Comunicamos, com pesar, o
falecimento do Sr. Braz Silva Rennós, decorrente de falência múltipla dos
órgãos. O falecido vinha adoentado há muito tempo. Sofrera, por mais de vinte
anos, de paralisia de quase todos os membros, decorrente do regime que forçadamente
passou para tratamento de suposta doença, que lhe atingia o lado esquerdo do
corpo. Quando se pensava curado, foi vítima de desnutrição decorrente de
contínuos e intermitentes desvios da circulação de elementos vitais, com
entupimento de diversas partes do corpo por excesso de sanguessugas. Tal
adoecimento causou-lhe sérias complicações e efeitos colaterais, que se
estenderam até a data de seu óbito. Padecia ainda de micoses na virilha pelo
hábito de esconder cédulas junto às partes íntimas. No começo do século começou
a enfrentar séria degeneração que o levou à perda da visão. Os sintomas
iniciais da doença era ver estrelas vermelhas quando piscava. Logo a seguir
veio a obnubilação total. Após atingir os olhos o mal atingiu também diversas
partes do corpo. Equipes médicas fizeram tratamento perfunctório contra essa
alergia, mas ela se disseminou por todas as partes internas do organismo,
causando rigidez na execução das atividades mais essenciais e na capacidade de
julgamento, entre outras. De outra parte, talvez como efeito colateral, Sr.
Braz passou a ter problemas mentais, com atitudes alopradas. Passou a se
automedicar com imensos gastos mensais pagos a especialistas no mal das
estrelas. Elas se multiplicaram. Preferiu não fazer as cirurgias recomendadas
para extirpar os cancros causadores dos males. Em 2008, quando atacado por uma
infecção externa, igualmente não levou a sério, causando consequências
complicadíssimas no estado geral do paciente. Novamente alertado por
especialistas, preferiu tratamento com pão e manteiga. Descuidou-se também
quanto ao consumo de álcool, tendo ainda sido contaminada sua carne. Talvez por
falta de Educação ou já surdo, fazia ouvidos moucos e nunca escutou os alertas
quanto ao seu descuido com a Saúde. Quando deu por si, a metástase estava
instalada de modo irreversível. Quase todo apodrecido, exalando fortes odores
pelos poros. Prostrou-se incurável. Nem todas as orações a tantos santos por
ele admirados puderam salvá-lo. Não havia milagre para tantas doenças. Atendendo
seu último pedido, o corpo será velado na Necrópole Central do Bairro do
Planalto e posteriormente cremado, para que seu mal não mais se propague.
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15 abril 2014
30 setembro 2013
EU ODEIO PROFESSORES
Outra vez greve...
Todo ano essa ladainha.
Com quem eu deixo meu filho?
Coisa de sindicalista!
Quatro meses de férias, reclamam do que?
Sinceramente?
Professor deveria parar de trabalhar definitivamente. Ao lixo essa conversa de vocação, serem vigas-mestras (sic) e importantíssimos para o desenvolvimento de um país movido a escravagismo capitalista chinês, Ipods, Ataris, .
Para que serve um professor?
Melhor seria perguntar: A quem serve o professor?
Descreio, hoje de sua necessidade em termos de aprendizado e cultura.
Via-de-regra trata-se apenas de uma babá a baixo preço de custo, atendendo de modo coletivo ao proletariado classe média dos novos tempos.
Ei! Peralá, que não sou Madalena!
Antes da terceira pedra, reflitam...
Tantas agressões recebidas. Talvez essa mal formada (deformada) categoria dos professores precise de especializações. Uma delas mestrado em lutas marciais. Se não para ensinar a arte às crianças, sirva para autodefesa.
Outra especialização.
Artes circenses. Mágica, equilibrismo, ser um palhaço.
Mágica para ensinar o trivial ABC, um dois, três com os propositadamente parcos recursos disponibilizados para a Educação movida a Pibinho Amantegado.
Ser palhaço, na expressão mais pura da palavra, ao dedicar um sorriso a uma criança ávida da ilusão que a escola mudará sua vida. Sabemos muito bem que noventa e nove por cento dos alunos têm seu destino traçado ao nascer pela renda de seus pais. E nas costas, um peso imenso de serem futuramente culpados pela taxa de desemprego e déficit da previdência.
Finalmente, professor tem que aprender a equilibrar-se no dia a dia arrastado de sonhos de consumo impossíveis com a esmola mensal das escolas públicas
Eis aí o xis de uma equação que não interessa a nenhum governante resolver. Dizem que não há número que solucione esse problema.
Não sei a fórmula e se tivesse a solução, não revelaria gratuitamente. Guardaria a sete (esse número é o que vem depois do seis, certo?) chaves para ser minha plataforma de campanha e, vendendo promessas, angariar alguns votos junto a categoria.
Mas, em verdade, em verdade vos digo (alguém disse isso): Quanto mais precária a educação, maior dependência, mais cotas, mais “zelite” a culpar.
Voltando ao palhaço do professor.
Talvez, os governantes de plantão não tenham, na infância, jamais recebido um sorriso de um professor. Talvez, fizessem, já em treinamento para serem poderosos, zombarias e agressões, sabedores não necessitarem deles para seu “progresso e crescimento”. Por isso, tratem tão mal a categoria.
Tenham ódio e desprezo pela categoria.
Estão vendo só professores? Quem planta colhe...
Vamos lá! Sorriam
Não vão sorrir?
Então, vão cuidar de suas vidas, abram uma Igreja, um partido político, mas parem de amolar com essas graves.
Senão...
Gás lacrimogênio já...
Temperinho de pimenta...
Para adoçar uma balinha de borracha.
E se me acusarem de perturbar a ordem pública, aproveitem a borracha e apaguem o que eu disse.
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N.A
1) Dia 28.Set.2013 - A mando do governador Sergio Cabral (PMDB) e do presidente da Câmara Municipal, Sr. Jorge Felipe (PMDB), professores municipais foram retirados "à força" pela PM/RJ do prédio da Câmara.
2) Site G1 - A P.M.arrombou uma porta lateral da Câmara Municipal do RJ na noite deste sábado (28) para retirar os professores que ocupavam o local desde quinta-feira (26). Os professores disseram que foram retirados à força e, de acordo com o sindicato da categoria, cerca de 20 pessoas teriam ficado feridas. A 5ª DP confirmou a detenção de três manifestantes, que foram liberados ainda na madrugada. Policiais usaram spray de pimenta contra manifestantes.
3) Que saudade da professorinha! (Ataulfo Alves)
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