabou...
São só doze metrinhos fora da planta... Uma lajezinha para tomar sol e fazer um churrasquinho... Embaixo dois cômodos para colocar o cunhado e a sogra que estão sem teto desde a última enchente...
Não está acreditando, né?
Nem eu... Amanhã vou ler de novo porque devo estar bêbado...
Peraí...
Quer mais?
Um Magistrado de Jundiaí (cidade dormitório de bacana que gosta de congestionamento a 50 km da capital) mandou soltar os presos, porque na cidade tem mais preso que espaço na cadeia...
O Juiz tem razão, mas...
Gente! Que absurdo!...
Estão roubando demais em Jundiaí...
Modo de falar... Sem querer causar inveja a ninguém...
Na Olímpica January River, então?...
O Juiz chamou, dentro das formalidades de estilo, mas sem qualquer solenidade, de “solene corno” um chifrudo que queria indenização do amante...
Acho que era isso... Ou seria o aluguel da mulher?
Deixemos para lá esse detalhe...
Meretíssimo pode até ter suas razões na sentença, mas não precisava tripudiar sobre mais uma infeliz vítima social conformada que foi a “última a saber” e já era ridicularizado dentro da Policia Federal, onde trabalha...
Corno tem que ser manso?
Fica quieto, aí meu grilo...
Deixe-me respirar fundo e fazer meu exercício de ioga para reprimir a risada...
Quaquaraquaqua...
Não estou rindo, não! Foi um espasmo...
Estou pensando se não seria uma idéia interessante abrigar os presos de Jundiaí nos mil e cem metros da Rua Tucumã?
Irregulares em irregular... E segue o enterro...
E o corno?
Faz uma dupla sertaneja...
Eu não disse isso...
Juro...
Eu nego...
Sou inocente...
----------------------------------------------------------
Hoje é dia da verdadeira protetora do povo brazileiro...
Santa Edwiges... Protetora do endividados...
Rarararararara...
Kkkkkkkkkkkkkkkkkk...
Passei o dia entre a apoplexia e as crises de gargalhadas, dentro do mais pleno espírito do rir para não chorar...
Dei uma de Pininha...
Fiz a besteira de ler um jornal...
Em casa, claro! Que não sou de ficar dependurado em trem peruando jornal...
Hoje deve ser primeiro de Abril, ainda que o braziu seja mentira quase o ano inteiro...
Deve ser mentira dos jornalistas... São uns brincalhões... Querem só tumultuar...
Alguém pode me explicar o que eu li, porque senão eu...
Quaquaraquaqua...
Coisa julgada é coisa julgada, mano... Até os manos sabem disso... É imexível... Não tem maracutaia...
Teeeeeeemmmmm?
Mano, acho que tem...
O Tribunal de Justiça de São Paulo suspendeu a demolição do prédio dos bacanas na Rua Tucumã, no bairro chique de Pinheiros.
Mil e cem metros irregulares em sete andares sem autorização da prefeitura, na frente da casa do Kassab (atual burgomestre da megalópole)...
Vou fazer meu puxadinho e acabou...
São só doze metrinhos fora da planta... Uma lajezinha para tomar sol e fazer um churrasquinho... Embaixo dois cômodos para colocar o cunhado e a sogra que estão sem teto desde a última enchente...
Não está acreditando, né?
Nem eu... Amanhã vou ler de novo porque devo estar bêbado...
Peraí...
Quer mais?
Um Magistrado de Jundiaí (cidade dormitório de bacana que gosta de congestionamento a 50 km da capital) mandou soltar os presos, porque na cidade tem mais preso que espaço na cadeia...
O Juiz tem razão, mas...
Gente! Que absurdo!...
Estão roubando demais em Jundiaí...
Modo de falar... Sem querer causar inveja a ninguém...
Na Olímpica January River, então?...
O Juiz chamou, dentro das formalidades de estilo, mas sem qualquer solenidade, de “solene corno” um chifrudo que queria indenização do amante...
Acho que era isso... Ou seria o aluguel da mulher?
Deixemos para lá esse detalhe...
Meretíssimo pode até ter suas razões na sentença, mas não precisava tripudiar sobre mais uma infeliz vítima social conformada que foi a “última a saber” e já era ridicularizado dentro da Policia Federal, onde trabalha...
Corno tem que ser manso?
Fica quieto, aí meu grilo...
Deixe-me respirar fundo e fazer meu exercício de ioga para reprimir a risada...
Quaquaraquaqua...
Não estou rindo, não! Foi um espasmo...
Estou pensando se não seria uma idéia interessante abrigar os presos de Jundiaí nos mil e cem metros da Rua Tucumã?
Irregulares em irregular... E segue o enterro...
E o corno?
Faz uma dupla sertaneja...
Eu não disse isso...
Juro...
Eu nego...
Sou inocente...
----------------------------------------------------------
Hoje é dia da verdadeira protetora do povo brazileiro...
Santa Edwiges... Protetora do endividados...
Marcadores:
braziu,
folclore,
humor,
infidelidade,
judiciario,
rio de janeiro,
são paulo
Assinar:
Postagens (Atom)