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12 maio 2017

A APARIÇÃO DE MARISA


Calma! Não é a Federal
Sou eu! A sua galega
Dizia-se meu amigo
O meu grande protetor
Exemplo ético e moral
Dá um tempo! Chega!
Ora! Faça-me o favor!

Está tudo bem comigo
Exceto pelo calor
Parecendo o Guarujá
Aqui tem muitas fogueiras
Espetos a cutucar
Cansaram-me suas besteiras
Querendo me acusar

Que vergonha o depoimento!
Não vi na televisão
Estive de alma presente
Melhor se ficasse mudo
Eu fui a culpada de tudo?
Comprei pra investimento?
Quem queria ver o marzão?

Você não é o mais valente?
O que só fala a verdade
Deu agora de me entregar
Fazer essa cachorrada
Você não sabia de nada?
Não me faltou uma vontade
Danada de lhe enforcar

Fiquei numa enrascada
Na triagem do purgatório
Eu jurei não saber de nada
Arderei em fogo eterno
Minha vida será um inferno
Sabe o discurso do velório
Virei motivo de piada

Quando passo é um diz-que-diz-que
Lá vem a mulher do santo
Do brasileiro mais puro
Contar que bebeu o meu uísque
Devia estar num porre e tanto
Nem sei por que me espanto
Sempre foi um dedo-duro

Acho que fui meio xarope
Sem Brasília no caminho
Pensei que iria sossegar
Pedi ao Leozinho reformar
Nosso prédio da Bancoop
Comprei até um barquinho
Pra em Atibaia descansar

Somos jararaca e cascavel
Sei que não irei pro céu
Estou negociando com o Cão
Para esfriar meu caldeirão
Fazer a minha delação
E você que me espere
Se eu lhe vir com Rosemary



Não terá conversa não
Venho lhe pegar a tapa
Vai preferir que fosse o Japa
Cumprindo ordem de prisão
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http://www.recantodasletras.com.br/cordel/5997073

14 outubro 2014

ÓDIO AOS PETISTAS

Refrescado em meu ar condicionado, assistindo a um desses canais (de)formadores de opinião, tomando uma água mineral francesa, vejo no Facebook reclamações quanto ao comportamento que estaria sendo tomado pela turminha de lá de cima do muro diante dos estrelados ainda aturdidos pela reação de Aécio. Alegam estarem sendo discriminados, hostilizados, bulinizados, com perseguições de patrões a empregados sob a ameaça da perda de seus empregos se os tucanos não ocuparem o poste mais alto do Planalto.
Pobres coitados! Faz-me rir! Fazendo-se de vítimas, ao melhor estilo dos inocentes de punhos erguidos ao serem colocados de castigo pela Polícia Federal.
Quem, salvo maior engano, instiga o ódio às “zelites” e anda de braços com coronéis do Nordeste, não é da turminha de cima do muro e chama-se Luiz. Amicíssimo de governantes defensores da democracia, que não cassam concessões de TV, nem expropriam empresas brasileiras. Aliás, persegue com fervor a corrupção. Tanto que o tesoureiro de campanha de Dilma é nada menos que João Vaccari, indiciado criminalmente quando fazia estágio de desvio de dinheiro na BANCOOP –Cooperativa Habitacional que lesou cerca de três mil famílias em São Paulo.
Mas línguas dizem perseguir corruptos para cobrar seu dízimo do butim.
Ô, Geraldo! Que calor! Nada de chover em São Paulo. As represas vão secar. Assim não dá para transpor o Rio São Francisco. Tem que transpor logo, pois em breve não haverá “Integração Nacional”. Uma das fontes, lá em Minas Gerais – terra do Aécio, vejam vocês – também está seca.
Socorro Padim Ciço!
Minha dose de uísque. Mas, não paraguaio. Não dá para confiar neles, tanto que os expulsamos do Mercosul. Vejam se pode. O Paraguai não compactuava com camarada Chavez.
E por aí poderia seguir desfiando “lições de democracia”. Entretanto está na hora de relaxar em minha banheira de ofurô, antes que o apartamento de cobertura onde moro, seja invadido.
Ódio aos adversários, sabe-se muito bem quem tem.

14 setembro 2012

ACORDO COM BANCOOP - A pior solução



Uma assembléia com oitenta pessoas favoráveis a um acordo com a BANCOOP.
Maioria estrondosa.
E daí?
Podem passar por cima da lei?
Podem exercer o direito de outras pessoas?
Podem representar quem não está na ação civil?
A “comissão” é apta a comercializar imóveis?
Ora, ora...
Balelas!
As espertas retiradas da BANCOOP das ações servem para duas coisas:
1 – Livrar a cara dos investigados por estelionato.
2 - Criar cizânia entre os cooperados.
A BANCOOP derrotada sai de cena cambaleante, deixando suas vítimas se digladiando. Vai para a platéia divertir-se com as batalhas internas para resolver o golpe que ela causou.
Frases soltas à parte, a situação é prato cheio.
Vamos às batalhas judiciais, com a multiplicação de ações individuais. Pelo menos 50 pessoas defenderão seu interesse de não pagar nada. Trinta já estão certas disso.
Quem pagará a parte deles já dissemos. Os “acordantes” que não querem acordar para a realidade do acordo inócuo e confessarem sua dívida a nova incorporadora.
O prejuízo será de quem assinar o acordo.
Se havia a propalada “demora” da execução, agora teremos essa demora multiplicada.  
Atentem que a entrega judicial do empreendimento está por um fio.
Ainda é tempo!
E quem avisa...

06 maio 2011

BANCOOP - INTERVENÇÃO E VILA CLEMENTINO

Colegas de Infortunio,

Falo pessoalmente, pois enquanto diretor da ASSOCIAÇÃO não recebi qualquer contato da BANCOOP.
Sinceramente não sei quais motivos ainda leva pessoas a manterem contatos extrajudiciais com a BANCOOP, procurando-a ou atendendo todo e qualquer telefonema.
Aliás, consultei e avisei ao Sindico e Subsindico quanto a mais esta artimanha da "Cooperativa de fachada".
Ambos responderam que não haviam sido procurados.
Quem é, então, o contato que representa o Vila Clementino?
Será que acreditam mesmo em Papai Noel, Coelhinho da Páscoa, para não mais elucubrar sobre a motivação de aceitarem "negociações".
Seis anos de mentiras não serviram de lição?
O que essas pessoas têm ido fazer na sede da BANCOOP?
O que trarão de novidade após a reunião da proxima segunda feira?
Tentarão nos empurrar novamente a OAS? Oferecerão que troquemos o desligamento da cooperativa pelo perdão da dívida?
Muito provavelmente não dirão nada de novo, pois nada mais tem a dizer.
Ou será que pedirão para não penhorarmos cadeiras, garrafas de uisque, frigobares, etc...
A BANCOOP está destruida.
Plagiando a manchete de uma revista de grande circulação: A casa deles caiu.
Na última terça-feira, os argumentos do advogado da cooperativa foram fulminados pelo voto do relator do Conselho Superior do MINISTERIO PUBLICO.
A Intervenção é iminente.
Até o Sindicato dos Bancários tenta tirar o time de campo e "ameaça" executar a dívida de 45 milhões ainda este mês.
O newletters, outrora farto de "convicentes" argumentos, neste mês saiu quase apenas com fotos.
A BANCOOP, como prevemos, ao confiarmos na Justiça, chegou na fase do não ter mais nada a dizer, depois de diversas vezes não querer conversa com seus cooperados, impedindo o acesso as Assembléias.
Encaminha-se para o choramingo dos condenados encurralados, lembrando que alguns de seus dirigentes foram denunciados pelo MINISTERIO PÚBLICO CRIMINAL.
Será que os "negociadores que representam o Vila Clementino" ainda não tem noção que estamos com a ação ganha, a BANCOOP NÃO RECORREU DE NADA e o juiz já deu todos os indicativos para a cisão do Vila Clementino.
O que leva colocarem em risco nossa luta?
Ao risco de assumirmos um prejuizo financeiro ainda maior do que já temos, perdoando o algoz?
Qual a vantagem em revestirmos a fantasia de "cooperados" quando os tribunais sedimentam a tese de sermos vitimas de um estelionato praticado pelos próceres da "arapuca"?
A quem interessa divisionismo entre moradores e "sem teto", neste momento?
Talvez interesse a BANCOOP.
Fotografar pessoas e escrever qualquer bobagem no rodapé da foto, quanto a estar negociando com o empreendimento, como tem faltado à verdade em outros locais.
Pensem sobre o assunto, tendo em mente:
QUALQUER NEGOCIAÇÃO COM A BANCOOP AGORA PODE CAUSAR GRANDES PREJUIZOS PROCESSUAIS E FINANCEIROS, A TODO EMPREENDIMENTO.
E dispenso o rosário de argumentos quanto a nunca vamos receber mesmo.
Não receber é muito diferente que abrir mão de um direito.
Por acreditar no Estado de Direito, da minha parte dessa luta não abrirei mão.

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Ditado árabe: Se você é enganado uma vez, a culpa pode não ser sua. Na segunda vez, com certeza será.

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29 março 2011

BANCOOP PROCURA COOOPERADOS

Noticia-se que o presidente da BANCOOP procurou um dos "lideres da resistencia".
O desespero ante a derrocada final da cooperativa de fachada obriga-nos tomar muito cuidado e preucações.
Ninguém da BANCOOP é confiável ou merece respeitabilidade.
Devem estar armando alguma.
Ser enganado novamente por ela é no mínimo burrice.
Se a BANCOOP, que está prestes a sofrer intervenção, tem algo digno de nota a dizer,
que o faça à frente do Juiz, que alíás procura citar seus dirigentes no âmbito criminal.
Cuidem-se quanto a ameaças ou tentativas de cooptação...
A hora final está chegando
Cuidado! Muito cuidado! Todo cuidado!
E é pouco.

05 novembro 2010

DILMA E BAN(DO)COOP

A fala mansa pós-eleição da presidente, no período de “babação” dos meios de comunicação revela, a principio, o mesmo discurso “mole” e “conciliador” que conhecemos de sobejo.
Promessas que nunca fez cumprir enquanto Ministra.
Assim não fosse não manteria sob suas “pacificas” asas a Guerra que ia montando sua “Bolsa Familiar”.
Desautorizaria, por exemplo, dirigentes do Partido a falar de CPMF.
Nem esconderia seu tesoureiro que lesou milhares de pessoas e está, inclusive, formalmente denunciado com mais cinco réus, cúmplices ou companheiros por formação de bando ou quadrilha.
Epa! Bando? Quadrilha?
Olhem aí... Um novo slogan publicitário para a Cooperativa:
“Na BAN(DO)COOP quem dança é você”.
Tornando macro o exemplo da Cooperativa, resta uma certeza:
Com o PT não se negocia! O PT combate-se.
A presidente, por enquanto, é do PT.
Logo...
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Petista adora fitinha de pulso.
A imprensa noticiou que na festa de comemoração da vitória de Lulla na eleição, dependia da cor, o acesso aos pratinhos e bebidas do bufê.
Desde o vermelho mais clarinho, que ficava na rua tomando cerveja e comendo ar até o tom roxo, lá dentro, regado a acepipes e uísque.
Bracelete preto não entrava, nem votava.
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Aviso aos leitores:
Salvo algum fato novo, como uma prova que deus é brasileiro e não argentino, até o final do ano, não falarei de política ou formação de quadrilha ou bando de estelionatários.
Temos muitas coisas importantes a escrever, antes que um Conselho Popular de Monitorização da Mídia atinja também aos blogs.
Por exemplo: Será que o Manto consegue classificação para a Libertadores?
Começo a achar que a Libertadores vêm antes dos prédios da BANCOOP.
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Está liberado o uso de biquínis em parque municipais de S.Paulo.
Afinal com a proposta da Câmara de Vereadores para que o Prefeito ganhe R$ 25.000,00 por mês, o povo vai acabar tendo que entrar pelado mesmo.
Olha o aumento do IPTU, gente!
Queria tanto pagar IPTU do meu apartamento.
Mas ele não sai do chão.
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01 outubro 2010

BANCOOP DEIXARÁ VOCE VOTAR! URGENTE

Colegas de infortúnio.

A BANCOOP normalmente não deixa você votar...

É hora de dizer NÃO ao PT e seus companheiros, PSB, PCdo B, PMDB e outros Tiriricas da vida, que nos causaram urticárias, aflições, agonia.
Dizer NÃO a quem se mancomunou aos golpistas da BANCOOP

Já disse que votarei em membros da CPI.

Para a Assembléia escolham entre
SAMUEL MOREIRA – 45245 (PSDB)
BRUNO COVAS – 45145 (PSDB)
ROBERTO MORAES – 23623 (PPS)
WALDIR AGNELLO – 14747 (PTB)

Para Câmara Federal
RICARDO MONTORO – 4546 (PSDB)

Senado Federal - Poderemos precisar de ajuda no Senado.
Nem pense em Netinho ou Martha.
Se quer ajuda no caso BANCOOP, não vote em Dilma e independentemente de ser Marina ou Serra, faça a dobradinha:

ALOYSIO – 451
YOUNG - 430


Também nem pensar em Mercadante, ora candidato ao governo paulista, que esconde seu suplente no senado o Sr. João Vaccari.

Aos cooperados que “não gostam dessas coisas” por omissão ou “apolíticos”, peço que reflitam seu posicionamento.

Lembrem-se: Seu dinheiro foi, sim, desviado, para fins políticos, entre outros desvios já denunciados.

Mostre sua indignação e revide ao “rolo compressor”, descaso e humilhação que sofreu ao longo dos últimos seis anos, especialmente da parte de pessoas ligadas ao PT e seus companheiros de apoio.
Basta apertar o teclado da urna eletrônica.
Reaja!
É a hora!
Eu votarei, e indico o voto, em candidatos dos partidos que apoiaram a causa dos cooperados.

12 setembro 2010

BANCOOP – VOTE EM QUEM TEM AJUDADO...

Recebo emails de vítimas da BANCOOP indicando candidatos “amigos de alguém” ou pedindo “dicas” de votos.
Inicialmente, alerto para que não se faça “voto útil”, nem se anule ou vote em branco. Na falta de opção direta de um candidato, vote na legenda. Aumenta o quociente eleitoral e dificulta que candidatos de “currais eleitorais” sejam eleitos.
Sem ser maniqueísta, mas acompanhando, desde 2005, as atividades dos cooperados lesados pela BANCOOP, nas diversas frentes de lutas, tenho a perfeita clareza em quem indicar para ser ou não votado, dentro, unicamente do espectro da defesa dos interesses dos cooperados.
Os senadores e deputados que deram acolhida, de forma ampla, em S.Paulo e Brasília, aos pleitos dos cooperados eram do PSDB (45), Democratas (25) e PPS (23).
Em S.Paulo, têm participação atuante, e indico os Srs. Samuel Moreira (45245) – presidente da CPI, Bruno Covas (45145) – relator - e Roberto Moraes (23623), concorrentes à reeleição para Deputado Estadual.
O deputado Ricardo Montoro (4546), que também tem participação atuante, é candidato a Deputado Federal.
Ainda na CPI, participa ativamente o deputado Waldir Agnelo (PTB 14747). O PTB embora nos apóie em S.Paulo, não teve o mesmo comportamento em Brasília quando o sen. Romeu Tuma não participou de nenhuma reunião com os cooperados.
O mesmo comportamento teve, é óbvio, o Sen. Aloísio Mercadante, ora candidato ao governo paulista e que abriga como seu suplente no senado o Sr. João Vaccari.
Para o Senado, apóia nossa luta, o Sr. Aloysio Nunes (451) do PSDB.
Não votaria de jeito algum para qualquer cargo – Presidente, Governador, Senado e deputados - nos candidatos do PT (13), do PSB (40) - partido que conta como filiado o advogado da BANCOOP, Sr. Pedro Dallari -, do PCdoB (65) - que tem Netinho como candidato ao Senado -, do PDT (12) – do Paulinho da Força - e do PP (11).
Todos fazem parte da base do governo federal e se omitiram quando procurados.
O PMDB (15) está na mesma situação do PTB (14). Apoiou-nos em S.Paulo, mas não atendeu os cooperados em Brasília.
Não voto também em candidatos “amigos” ou “bonzinhos” de partidos de “aluguel”, como PTC (36), PSDC (27), PRTB (28), PSL, PHS, dentre outros, que sempre estiveram ao lado do PT. E especialmente no Tiririca, que não tem graça nenhuma, pois o PR (22) também é da coligação do PT. Escrevi a respeito, à parte.
Incluam neste rol os palhaços, humoristas, cantores, jogadores de futebol, boxeadores, mulheres frutas e toda sorte de lanceiros.
Cada macaco em seu galho.
Não quero levar um soco e ficar tiririca, ouvindo música sem ter para onde me guiar.
Para os cooperados que por omissão ou dizendo-se “apolíticos”, peço que reflitam seu posicionamento.
Lembrem-se: Seu dinheiro foi, sim, desviado, para fins políticos, entre outros desvios já denunciados.
Embora a luta esteja chegando ao fim e a BANCOOP tente suas últimas artimanhas, mentindo sobre acordos impossíveis, precisaremos contar com todo apoio que pudermos, mesmo sabendo que a luta só terminará definitivamente no Judiciário, com o “fechamento” da “cooperativa de fachada”.
Mostre sua indignação e revide ao “rolo compressor”, descaso e humilhação que sofreu ao longo dos últimos seis anos, especialmente da parte de pessoas ligadas ao PT e seus companheiros de apoio.
Basta apertar o teclado da urna eletrônica.
Reaja!
É a hora!
Eu votarei, e indico o voto, em candidatos dos partidos que apoiaram a causa dos cooperados.
Podem franzir a testa ou torcer o nariz, mas foram o que estiveram conosco.

02 setembro 2010

SAI DA FRENTE, BUNDÃO!

Oh! Abre alas que eu quero passar...
Como tem mala atrapalhando a passagem!
Uns porta-malas de mais de 150 cm. de circunferência.
Mais que carro estacionado na calçada.
Hoje tive que me desviar bastante das placas de candidatos e candidatas, frutinhas e cortinas que se espalham pelas calçadas da Vila Mariana.
Cadê a Cidade Limpa?
Quase entrei num diretório de um candidato do PT. Queria perguntar se é verdade mesmo que a entidade até recentemente presidida por ele tinha emprestado mesmo, a fundo perdido, QUARENTA MILHÕES para a BANCOOP.
Achei melhor não! Fui meio bundão, reconheço, mas vai que abrem minha declaração de imposto de renda... Ai, Meu Santo André!... Quase sendo rebaixado na série B.
Meu caminho era o mercado.
Pelo tamanho da fila à porta, pensei que tivessem aberto uma casa lotérica dentro do mercado... A Mega Sena está acumulada novamente e a população sonha em deixar 45% de sua aposta para o governo torrar em fisiologismo.
Prestei mais atenção e vi uma placa oferecendo diversas funções para trabalho.
Bananas,goiabas e pizzas fritas devidamente pagas, indaguei a “mocinha” do caixa o porquê (até este porque tem acento) de tamanha fila.
Inacreditável!
Nesta época apropriada para trocarmos nossos representantes, a fila era para trocar cupons por bichos de pelúcia.
Que fofinhos!
No mesmo instante, uma gritaria...
Dois bundões discutiam... Bundões mesmo... Tipo os descritos acima... Um entrevero por causa de um último bichinho de pelúcia.
Para mantermos o tamanho do assunto, achei que fosse um elefante. Dei uma girafada, mas não o identifiquei o bicho.
Caminho da roça que eu precisava colocar o blog no ar.
Como podem perceber consegui, mas no caminho fiquei matutando sobre bundões que atrapalham a vida da gente.
Está certo que me vieram imagens da Rita Cadillac, da Gretchen, dos eleitores que votam em qualquer um sem avaliar, mas lembrei-me de uma passagem ocorrida nesta semana.
Estava no Shopping, na praça de alimentação e ao fundo, no balcão de uma franquia alimentícia, encostou uma bunda merecedora de ser vista.
Aquelas tipo procissão. Quando passa, um monte de homem segue atrás.
Olhos atentos desviados para a monumental vista panorâmica.
De repente, não mais que de repente, outra bunda, esta descomunal e masculina, tenta se encaixar na mesinha do espaço de alimentação e se interpõe entre meus olhos e a outra bunda.
Minha vontade foi de gritar: Sai da frente, bundão!
Eu, hein! O cara era muito grande.
Finalmente ele conseguiu se encaixar.
Oba!
Uma ova!
A bunda do balcão sumira...
Caracas! È tão raro aparecer uma bunda decente e quando aparece vem um bundão é atrapalha...
Parece o braziu, sô!
Oh! Idiota... É o braziu...
Está bem... Está bem... Não precisa ficar lembrando, grilo...

12 agosto 2010

BANCOOP – ME ENGANA QUE EU GOSTO, TONHÃO

Para relaxar e entender melhor, algumas alegorias.
Discutiam os patrícios Mané e Quinzinho n´além mar, no acerto de contas de uma bacalhoada pendurada:
Oh! Pá, se minha dívida era 50 escudos e tornou-se 15 escudos? Quando me enganas? Agora ou me enganava antes?
Unindo-se a discussão dos gajos, um ditado árabe:
“Se és enganado (traído) por alguém uma vez, a culpa não será sua. Se fores pela segunda, com certeza será”.
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A BANCOOP sempre tentando causar cizânia entre suas vítimas.
Criar ansiedades, expectativas e discórdia.
No recesso da CPI, que juntamente com o MP encaixa o quebra-cabeça do uso indevido do dinheiro dos cooperados, mandou seus advogados “convocarem” advogados das vítimas apresentando propostas tão mirabolantes, quanto impossíveis.
Números são números desde os primórdios dos tempos e contas são feitas com eles.
Compreendemos que números não pertençam ao ramo das Ciências Exatas, não muito afetas aos atores do mundo jurídico, salvo na contratação de honorários e sucumbências.
As contas da BANCOOP, se já não fecham com seus próprios dados, como fecharão com os dados absolutamente aleatórios apresentados?
Enfim, se até hoje os números apresentados pela Cooperativa eram absolutamente inconfiáveis, seus terrenos não lhe pertenciam, suas escrituras não eram passadas, será que agora serão?
De modo amigável?
Extra-judicialmente?
Chega de tergiversações!
Vamos aos fatos?
A proposta apresentada pelos advogados da BANCOOP, Drs. Pedro Dallari e Leticya Achur aos advogados dos empreendimentos Morada Inglesa, Casa Verde, Cachoeira, Anália Franco, St. Phillip, Vila Mariana, Torres de Pirituba, Vilas da Penha, Horto Florestal, Parque da Orquídeas, Colina Park, Mandaqui e Liberty é mais ou menos a seguinte:
Vocês me devem tanto e pagam metade, um terço, um quarto, etc. e fim de discussão.
Ah! Com uma ressalva.
Tem que ser aprovado pela totalidade das seccionais. Seccionais, mesmo...
E até o dia 18 de agosto.
Ao Village a proposta sequer foi apresentada.
Ora!
Será que alguém em são consciência pode acreditar que haja aceitação total e de imediato.
Nem em regimes totalitários.
Na salada de frutas que está a situação de cada empreendimento, provavelmente, haja poucos casos assemelhados. Querem comparar bananas com melancias.
Alguns exemplos, conhecidíssimos.
Vila Mariana está construída, terreno em nome da cooperativa, e só falta, de fato e salvo algum susto não impossível, escrituras e discussão de valores.
Há alguns empreendimentos em semelhante situação.
Entretanto:
O Liberty é um esqueleto endividado e Anália Franco é um esqueleto credor.
Já Vilas da Penha, aos pedaços, tem terreno em nome de terceiro e Village Palmas todo construído, com algumas casas rachadas, sequer existe legalmente.
Juntar tudo num liquidificador só?
Será que mais alguém, além de mim, passou a acreditar em coelhinho da Páscoa? Em Saci? Pode ser... estamos no mês do folclore.
A BANCOOP passou a ser confiável?
Lobo depilado continua lobo.
A manobra é seguramente apenas mais uma “maravilhosa e mentirosa” proposta para iludir incautos, causando a divisão característica no ser humano egoísta.
Colegas de infortúnio, a situação não se resolverá com um pozinho de pirilimpimpim.
A demorada, por diversos motivos, denúncia da parte do Ministério Público deverá incomodar muita gente... as eleições se aproximam... a CPI fecha o cerco.
Sabemos que os advogados estão cansados, mas não sofrem tanto quanto seus representados.
Se a BANCOOP pretende se render realmente, a rendição tem que ser na forma proposta por cooperados, não através de interlocutores.
O estatuto impede a entrada de advogados em assembléias.
Se a BANCOOP quer apresentar propostas, seus dirigentes agendem reuniões com lideres dos empreendimentos, apresentando dados concretos, individualizados, comprovados e por escrito.
A BANCOOP não está em condições de oferecer nada.
Seus dirigentes que ganham um apartamento por ano de salários, deveriam mais é ter seus salários penhorados e bens indisponibilizados.
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Vou terminar porque a Poliana me mandou um email, protestando: Seu chato, vou pagar só metade...
Querida Poli, metade de quanto, cara pálida?
Ah! Poli, responda-me uma perguntinha a mais: Quando você estiver no aconchego de sua novelinha e receber um telefonema lhe cobrando um recebível que a Cooperativa repassou para alguém para cobrir aquela metade, terço, quarto que você não pagou, você vai reclamar com quem?
Peraí, acendeu meu site de relacionamentos...
É o Tonhão discutindo com a namorada: “Me engana que eu gosto!”
Oh! Tonhão... Linha cruzada... Você é cooperado também?
Que sorte a sua!
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08 agosto 2010

BANCOOP - A NOVA PROPOSTA

A BANCOOP distribui informativo desinformando mais uma vez para confundir e tentar dividir o valoroso movimento de resistência de suas vítimas.
Diz que está entabulando negociações com os advogados.
Realmente houve três reuniões com quatro advogados que representam Vila Mariana, Morada Inglesa, Casa Verde, Cachoeira, Anália Franco, St. Phillip, Pirituba, Vilas Penha, Village, Horto, Recanto das Orquídeas, Tatuapé, Mandaqui e Liberty.
Apresentaram propostas com "maravilhosos" valores aleatórios para os prédios que estão prontos, nada de novo aos que estão em construção (permanece a transferência para construtoras com pagamento de multas demissionais) e absolutamente nada para o Village Palmas (construído sem alvará).
Como se tudo fosse igual e com aprovação explícita de todas as Seccionais.
Tudo de uma tacada só, atropelando direitos individuais ou já decididos judicialmente.
A proposta é válida por apenas 45 dias. Será coincidência com o período eleitoral?
A princípio, reparem na impossibilidade do acordo coletivo, visto que alguns empreendimentos sequer se fizeram presente, como p.ex. Moóca, Bela Cintra, Vila Clementino, entre outros.
A manobra é apenas mais uma lenga-lenga protelatória, às vésperas de novas revelações judiciais e na CPI.
O desejo astuto da cooperativa é dividir opiniões e a luta. Usar o argumento da transferência da responsabilidade de “não ser possível” o acordo diante da manifestação contrária dos cooperados, fato que já se revelou em reuniões de pelo menos três empreendimentos que preferiram permanecer no embate por seus direitos reais a aceitar dados novamente improváveis e unilaterais.
Não se deixe iludir!
A BANCOOP não tem nada a oferecer.
Tudo o mais é boato, que sabem plantar muito bem...
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De certo mesmo apenas a crescente mobilização para a manifestação a ser realizada no dia 17 de Agosto na Assembléia Legislativa.
Organize seu empreendimento.

21 julho 2010

BANCOOP - A ULTIMA PROPOSTA

Como suspeitávamos!

Os advogados da BANCOOP Dr. Pedro Dallari e Dra. Leticya agendaram reunião com alguns advogados dos cooperados, acenando uma proposta coletiva de solução para o caso.

O encontro ocorreu na Assembleia Legislativa, hoje pela manhã - 21 de julho de 2010..

Resultado:
NADA!

Pura enrolação para colocar umas estacas na casa caindo e tentar blindar o caso até as eleições.
Confirma-se o que defendemos há muito tempo.
Conversa com a Cooperativa só nos autos dos processos...
O mais é desperdício de tempo, combustivel, et coetera...

Dentro dos propalados padrões de transparência, o advogado da BANCOOP não permitiu nenhum registro do encontro.
Depois eles publicam o que lhes der na telha..

Tem quem acredite...
Eu acredito em Papai Noel, Coelhinho da Páscoa, Saci Pererê e agosto é o mês do folclore...

Deixe-me ver se não tem nenhum motoqueiro seguindo...
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Não se esqueçam do Mantra de hoje:
"Por debaixo dos panos, prá ninguém saber..."

BANCOOP - Por Debaixo Dos Panos

Muita coisa obscura rolando nos bastidores.
Preparem seu coração e bolso...
Armação pode ser ilimitada...

Em referencia a censura às noticias sonegadas da BANCOOP e reuniões com “negociações em busca de soluções” articuladas nas coxias, sem que os cooperados tenham amplo conhecimento e ainda pelo fato do Jornal Estado de São Paulo estar há quase um ano censurado pelo caso Sarney – Boi Barrica, hoje os Apóstolos devem entoar um mantra (de Antonio Barros e Cecéu):

O que a gente faz
É por debaixo dos pano
Pra ninguém saber

É por debaixo dos pano
Se eu ganho mais
É por debaixo dos pano
Ou se vou perder
É por debaixo dos pano

É debaixo dos pano
Que a gente não tem medo
Pode guardar segredo
De tudo que se vê
É debaixo dos pano
Que a gente fala do fulano
E diz o que convém

É debaixo dos pano
Que eu me afogo
Que eu me dano
Sem perder o bem

É debaixo dos pano
Que a gente esconde tudo

E não se fica mudo
E tudo quer fazer
É debaixo dos pano
Que a gente comete um engano

Se ninguém saber
É debaixo dos pano
Que a gente entra pelo cano

Sem ninguém ver

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Para não dizer que não falo de coisas sérias:
Jorginho!
Hoje tem culto ao Manto...
Olhe lá!, hein, mano....

19 junho 2010

BANCOOP - ASSEMBLEIA 22 DE JUNHO

Nesta terça-feira, dia 22 de junho, estão convocados a comparecer à CPI da BANCOOP na Assembléia Legislativa de São Paulo alguns de seus dirigentes.
Ana Érnica, Thomas Fraga, Manolo...
Será que terão a típica arrogância com que trataram os cooperados?
Impedirão o acesso à sala da CPI, como fizeram em Assembléias?
Enfrentarão com gritos aos cooperados?
Desdenharão de seus reclamos?
Haverá uísque importado?
Espocar de champanhe à morte da Cooperativa?
A segurança freudiana não estará à disposição desta feita.
A dúvida que não quer calar: Alguém sairá preso pela mentiras?
Ou pelo silêncio?
Será interessante o comparecimento dos cooperados à reunião.
Dez por cento dos lesados! Um por família lesada seria algo tipo assim:
“Os trezentos de Esparta!”.
Aqueles que não abandonam a luta.
A hora está chegando!
Masmorras se lotarão...

13 junho 2010

BANCOOP – VILA CLEMENTINO – CUIDADO!

Quanto mais se investiga, a cada depoimento sai uma novidade que confirma todas as suspeições sobre o gerenciamento lesivo do dinheiro dos cooperados.
Desvios de todas as maneiras, empréstimos, saques irregulares de FGTS, et coetera...
Cada enxada uma minhoca!
Com a cara de pau peculiar, a Cooperativa tenta levar mais dinheiro de incautos crédulos.
Diante do fracasso nas negociações com a TARJAB, começaram a enviar propostas mentirosas, e beirando ao estelionato, para que os cooperados do Vila Clementino fechem acordos e recebam suas “impossíveis” escrituras.
É tão imoral que até a Associação remeteu email alertando seus associados.
Será que um dia “cairá a ficha” de que, coletivamente, só há uma solução?
O Judiciário.
Todas as outras propostas individualizam e deixam ao léu e à própria sorte os cooperados, induzindo a pensar-se em conchavos com incorporadoras, que estão sendo devidamente investigados.
O divisionismo só interessa à “Falecida” que se debate para “aliviar” os vivos culpados do indiciamento criminal.
Parece que quem sobreviver será...
Paciência!
Não há pressa!
Afinal, há pratos que se apreciam melhor quando esfriam...

19 maio 2010

BANCOOP – COOPERADA REVELA MEDO

Tenho acompanhado a CPI da BANCOOP na Assembléia Legislativa de São Paulo.
Dia 18 de Maio, no depoimento de uma cooperada, uma frase chamou-me a atenção:
“Me perguntaram se eu não tinha medo de vir a CPI?”
Um dos deputados retrucou:
“Medo de nós?”
“Não de vocês, mas a gente escuta tantas coisas...”
Foi a primeira vez que mais alguém verbaliza oficialmente o medo que ataca aos cooperados “inferiores” da Cooperativa.
Em 2008, eu fiz comunicado à Cooperativa sobre esse medo.
Paranóia à parte, mas pelo sim, pelo não, reduzi muito meus deslocamentos em carro particular para evitar algum assalto eventual seguido de morte.
Nesta cidade nunca se sabe.
Como não se sabe como a Cooperativa quis vender para a mesma cooperada o apartamento de um de seus dirigentes falecidos.
Será que algum herdeiro espiritual do Chico Xavier passaria o termo da transferência?
Ou vão exumar para colher a assinatura?
Sei lá.
Tudo é possível. Afinal, em 2005, mandaram a repórter perguntar aos mortos.
Com essas coisas não se brinca.
Ainda mais quando tem tanto cooperado em níveis superiores.
Além dos dirigentes mortos e tantos outros cooperados que morreram sem ver seus imóveis, a despeito de terem “morrido” integralmente com o pagamento, tem cooperado deputado, suplente de Senador, Ministro, dirigente de estatal, de fundo de previdência, primeira dama, et coetera, et coetera, et coetera.
Deixe-me ir parando senão eu é que vou para o xadrez.
Passo de vítima a culpado, como bem se referiu o deputado Ricardo Montoro ao tipo de indagações que era feito por outro deputado que parece defender a Cooperativa ao invés de investigar.
Como parece que tudo o que os depoentes dizem é mentira, o medo revelado pela cooperada também deve ser.
Sei não...
Lembro da frase de um falecido – brrrrr.. – conhecido de meu pai:
“Ih! Meu filho cada enxadada é uma minhoca...”
A BANCOOP está assim. Quanto mais mexe, mais aparece minhoca.
Espero que nenhuma enxadada atinja acidentalmente minha cabeça.
Aí escapam dela todas as minhocas que andam incomodando.
Justo agora que estou achando que no anzol tem peixe.

15 abril 2010

BANCOOP - PROMOTOR VISITA O VILA CLEMENTINO

No dia 14 de abril, o Dr. José Carlos Blat, promotor do caso BANCOOP, compareceu, gentilmente, ao residencial Vila Clementino, onde parte dos cooperados está aflita com a situação da venda da seccional a incorporadora TARJAB.
Havia aproximadamente vinte pessoas, entre diretores da Associação que defendem o acordo e cooperados que resistem a ele.
Presente também o Dr. Jorge Saad, advogado da seccional, que por coincidência participou de tratativas do acordo “Altos do Butantã-BANCOOP-OAS” e, inclusive, manifestou sua reprovação àquele acordo.
Dr. Blat esclareceu e respondeu questionamentos sobre o andamento das investigações criminais sobre a Cooperativa.
Contou do empenho do Ministério Público neste caso, onde foram vencidas, arduamente, várias etapas.
Disse que, apesar de muitas dificuldades encontradas para obtenção da documentação bancária da BANCOOP, tem previsão de muito em breve estarem fechados esses levantamentos para promover as ações cabíveis.
Ressaltou e deixou claro que não interfere nas ações cíveis ou decisões quanto a negociações extrajudiciais, mas lembrou que uma vez feito um acordo os cooperados perdem toda esperança de acionar a cooperativa a qualquer tempo, sem poderem se arrepender.
Encerrou a reunião convidando os diretores da Associação para prestarem depoimento sobre a seccional, e agendou-se para a próxima semana.
Só resta agradecer a presença com a esperança de que muitos olhos sejam abertos e vejam que há grandes possibilidades de vitórias, não apenas satisfatórias de justiça, mas de alcance econômico, com a exclusão do “custo BANCOOP” nas negociações com incorporadoras e o conseqüente barateamento de custos no término das obras.
De minha parte, continuarei lutando contra esse acordo em todas as esferas.
Finalizando, lembro ensinamento de um Mestre da área da psicologia que dizia:
“Você avisa que do outro lado da porta tem um leão faminto, alerta dos riscos e insistem em abrir... Fazer o que?”.
E das palavras do Senador Jefferson Peres (AM), em agosto de 2006:
“A crise ética não é apenas dos políticos... O povo compactua com isso...”

02 abril 2010

CORDEL DA BANCOOP

N.A. - O titulo está correto. É Cordel e não bordel como comentaram alguns leitores impublicáveis
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O senhor que está passando
Por maluco me tomando
Preste atenção nesta história
Guarde bem na sua memória

Escutem a minha narrativa
Para não entrar na mesma fria
Vitima sou de cooperativa
Que muitas casas barata prometia

Dizia bonito lá na publicidade
Seu sonho, nosso trabalho
Gente mais sem sinceridade
Diria mesmo, um rebotalho

Foi lá na sede do sindicato
Me convenceram... Era barato
Cinqüenta e quatro parcelinhas
E as chaves seriam minhas...

Era Cooperativa Habitacional
Do Sindicato dos bancários
Um pessoal da política nacional
Acham que a gente é uns otários

Enchi de calo em minha mão
Paguei em dia toda prestação
Perdi os últimos fios do cabelo
Sonho? Eu só tenho é pesadelo

Minha vida foi sempre tão dura
E eu só queria uma escritura
Dum teto pros filhos abrigar
Um cantinho pra descansar

Quem não sonha com uma casa
Acreditei nessa tal Bancoop
O meu dinheiro bateu asa
Só recebo mesmo é envelope

Dentro deles chega sempre aviso
De cobrança e até umas ameaça
Meu bolso cada vez mais liso
Diz que fui vítima de trapaça

Tem uns felizardos, minha gente
Por exemplo, a mulher do presidente
Já tem cobertura no Guarujá
Mas onde seria o meu, o que é que há?

No terreno que devia ter um edifício
Não fizeram nenhum beneficio
Ao invés do sonhado apartamento
Encontra-se lá um estacionamento

Tem mais umas que eles apronta
Não sei quem ensinou fazer conta
O dinheiro nunca é suficiente
E me chamam de inadimplente

Inventaram um tal Fidique
Pegaram mundo de dinheiro
Não entendi esse trambique
A grana levou que paradeiro?

Processos mais de quinhentos
Prestação de contas nada
Até se diz aos quatro ventos
Que a BANCOOP está quebrada

Em vez de comprar cimento
Contrataram um monte de advogado
Mas não sobe um pavimento
Dos prédios que já tão quitado

Vixê mãe, que o tal Vaccari
Prá botar inveja no rimador
Contratou Pedro Dallari
Para ser seu defensor.

Entrou até doutor D´Urso
Nobre defensor da ética...
Nesse embroglio em curso
Sou capaz de errar a métrica

Ai! São Jorge, meu protetor!
Como entrei nessa sinuca?
Tem até um doutor promotor
Que chamou eles de arapuca

O que disse, então, uma revista
Cooperativa dos companheiros
Tudo petista e sindicalista
Do presidente até os caseiros

Nunca mais confio nessa gente
Promete, promete e faz diferente
Pessoal arrogante e onipotente
Só sabem sair pela tangente

Pois sabem ainda que escutei
Frases de deixar em polvorosa
Pergunta pros morto... Isso não sei...
Só faltou dizer “relaxa e goza”

Já disseram que sou uma mula
Deveria ter melhor avaliado
Mas na parede tinha a foto do Lulla
Ao lado de um famoso deputado

A prudência me manda aqui parar
Tem mais, mas não digo, não
Eles têm mania de processar
Quem combate a enganação

Pois, bem... Vou terminando assim
Deixando alerta a todos os passantes
A Bancoop tapeou tantos e a mim
Como nunca no braziu se viu antes...

DIFICULDADES PARA SE ALUGAR UMA CASA

A Stella está procurando uma casa, um abrigo.
Eu disse que ela está procurando abrigo e não asilo.
Inevitável não fazer correlação com um dos assuntos da moda, ou da mídia.
O caso BANCOOP.
Estão cansados de ouvir falar disso?
Imagine os cooperados sem teto.
Pois é...
Patrícia não gostou do apartamento na Moóca que o Ministro da Previdência e ex-conselheiro da BANCOOP, Carlos Gabas lhe ofereceu, uma vez, espera-se, vá morar em Brasília.
Ok! Grilo. Vou esclarecer os leitores para que não se confundam.
Afinal, é bom as coisas às claras.
Ricardo Berzoini também foi Ministro de Previdência, mas era Diretor Financeiro da Cooperativa. Diz a lenda que Ricardo tinha um apartamento na Vila Clementino, onde o João, atual presidente mas diz que não é mais, também tinha em nome da filha.
Deve ser lenda mesmo, pois nenhum dos dois nomes aparece na lista de cooperados.
Bem! Podem ter codinomes.
Ai! Cazuza, meu Beija-flor!
Um dos problemas da Vanda em conseguir a locação é o fiador.
Não aceitaram o João, sei lá por que.
Ilibado.
Luiza tentou o seguro-fiança.
Impossível?
Porque?
Precisa trabalhar e comprovar renda.
Fica quieto, meu Grilo! Precisa ficar tagarelando que trabalhei 35 anos, contribui sempre sobre o teto da Previdência e hoje ganho três salários e sou sem teto da Arapuca, como disse o Magistrado.
Cadê o meu silício?
Que foi, Jorginho?
Estou falando muito em coisas do Cerrado e nem lembrei que o Manto ganhou do Cerro e já está quase na segunda fase da Libertadores.
Pronto! Falei...
Buá! Meu apartamento era da terceira fase...
Bem lembrado, Anjinho:
“Quem canta seus males espanta!!”
Então dá-lhe, sambista:
“Eu não tenho onde morar.... Por isso, é que eu moro na areia...”
Epa! Aí, não!
Se passarem a rede, posso me enroscar.
Você cala a boca, meu Diabinho...
E sai de perto porque ainda é capaz de levar a culpa.

30 março 2010

BANCOOP – ENTENDENDO O VACCARI

João Vaccari compareceu na Comissão do Senado.
Gente fina é outra coisa!
O Senado é Senado!
Com vocês eu falo!
Isto é, eu não tenho nada a ver com isso...
Para com isso, companheiro!
Essa fala é minha!
Não fui eu quem disse isso.
Isto é, se disserem que eu disse, eu não disse.
Não lembro se esse telefone era o meu.
Não sei quem estava do outro lado da linha e respeite minha privacidade...
Se eu faço acareação com o Malheiros?
Por que não?
O vivo...
O vivo, não! O falecido... Vivo aqui só eu...
Mas, presidente a conversa é sobre esqueletos.
De prédios, cara! De prédios.
Que prédios?
O promotor ficou de construir, não foi?
Epa!... Que promotor?... Quem ia construir meu prédio não era a OAS?
Psiu! Fica quieto, chefe... Isso é confidencial...
Não vem ao CASO.
Quero meu triplex com um Mirante...
Assim não dá... Tem que pagar aporte...
Vai com calma, Joãozinho... Está confundindo os Ignácios... Eu sou o Luiz, não sou o Loyola....
Vade retro... Luiz... É o Malheiros?!?!
Socorro! Advogado que rima comigo, responde para eles...
Oh! Cunhado! O senhor sabe que toda essa confusão da cooperativa é devido a infiltração de pessoas que querem confundir...
Que Cooperativa? Estou falando da renda mínima... Vocês estão querendo me confundir?
Bom! Pessoal! Chega!
Fica o dito e o redito por não dito
É difícil dizer que foi bonito
É inútil cantar o que perdi...
Peraí!
Pela ordem! Essa é a letra da música do Chico, “Pois é!”.
Pois é! É o que eu ia dizer, mas se eu disser estou morto...
Maneira de dizer...
Olha lá! Não quero acarear com o Malheiros...