Mostrando postagens com marcador Futebol. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Futebol. Mostrar todas as postagens

30 março 2020

RECORDAR, MAIS QUE NUNCA,. É SOBREVIVER

Em 1994, havia 14/100mil casos de AIDS no Brasil. As mortes eram 12/100mil. Itamar Franco iniciou a distribuição gratuita de remédios.
Em 2001, quase final do governo FHC, com José Serra Ministro da Saúde, e o trabalho de ONGs os casos caíram para 11/100mill, as mortes 6/100mil e as internações de 1,7/100mil para 0,3/100mil.
Não fosse a seriedade com que os dois presidentes enfrentaram o problema, o Brasil teria hoje cerca de 1,8 milhões de infectados pelo VÍRUS da AIDS. Calcula-se sejam 600 mil.
Em 2008, Luiz Ignácio disse que era “marolinha” a crise econômica mundial e o Brasil não seria atingido. Vivenciamos realidade bem diferente.
O atual presidente chama a Pandemia CORONAVÍRUS, que em três meses, matou mais de 30mil pessoas no mundo, de “gripezinha” tumultuando a seriedade com que o Ministério da Saúde tem tratado o assunto.
Qual atitude prefere que um presidente tome?

21 dezembro 2019

FALTOU A PROTEÇÃO DE SÃO JORGE


 Resultado de imagem para distintivo do liverpool         Resultado de imagem para distintivo do flamengo                                       

A noite de 21 de dezembro não marcou apenas a chegada do verão no Brasil e o inverno na Inglaterra.
Flamengo e Liverpool disputaram quem era o melhor time do mundo em 2019.
Trouxe-me certo alívio, sem comemorações, a vitória do time do vilarejo dos Beatles, quarteto mágico que tinha o seu George (Harrison), sobre o time da Cidade Maravilhosa, protegido de Jorge (da Capadócia), cantado em prosa e verso nas homenagens do Jorge (Benjor) e comandado pelo Jorge (de Jesus) na final do Torneio Mundial de Clubes.
No fundo, torci pela derrota do time da Gávea.
Lógica rudimentar induzia: “Se ganhar o Campeonato Carioca, ganhar o Campeonato Brasileiro, ganhar a Libertadores nublará o fato mais cruel do Clube do ano, a vitória no Mundial Inter-Clubes, apressaria ainda mais o esquecimento do incêndio na noite de 08 de fevereiro de 2019.
Entre os dez mortos na tragédia do Ninho do Urubu, que tem o pomposo nome de Centro de Treinamento George (Helal), ex-presidente do clube, havia um Jorge (Eduardo Pereira dos Santos).
Breve será esquecido, como os outros jovens (Arthur Vinicius, Athila, Bernardo, Christian, Gedson, Pablo Henrique, Rykelmo Samuel e Vitor).
Certamente, sonharam o brilho de fotos semelhantes ás registradas no título Mundial de 1981, quando o Galinho foi reverenciado.
Provavelmente, ouviram pais e avós cantarolarem “faz mais um pra gente ver”.
Não viram nem Zico, nem Fio Maravilha no Maracanã.
Tinham algo em comum, os falecidos e os ídolos eram “crias” da Gávea.
Uns, mais que outros, mas todos diziam-se protegidos de São Jorge.
Quando o árbitro indicou o fim do jogo, antes dos argumentos paliativos e consoladores dos comentaristas, escapou-me um leve sorriso.
No fundo, no fundo, um clube que começou o ano de 2019, com a sombra da irresponsabilidade da tragédia não merecia terminá-lo sob as luzes da glória.
Torcedores lamentarão algum tempo a falta de proteção do Santo no jogo de dezembro.
As famílias dos jovens lamentam e lamentarão, pelo resto da vida, a falta de proteção em fevereiro.

20 janeiro 2018

Mané Garrincha

Corre manco Mané
Bola colada no pé
Dança sem bola, Mané
A bola parada
Na grama aparada
Medo trêmulo
No olhar do João
O olhar de Mané
Inventa no espaço
Um ponto futuro
No infinito
Mané valsa suave
Céu azul de arco-íris
Cinco, seis, infinitas pontas
Estrelas espiam
Flecha certeira a cruzar
Ponta de lança voar
João desvia o olhar
Bola dorme na rede 
                                                    Bandeiras balançam ao vento
                                                    Descansa... Mané... Descansa...
                                                    “Solitária Estrela”
                                                    Brilho eterno no Maracanã

------------------------------------------------------------------
Dia 20.jan.1983 falecia o Anjos de Pernas Tortas

--------------------------------------------------------------------

24 abril 2016

MANTO SAGRADO – A SUPERSTIÇÃO EXPLICA DERROTAS?




“Caiu em Itaquera, já era... Nóis opera!”.
Opera quem cara-pálida?
Dois anos seguidos, semifinais do Campeonato Paulista, é a mesma ladainha. Empate por dois gols e derrota nos penais.
Saudade do Monumental da Fazendinha!
Bons tempos aqueles.
“Aqui na Fazendinha, a bola é minha!”.
Quem passou pela várzea, sabe o que é isso. O campo é nosso, nós mandamos. O Juiz é nosso, a lateral é nossa, a partida não termina empatada, bola corre até virarmos “gloriosamente” o placar.
Nestes tempos de modernidades, derrotas desse tipo somente explicando através da superstição.
Não há outra.
Senão, como uma equipe com folha de pagamento igual ao salário de um ou dois jogadores do Manto, pode vencer na “casa” do grandão?
No dia de Jorginho, o Santo Protetor.
Ora! Às favas...
Quanto custará um pênalti na trave?
A renda das finais.
Falta de sorte?
Os jogadores de Osasco, em quatro cobranças convertidas, acertaram três no mesmo local. Alto do lado direito de um goleiro canhoto.
Falta de treinamento...
Provavelmente.
Treinassem repetidamente, à exaustão, como fazem jogadores de basquetebol, melhorariam a pontaria, a técnica, transformando o goleiro adversário em mero coadjuvante, limitado a pegar a bola nas redes e devolvê-la ao árbitro.
Enfim, duas eliminações consecutivas, da mesma forma, no mesmo estádio, mesmo lado do campo.
Cá entre nós, para a próxima vez, minimamente mude-se o lado da cobrança dos pênaltis. Afinal, deve ter sapo enterrado naquele gol.
Reza a lenda, que no Monumental da Fazendinha tinha.
Mas, pelo sim, pelo não, umas horinhas a mais de treinamento ajudam.
Ajuda ou não, Jorginho?

03 maio 2014

BANANAS NA MACACADA


Até que um dia, o mais frágil deles...  arranca-nos a voz da garganta... E já não podemos dizer nada. (Maiakovski)

Lá pelo ano 33 d.C., alguns primatas viram outros primatas arremessando algo em direção a uma fêmea. Primeiro acharam que jogavam bananas para alimentá-la.
Mas, não!
Eram pedras.
A fêmea cometera um crime imperdoável.
Um dos primatas falou algumas palavras e pararam os arremessos.
Dias depois, primatas - Erectus, gorilas e macacos-prego – viram àquele primata passar e arremessaram pedras.
Ficaram assistindo ao desfile.
Soube-se que iria ser pregado por ser culpado de crimes imperdoáveis.
Deixaram pregar.
Não era com eles.
Bananas aos macacos!
A todos os macacos.
Aos orangotangos, chimpanzés, micos leão-dourado.
Viva a macacada!
Esses primatas...
À falta de pão... banana e circo, desfile pelas ruas da Galileia. Pela Paulista. Pelo Sambódromo.
Cabeças cheias de bananas ao melhor estilo Carmen Miranda.
Yes! Nós temos bananas.
Por toda parte.
Nem precisa plantar.
Primatas se multiplicam.
Tem banana aí, Painho?
Pra todo mundo. Pra dar e vender.
Quase nada mais ao antigo preço de banana.
O preço a ser pago anda meio alto.
Quanta custa a ética? A dignidade? A capacidade de entendimento ao respeito que merecem todos os macacos desde o respeitável e admirado Dr. Australopitecus até o humilde Sr. Inominado que por falta de galho, dorme no chão?
Cada macaco deveria ter seu galho.
Mas não tem galho para todos.
Isso se resolve.
Lei da Selva.
Acerte-se uma pedrada no macaco e tire-o do galho.
Atirem-se pedras, sem entender-se o espelho, que tantas vezes atingido, nem sente mais as trincas, quase transformado em areia.
À falta de pedras, joguem bananas.
Um primata, em 2014 d.C., pegou a banana e comeu-a, mesmo correndo o risco de levar cartão amarelo.
Que falta de educação jogar a casca no gramado!
Reza a lenda que aquele primata de 33 d.C. ficou feliz por haverem parado de jogarem pedras sobre a primata fêmea.
Depois, cansado, sentou-se e...
Comeu as pedras?
Deve as estar digerindo até hoje face a decepção quanto a ilusória e efêmera vitória.
Pois em verdade, em verdade mesmo, os primatas nunca pararam de jogar pedras em primatas.  Apenas mudam o alvo. E o formato da pedra.
Pedras. Bananas. Madalenas. Genis. Judeus. Negros. Desaforos. Injustiças.
Engolimos tudo. Todos os dias.
Para que importar-me com uma banana jogada num primata?

Não é comigo.


06 março 2013

TABU



Sempre me lembro.
Sentados na sala.
Meu pai e eu.
TV antiga.
Ganha usada.
Sintonia ruim.
Bombril na antena.
Preto e branco.
Todos os personagens
Ansioso não tirava os olhos.
Vai ser hoje.
Tinha de ser.
Sofrimento juvenil.
Promessas à imagem na parede.
Hoje já não creio nisso.
Foi-se metade.
Metade da fé perdida?
Que não perdêssemos servia.
Era costume. 
Pedrada de Paulo.
Lá no alto.
Era hoje, não é pai?
Ralhou: Senta...Não grite!
Olha lá, olha lá!
Outra vez...
Minuano...
No cantinho.
Mais uns miinutinhos.
Terminara um sofrimento.
Abracei meu pai.
Fui dormir feliz.
Seis de março de 1968.
Faz 45 anos.
O pessoal do Rei e Santos era vencido
Dois a zero.
Acabava-se o tabu...

 

A foto é do jogo seguinte, mas foi esta equipe que derrotou o Santos.

13 novembro 2012

METRÔ ALTERA NOME DE ESTAÇÃO

Por determinação da Portaria 2013/A2 a estação da Linha Vermelha Palmeiras-Barra Funda, passa a ser denominada PALMEIRAS SÓ AFUNDA.

25 janeiro 2012

MONOTONIA!

Dezembro - Brasileiro.

Janeiro - Copa São Paulo.

Todo mês um título?


Está ficando sem graça!

Afinando a voz, pessoal:

"Manu, nóis é fera!
Mundial em Itaquera"...

09 fevereiro 2011

VIDEO GAME, A ULTIMA ESPERANÇA

Estou cansado de recomendações sobre os maleficios do uso indiscriminado do computador. Puras sandices de pessoas descompromissadas da realidade que ataca boa parcela da população brazileira.
Como não jogar?
É antes de um lenitivo, um elemento de distração para as penurias do dia a dia, uma forma de esperança, de que tudo pode mudar, ao menos no campo virtual.
E quem sabe tornar-se um dia realidade.
Onde encontrar no mundo real tantas coisas e pessoas belas, fotochapadas? Onde conseguir chegar perto da aquela machina com 1000 cavalos, cercado de top models?
Como correr mais que um piloto de formula Um, senão num video game?
No caso em questão, somente no video game, continuaremos a ter esperança de ganhar a Libertadores.
Chuif... chuif... chuif...

31 agosto 2010

CORINTHIANS - CENTENARIO - MOMENTOS INESQUECIVEIS


“Ser corinthiano é muito além de ser ou não ser o primeiro”.
Toquinho e Sócrates acertaram na mosca.
Títulos sempre são bons, mas o que fica mesmo na memória são os jogos.
Jogos especiais.
Vitórias quase impossíveis, derrotas amargas ou, lembrando o Paulinho Nogueira: ”um simples empate quando era preciso ganhar...”
Puxem pela memória e verão. Todos temos jogos inesquecíveis. Geralmente, costumamos nos lembrar mais das amarguras que das alegrias.
Comecei a sofrer desde que nasci. Sou daqueles nascidos quase imediatamente após o empate de um a um contra o Palestra em fevereiro de 1955, que nos deu o título de “Campeão do Centenário” de 1954, que passaram toda a infância sofrendo com o “Faz-me rir”, amargando o “tabu” e o “jejum”...
Nem Gandhi agüentaria tanto, mas não foram 23 anos... Foram “vinte e dois anos, oito meses e seis dias”.
Esclareça-se ainda que o “tabu” existiu em Campeonatos Paulistas. O Manto ganhou pelo menos uma vez das Viuvinhas em jogos de menor importância. Em 1962, por três a um, no Monumental da Fazendinha..
Enfim, às partidas memoráveis.
A primeira foi uma derrota. Acho que chorei naquele dezembro de 1964.
Começamos ganhando de um a zero, gol do Ferreirinha (alguém lembra?). Ainda ficamos à frente, com Bazzani marcando dois a um, Mas os dois gols do Silva não foram suficientes para impedir a derrota. Sete a quatro. O curioso é que Oswaldo Brandão, técnico campeão de 1954, estava em seu primeiro jogo em mais uma de suas passagens pelo Corinthians, amargou dezoito gols do Edson em uma semana. Tinha perdido de onze a zero como técnico do Botafogo de Ribeirão dias antes.
Nova esperança de quebra do tabu no ano seguinte. Já tínhamos o reizinho Rivelino (com um ele só ainda). Justo ele foi fazer um pênalti no Rei, que marcou mais um e definiu o placar de quatro a quatro.
Fevereiro de 1966. Torneio Rio São Paulo. Quarta à noite no Pacaembu. O Manto havia tirado Ditão e Nair da Lusa, numa conturbada negociação. O Reizinho não usava o Manto número dez, vestido por Thales. Em menos de dois minutos ganhávamos de dois a zero do pessoal da Padaria. Gols de Flávio e Roberto Bataglia. Empataram dois a dois com Silvio e o Príncipe Ivair... Depois, passávamos à frente e os teimosos bigodudos de sotaque empatavam... Flávio fez três a dois, Caldeira três a três, o baiano Gilson Porto quatro a três e o Príncipe novamente empatou. Quatro a quatro a dez minutos do final. Aos quarenta e dois, Flávio Minuano de falta marcou nosso quinto gol. Foram mais alguns minutos de angústia, mas vencemos.
Dezembro de 1967. Campeonato Paulista. Os Bambi eram apenas pó-de-arroz. Ganhavam o jogo de um a zero. Lourival fizera o gol. Comemoravam o título. Menos de cinco minutos para o final e Benedito Carlos da Silva, Benê, marcou o gol de empate. Comemoramos como se fôssemos os campeões. O tricolor perderia das viuvinhas, que ainda estavam casadas, na decisão por dois a um.
Seis de Março de 1968. Pacaembu. Campeonato Paulista. Diogo, Oswaldo Cunha, Ditão, Luis Carlos e Maciel, Edson e Rivelino, Buião, Paulo Borges, Flávio e Eduardo (que faleceria meses depois, juntamente com Lidu, em um acidente de automóvel) vestiam o Manto Sagrado. Ao final do jogo, a Fiel gritava: “Um, dois, três... O ....... é freguês”. Era o fim de onze anos e vinte e dois jogos sem vitórias diante das viuvinhas. Precisa dizer quem marcou os gols? Está bem... O Gazela fez o primeiro aos treze e o Minuano aos trinta e um do segundo tempo. Era o fim do tabu...
Em 1971, uma virada no Morumbi! Os porquinhos, que eram ainda periquitos, em dez minutos estavam ganhando de dois a zero, com César Maluco. No segundo tempo, o técnico Francisco Sarno coloca um tal de Adãozinho para estrear no Manto. Aos cinco minutos, Mirandinha diminui. Depois três minutos que devem ter matado centenas de cardíacos. Vinte e dois minutos, não é que o Adão Ambrósio acerta o ângulo e empata. Não deu nem para comemorar. Aos vinte e três, Leivinha coloca os periquitos à frente. Tira o nó da garganta aos vinte e cinco quando Tião empata de novo. Nos minutos finais, Mirandinha marca e ganhamos de quatro a três.... Um, dois, três... Outro freguês.
Dezembro de 1972. Ado, Zé Maria, Baldochi, Luis Carlos e Pedrinho, Edson, Rivelino e Sicupira, Paulo Borges, Mirandinha e Aladim vestiam habitualmente o Manto naquele ano. Um dos melhores times que vi jogar. Nesse jogo eu estava lá sofrendo na curva do Pacaembu lotado. Aladim não jogou. Pressão total sobre o Ceará. Helio Show, o goleiro defendendo tudo. Só a vitória interessava. Enfim, aos quarenta e tantos do segundo tempo, bate-rebate na área nordestina. Até hoje não se sabe se o gol foi do Sicupira ou contra. Estávamos nas semifinais do campeonato Brasileiro. Nem me lembre que perderíamos de virada para o Botafogo, numa falha do goleiro Ado, há menos de dez minutos do final da partida.
Tome sofrimento. Vésperas do Natal de 1974. Morumbi tingido de branco e preto. Tinha que ser naquele dia o final da espera. Até hoje vejo Ronaldo acertando o chute que além de entrar no gol de Buttice, fez calar a mim e mais milhares de Fiéis por uns dois minutos. Depois, incentivamos até o fim, mas perdemos de um a zero. Mais um ano na espera.
Dezembro de 1976. Será que o Campeonato Brasileiro viria antes do Paulista? Ilusão naquele domingo de muita chuva na Cidade Maravilhosa. Mais maravilhosa ainda para nós, naquele dia. Máquina pó-de-arroz com o Reizinho do outro lado fez um a zero. Ruço empata e Tobias fechou o gol na disputa em pênaltis. Na semana seguinte, fomos até Porto Alegre para perdermos a final contra o Colorado. Mas esta também não me lembre.
Finalmente o jogo inesquecível de todos. Duzentos e setenta minutos de sofrimento e glória em três atos no Recreio do Morumbi. De seis a treze de outubro de 1977. No primeiro ato, Palhinha de cara, e sem querer, faz um a zero e se machuca. No segundo, Vaguinho faz dois a zero. Era o título ambicionado... Quase... Dicá e Rui Rei jogaram água no chopp... Lembrando-me de Fiori Gigliotti, as cortinas seriam abertas para o terceiro ato... O final todos sabem... Faltavam oito minutos para o final, quando o “Pé de Anjo” Basílio levou a Fiel ao céu.
Depois disso, para mim, não haveria mais jogos inesquecíveis. Os títulos viraram hábito. Lembro-me vagamente do gol de Tupãzinho no primeiro titulo brasileiro e de lances da época da democracia. ´
Do “Faz-me-rir ao fim da fila” ficaram registradas as maiores emoções que o Manto Sagrado me proporcionou.
Acho que nem a Libertadores me emocionará tanto.
Parabéns Corinthians...
Obrigado por existir...
Dá licença de novo, Toquinho!
Ser corinthiano é ser também um pouco mais brasileiro.

23 julho 2010

MURICY NA SELEÇÃO - MELHOR PARA O TIMÃO


Finalmente escolheram o substituto de Dunga.
Muricy... Tem a fama de Zangado.
Obrigado pela força, Jorginho.
Foi a melhor escolha para o Manto Sagrado.
Ufa! Que alivio...
Os “pó de arroz” das Laranjeiras passavam a nossa frente.
Agora, eles trocam o treinador e, se tudo correr bem, perdem o rumo no Campeonato Nacional.
Pelos nossos lados, vamos continuar com a lenga-lenga, Mano.
Goleada de um a zero aqui, empate salvador no último minuto ali, derrota para o “lanterna” do campeonato acolá.
Fazer o que?
Nosso destino é sofrer.
Falando em Muricy que apareceu no Futebol Dente de Leite, me conta uma coisa, Jorginho:.
O Dentinho está cariado?
Parece que ele perdeu a fome de bola... Faz um tempão que não faz gol.
Diz outra coisa: O Tião perder dois pênaltis seguidos é praga suína?
Tião, sim.... O Chicão chama-se Sebastião. Não espalhem, oh!pá!
Lembra que nos demos muitas gargalhadas com eles?
Perderam meia dúzia em seguida...
Brrrrrr! Faltam quatro.
Quatro pênaltis nada.
Quatro anos para a próxima Copa.
Será que o Muricy agüenta o Ricardão?

MURICY NA SELEÇÃO - MELHOR PARA O TIMÃO

Finalmente escolheram o substituto de Dunga.
Muricy.
Obrigado pela força, Jorginho.
Foi a melhor escolha para o Manto Sagrado.
Ufa! Que alivio...
Os “pó de arroz” das Laranjeiras passavam a nossa frente.
Agora, eles trocam o treinador e, se tudo correr bem, perdem o rumo no Campeonato Nacional.
Pelos nossos lados, vamos continuar com a lenga-lenga, Mano.
Goleada de um a zero aqui, empate salvador no último minuto ali, derrota para o “lanterna” do campeonato acolá.
Fazer o que?
Nosso destino é sofrer.
Falando em Muricy que apareceu no Futebol Dente de Leite, me conta uma coisa, Jorginho:.
O Dentinho está cariado?
Parece que ele perdeu a fome de bola... Faz um tempão que não faz gol.
Diz outra coisa: O Tião perder dois pênaltis seguidos é praga suína?
Tião, sim.... O Chicão chama-se Sebastião. Não espalhem, oh!pá!
Lembra que nos demos muitas gargalhadas com eles?
Perderam meia dúzia em seguida...
Brrrrrr! Faltam quatro.
Quatro pênaltis nada.
Quatro anos para a próxima Copa.
Será que o Muricy agüenta o Ricardão?

15 julho 2010

MANO MENEZES NA SELEÇÃO? UMA MELANCIA EM CIMA DO CARRO

Caracas, Jorginho!
Meu coração está em dúvida.
Devo torcer para o Mano ir para a seleção?
Meu lado emotivo diz que sim...
Minha racionalidade patriótica diz que não...
Senão, vejamos:
O que o Mano fez até agora de notório pelo Manto?
Ganhou a segundona... E daí?
Ganhou um Paulistão invicto e uma copa do braziu?
Nas duas, o Fofinho da Fiel disse: “Xá comigo”. Dois gols contra as viúvas e dois contra o Ventinho da Baixada.
Que mais?
Longe de afirmar que seja um mau profissional, mas o que o Manto apresentou de diferente no futebol?
Um futebolzinho de toques laterais, assemelhado às táticas de Parreira e Dunga.
Empatar com o Vovô? Tomando sufoco?
Vê lá se eu quero?
É isso aí, diabinhos: “Coringão é emoção... Mano na seleção!”
Por outro lado, pobre de nosso futebol.
Bem que as outras torcidas merecem sofrer também.
Mas e as criancinhas lembradas por Pelé no milésimo gol?
Como explicar para elas que o Brasil já teve artilheiros em Copas? Que fomos o melhor ataque? Pensarão que é sandice de velho gagá. Historia da carochinha.
Tem mais gente que viu, não tem?
Diz que sim... Por favor!
Então: “Não vá, Mano!”
A Fiel está acostumada a sofrer. Faremos mais um sacrifício pelo bem da pátria.
O que a melancia tem a ver com isso?
Nada...
É que hoje pela manhã, estava passando por uma feira – sem analogias com o futebol fim de feira que me referi.
Uma distinta entrou num carro e saiu guiando.
A jabulani cortada que ela esquecera em cima do capô não caiu na curva.
E foi preciso alguém buzinar para que ela percebesse que havia esquecido.
Dá para acreditar?

14 julho 2010

CASO BRUNO - QUAL A NOVIDADE?

Lá pelos idos da década de 90, um professor de Infortunística, diante da morte por overdose da modelo Adriana de Oliveira, em Belo Horizonte, alertou aos alunos.
Mocinhas e mocinhos! Antes de “ficarem” com a Patricinha ou Mauricinho atraente e sedutor, que jogou charme para você, peçam um exame de sanidade.
De preferência assinado por dois médicos com especialização em psiquiatria forense.
Neste ponto, acho que ele estava querendo “reserva de mercado”.
Mas, sabe que ele tinha razão.
O caso Bruno é extremado?
Não! É corriqueiro...
Esses casos ocorrem todos os dias.
Apenas alguns caem na mídia.
A procuradora Dra. Luiza Eluf publicou um livro abordando os casos famosos.
Pimenta matou Sandra e ainda está solto.
Doca matou Ângela.
Lindomar matou Helena.
O médico Farah retalhou a amante Maria, enquanto o marido dela estava no culto.
Igor que matou Patrícia foi preso depois de 10 anos foragido.
E agora Bruno, pelo fato de ser o goleiro do Mengão.
Fosse zagueiro central do Vila Pozinho ninguém daria atenção.
Recentemente, em rede nacional, um mecânico assassinou a cabeleireira, sua ex.
Um policial é suspeito de jogar a advogada na represa.
Esses fatos não podem ser vistos como ocasionais.
São retratos do desprezo pela mulher, vista com ser inferior e subordinável.
Comum em sociedades atrasadas e machistas.
Não há estatísticas sobre o assunto no “braziuvaremnós”.
Talvez pelos motivos citados e nítidos em nossa sociedade.
Sem discussões acadêmicas, pelo sim, pelo não, antes de qualquer sim peça um laudo psiquiátrico.
O inverso vale para “Marias Pensionistas” de qualquer tipo.
Também devem ter algum distúrbio...

13 julho 2010

COPA DO MUNDO – A VITÓRIA DO DETALHE

A Espanha venceu com seus méritos.
Foi como uma tourada.
Matando o “adversário” aos poucos.
Um a zero aqui, outro acolá. À favor e contra.
Sempre sofridos.
Epa! Houve uma goleada de dois a um.
E só!
Sua principal virtude, manter a posse de bola.
Afinal, diria Parreira: Gol é um detalhe!
Então, cuidado, cantor!
Sem idolatrias ao futebol “furioso”.
Nada de tomar o time espanhol como padrão de excelência e imitá-lo.
Será a condenação a continuarmos assistindo a modorrentos empates sem gols.
Se é para usarmos algo da Espanha como lembrete que seja o Villas.
O futebol dos garotos da Vila.
Como uma montanha de gols.
Esse trocadilho foi ruim?
Então serve esse?
Mudando de Pato a Ganso, a Copa mostrou ao “braziu varemnós” que existe molusco que sabe das coisas.
Precisamos mudar nosso exemplar e seus seguidores.
Terminada a Copa, recomeça o que é sério.
Chega de descansar, Jorginho!
Mañana, El Manto enfrenta o pessoal da terceira idade “lá de cima”.
El abuelo cearense!
Será que nosso “molusco” dirá que somos o time da “zelite” do Sul Maravilha?
Pensando bem até que somos...

04 julho 2010

COPA DO MUNDO – LIÇÕES DE ALEMANHA

O polonês (judeu?) Klose pode dar um “fecho de ouro” na Copa Africana.
Imaginem que ele marque seu décimo sexto gol em copas, batendo o recorde de Ronaldinho, aos QUARENTA E CINCO minutos da final da Copa 2010.
A narração do gol mais ou menos assim:
“O placar está dois a dois... Bola com a defesa alemã...
O descendente de turcos Khedira usa a cabeça e faz o passe para o tunisiano Ozil...
Este dá um drible maravilhoso e invade o campo opositor...
Ergue a cabeça e marcha firme ao ataque...
Toque rápido para o ganense Jerome Boateng...
De calcanhar para o, igualmente, negro sul-americano Cacau que cruza a bola sobre o muro de jogadores adversários...
Klose aparece no meio do paredão e fuzila...
Goooooooooooooooooooooooooooooooooool!
Sensacional...
O juiz encerra a partida!
Os vinte e três jogadores alemães abraçam-se...”

No fundo, como torcedor, não gostaria que isso acontecesse.
Queria que Ronalducho permanecesse mais alguns anos no topo dos artilheiros.
Torço para se redima a Yolanda dos injustos vice-campeonatos de 1974 e 1978.
Entretanto, ainda que não ocorra o gol descrito, a Alemanha nos deu duas lições.
A primeira, que dá para ser competitivo usando apenas jogadores que atuam em seu próprio território.
Ouviu, braziu?
Haveria um “importado”... Mas, Ballack foi machucado pelo alemão-ganense Kevin Boateng, irmão do Jerome, em uma partida interclubes.
A segunda?
O país do nazismo, enterra preconceitos na terra do “apartheid”.
A miscigenação dá resultado...
Raça pura?
Racismo e preconceitos?
Não!
Para vencer temos que ter é pura “raça”!
Que não vi faltar nessa Copa!

03 julho 2010

ARGENTINA CAI DE QUATRO E BRAZIU VAI PRO CESTO

Agora, acabou para Los Hermanos también...
Foi o pior resultado que poderia acontecer.
Com a derrota hermana caindo de quatro para os "arianos mestiços(*)", o braziu varemnós termina a Copa em sexto lugar, sua pior classificação desde 1990.
Campeã em 1958, 1962, 1970, 1994 e 2002, vice em 1950 e 1998, terceiro em 1938 e 1978, quarto em 1974, quinta em 1982, 1986 e 2006, nono em 1990.
Para piorar a chateação, adivinhem quem foi a quinta colocada de 2010?
A Argentina...
A pior classificação brazileña foi em 1966 com o 11º lugar.
De outra parte, os "arianos" aumentaram a vantagem em disputas de semifinais.
Será sua 12a. semifinal contra 10 verde-amarelas.
Também passa à frente em jogos disputados.
Os “arianos” chegarão a 99 jogos, contra 97 do braziu.

(*) – A Alemanha tem em seu elenco descendentes de polonês (Klose), ganense (Boateng), turco (Khedura), tunisianos (Ozil), brazileiro negro (Cacau).
Nada melhor que esses dados para enterrar qualquer idéia de “purificação de raça”.

QUEM É BÃO, NÃO OLHA O CALÇÃO...

Estou assistindo ao jogo entre “Los Hermanos”, dos dois mais recentes “campeones brazileños” Carlitos e Xavier diante de arianos alemães, com seus poloneses, turcos, tunisianos, ganenses e brazileiros campeando la pelotita.
Por enquanto, um dos dois irá para a semifinal.
Minha bola de cristal foi quebrada ontem.
Também pudera! Ela ousou estar certa e a Yolanda ganhou mesmo.
Onde yo estaba mismo?
Ah! Si... Si... Si...
Por supuesto! Claro! Torcendo para o time que está de calção preto.
Como assim? Os dois estão de calções quase iguais.
Exigência dos patrocinadores?
Sei lá!
Mas fico num bate-papo com meus zíperes.
Porque no braziu varemnós, por diversas vezes, o Manto tem de usar calções brancos?
Os Bambis calçolas negras?
As viuvinhas, também negras? Tem certa lógica, mas a cor original é branca noivado.
Los hermanos e os arianos vão jogando bem e não estão errando passes por causas da cor dos calções, nem o juiz, também de calção preto, errou além da conta.
Afinal, quem é bão, não perde tempo olhando a cor do calção.
Chega! Começou o segundo tempo...

02 julho 2010

VALEU, BRAZIU!

Como todo brazileiro, fico triste em sermos eliminados da Copa 2010.
Não faltou garra! Não faltou esforço aos jogadores!
Sem apontar dedos para este ou aquele
Foi um resultado justo a um futebol que não representa a história do futebol brazileiro.
Não dá gosto assistir!
Que a derrota sirva de alerta e se mude a mentalidade!
Chega de empates de zero a zero contra Colômbia, Venezuela e placares “gloriosos” de um a zero, trocando passes para administrar.
Quero perder de sete a cinco. Empatar de quatro a quatro.
Quero reclamar do azar de chutar bolas na trave e o goleiro adversário ser o melhor em campo.
Sei lá!
Pode ser costume de corinthiano.
Eu quero ter o gosto de torcer.
Afinal, perder por perder...
Bola prá frente!

30 junho 2010

DUNGA FOI VENDIDO

Calma, Sr. Verri!

Não se deixe levar apenas pelo título, que parece, mas não é...
Leia o artigo inteiramente, senão estou “ferrado”.
Tem muita gente lendo o Goebbels, grande filósofo da “democracia” ariana alemã?
Mais uma dessas mentiras que correm pela Internet!
Voltou a circular aquela notícia que garantia que a seleção do braziu varemnós vendeu o resultado em 1998, quando perdemos a final da Copa para a França.
Caracas!
Ato falho!
È que jogamos um futebolzinho venezuelano naquela Copa, apesar do vice-campeonato.
Perdemos da Noruega! Lembram-se?
Tudo armação!
A síndrome de cachorro vira-lata tem sempre uma desculpa para a derrota.
Em 1950, a mais preconceituosa: os uruguaios só ganharam porque nosso goleiro era negro. E Obdulio, El Jefe Negro, era o que?. Em 1954, os húngaros foram beneficiados pois o juiz deve ter roubado ao marcar um pênalti e expulsar dois jogadores. Em 1966, qual foi a desculpa mesmo? O Juiz de novo? Em 1974, a Yolanda teve sorte , pois nossos jogadores tiveram labirintite quando entraram no carrossel. A Argentina comprou o time peruano em 1978. Em 1982, faltou garra ao maravilhoso time. A trave francesa encolheu nos pênaltis em 1986 e o Alemão não fez falta no Maradona em 1990, porque eram amigos no Napoli. Ah! Em 2006, a culpa foi do Roberto Carlos que estaria ajeitando a meia-calça por exigência do patrocinador, quando a França (olha ela aí de novo) fez o gol em seu freguês.
A desculpa de 1998 é de doer.
È caluniar a honra e desmerecer o atleta brasileiro e a capacidade do futebol francês.
Que atleta se venderia quando pode entrar para história?
Isso não tem preço.
Tenho certeza que o Sr. Verri, Edmundo “Animal” ou Júnior Baiano, entre outros, dariam uma porrada na cara de quem lhe fizesse uma proposta dessas.
Sabem o que essa história parece?
Uma daquelas milhares de histórias que aparece de tempos em tempos na Internet e que a gente costumava fazer em Primeiro de Abril.
Eu a escreveria da seguinte maneira:
“A seleção brazileira vendeu a derrota em 1998. As negociações foram feitas por Dorinha, aquela menina desaparecida num ano desses, que tinha uma grave doença, depois de ter sido encontrada numa banheira gelada de um motel, sem um rim. Ela bem que tentou ligar para o 156, para avisar que se atrasaria pois estava presa em um congestionamento e não conseguiria escapar do Rodízio. Entretanto, como colocaram uma bolinha de tênis no seu escapamento, quando ela se abaixou para apanhar o celular que tinha deixado no porta-luvas, viu que estava no drive-thru do Mc Donalds onde tinha sido picada por uma cobra, na infância, quando brincava na piscina de bolinhas, cuja cura foi obtida tomando leite repasteurizado oito vezes, de acordo com os números da caixinha Tetra Pack. Assim, Dorinha não pode comparecer a reunião do G-8 das quartas de final, pois também percebeu que havia morrido ao ingerir camarão chinês com vitamina C paraguaia. Representou-a, então, a princesa russa Anastásia que com seus 108 anos de idade foi vista saindo furtivamente da reunião”.
Tenham a santa paciência!
Eu sei que esse país não é sério!
Desincorpora, De Gaulle.
Também não foi você quem disse isso?
Ah! Mas era francês... Então está tudo certo!...