Estou cansado de recomendações sobre os maleficios do uso indiscriminado do computador. Puras sandices de pessoas descompromissadas da realidade que ataca boa parcela da população brazileira.
Como não jogar?
É antes de um lenitivo, um elemento de distração para as penurias do dia a dia, uma forma de esperança, de que tudo pode mudar, ao menos no campo virtual.
E quem sabe tornar-se um dia realidade.
Onde encontrar no mundo real tantas coisas e pessoas belas, fotochapadas? Onde conseguir chegar perto da aquela machina com 1000 cavalos, cercado de top models?
Como correr mais que um piloto de formula Um, senão num video game?
No caso em questão, somente no video game, continuaremos a ter esperança de ganhar a Libertadores.
Chuif... chuif... chuif...
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09 fevereiro 2011
20 fevereiro 2010
CORINTHIANS NA LIBERTADORES – FRACASSO À VISTA
Jorginho!
Desejo sinceramente estar queimando a língua.
Não quero ser pitonisa da desgraça, mas está com cara que não vai dar certo essa história de Libertadores.
Avisa o Muricy que se ele ainda estiver desempregado pode haver vaga de técnico daqui a uns dois meses.
Se onze jogadores vestem o Manto e não conseguem ganhar do White River de Americana, como enfrentarão qualquer outro time sul-americano, ainda que o River Plate não esteja no páreo?
Essa conversa de time misto é papo para boi dormir, enquanto a vaca estiver indo para o brejo.
Nos áureos tempos da várzea, segundo quadro não disputava festival...
E o segundo quadro do Manto não serve para disputar nada.
Fofinho machucou, acabou o time?
Nosso maior artilheiro em atividade é o zagueiro central.
Ele não jogou e não tinha um que cobrasse faltas com a bola passando a menos de dois metros de distância do gol.
Quando passava da barreira.
Com esse time não chegamos nem na semifinal do Paulistão, quanto mais da Libertadores.
Precisamos nos livrar de uns quinze cabeças-de-bagre.
É preferível disputar a Libertadores com apenas vinte jogadores que saibam para qual lado chutar a bola.
Que eu esteja redondamente enganado, porque a bolinha anda quadrada.
Se prepare, Jorginho!
Vai ser jogo duro...
De assistir, como diria Mário Moraes...
Desejo sinceramente estar queimando a língua.
Não quero ser pitonisa da desgraça, mas está com cara que não vai dar certo essa história de Libertadores.
Avisa o Muricy que se ele ainda estiver desempregado pode haver vaga de técnico daqui a uns dois meses.
Se onze jogadores vestem o Manto e não conseguem ganhar do White River de Americana, como enfrentarão qualquer outro time sul-americano, ainda que o River Plate não esteja no páreo?
Essa conversa de time misto é papo para boi dormir, enquanto a vaca estiver indo para o brejo.
Nos áureos tempos da várzea, segundo quadro não disputava festival...
E o segundo quadro do Manto não serve para disputar nada.
Fofinho machucou, acabou o time?
Nosso maior artilheiro em atividade é o zagueiro central.
Ele não jogou e não tinha um que cobrasse faltas com a bola passando a menos de dois metros de distância do gol.
Quando passava da barreira.
Com esse time não chegamos nem na semifinal do Paulistão, quanto mais da Libertadores.
Precisamos nos livrar de uns quinze cabeças-de-bagre.
É preferível disputar a Libertadores com apenas vinte jogadores que saibam para qual lado chutar a bola.
Que eu esteja redondamente enganado, porque a bolinha anda quadrada.
Se prepare, Jorginho!
Vai ser jogo duro...
De assistir, como diria Mário Moraes...
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16 fevereiro 2010
CHEGA DE FOLGA, JORGINHO!
Jorginho! Acorde, homem!
Está na hora de trabalhar!
Acabou a folga!
Começamos mal o ano do Centenário!
Perdemos a Copinha, o desfile de carnaval e na semana que vem começa a tal de Libertadores.
Muita emoção à vista com esse time.
Para de esfregar os olhos e veja só!
Naquele gol da Portuguesa a Fátima desviou com o terço ou tapou o olho do nosso goleiro com o manto?
Precisamos arrumar alguém para por ordem no galinheiro que está escapando muito frango.
O que adianta fazer um monte de milagre e depois se empanturrar?
Do jeito que está não vai dar para comer pelas beiradas.
Com um Escudeiro igual o nosso, D. Quixote jamais teria namorado a Dulcinéia. Tromba com tudo que é moinho... Na Libertadores não tem o consolo dele ficar fora a cada três jogos... Não tem suspensão automática...
O cantor anda desafinando e o outro é paraguaio.
No meio, pagaram uma fortuna por um argentino, que é bom, mas colocam o Tcheco para jogar...
Trouxeram o Ralf para o lugar do Christian.
Isso me faz lembrar da dupla de pagodeiros Souza e Moraes que aproveitando o carnaval podia ficar lá pelo Rio.
O Fofinho teve distensão em qual parte da gordura óssea desta vez?
Pensando bem, sem jogar ele é melhor que assistir às apresentações de “Bill e as perigosas aventuras da inquieta bola fugindo das caneladas”.
A situação no ataque está tão assustadora que seu xará virou herói imprescindível. É nosso melhor cabeceador e tem o tamanho dos amigos da Branca de Neve.
É, Mano! O Manto está parecendo o time do Dunga!
Pelo jeito haverá duas vagas de técnico em Julho.
Como costumo dizer: “O Manto é o único time do mundo que quando está completo dá a sensação de ter onze desfalques”...
Vamos sofrer à beça!
Haja patuá!
Está na hora de trabalhar!
Acabou a folga!
Começamos mal o ano do Centenário!
Perdemos a Copinha, o desfile de carnaval e na semana que vem começa a tal de Libertadores.
Muita emoção à vista com esse time.
Para de esfregar os olhos e veja só!
Naquele gol da Portuguesa a Fátima desviou com o terço ou tapou o olho do nosso goleiro com o manto?
Precisamos arrumar alguém para por ordem no galinheiro que está escapando muito frango.
O que adianta fazer um monte de milagre e depois se empanturrar?
Do jeito que está não vai dar para comer pelas beiradas.
Com um Escudeiro igual o nosso, D. Quixote jamais teria namorado a Dulcinéia. Tromba com tudo que é moinho... Na Libertadores não tem o consolo dele ficar fora a cada três jogos... Não tem suspensão automática...
O cantor anda desafinando e o outro é paraguaio.
No meio, pagaram uma fortuna por um argentino, que é bom, mas colocam o Tcheco para jogar...
Trouxeram o Ralf para o lugar do Christian.
Isso me faz lembrar da dupla de pagodeiros Souza e Moraes que aproveitando o carnaval podia ficar lá pelo Rio.
O Fofinho teve distensão em qual parte da gordura óssea desta vez?
Pensando bem, sem jogar ele é melhor que assistir às apresentações de “Bill e as perigosas aventuras da inquieta bola fugindo das caneladas”.
A situação no ataque está tão assustadora que seu xará virou herói imprescindível. É nosso melhor cabeceador e tem o tamanho dos amigos da Branca de Neve.
É, Mano! O Manto está parecendo o time do Dunga!
Pelo jeito haverá duas vagas de técnico em Julho.
Como costumo dizer: “O Manto é o único time do mundo que quando está completo dá a sensação de ter onze desfalques”...
Vamos sofrer à beça!
Haja patuá!
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19 junho 2009
SERVIÇO COMPLETO! BAMBIS FORA!
As coisas estão começando a entrar nos eixos...
Esta semana foi alvissareira!
Uma vez que nepotismos no Senado, o metalúrgico apoiando ditaduras e falando bobagens – desta vez perdoáveis afinal naquele frio russo uma vodka sempre cai bem, o Elias Maluco - assassino do jornalista Tim Lopes – teve a pena abreviada, o Pallocci foi inocentado do mensalinho da república de Ribeirão Preto, os dirigentes da BANCOOP continuam soltos e nenhum avião caiu ou foi abduzido são coisas corriqueiras, temos que nos contentar com futebol...
Eu gosto é de futebol! Somos o país do Futebol! Viva o futebol! O futebol é a catarse!
Na segunda com um futebol anão o braziu ganhou tecnologicamente das múmias egípcias, na quarta o MANTO SAGRADO, sem deixar a bola parar, ficou a noventa minutos da Libertadores 2010 e os porquinhos estão fora da Libertadores 2009 e ontem a felicidade se completou. Depois de mostrarmos ao Obama que somos melhores que eles nas coisas que realmente importam, numa lógica ecológica as raposas azuis mineiramente devoraram os róseos bambis no Frescão e os tiraram da Copinha deste ano...
Para completar a alegria assisti à peça Noel Rosa, em cartaz até a semana que vem no Teatro Sergio Cardoso.
Duas horas de muita diversão com excelente cenário e figurino contando as peripécias amorosas e a criatividade musical do Poeta da Vila Isabel.
Vale a pena!
Ai! Que felicidade!
Até abrir os jornais hoje e voltar a realidade.
Só sacanagem neste braziu varemnós...
Para não me esquecer, hoje é aniversário do Chico.
Esta semana foi alvissareira!
Uma vez que nepotismos no Senado, o metalúrgico apoiando ditaduras e falando bobagens – desta vez perdoáveis afinal naquele frio russo uma vodka sempre cai bem, o Elias Maluco - assassino do jornalista Tim Lopes – teve a pena abreviada, o Pallocci foi inocentado do mensalinho da república de Ribeirão Preto, os dirigentes da BANCOOP continuam soltos e nenhum avião caiu ou foi abduzido são coisas corriqueiras, temos que nos contentar com futebol...
Eu gosto é de futebol! Somos o país do Futebol! Viva o futebol! O futebol é a catarse!
Na segunda com um futebol anão o braziu ganhou tecnologicamente das múmias egípcias, na quarta o MANTO SAGRADO, sem deixar a bola parar, ficou a noventa minutos da Libertadores 2010 e os porquinhos estão fora da Libertadores 2009 e ontem a felicidade se completou. Depois de mostrarmos ao Obama que somos melhores que eles nas coisas que realmente importam, numa lógica ecológica as raposas azuis mineiramente devoraram os róseos bambis no Frescão e os tiraram da Copinha deste ano...
Para completar a alegria assisti à peça Noel Rosa, em cartaz até a semana que vem no Teatro Sergio Cardoso.
Duas horas de muita diversão com excelente cenário e figurino contando as peripécias amorosas e a criatividade musical do Poeta da Vila Isabel.
Vale a pena!
Ai! Que felicidade!
Até abrir os jornais hoje e voltar a realidade.
Só sacanagem neste braziu varemnós...
Para não me esquecer, hoje é aniversário do Chico.
12 maio 2009
ADEUS, LIBERTADORES!
Oh! Jorginho!
Agora ferrou-se...
Nem convocando todos os santos e pais de santo.
O metalúrgico pé frio abraçou o Fenômeno.
Essa gente ou tem memória curta ou é muito cara de pau...
Era eu que ia abraçar alguém que me chamou de manguaceiro.
Em 2006, o Fenômeno fez isso, quando foi chamado de gordo pelo metalúrgico?
Bom vai ver ele estava de fogo e não lembra.
Foi puxar o saco?
Epa! Fenômeno puxando saco?
Sei não!
À diretoria do Manto, um alerta!
O Manto não é para qualquer um usar, não...
Não tinha nada que levar camisa.
Adiós, Libertadores!
Estava até com alguma esperança, apesar da ruindade do time...
Já tínhamos até nos livrado de um dos cariocas pagodeiros.
Ainda faltam três, mas logo, logo, eles também vão.
Lembram quando o Acosta deu uma camisa para o metalúrgico?
Teve até a piadinha que o metalúrgico conseguiria vestir porque estava marcado qual lado era a costa...
Quebrou a perna!
Acho que vamos quebrar a cara!
Hoje mesmo mandei vender as ações que possuía do patrocinador...
Perigas de falir!
Afinal, onde um petista põe a mão...
Diminui esse volume!
Que música é essa?
Renato Teixeira...
“No meu quintal tem sabiá e vira bosta"...
Agora ferrou-se...
Nem convocando todos os santos e pais de santo.
O metalúrgico pé frio abraçou o Fenômeno.
Essa gente ou tem memória curta ou é muito cara de pau...
Era eu que ia abraçar alguém que me chamou de manguaceiro.
Em 2006, o Fenômeno fez isso, quando foi chamado de gordo pelo metalúrgico?
Bom vai ver ele estava de fogo e não lembra.
Foi puxar o saco?
Epa! Fenômeno puxando saco?
Sei não!
À diretoria do Manto, um alerta!
O Manto não é para qualquer um usar, não...
Não tinha nada que levar camisa.
Adiós, Libertadores!
Estava até com alguma esperança, apesar da ruindade do time...
Já tínhamos até nos livrado de um dos cariocas pagodeiros.
Ainda faltam três, mas logo, logo, eles também vão.
Lembram quando o Acosta deu uma camisa para o metalúrgico?
Teve até a piadinha que o metalúrgico conseguiria vestir porque estava marcado qual lado era a costa...
Quebrou a perna!
Acho que vamos quebrar a cara!
Hoje mesmo mandei vender as ações que possuía do patrocinador...
Perigas de falir!
Afinal, onde um petista põe a mão...
Diminui esse volume!
Que música é essa?
Renato Teixeira...
“No meu quintal tem sabiá e vira bosta"...
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28 setembro 2008
RECEITA PARA VIVER MAIS DE CEM ANOS
(ou a imortalidade)
Quando era criança a vida parecia eterna e não tinha noção de que já estava na fila da morte.
Lembro que assisti alguns filmes de terror onde almas eram vendidas para o diabo em troca de felicidade e riqueza.
Adorava esses filmes.
Dorian Gray não era exatamente isso, mas era um dos meus preferidos. Somente depois de muito tempo compreendi um pouco a realidade filosófica da história. Entendê-lo mesmo, creio que nem com duzentas releituras.
Sempre achei que nunca fizera esses pactos.
Afinal, se o diabo tivesse tantos poderes assim não viveria no inferno.
Já nasci com genes céticos.
Mas, fazia pequenas promessas para uns santos.
Era só quebrar alguma coisa e esperando um milagre, imaginava que ela se refaria sozinha. Jurava que nunca mais a quebraria.
Sempre cumpri a segunda parte. Nunca mais a quebrava porque ela não se refazia.
Era só perder algo e...
Alô! São Longuinho?
Parecia mais um Saci-Pererê e ainda bem que não morava em apartamento, porque desde a primeira infância eu já tinha os primeiros sintomas de “anciedade”.
Ficava à frente do rádio, quase Galena, orando...
Ai! Meu deus, não deixa o Pelé marcar outro gol contra o Manto Sagrado...
E nada de milagre...
“Ele”, o “negão” era uma “fera”. Fazia o “diabo” em campo.
Ia marcando gol atrás de gol...
Vá pro inferno marcar tantos gols assim.
Enquanto ele jogou, o Manto nunca foi campeão nem de torneio de cara ou coroa com a mesma face dos dois lados da moeda. A danada caía em pé.
E olha que eu rezava.
Foi um dos primeiros motivos para eu descrer em divindades.
Se Jorginho (São Jorge) era arrasado pelo Santos como poderia acreditar em igualdade social.
Quando estava voltando a acreditar no Jorginho após a quebra do tabu, em 1968, aquele Capadócio foi cassado pelo Papa Paulo VI em 1969.
Era época do governo militar. Talvez tenha sido alguma influência.
De repente, a vida passa voando e a morte começa a se avizinhar.
É muito comum, ao aparecimento das primeiras doenças mais sérias começarem as negociatas com deus com aquela fala mole: “Se eu sarar, eu prometo...”
Quase o mesmo que vender a alma a Satã...
Para falar a verdade, tenho que confessar...
Quando criança, também fiz uma promessa ou impus minha condição para morrer.
Não me lembro com qual dos lados foi o acordo, o pedido, a negociata, a promessa, ou a manifestação de último desejo...
O desejo era que antes de morrer eu gostaria de ver o Corínthians campeão da Libertadores da América.
Se essas coisas de fato existirem, aviso a Dercy (in memorian) e ao Niemeyer:
A pessoa mais velha do braziu serei eu...
Provavelmente, serei imortal sem entrar para a Academia Brazileira de Letras...
Agüenta, coração!
Quando era criança a vida parecia eterna e não tinha noção de que já estava na fila da morte.
Lembro que assisti alguns filmes de terror onde almas eram vendidas para o diabo em troca de felicidade e riqueza.
Adorava esses filmes.
Dorian Gray não era exatamente isso, mas era um dos meus preferidos. Somente depois de muito tempo compreendi um pouco a realidade filosófica da história. Entendê-lo mesmo, creio que nem com duzentas releituras.
Sempre achei que nunca fizera esses pactos.
Afinal, se o diabo tivesse tantos poderes assim não viveria no inferno.
Já nasci com genes céticos.
Mas, fazia pequenas promessas para uns santos.
Era só quebrar alguma coisa e esperando um milagre, imaginava que ela se refaria sozinha. Jurava que nunca mais a quebraria.
Sempre cumpri a segunda parte. Nunca mais a quebrava porque ela não se refazia.
Era só perder algo e...
Alô! São Longuinho?
Parecia mais um Saci-Pererê e ainda bem que não morava em apartamento, porque desde a primeira infância eu já tinha os primeiros sintomas de “anciedade”.
Ficava à frente do rádio, quase Galena, orando...
Ai! Meu deus, não deixa o Pelé marcar outro gol contra o Manto Sagrado...
E nada de milagre...
“Ele”, o “negão” era uma “fera”. Fazia o “diabo” em campo.
Ia marcando gol atrás de gol...
Vá pro inferno marcar tantos gols assim.
Enquanto ele jogou, o Manto nunca foi campeão nem de torneio de cara ou coroa com a mesma face dos dois lados da moeda. A danada caía em pé.
E olha que eu rezava.
Foi um dos primeiros motivos para eu descrer em divindades.
Se Jorginho (São Jorge) era arrasado pelo Santos como poderia acreditar em igualdade social.
Quando estava voltando a acreditar no Jorginho após a quebra do tabu, em 1968, aquele Capadócio foi cassado pelo Papa Paulo VI em 1969.
Era época do governo militar. Talvez tenha sido alguma influência.
De repente, a vida passa voando e a morte começa a se avizinhar.
É muito comum, ao aparecimento das primeiras doenças mais sérias começarem as negociatas com deus com aquela fala mole: “Se eu sarar, eu prometo...”
Quase o mesmo que vender a alma a Satã...
Para falar a verdade, tenho que confessar...
Quando criança, também fiz uma promessa ou impus minha condição para morrer.
Não me lembro com qual dos lados foi o acordo, o pedido, a negociata, a promessa, ou a manifestação de último desejo...
O desejo era que antes de morrer eu gostaria de ver o Corínthians campeão da Libertadores da América.
Se essas coisas de fato existirem, aviso a Dercy (in memorian) e ao Niemeyer:
A pessoa mais velha do braziu serei eu...
Provavelmente, serei imortal sem entrar para a Academia Brazileira de Letras...
Agüenta, coração!
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