Viva, Jorginho!
Mas foi bom demais.
Tu “esteves” maravilhoso, mano!
Ganhamos daqueles moleques metidos.
Nem preciso mais fazer o exame “esteiro-cardio-respiratório-vascular de performance” que estava marcado para a semana que vem.
Adorei o cutucão que você deu no bandeirinha e anulou o gol deles.
Mexeu até na máquina da Venus Platinada que comprovou que o erro estava correto.
E logo depois fez o beque deles tropeçar no braço de nosso atacante.
Fora a paradinha que nosso beque deu no ar (parecia um helicóptero) e impediu que eles empatassem no primeiro tempo.
Depois foi fácil demais.
O Felipe deles parecia o nosso.
Só marcamos gols com os jogadores de meio de campo.
Imagine só quanto ia ser se os atacantes também resolvessem marcar.
Olha nós na fita!
Líderes... Invictos... Disparando...
Lembra quando aconteceu isso na última vez?
Na segunda divisão?...
Vade retro! Jorginho...
Você sempre tem que ser desagradável?
Alô!
É da clinica?
Por favor! Remarca aquele exame...
31 maio 2010
BATENDO EM MOLEQUES (da Vila)
Marcadores:
apostolos de pedro,
corinthians,
Futebol,
pedro galuchi,
santos
27 maio 2010
SELEÇÃO BATE CONTINÊNCIA

Não gosto de misturar esporte e política.
Uma coisa é uma coisa e outra coisa é ...
Aliás, a única mistura que gosto no “braziu varemnós” é o arroz com feijão.
Mas, quem está no poder sempre gosta.
Em 1970, a ditadura convenceu a população que Zagalo ao escalar o Rivelino (ambos na época com um ele só) estava escalando a Seleção do Povo, que pagou um fusca para cada atleta.
O ditador de plantão era um pé quente e seu querido Dadá nem precisou fazer maravilhas nos tempos de Tostões.
Ouvimos que a ditadura militar ganhava Copas.
Calma, gente!
Foi na Argentina em 1978.
O braziu “biônico” começava a abertura lenta, mas quem se abriu gradual e irrestritamente foi o Peru.
O braziu em abertura se fechou em Copas e só caiu na Real em 1994.
Era o corolário da geração Dunga, onde o gol era detalhe e para comprovar o título veio com um chute do Baggio para as nuvens.
Ah! Com a idolatria patriótica do Romário de bandeirinha na janela do avião, a delegação burlou o fisco e não abriram as malas na Alfândega do país da falcatrua.
Depois foram ver o Itamar, pois o FHC que colocava o país fora da reviravolta da inflação, ainda não era presidente.
Só em 2002, FHC viu o Vampeta dar cambalhota na rampa.
Isso depois de não ser ouvido pelo Felipão que, talvez para evitar novas confusões com o Fisco, não levou o Romário.
O presidente da CBF (O F será de Falcatrua mesmo?) Ricardo Teixeira, mais de três Copas após (2009) foi condenado em primeira instância pelo crime fiscal de 1994.
Que sirva de alerta! Nada de arranjar zebras na África.
Desta feita, a Seleção não é exatamente a do povo, os tempos, aparentemente, não são de ditadura, o presidente, para não deixar duvidas de sua sobriedade enquanto queima gordura com outras bombas, não deu palpites quanto ao sobrepeso do centroavante.
Além disso ele é um pé frio de marca maior.
Assim, nada justifica a seleção se deslocar até brazilia, correr o risco de mais uma decolagem e aterrissagem neste país de tantas quedas, só para bater continência para o Comandante em Chefe das Forças Armadas.
Em tempo, uma dúvida:
Porque a primeira dama estava com a camisa número dois?
Marcadores:
apostolos de pedro,
copa do mundo,
Futebol,
pedro galuchi,
seleção
25 maio 2010
OS SEGREDOS DA SELEÇÃO DE PORTUGAL
Causou grande decepção o jogo treino da seleção alfacinha contra a Seleção de Cabo Verde.
Terminou zero a zero.
Os futebolistas reclamaram que os cabo-verdeanos entraram em campo com camisolas azuis.
Ora! Oh! Pá...
Como pode um país chamado Cabo Verde ter bandeira azul?
Isso atrapalha.
Já os “speakers” e comentaristas além-mar - ou será aquém – divergem sobre o fracasso da pontaria dos atacantes lusitanos que não conseguiram acertar uma única pelota dentro das metas cabo-azuladas, bem guardadas pelo guarda-redes que usava camisolas negras.
Uns alegam que Cristiano, que não marca um único gol há quinze meses pelo selecionado, está parecendo Ronaldo de tão gordinho.
Outros dizem ter havido erro tático de comunicação.
Como os Cabo-azulados também falam a última flor do Lácio (português), entendiam o que era combinado nas cobranças de faltas e pontapés-de-canto e atrapalhavam as jogadas ensaiadas.
Tem lógica!
Pedem a contratação de um professor de chinês para que os jogadores não sejam compreendidos pelos adversários, nem com leitura labial.
Outros ainda defendem um retorno às origens com o uso de linguagem camoniana, que ninguém entende nos dias de hoje.
Desta forma, crescem as esperanças da seleção de Dunga, que por ser o único anão mudo vê aumentar as possibilidades de passarmos à segunda fase.
Pensa até em fazer a seleção canarinho jogar com camisolas alvinegras. Assim confundiriam ainda mais os lusitanos, que imaginariam estar enfrentando a Alemanha ou o Corinthians, com a incompreensível linguagem de suas torcidas e, pensando não serem entendidos, contariam as jogadas, facilitando a vida do “braziu varemnós” na Copa, que será bem penosa.
Não se entusiasme, Julio César!
Ai! Que me cassam a cidadania...
Terminou zero a zero.
Os futebolistas reclamaram que os cabo-verdeanos entraram em campo com camisolas azuis.
Ora! Oh! Pá...
Como pode um país chamado Cabo Verde ter bandeira azul?
Isso atrapalha.
Já os “speakers” e comentaristas além-mar - ou será aquém – divergem sobre o fracasso da pontaria dos atacantes lusitanos que não conseguiram acertar uma única pelota dentro das metas cabo-azuladas, bem guardadas pelo guarda-redes que usava camisolas negras.
Uns alegam que Cristiano, que não marca um único gol há quinze meses pelo selecionado, está parecendo Ronaldo de tão gordinho.
Outros dizem ter havido erro tático de comunicação.
Como os Cabo-azulados também falam a última flor do Lácio (português), entendiam o que era combinado nas cobranças de faltas e pontapés-de-canto e atrapalhavam as jogadas ensaiadas.
Tem lógica!
Pedem a contratação de um professor de chinês para que os jogadores não sejam compreendidos pelos adversários, nem com leitura labial.
Outros ainda defendem um retorno às origens com o uso de linguagem camoniana, que ninguém entende nos dias de hoje.
Desta forma, crescem as esperanças da seleção de Dunga, que por ser o único anão mudo vê aumentar as possibilidades de passarmos à segunda fase.
Pensa até em fazer a seleção canarinho jogar com camisolas alvinegras. Assim confundiriam ainda mais os lusitanos, que imaginariam estar enfrentando a Alemanha ou o Corinthians, com a incompreensível linguagem de suas torcidas e, pensando não serem entendidos, contariam as jogadas, facilitando a vida do “braziu varemnós” na Copa, que será bem penosa.
Não se entusiasme, Julio César!
Ai! Que me cassam a cidadania...
Marcadores:
apostolos de pedro,
copa do mundo,
Futebol,
Língua portuguesa,
pedro galuchi
24 maio 2010
24 DE MAIO - TERCEIRO SEXO PASSA PARA SEGUNDO?
"Sergio Porto já dizia em pensamento profundo: Um dia o terceiro sexo ainda passa para segundo".
Miguel Gustavo usou este verso, com a frase do genial Stanislaw, na letra da música "O Partido Baixo do Partido Alto", gravado pela Divina Elizeth em 1972.
Hoje recebi um email com fotos de três pessoas garantindo que não eram “gays”, mas que um em cada quatro brasileiros era.
E na última foto, os três patetas olham para você.
No caso eu, você ou outro idiota que passa o tempo abrindo email com piadinhas.

Vésperas de passeata gay na Paulista, o pessoal fica esvoaçante.
Aliás, os hotéis estão lotados.
Feriadão de Corpus Christie.
Ah! Você também vem para St. Paul?
Quer conhecer o MASP, claro!
Por coincidência, havia um pessoal na Avenida Paulista, você pensou que era preparação para a São Silvestre e se enfiou – modo de falar – no meio.
Sei!
Nada contra os gays, mas num mês a Lixa(Vi)rada Cultural noutro a Passeata Gay.
Haja tumulto.
Os garis não agüentam.
Estarei em Madagascar no feriadão. Ou no Turcomenistão. Ou Itanhaém.
Assim aproveito para ver os tapetes feitos para a procissão.
Do que eu estava falando mesmo lá no começo?
Ah! Do email e do terceiro sexo passar para segundo.
Primeiro que jamais haverá terceiro sexo.
São apenas dois mesmo. Com preferências alternativas.
E cada macaco no seu galho!
Tem pseudobagas Musaceae (bananas), às pencas, para “cachos” de todos os gostos. Nanica, maçã, ouro, prata, da terra, et coetera.
Prefiro goiaba, pêssego e frutas em calda.
Logo após deletar o email, olhei a data.
Vinte e Quatro de Maio.
Pensei com meus zíperes.
Se houvesse um dia significativo para o terceiro sexo passar para segundo seria hoje.
Com o perdão à homenagem a Batalha de Tuiuti na Guerra do Paraguay, mas Vinte e Quatro no mês das Noivas seria uma data ideal, não acham?
Hum... Sei não...
Será que o remetente do email, que é torcedor dos Bambis, não estaria saindo definitivamente do armário?
E mandou o email para mim.
Tô fora, mano! Banana procê...
Banana, não!
Quis dizer, isto é... Goiabada cascão, compota...
--------------------------------------------------------------------
Na ilustração, a Av. Paulista em sua inauguração em 1891.
Miguel Gustavo usou este verso, com a frase do genial Stanislaw, na letra da música "O Partido Baixo do Partido Alto", gravado pela Divina Elizeth em 1972.
Hoje recebi um email com fotos de três pessoas garantindo que não eram “gays”, mas que um em cada quatro brasileiros era.
E na última foto, os três patetas olham para você.
No caso eu, você ou outro idiota que passa o tempo abrindo email com piadinhas.

Vésperas de passeata gay na Paulista, o pessoal fica esvoaçante.
Aliás, os hotéis estão lotados.
Feriadão de Corpus Christie.
Ah! Você também vem para St. Paul?
Quer conhecer o MASP, claro!
Por coincidência, havia um pessoal na Avenida Paulista, você pensou que era preparação para a São Silvestre e se enfiou – modo de falar – no meio.
Sei!
Nada contra os gays, mas num mês a Lixa(Vi)rada Cultural noutro a Passeata Gay.
Haja tumulto.
Os garis não agüentam.
Estarei em Madagascar no feriadão. Ou no Turcomenistão. Ou Itanhaém.
Assim aproveito para ver os tapetes feitos para a procissão.
Do que eu estava falando mesmo lá no começo?
Ah! Do email e do terceiro sexo passar para segundo.
Primeiro que jamais haverá terceiro sexo.
São apenas dois mesmo. Com preferências alternativas.
E cada macaco no seu galho!
Tem pseudobagas Musaceae (bananas), às pencas, para “cachos” de todos os gostos. Nanica, maçã, ouro, prata, da terra, et coetera.
Prefiro goiaba, pêssego e frutas em calda.
Logo após deletar o email, olhei a data.
Vinte e Quatro de Maio.
Pensei com meus zíperes.
Se houvesse um dia significativo para o terceiro sexo passar para segundo seria hoje.
Com o perdão à homenagem a Batalha de Tuiuti na Guerra do Paraguay, mas Vinte e Quatro no mês das Noivas seria uma data ideal, não acham?
Hum... Sei não...
Será que o remetente do email, que é torcedor dos Bambis, não estaria saindo definitivamente do armário?
E mandou o email para mim.
Tô fora, mano! Banana procê...
Banana, não!
Quis dizer, isto é... Goiabada cascão, compota...
--------------------------------------------------------------------
Na ilustração, a Av. Paulista em sua inauguração em 1891.
Marcadores:
apostolos de pedro,
gay,
humor,
pedro galuchi
22 maio 2010
CACHORRADA COM AS BRUXAS

Quando vi ao longe na banca de jornais a capa da Revista dizendo: “A CONFISSÃO DA BRUXA” veio-me a ansiedade.
O ônibus precisava chegar logo ao meu destino para eu comprá-la.
Afinal bruxas não confessam desde os tempos da Inquisição, quando eram transformadas em churrasco.
Veio-me o raciocínio que alguma bruxa abandonara o místico círculo, revoltada com o alto o custo de manutenção de vassouras “flex”, que não foram incluídas nos bens com isenção de IPI, decidira “abrir o bico”.
Essa minha imaginação! Claro que não!
Mais provável tenha sido desclassificada nas quartas de finais do Miss Halloween, por não possuir a necessária leveza sobrenatural exigida.
Ufa! Dei uma enroladinha porque o trânsito estava “carregado”.
Espero que de “Magia Branca”.
Por favor, me veja essa revista...
Peraí!
Bruxa loira?
De óculos?
Quase fui enganado... Essa imprensa sensacionalista!
É apenas o caso da procuradora carioca que queria adotar uma criança.
Ela jura sobre a Bíblia que apenas xingou a menina de “cachorra”.
Está presa e proibida de entrar em bailes funks, pois pelos hematomas da criança parece que ela gosta de “chutar cachorras”.
Sinceramente, essa manchete é uma cachorrada com as bruxas.
Bruxas não são assim.
Marcadores:
apostolos de pedro,
bruxas,
crimes,
pedro galuchi
20 maio 2010
CHOVENDO MULHER PELADA
No prédio ao lado da casa havia uma piscina colada ao muro da divisa dos terrenos.
Do telhado da churrasqueira daria para ver as babás levando as crianças ao playground e adolescentes tomando sol ao lado da piscina.
Digo daria pois o que não dava é para chegar ao telhado da churrasqueira. Eram mais de seis metros de altura e não havia escada que chegasse até lá.
Usem a imaginação!
Que tal a manchete ou chamada de programa de crimes:
“Tarado flagrado praticando o voyeurismo pedófilo enquanto esperava o fogo acender”.
Eu, hein!
No dia do fato, jovens deviam estar próximos da piscina se aquecendo.
O vetusto senhor nem estava em casa naquela tarde fria de domingo.
Nem percebeu o acontecimento.
Se alguém lhe tivesse contado não acreditaria, como qualquer leitor de sanidade média.
Alguém deve ter chegado de repente.
A mãe de um dos jovens dedurado pelo irmão caçula?
O zelador que fora atrás da faxineira?
A síndica que descera para conferir o que o marido poderia estar fazendo na sala de ginástica, ao invés de roncar no sofá?
O inevitável aconteceu.
Seria um flagrante na galera.
O jeito foi sumir com as provas do crime.
Na manhã seguinte o senhor viu o inusitado.
Dezenas de revistas pornográficas espalhadas pelo quintal.
Comentou com seus zíperes:
Ao vivo, não cai nenhuma...
Recolheu e...
Do telhado da churrasqueira daria para ver as babás levando as crianças ao playground e adolescentes tomando sol ao lado da piscina.
Digo daria pois o que não dava é para chegar ao telhado da churrasqueira. Eram mais de seis metros de altura e não havia escada que chegasse até lá.
Usem a imaginação!
Que tal a manchete ou chamada de programa de crimes:
“Tarado flagrado praticando o voyeurismo pedófilo enquanto esperava o fogo acender”.
Eu, hein!
No dia do fato, jovens deviam estar próximos da piscina se aquecendo.
O vetusto senhor nem estava em casa naquela tarde fria de domingo.
Nem percebeu o acontecimento.
Se alguém lhe tivesse contado não acreditaria, como qualquer leitor de sanidade média.
Alguém deve ter chegado de repente.
A mãe de um dos jovens dedurado pelo irmão caçula?
O zelador que fora atrás da faxineira?
A síndica que descera para conferir o que o marido poderia estar fazendo na sala de ginástica, ao invés de roncar no sofá?
O inevitável aconteceu.
Seria um flagrante na galera.
O jeito foi sumir com as provas do crime.
Na manhã seguinte o senhor viu o inusitado.
Dezenas de revistas pornográficas espalhadas pelo quintal.
Comentou com seus zíperes:
Ao vivo, não cai nenhuma...
Recolheu e...
Marcadores:
apostolos de pedro,
humor,
mulheres,
pedro galuchi,
sexo
19 maio 2010
BANCOOP – COOPERADA REVELA MEDO
Tenho acompanhado a CPI da BANCOOP na Assembléia Legislativa de São Paulo.
Dia 18 de Maio, no depoimento de uma cooperada, uma frase chamou-me a atenção:
“Me perguntaram se eu não tinha medo de vir a CPI?”
Um dos deputados retrucou:
“Medo de nós?”
“Não de vocês, mas a gente escuta tantas coisas...”
Foi a primeira vez que mais alguém verbaliza oficialmente o medo que ataca aos cooperados “inferiores” da Cooperativa.
Em 2008, eu fiz comunicado à Cooperativa sobre esse medo.
Paranóia à parte, mas pelo sim, pelo não, reduzi muito meus deslocamentos em carro particular para evitar algum assalto eventual seguido de morte.
Nesta cidade nunca se sabe.
Como não se sabe como a Cooperativa quis vender para a mesma cooperada o apartamento de um de seus dirigentes falecidos.
Será que algum herdeiro espiritual do Chico Xavier passaria o termo da transferência?
Ou vão exumar para colher a assinatura?
Sei lá.
Tudo é possível. Afinal, em 2005, mandaram a repórter perguntar aos mortos.
Com essas coisas não se brinca.
Ainda mais quando tem tanto cooperado em níveis superiores.
Além dos dirigentes mortos e tantos outros cooperados que morreram sem ver seus imóveis, a despeito de terem “morrido” integralmente com o pagamento, tem cooperado deputado, suplente de Senador, Ministro, dirigente de estatal, de fundo de previdência, primeira dama, et coetera, et coetera, et coetera.
Deixe-me ir parando senão eu é que vou para o xadrez.
Passo de vítima a culpado, como bem se referiu o deputado Ricardo Montoro ao tipo de indagações que era feito por outro deputado que parece defender a Cooperativa ao invés de investigar.
Como parece que tudo o que os depoentes dizem é mentira, o medo revelado pela cooperada também deve ser.
Sei não...
Lembro da frase de um falecido – brrrrr.. – conhecido de meu pai:
“Ih! Meu filho cada enxadada é uma minhoca...”
A BANCOOP está assim. Quanto mais mexe, mais aparece minhoca.
Espero que nenhuma enxadada atinja acidentalmente minha cabeça.
Aí escapam dela todas as minhocas que andam incomodando.
Justo agora que estou achando que no anzol tem peixe.
Dia 18 de Maio, no depoimento de uma cooperada, uma frase chamou-me a atenção:
“Me perguntaram se eu não tinha medo de vir a CPI?”
Um dos deputados retrucou:
“Medo de nós?”
“Não de vocês, mas a gente escuta tantas coisas...”
Foi a primeira vez que mais alguém verbaliza oficialmente o medo que ataca aos cooperados “inferiores” da Cooperativa.
Em 2008, eu fiz comunicado à Cooperativa sobre esse medo.
Paranóia à parte, mas pelo sim, pelo não, reduzi muito meus deslocamentos em carro particular para evitar algum assalto eventual seguido de morte.
Nesta cidade nunca se sabe.
Como não se sabe como a Cooperativa quis vender para a mesma cooperada o apartamento de um de seus dirigentes falecidos.
Será que algum herdeiro espiritual do Chico Xavier passaria o termo da transferência?
Ou vão exumar para colher a assinatura?
Sei lá.
Tudo é possível. Afinal, em 2005, mandaram a repórter perguntar aos mortos.
Com essas coisas não se brinca.
Ainda mais quando tem tanto cooperado em níveis superiores.
Além dos dirigentes mortos e tantos outros cooperados que morreram sem ver seus imóveis, a despeito de terem “morrido” integralmente com o pagamento, tem cooperado deputado, suplente de Senador, Ministro, dirigente de estatal, de fundo de previdência, primeira dama, et coetera, et coetera, et coetera.
Deixe-me ir parando senão eu é que vou para o xadrez.
Passo de vítima a culpado, como bem se referiu o deputado Ricardo Montoro ao tipo de indagações que era feito por outro deputado que parece defender a Cooperativa ao invés de investigar.
Como parece que tudo o que os depoentes dizem é mentira, o medo revelado pela cooperada também deve ser.
Sei não...
Lembro da frase de um falecido – brrrrr.. – conhecido de meu pai:
“Ih! Meu filho cada enxadada é uma minhoca...”
A BANCOOP está assim. Quanto mais mexe, mais aparece minhoca.
Espero que nenhuma enxadada atinja acidentalmente minha cabeça.
Aí escapam dela todas as minhocas que andam incomodando.
Justo agora que estou achando que no anzol tem peixe.
Marcadores:
apostolos de pedro,
bancoop,
cooperativa,
morte,
pedro galuchi
17 maio 2010
ASSARTOS EM SARTO
Itu que se cuide.
Não só tu como todos nós.
Salto não é mais de Itu desde 1917, mas parece que quer atingir patamares de grandeza semelhante.
Parece mentira...
Mas é verdade, sô!
Assaltaram a delegacia duas vezes numa semana.
Semana passada, veja só o sinhô, uma dona foi à delegacia “dar parte” (BO de caipira) que tinham clonado o telefone móvel dela.
Tempo vai, fila vem.
Delegacia tem sempre fila.
O tempo fechou!
Que chuva o que, sô!
Entraram uns bandidos na delegacia.
Geralmente, bandido quer sair da delegacia, mas esses entraram.
Acreditem! Queriam assaltaram a dona que tinha R$ 13.000,00 na bolsa.
A dona jogou a bolsa no colo do investigador ou do escrivão ou sei lá de quem.
Sai prá lá! Deve ter gritado o cidadão pensando que fosse uma bomba.
E jogou a bolsa no chão.
Depois deve ter parecido pastelão.
Ladrão pula balcão, pega a bolsa do chão, a dona leva um safanão e ninguém se mete na confusão.
Pára, poeta!
A desculpa?
Pensaram que era briga de casal.
Atenção, casais! Lá em Salto casais que desejem brigar dirijam-se à delegacia antes do o primeiro assalto.
Assalto da briga. Luta de boxe... Entendeu?
Acho que nem a Maria da Penha entenderia esta omissão dos policiais.
A segunda desculpa?
Os ladrões não sabiam que era delegacia.
Pois sim!
Assaltaram de novo a delegacia.
Coloca uma placa lá, gente!
Assim não dá...
O pessoal de Itu não está acreditando na audácia desse pessoal de Salto.
---------------------------------------------------------------------
Prá não falarem que não falo mais de futibor, o Manto está rumo a Libertadores 2011.
E sem o juiz assartá ninguém...
Por enquanto!
Pode ser que nóis percise de dois assarto numa semana.
Não só tu como todos nós.
Salto não é mais de Itu desde 1917, mas parece que quer atingir patamares de grandeza semelhante.
Parece mentira...
Mas é verdade, sô!
Assaltaram a delegacia duas vezes numa semana.
Semana passada, veja só o sinhô, uma dona foi à delegacia “dar parte” (BO de caipira) que tinham clonado o telefone móvel dela.
Tempo vai, fila vem.
Delegacia tem sempre fila.
O tempo fechou!
Que chuva o que, sô!
Entraram uns bandidos na delegacia.
Geralmente, bandido quer sair da delegacia, mas esses entraram.
Acreditem! Queriam assaltaram a dona que tinha R$ 13.000,00 na bolsa.
A dona jogou a bolsa no colo do investigador ou do escrivão ou sei lá de quem.
Sai prá lá! Deve ter gritado o cidadão pensando que fosse uma bomba.
E jogou a bolsa no chão.
Depois deve ter parecido pastelão.
Ladrão pula balcão, pega a bolsa do chão, a dona leva um safanão e ninguém se mete na confusão.
Pára, poeta!
A desculpa?
Pensaram que era briga de casal.
Atenção, casais! Lá em Salto casais que desejem brigar dirijam-se à delegacia antes do o primeiro assalto.
Assalto da briga. Luta de boxe... Entendeu?
Acho que nem a Maria da Penha entenderia esta omissão dos policiais.
A segunda desculpa?
Os ladrões não sabiam que era delegacia.
Pois sim!
Assaltaram de novo a delegacia.
Coloca uma placa lá, gente!
Assim não dá...
O pessoal de Itu não está acreditando na audácia desse pessoal de Salto.
---------------------------------------------------------------------
Prá não falarem que não falo mais de futibor, o Manto está rumo a Libertadores 2011.
E sem o juiz assartá ninguém...
Por enquanto!
Pode ser que nóis percise de dois assarto numa semana.
Marcadores:
apostolos de pedro,
assalto,
pedro galuchi,
policia
11 maio 2010
A CONVOCAÇÃO DE DUNGA
Enfermeiras, preparem-se!
O pessoal do resgate terá muito trabalho.
Desfibriladores a postos.
Saiu a convocação do Dunga.
Sem novidades.
Nenhum dos meninos da Vila.
Só o ex-menino Robinho que já é quase da terceira idade no time.
Com o perdão da má palavra a seleção é um ajuntamento de jogadores europeus.
Salvo Julio Cesar, Kaká, Lúcio e Juan, que são unanimidade, os demais são semelhantes a jogadores que estão no Braziu varemnós.
Os demais podia-se convocar Rogério Ceni, Miranda, Chicão, Roberto Carlos, Fred, Diegos Souza ou Tardeli, Elias, Fofinho da Fiel que dava no mesmo.
Não temos mais jogadores fora de série.
Insubstituíveis.
Então porque não experimentar?
Os meninos da Vila brincam de jogar futebol.
As triangulações de Neymar, Ganso e André, que levam a bola até quase dentro do gol, fariam a surpresa num campeonato curto.
Foi assim em 1958 quando Mané, Gasolina e Vavá fizeram uma correria geral nos robôs soviéticos e veio o campeonato.
Depois disso, o que tivemos de novidades em Copas do Mundo?
O carrossel holandês de Cruyf e Neskeen em 1974 e mais nada.
Dunga é avesso a surpresas.
Por isso não será surpresa mais uma campanha trôpega em Copa do Mundo e sem “pernas tortas” para endireitar.
Uma mãozinha do árbitro aqui, uma partida excepcional ali, um gol “mágico” inesperado acolá.
A Copa de 2010 será assim para os brasileiros.
Poderemos até ser campeões, afinal gol é detalhe e Dunga foi o capitão da primeira seleção campeã mundial numa final sem gols.
Grazie, bambino Baggio!
Uma coisa é certa: Cardiologistas terão muito trabalho.
Esse trabalho seria certamente menor se Dunga tivesse um olhar pediátrico e levasse os meninos.
Podíamos não ser campeões, mas seria muito mais divertido.
O pessoal do resgate terá muito trabalho.
Desfibriladores a postos.
Saiu a convocação do Dunga.
Sem novidades.
Nenhum dos meninos da Vila.
Só o ex-menino Robinho que já é quase da terceira idade no time.
Com o perdão da má palavra a seleção é um ajuntamento de jogadores europeus.
Salvo Julio Cesar, Kaká, Lúcio e Juan, que são unanimidade, os demais são semelhantes a jogadores que estão no Braziu varemnós.
Os demais podia-se convocar Rogério Ceni, Miranda, Chicão, Roberto Carlos, Fred, Diegos Souza ou Tardeli, Elias, Fofinho da Fiel que dava no mesmo.
Não temos mais jogadores fora de série.
Insubstituíveis.
Então porque não experimentar?
Os meninos da Vila brincam de jogar futebol.
As triangulações de Neymar, Ganso e André, que levam a bola até quase dentro do gol, fariam a surpresa num campeonato curto.
Foi assim em 1958 quando Mané, Gasolina e Vavá fizeram uma correria geral nos robôs soviéticos e veio o campeonato.
Depois disso, o que tivemos de novidades em Copas do Mundo?
O carrossel holandês de Cruyf e Neskeen em 1974 e mais nada.
Dunga é avesso a surpresas.
Por isso não será surpresa mais uma campanha trôpega em Copa do Mundo e sem “pernas tortas” para endireitar.
Uma mãozinha do árbitro aqui, uma partida excepcional ali, um gol “mágico” inesperado acolá.
A Copa de 2010 será assim para os brasileiros.
Poderemos até ser campeões, afinal gol é detalhe e Dunga foi o capitão da primeira seleção campeã mundial numa final sem gols.
Grazie, bambino Baggio!
Uma coisa é certa: Cardiologistas terão muito trabalho.
Esse trabalho seria certamente menor se Dunga tivesse um olhar pediátrico e levasse os meninos.
Podíamos não ser campeões, mas seria muito mais divertido.
Marcadores:
apostolos de pedro,
copa do mundo,
esporte,
Futebol,
pedro galuchi
03 maio 2010
ESTÃO ROUBANDO MEUS VOTOS
Jorginho! Me proteja-me!
Primeiro o Manto, está bem... Ele é muito mais importante, concordo.
Mas vai pensando num plano de ação, porque estão querendo roubar meus votos.
Eu sou ético, respeitador das leis, transparente – estou lutando para baixar meu IMC, sim senhor! - e aguardo o período das convenções para lançar-me candidato a qualquer coisa, novamente pelo PUN(*).
Vem esse povo querer roubar meu eleitorado com campanha antecipada.
Viu só o que saiu na imprensa, Jorginho?
“Funkeiras, ex-BBBs e atletas pretendem virar deputados” .
Tá na rede...
Tomara que seja na rede dos Urubus na quarta-feira.
Absurdo?
Digo eu...
Até o Vampeta.
Brasília ficará mais de perna por ar ainda se ele resolver dar mais “cambotas” na rampa.
Como ficarão os projetos de casas populares se elegerem a Tati Quebra Barraco?
E o Kleber Bambam? Deve ser Bambambam porque era BBB... Dois bam era o filho do Barney e da Betty.
Ele disse que quer o sossego de um mandato de Deputado Estadual e já está pedindo dicas para o cunhado que é veterinário e defenderá o esporte.
O que será que ele quis dizer com tal analogia animal?
Animal?
O Edmundo também quer ser.
Até a Mulher Melão, a Rainha dos taxistas.
Não estou errado não. Não é dos hortifruti, não. Taxistas, mesmo.
Ela é a rainha dos taxistas.
E das paredes de oficina mecânica.
Vai ver é dos taxistas com carros quebrados.
Ai! Jojó, assim não dá.
O PUN não vai prá frente com tanta concorrência desleal.
Só os verdadeiros convertidos ao Apostolado devem votar em mim.
Só terei dois votos novamente.
Um dia ainda descubro de quem será o outro.
(*) PUN é o Partido da Unidade Nacional que é apoiado pelo Apostolado de Pedro.
Primeiro o Manto, está bem... Ele é muito mais importante, concordo.
Mas vai pensando num plano de ação, porque estão querendo roubar meus votos.
Eu sou ético, respeitador das leis, transparente – estou lutando para baixar meu IMC, sim senhor! - e aguardo o período das convenções para lançar-me candidato a qualquer coisa, novamente pelo PUN(*).
Vem esse povo querer roubar meu eleitorado com campanha antecipada.
Viu só o que saiu na imprensa, Jorginho?
“Funkeiras, ex-BBBs e atletas pretendem virar deputados” .
Tá na rede...
Tomara que seja na rede dos Urubus na quarta-feira.
Absurdo?
Digo eu...
Até o Vampeta.
Brasília ficará mais de perna por ar ainda se ele resolver dar mais “cambotas” na rampa.
Como ficarão os projetos de casas populares se elegerem a Tati Quebra Barraco?
E o Kleber Bambam? Deve ser Bambambam porque era BBB... Dois bam era o filho do Barney e da Betty.
Ele disse que quer o sossego de um mandato de Deputado Estadual e já está pedindo dicas para o cunhado que é veterinário e defenderá o esporte.
O que será que ele quis dizer com tal analogia animal?
Animal?
O Edmundo também quer ser.
Até a Mulher Melão, a Rainha dos taxistas.
Não estou errado não. Não é dos hortifruti, não. Taxistas, mesmo.
Ela é a rainha dos taxistas.
E das paredes de oficina mecânica.
Vai ver é dos taxistas com carros quebrados.
Ai! Jojó, assim não dá.
O PUN não vai prá frente com tanta concorrência desleal.
Só os verdadeiros convertidos ao Apostolado devem votar em mim.
Só terei dois votos novamente.
Um dia ainda descubro de quem será o outro.
(*) PUN é o Partido da Unidade Nacional que é apoiado pelo Apostolado de Pedro.
Marcadores:
animais,
big brother,
cantoras,
eleições,
esporte,
governo,
humor,
pedro galuchi,
politica
02 maio 2010
SAUDADES MUSICAIS
Nunca mais reclamarei da minha infância querida, da aurora de minha vida...
Não, dona Aurora! Não é de você que estou falando.
É da aurora da vida da gente.
Dos tempos em que sonhamos com nossos ídolos. Em sermos que nem eles.
Todo mundo sonha, não é mesmo?
Fazer um gol na final da Copa do Mundo.
Cantar no Maracanãzinho ou no Teatro Paramount num apoteótico encerramento de um Festival de Música?
Estrelar uma foto-novela.
Quem estendeu esta é do tempo da aurora querida.
Eu traduzo... Estrelar a novela das oito, mesmo que comece em outro horário.
Pronto!
Agora, os mais jovens entenderam.
O que eu acho é que os mais jovens nunca me entenderão e nem eu a eles e porque eles acham a música que gosto de ouvir tão chata e a que eles gostam de ouvir é tão insuportável que me recuso a escutar.
Aliás, nem agüento!
Alguém tem o telefone da Prefeitura para eu reclamar do barulho?
Ou reclamo no CEAGESP?
Afinal é mulher melancia, framboesa, moranguinho, abacaxi...
Epa! Foi mal... Quis dizer laranja!
Piorou? Me meti em política.
Reset!
Que saudade de minha infância querida, da aurora de minha vida.
Quando a Garota de Ipanema passava, o Vinicius e o Tom paravam de ver se tinha jangada no mar, que isso é coisa do Edu e papo de Caymmi.
Que Sabiá, que nada!... Esse som é a Banda que está passando em Disparada numa Travessia!
A gente decorava as letras.
Verdadeiros poemas.
Não eram esses refrãozinhos tipo “créu, eu quero te devorar, meu Abacatinho, com um tapinha no pocotozinho”.
Nem dói.
Não dói?
Como dói!
Além do volume, dói mais ver a aculturação (ou seria desaculturação?) musical que ataca a população, que nada mais é que conseqüência de todo um processo de dominação política.
Ah! Como eu era feliz! E ainda reclamava se minha música preferida não chegava à fase final.
De raiva, desligava o rádio e ia ler um livro.
Mas, isso é um outro capítulo...
Não, dona Aurora! Não é de você que estou falando.
É da aurora da vida da gente.
Dos tempos em que sonhamos com nossos ídolos. Em sermos que nem eles.
Todo mundo sonha, não é mesmo?
Fazer um gol na final da Copa do Mundo.
Cantar no Maracanãzinho ou no Teatro Paramount num apoteótico encerramento de um Festival de Música?
Estrelar uma foto-novela.
Quem estendeu esta é do tempo da aurora querida.
Eu traduzo... Estrelar a novela das oito, mesmo que comece em outro horário.
Pronto!
Agora, os mais jovens entenderam.
O que eu acho é que os mais jovens nunca me entenderão e nem eu a eles e porque eles acham a música que gosto de ouvir tão chata e a que eles gostam de ouvir é tão insuportável que me recuso a escutar.
Aliás, nem agüento!
Alguém tem o telefone da Prefeitura para eu reclamar do barulho?
Ou reclamo no CEAGESP?
Afinal é mulher melancia, framboesa, moranguinho, abacaxi...
Epa! Foi mal... Quis dizer laranja!
Piorou? Me meti em política.
Reset!
Que saudade de minha infância querida, da aurora de minha vida.
Quando a Garota de Ipanema passava, o Vinicius e o Tom paravam de ver se tinha jangada no mar, que isso é coisa do Edu e papo de Caymmi.
Que Sabiá, que nada!... Esse som é a Banda que está passando em Disparada numa Travessia!
A gente decorava as letras.
Verdadeiros poemas.
Não eram esses refrãozinhos tipo “créu, eu quero te devorar, meu Abacatinho, com um tapinha no pocotozinho”.
Nem dói.
Não dói?
Como dói!
Além do volume, dói mais ver a aculturação (ou seria desaculturação?) musical que ataca a população, que nada mais é que conseqüência de todo um processo de dominação política.
Ah! Como eu era feliz! E ainda reclamava se minha música preferida não chegava à fase final.
De raiva, desligava o rádio e ia ler um livro.
Mas, isso é um outro capítulo...
24 abril 2010
FABIANA COZZA E JAZZ SINFONICA

A Orquestra Jazz Sinfônica é maravilhosa.
Fabiana Cozza também...
Ontem pude ver os dois.
O melhor?
Juntos... No Auditório Ibirapuera.
Dizer que são ótimos é chover no molhado.
E que chuva caiu horas antes!
O legal da apresentação da Jazz é que o Maestro-Assistente Fabio Prado, como é hábito do titular João Maurício Galindo explica o que está apresentando com informações sempre apropriadas.
Fabiana transmite, além do prazer de sua voz, uma deliciosa sensação de humildade, ainda que por momentos quase “roube” show, fazendo-nos abstrair e esquecer que há a Sinfônica por trás da voz.
Ela mesma se encarregava de agradecer aos arranjadores e nos trazer de volta à realidade do trabalho coletivo.
Fantástico!
Os percursionistas foram dignos de nota especial.
Maestro, permita-me divergir um pouco.
Fabiana não precisa ser reconhecida como a Primeira Dama do Samba pelos próximos cinqüenta anos.
Ela ultrapassará o samba.
Quem a acompanha sabe de sua capacidade eclética.
Aos fãs bastará que continue assim, crescendo de pouquinho numa evolução sólida.
Dispensam-se epítetos.
O espetáculo era dedicado a Adoniram Barbosa e Noel Rosa - Vixe! Rimou – que fariam 100 anos.
A Fabiana confessou que se enganou de Noel e atribuiu ao Noel Centenário uma música de outro Noel que era Rosa mas de Oliveira.
Esse Noel, baita negão como ela se referiu, além da música que gerou confusão -“Vem chegando a Madrugada”, compôs também "O neguinho e a senhorita".
Metido e folgado que sou, já mandei um email para ela puxando sua orelha.
Dei-lhe uma penitência pelo erro cometido.
Já que gostam tanto de confundir Noéis, desafiei a fazerem um espetáculo dedicado aos sambistas que reverenciaram o Noel do Natal.
Assis Valente, Rildo Hora, Sergio Cabral (pai), entre outros.
Que esse castigo ia ser uma delícia para nossos ouvidos, isso iria...
Ah! Se iria...
Cumpra-se a pena!
Marcadores:
apostolos de pedro,
Fabiana Cozza,
ibirapuera,
jazz sinfonica,
musica,
pedro galuchi,
show
23 abril 2010
ANIVERSÁRIO DE JORGINHO
Oh! Cumpade Jorge...
Parabéns!
Já é o terceiro aniversário que lhe cumprimento no blog e nada de você dar um presentinho para mim...
Só um titulozinho mixo da segundona... Nem me lembre...
Ah! Sim... Fomos campeões invictos do Paulista...
Naquela época o Ronaldinho só estava gordo... E ninguém encostava nele...
Parece que está tudo às avessas...
Ano passado você caiu do andor, neste ano assaltaram a capelinha...
As coisas estão complicadas.
Ontem fiquei sabendo que teremos que enfrentar os Urubus cariocas pela Libertadores...
Não gosto do protetor deles... Aquele Judas... Não é o Iscariotes, mas não sei não!
Sabe Jojó:
Às vezes eu me pergunto:
Tinha mais de 10 anos quando quebramos o Tabu...
Só vi o Manto campeão com mais de 20...
Eu já tinha quase 40 quando fomos campeões brasileiros...
Nessa Progressão Geométrica só ganharemos a Libertadores quando eu estiver perto dos 80 anos mais ou menos...
Será que eu vou completar o Centenário antes da Libertadores?
Se eu não vir, vou pedir para colocar no epitáfio:
“Morri, mas não perdi a esperança!”
To indo!
Calma aí, Pedrão! Não é para aí que estou indo, não...
Dá um tempo, mano!
Vou só tentar me distrair...
Uma boa leitura...
Afinal hoje também é o Dia Mundial do Livro...
Parabéns!
Já é o terceiro aniversário que lhe cumprimento no blog e nada de você dar um presentinho para mim...
Só um titulozinho mixo da segundona... Nem me lembre...
Ah! Sim... Fomos campeões invictos do Paulista...
Naquela época o Ronaldinho só estava gordo... E ninguém encostava nele...
Parece que está tudo às avessas...
Ano passado você caiu do andor, neste ano assaltaram a capelinha...
As coisas estão complicadas.
Ontem fiquei sabendo que teremos que enfrentar os Urubus cariocas pela Libertadores...
Não gosto do protetor deles... Aquele Judas... Não é o Iscariotes, mas não sei não!
Sabe Jojó:
Às vezes eu me pergunto:
Tinha mais de 10 anos quando quebramos o Tabu...
Só vi o Manto campeão com mais de 20...
Eu já tinha quase 40 quando fomos campeões brasileiros...
Nessa Progressão Geométrica só ganharemos a Libertadores quando eu estiver perto dos 80 anos mais ou menos...
Será que eu vou completar o Centenário antes da Libertadores?
Se eu não vir, vou pedir para colocar no epitáfio:
“Morri, mas não perdi a esperança!”
To indo!
Calma aí, Pedrão! Não é para aí que estou indo, não...
Dá um tempo, mano!
Vou só tentar me distrair...
Uma boa leitura...
Afinal hoje também é o Dia Mundial do Livro...
Marcadores:
apostolos de pedro,
corinthians,
literatura,
pedro galuchi,
são jorge
21 abril 2010
21 DE ABRIL – DIA DAS TRAIÇÕES
Olha aí, minha gente! Feriadinho no meio da semana...
Para os candangos um feriado “dois em um”...
Não dá para mudar essa desordem por uma questão de ordem?
Dia vinte de um de abril deveria ser extirpado de nosso calendário, meu São Gregório...
Diazinho mais “do encardido”.
Só desgraça!
E vem de longe essa desdita a “brazilian people”.
Final do século dezesseis...
Indiazada na mais santa paz, pitando na praia, tudo peladinho no maior “Love”, paz e amor, na ressaca das comemorações do dia do Índio, que nem era feriado.
Qual o que? Mal sabiam...
Amanhã vocês vão ver... Sabe aqueles barcos grandões cheios de branquelos com sotaque carregando uma cruz?
Tudo traíra!
Oh! P´r´oces!... Não perdem por esperar... Verão a cruz que irão carregar...
Querem mais?
Lá pelas beiradas de Minas, bem longe do mar, apareceu um barbudinho que não era barbudinho antes de ser preso e queria libertar o país dos impostos dos branquelos com sotaque.
Cruz credo!
Um “traíra” dedurou e nesse dia nefasto, no final do século XVIII, enforcaram o homem e fizeram picadinho dele.
Nos meados do século XX, apareceu um presidente bossa nova, que a título de mudar a capital do “braziu varemnós”, levou o capital dos fundos de previdência – sempre eles – dos bancários, industriários, comerciários e o que aparecesse com a sigla IAP...
Meu PAI! Ai! Quase PAC! Vade retro!
Aproveitando o feriado de Tiradentes, fundou um novo Distrito Federal, afundou todos os velhinhos e tirou a praia dos deputados e senadores.
Que sirva como consolo, indiazada!
Só que vocês continuam pelados, quase que nem os aposentados.
Tudo pode piorar.
Direto e já!
Apareceu outro mineiro...
Não era barbudinho... Elegeram-no presidente e não é que ele trai o país.
Fica doente, não toma posse e morre no mesmo dia nefasto.
Eita, inferno zodiacal, hein, Jorginho!
Tem importância, não!
Depois de amanhã é seu aniversário e isso passa.
Está na astrologia... Após o inferno zodiacal, vem a Casa da Fortuna.
Sei não!
Acho que ficaremos que nem a indiazada...
Nem casa, nem fortuna...
Ai! Casa... Traições... Sumiço de fortunas...
BANCOOP...
Minhas urticárias!
Socorro! Tirem vinte e um de abril do Calendário!
Para os candangos um feriado “dois em um”...
Não dá para mudar essa desordem por uma questão de ordem?
Dia vinte de um de abril deveria ser extirpado de nosso calendário, meu São Gregório...
Diazinho mais “do encardido”.
Só desgraça!
E vem de longe essa desdita a “brazilian people”.
Final do século dezesseis...
Indiazada na mais santa paz, pitando na praia, tudo peladinho no maior “Love”, paz e amor, na ressaca das comemorações do dia do Índio, que nem era feriado.
Qual o que? Mal sabiam...
Amanhã vocês vão ver... Sabe aqueles barcos grandões cheios de branquelos com sotaque carregando uma cruz?
Tudo traíra!
Oh! P´r´oces!... Não perdem por esperar... Verão a cruz que irão carregar...
Querem mais?
Lá pelas beiradas de Minas, bem longe do mar, apareceu um barbudinho que não era barbudinho antes de ser preso e queria libertar o país dos impostos dos branquelos com sotaque.
Cruz credo!
Um “traíra” dedurou e nesse dia nefasto, no final do século XVIII, enforcaram o homem e fizeram picadinho dele.
Nos meados do século XX, apareceu um presidente bossa nova, que a título de mudar a capital do “braziu varemnós”, levou o capital dos fundos de previdência – sempre eles – dos bancários, industriários, comerciários e o que aparecesse com a sigla IAP...
Meu PAI! Ai! Quase PAC! Vade retro!
Aproveitando o feriado de Tiradentes, fundou um novo Distrito Federal, afundou todos os velhinhos e tirou a praia dos deputados e senadores.
Que sirva como consolo, indiazada!
Só que vocês continuam pelados, quase que nem os aposentados.
Tudo pode piorar.
Direto e já!
Apareceu outro mineiro...
Não era barbudinho... Elegeram-no presidente e não é que ele trai o país.
Fica doente, não toma posse e morre no mesmo dia nefasto.
Eita, inferno zodiacal, hein, Jorginho!
Tem importância, não!
Depois de amanhã é seu aniversário e isso passa.
Está na astrologia... Após o inferno zodiacal, vem a Casa da Fortuna.
Sei não!
Acho que ficaremos que nem a indiazada...
Nem casa, nem fortuna...
Ai! Casa... Traições... Sumiço de fortunas...
BANCOOP...
Minhas urticárias!
Socorro! Tirem vinte e um de abril do Calendário!
Marcadores:
21 de abril,
apostolos de pedro,
pedro galuchi,
tancredo,
tiradentes,
traição
19 abril 2010
DIA DO INDIO, TIRADENTES, DESCOBRIMENTO - TUDO JUNTO?????
Aviso aos plagiantes (ou seriam navegantes):
Estes versos estão devidamente registrados e protegidos no EDA
-----------------------------------------------------------------------------
AZAR DE INDIO - DESCOBRIRAM O BRAZIU...
Foste escolhido, meu caro Cabral!
Ainda chamado D´Álvares Gouveia
São ordens de Manuel, o Venturoso:
Dizem que Espanha tapeou Portugal
Irás atravessar o Mar Tenebroso
Até encontrares uns bancos de areia
Confirme não serem apenas ilhas
Que nos empurraram em Tordesilhas
Levarás excelente tripulação
Degredados tirados da prisão
Puxa-sacos reais, gajos da multidão
Para ungir-te mando Frei Henrique
No caso da caravana ir a pique
Cuide não perderes as caixas-pretas.
Por lá não me arrumes confusão!
Terão seus próprios picaretas.
Mãos à obra, Escola de Sagres!
Onze catarinetas postas ao mar
Grumetes “cabeças-de-bagres”
Afundaram uma antes da partida
Contando as Caravelas que eram três:
Saíram treze... Vade retro! Dá azar!
Reza para Senhora de Aparecida,
Ou Fátima... E lá vem o português!
Inexistindo motores para propulsão
À falta de vento tentavam o assoprão
Ou abanavam as saias das mulheres
Embarcadas escondidas nos tonéis.
Apesar do escorbuto e beribéris
Vinho do Porto, bacalhau e fado
Acalentavam as noites dos Manoéis
Abaixo do Equador não existe pecado!
Constam nos rascunhos de Caminha
Marinheiros mareados e muito tombo
Será Pastel de Belém com caipirinha?
Uma caravela sumiu... Obra de pirata?
Fugiu para o Caribe ou Rio da Prata?
Perdeu-se no mar ao rastro de Colombo?
Cabral! Veja lá se não me arrebentas
As embarcações no Mar das Tormentas
Diz a lenda que um barco encalhou
Cem marujos se afogaram a empurrar
Temiam que na linha do Equador
Corressem o risco de se enroscar
Pedro pelo convés: sou ou não sou?
Se perguntando se era bom navegador...
Imenso foi o susto quando no céu azul
Sumiu Ursa Maior, surgiu Cruzeiro do Sul...
Terra à vista! Ouvia-se a toda hora
Terra à vista! Dia e noite! Noite e dia!
Cansados jogaram o papagaio fora
Acorda Cabral! Vamos bater na Ilha...
Berimbaus! Acarajés! Era a Bahia
Minha Santa Cruz! Quanta gente nua!
Quanto Pau... Brasil!... Que maravilha!
Estava achada a terra da falcatrua...
Se a frota se foi sem muita marola
Aos nativos nada seria como antes
Vieram exploradores e Jesuítas,
Francês, Holandês, Bandeirantes,
Família Real com toda a corriola.
Mala e cuia, gente de toda a laia...
Peri, Iracema... Quantas desditas!
Corre pro mato! Não tem mais praia.
Cunhambebe, Araribóia, Tibiriçá
Hoje a terra é de outros caciques
Curumins doentes ao deus-dará
Quantas histórias de trambiques
Jaci não alertou seus pajés?
Nuaruaques, Canoeiros, Pataxó
Caiacangues, Xavantes, Aimorés
Mil tribos exterminadas sem dó...
Em se plantando tudo dá, eu sei
Mas será que plantaram certo?
Era esta a terra sonhada por ”El Rei”
Ao mandar o Braziu ser descoberto?
Estes versos estão devidamente registrados e protegidos no EDA
-----------------------------------------------------------------------------
AZAR DE INDIO - DESCOBRIRAM O BRAZIU...
Foste escolhido, meu caro Cabral!
Ainda chamado D´Álvares Gouveia
São ordens de Manuel, o Venturoso:
Dizem que Espanha tapeou Portugal
Irás atravessar o Mar Tenebroso
Até encontrares uns bancos de areia
Confirme não serem apenas ilhas
Que nos empurraram em Tordesilhas
Levarás excelente tripulação
Degredados tirados da prisão
Puxa-sacos reais, gajos da multidão
Para ungir-te mando Frei Henrique
No caso da caravana ir a pique
Cuide não perderes as caixas-pretas.
Por lá não me arrumes confusão!
Terão seus próprios picaretas.
Mãos à obra, Escola de Sagres!
Onze catarinetas postas ao mar
Grumetes “cabeças-de-bagres”
Afundaram uma antes da partida
Contando as Caravelas que eram três:
Saíram treze... Vade retro! Dá azar!
Reza para Senhora de Aparecida,
Ou Fátima... E lá vem o português!
Inexistindo motores para propulsão
À falta de vento tentavam o assoprão
Ou abanavam as saias das mulheres
Embarcadas escondidas nos tonéis.
Apesar do escorbuto e beribéris
Vinho do Porto, bacalhau e fado
Acalentavam as noites dos Manoéis
Abaixo do Equador não existe pecado!
Constam nos rascunhos de Caminha
Marinheiros mareados e muito tombo
Será Pastel de Belém com caipirinha?
Uma caravela sumiu... Obra de pirata?
Fugiu para o Caribe ou Rio da Prata?
Perdeu-se no mar ao rastro de Colombo?
Cabral! Veja lá se não me arrebentas
As embarcações no Mar das Tormentas
Diz a lenda que um barco encalhou
Cem marujos se afogaram a empurrar
Temiam que na linha do Equador
Corressem o risco de se enroscar
Pedro pelo convés: sou ou não sou?
Se perguntando se era bom navegador...
Imenso foi o susto quando no céu azul
Sumiu Ursa Maior, surgiu Cruzeiro do Sul...
Terra à vista! Ouvia-se a toda hora
Terra à vista! Dia e noite! Noite e dia!
Cansados jogaram o papagaio fora
Acorda Cabral! Vamos bater na Ilha...
Berimbaus! Acarajés! Era a Bahia
Minha Santa Cruz! Quanta gente nua!
Quanto Pau... Brasil!... Que maravilha!
Estava achada a terra da falcatrua...
Se a frota se foi sem muita marola
Aos nativos nada seria como antes
Vieram exploradores e Jesuítas,
Francês, Holandês, Bandeirantes,
Família Real com toda a corriola.
Mala e cuia, gente de toda a laia...
Peri, Iracema... Quantas desditas!
Corre pro mato! Não tem mais praia.
Cunhambebe, Araribóia, Tibiriçá
Hoje a terra é de outros caciques
Curumins doentes ao deus-dará
Quantas histórias de trambiques
Jaci não alertou seus pajés?
Nuaruaques, Canoeiros, Pataxó
Caiacangues, Xavantes, Aimorés
Mil tribos exterminadas sem dó...
Em se plantando tudo dá, eu sei
Mas será que plantaram certo?
Era esta a terra sonhada por ”El Rei”
Ao mandar o Braziu ser descoberto?
Marcadores:
apostolos de pedro,
descobrimento do brasil,
dia do índio,
pedro galuchi
18 abril 2010
DIARIO DE UM DIA SEM TER O QUE FAZER
Meu diário,
Ontem amanheci com um jeitão de quem não teria o que fazer.
Viva o ócio!
Mas, todos os dias?
Calma! Hoje era sábado.
Confere o calendário.
E aproveita corrige o português.
Caracas! Está bem, oh! Grilo! Putz grila!
Hoje é domingo e ontem era sábado.
Que diferença faz se o não tem Culto ao Manto até o mês que vem?
Olhei a agenda.
Nada...
O calendário.
Consulta médica para dia tal, ypsylon e xis.
Nenhuma para sábado passado que era presente ontem de manhã.
Chinelão, bermudão de surf típico de velho que quer ser assaltado na praia, vamos à luta.
Jogar paciência no computador e xeretar emails que não chegam nunca ou vem com repetitivos slides melódicos positivistas ou políticos com piadinhas e denúncias corriqueiras de fazer o PT subir a Serra e dizer nesta somos inocentes.
Epa!
Um email me convidando para uma reunião ao meio-dia.
São onze e vinte. Dá tempo.
Isto é, dá tempo de chegar atrasado. Mudaram todo o trânsito da região. Acho que é para provar que antes não era tão caótico.
Imitando aquela antiga canção, decido: Vou de busão. Afinal não tenho grana para o táxi, pois o governo não se decide se devo receber sete ou sete ponto sete de reajuste de pensão... Enquanto eles pensam, a gente vai encomendando um caixão mais baratinho no consórcio da funerária.
Saio voando de casa.
Pressa para que? Lembre-se que o trânsito está parado.
Meio dia e dez ainda não tomei o ônibus. Mas já descobri onde ele para. Para pegar passageiros, porque ele está paradinho lá longe há uns cinco minutos.
Ufa! Depois de quarenta minutos para andar seis quilômetros cheguei à reunião.
Em priscas eras, quando treinava, faria o percurso em vinte e cinco minutos.
Blablablablablablabla para lá... Blablablablablablabla para cá... Quinze horas e terminou a reunião.
Só voltar pra casa.
Se eu achar onde colocaram o ponto de ônibus.
Pergunta daqui, pergunta de lá e uma certeza.
Ninguém sabe direito.
O que são vinte minutos de caminhada até o metrô?
Chego em casa e preparo-me para o repouso do guerreiro.
Irresistível! Uma xeretadinha nos emails.
Caracoles! Lançamento do Livro “Hífen-Cai-não-Cai” da amiga nova Jeanny Matos às dezesseis horas.
Mas são dezesseis e trinta.
Ônibus nem pensar.
De metrô, cheguei às dezessete.
Encontro o Ferretti, de visual careca novo. A careca é velha, mas escondia debaixo da boina.
Ficou parecido com o Roberto Carlos quando chegou ao Corinthians. Um pouco mais robusto.
Pedrão! Tem um sarau na Casa das Rosas às vinte horas.
Chamem o Takeo, por favor! Estou sem material.
Volto para casa quase no ritmo de quando treinava e consigo estar esperando o ônibus às dezenove horas.
Vejo discussão de idosas no ônibus, críticas ao Prefeito e ao Presidente que não andam de ônibus, ao motorista que não para no ponto.
Foi legal! Distraiu os vinte minutos para andar três quilômetros, comprovando o ritmo indicado no parágrafo lá atrás.
Após o sarau, que foi muito legal, coisa e tal...
Fazer rima pobre não é nada original, concordam?
Lá estou eu às vinte e duas horas esperando ônibus na Avenida Paulista.
Fica aí, Pedro Pedreiro pensando.
Esperando, esperando, esperando, esperando...
Vinte e dois minutos... Cheguei a achar que um avião tivesse caído no ônibus Aeroporto.
Meia noite, outro banho tomado... Que meu vizinho venezuelano que não toma banho todo dia não me ouça...
Ufa! Para quem não tinha o que fazer quando levantei, até que foi agitado...
Peraí, estômago!
Alô! Ainda dá tempo de pedir uma pizza?
Ontem amanheci com um jeitão de quem não teria o que fazer.
Viva o ócio!
Mas, todos os dias?
Calma! Hoje era sábado.
Confere o calendário.
E aproveita corrige o português.
Caracas! Está bem, oh! Grilo! Putz grila!
Hoje é domingo e ontem era sábado.
Que diferença faz se o não tem Culto ao Manto até o mês que vem?
Olhei a agenda.
Nada...
O calendário.
Consulta médica para dia tal, ypsylon e xis.
Nenhuma para sábado passado que era presente ontem de manhã.
Chinelão, bermudão de surf típico de velho que quer ser assaltado na praia, vamos à luta.
Jogar paciência no computador e xeretar emails que não chegam nunca ou vem com repetitivos slides melódicos positivistas ou políticos com piadinhas e denúncias corriqueiras de fazer o PT subir a Serra e dizer nesta somos inocentes.
Epa!
Um email me convidando para uma reunião ao meio-dia.
São onze e vinte. Dá tempo.
Isto é, dá tempo de chegar atrasado. Mudaram todo o trânsito da região. Acho que é para provar que antes não era tão caótico.
Imitando aquela antiga canção, decido: Vou de busão. Afinal não tenho grana para o táxi, pois o governo não se decide se devo receber sete ou sete ponto sete de reajuste de pensão... Enquanto eles pensam, a gente vai encomendando um caixão mais baratinho no consórcio da funerária.
Saio voando de casa.
Pressa para que? Lembre-se que o trânsito está parado.
Meio dia e dez ainda não tomei o ônibus. Mas já descobri onde ele para. Para pegar passageiros, porque ele está paradinho lá longe há uns cinco minutos.
Ufa! Depois de quarenta minutos para andar seis quilômetros cheguei à reunião.
Em priscas eras, quando treinava, faria o percurso em vinte e cinco minutos.
Blablablablablablabla para lá... Blablablablablablabla para cá... Quinze horas e terminou a reunião.
Só voltar pra casa.
Se eu achar onde colocaram o ponto de ônibus.
Pergunta daqui, pergunta de lá e uma certeza.
Ninguém sabe direito.
O que são vinte minutos de caminhada até o metrô?
Chego em casa e preparo-me para o repouso do guerreiro.
Irresistível! Uma xeretadinha nos emails.
Caracoles! Lançamento do Livro “Hífen-Cai-não-Cai” da amiga nova Jeanny Matos às dezesseis horas.
Mas são dezesseis e trinta.
Ônibus nem pensar.
De metrô, cheguei às dezessete.
Encontro o Ferretti, de visual careca novo. A careca é velha, mas escondia debaixo da boina.
Ficou parecido com o Roberto Carlos quando chegou ao Corinthians. Um pouco mais robusto.
Pedrão! Tem um sarau na Casa das Rosas às vinte horas.
Chamem o Takeo, por favor! Estou sem material.
Volto para casa quase no ritmo de quando treinava e consigo estar esperando o ônibus às dezenove horas.
Vejo discussão de idosas no ônibus, críticas ao Prefeito e ao Presidente que não andam de ônibus, ao motorista que não para no ponto.
Foi legal! Distraiu os vinte minutos para andar três quilômetros, comprovando o ritmo indicado no parágrafo lá atrás.
Após o sarau, que foi muito legal, coisa e tal...
Fazer rima pobre não é nada original, concordam?
Lá estou eu às vinte e duas horas esperando ônibus na Avenida Paulista.
Fica aí, Pedro Pedreiro pensando.
Esperando, esperando, esperando, esperando...
Vinte e dois minutos... Cheguei a achar que um avião tivesse caído no ônibus Aeroporto.
Meia noite, outro banho tomado... Que meu vizinho venezuelano que não toma banho todo dia não me ouça...
Ufa! Para quem não tinha o que fazer quando levantei, até que foi agitado...
Peraí, estômago!
Alô! Ainda dá tempo de pedir uma pizza?
Marcadores:
apostolos de pedro,
pedro galuchi,
poesia,
sarau
15 abril 2010
BANCOOP - PROMOTOR VISITA O VILA CLEMENTINO
No dia 14 de abril, o Dr. José Carlos Blat, promotor do caso BANCOOP, compareceu, gentilmente, ao residencial Vila Clementino, onde parte dos cooperados está aflita com a situação da venda da seccional a incorporadora TARJAB.
Havia aproximadamente vinte pessoas, entre diretores da Associação que defendem o acordo e cooperados que resistem a ele.
Presente também o Dr. Jorge Saad, advogado da seccional, que por coincidência participou de tratativas do acordo “Altos do Butantã-BANCOOP-OAS” e, inclusive, manifestou sua reprovação àquele acordo.
Dr. Blat esclareceu e respondeu questionamentos sobre o andamento das investigações criminais sobre a Cooperativa.
Contou do empenho do Ministério Público neste caso, onde foram vencidas, arduamente, várias etapas.
Disse que, apesar de muitas dificuldades encontradas para obtenção da documentação bancária da BANCOOP, tem previsão de muito em breve estarem fechados esses levantamentos para promover as ações cabíveis.
Ressaltou e deixou claro que não interfere nas ações cíveis ou decisões quanto a negociações extrajudiciais, mas lembrou que uma vez feito um acordo os cooperados perdem toda esperança de acionar a cooperativa a qualquer tempo, sem poderem se arrepender.
Encerrou a reunião convidando os diretores da Associação para prestarem depoimento sobre a seccional, e agendou-se para a próxima semana.
Só resta agradecer a presença com a esperança de que muitos olhos sejam abertos e vejam que há grandes possibilidades de vitórias, não apenas satisfatórias de justiça, mas de alcance econômico, com a exclusão do “custo BANCOOP” nas negociações com incorporadoras e o conseqüente barateamento de custos no término das obras.
De minha parte, continuarei lutando contra esse acordo em todas as esferas.
Finalizando, lembro ensinamento de um Mestre da área da psicologia que dizia:
“Você avisa que do outro lado da porta tem um leão faminto, alerta dos riscos e insistem em abrir... Fazer o que?”.
E das palavras do Senador Jefferson Peres (AM), em agosto de 2006:
“A crise ética não é apenas dos políticos... O povo compactua com isso...”
Havia aproximadamente vinte pessoas, entre diretores da Associação que defendem o acordo e cooperados que resistem a ele.
Presente também o Dr. Jorge Saad, advogado da seccional, que por coincidência participou de tratativas do acordo “Altos do Butantã-BANCOOP-OAS” e, inclusive, manifestou sua reprovação àquele acordo.
Dr. Blat esclareceu e respondeu questionamentos sobre o andamento das investigações criminais sobre a Cooperativa.
Contou do empenho do Ministério Público neste caso, onde foram vencidas, arduamente, várias etapas.
Disse que, apesar de muitas dificuldades encontradas para obtenção da documentação bancária da BANCOOP, tem previsão de muito em breve estarem fechados esses levantamentos para promover as ações cabíveis.
Ressaltou e deixou claro que não interfere nas ações cíveis ou decisões quanto a negociações extrajudiciais, mas lembrou que uma vez feito um acordo os cooperados perdem toda esperança de acionar a cooperativa a qualquer tempo, sem poderem se arrepender.
Encerrou a reunião convidando os diretores da Associação para prestarem depoimento sobre a seccional, e agendou-se para a próxima semana.
Só resta agradecer a presença com a esperança de que muitos olhos sejam abertos e vejam que há grandes possibilidades de vitórias, não apenas satisfatórias de justiça, mas de alcance econômico, com a exclusão do “custo BANCOOP” nas negociações com incorporadoras e o conseqüente barateamento de custos no término das obras.
De minha parte, continuarei lutando contra esse acordo em todas as esferas.
Finalizando, lembro ensinamento de um Mestre da área da psicologia que dizia:
“Você avisa que do outro lado da porta tem um leão faminto, alerta dos riscos e insistem em abrir... Fazer o que?”.
E das palavras do Senador Jefferson Peres (AM), em agosto de 2006:
“A crise ética não é apenas dos políticos... O povo compactua com isso...”
Marcadores:
apostolos de pedro,
bancoop,
judiciario,
Ministério Publico,
pedro galuchi,
vila clementino
13 abril 2010
O DIA EM QUE ME TORNEI VEGETARIANO
A maminha é minha.
Não, senhora! Eu pedi primeiro...
Mas, é minha vez...
Calma, gente! Tem maminha para todo mundo.
Não quero mais. Quero a ponta do filé.
Mas, agora sou eu...
Ele está me atendendo.
A senhora furou a fila...
Não furei. Fui olhar a lingüiça.
Lingüiça ou salame?
Pode colocar junto com a maminha.
Isso aos berros.
Servido meu quarto de quilo de queijo fico observando o entorno.
Não havia fila nem discussão no setor de horti-frutis.
A alface estava verdinha, os tomates vermelhinhos, assim como a melancia.
Cenouras esbanjavam colorido ao lado de insossos chuchus.
Cebolas choravam ao lado das batatas, enquanto o alho gritava espantando vampiros.
Couves-flor refesteladas.
Na minha lista de compras até constava carne moída para sopa e almôndegas.
Pensei bem e preferi não enfrentar a fila, nem a fúria de carne.
Deixarei o churrasco para a sexta-feira da paixão.
Enquanto isso, levarei uma vida vegetariana.
Vai que encontro uma dona brava e só por causa de uma maminha resolve quebrar a sombrinha em mim.
Agora só falta eu aprender um mantra.
Não, senhora! Eu pedi primeiro...
Mas, é minha vez...
Calma, gente! Tem maminha para todo mundo.
Não quero mais. Quero a ponta do filé.
Mas, agora sou eu...
Ele está me atendendo.
A senhora furou a fila...
Não furei. Fui olhar a lingüiça.
Lingüiça ou salame?
Pode colocar junto com a maminha.
Isso aos berros.
Servido meu quarto de quilo de queijo fico observando o entorno.
Não havia fila nem discussão no setor de horti-frutis.
A alface estava verdinha, os tomates vermelhinhos, assim como a melancia.
Cenouras esbanjavam colorido ao lado de insossos chuchus.
Cebolas choravam ao lado das batatas, enquanto o alho gritava espantando vampiros.
Couves-flor refesteladas.
Na minha lista de compras até constava carne moída para sopa e almôndegas.
Pensei bem e preferi não enfrentar a fila, nem a fúria de carne.
Deixarei o churrasco para a sexta-feira da paixão.
Enquanto isso, levarei uma vida vegetariana.
Vai que encontro uma dona brava e só por causa de uma maminha resolve quebrar a sombrinha em mim.
Agora só falta eu aprender um mantra.
Marcadores:
apostolos de pedro,
humor,
pedro galuchi
10 abril 2010
LE ROI SOY YO, MARADONA
Celso, acorda!
Me ajuda aqui...
Precisamos rearranjar a ordem mundial...
Estou telefonando ao Maradona...
Vai traduzindo e vê se tem algo errado...
“Dieguito, meu hermano...
Posso chamá-lo asy? Somos penta-campeões, mejores que vocês e tenho excelente relacionamento com a Tininha.
Dieguito, usted hay que capiscar que tengo hecho miraculos em terras brazilis.
Soy praticamente um santo.
Midas era pie de chinelo....
Mi hijo ficou mijonário...
La populación toda me adora...
Nem usted cuando haciestes aquele golo com la mano de dio tiveste tanta popularidade.
Acho que hoy usted não cheira nem fede.
Estou quase llegando aos índices de Fidel e Chávez.
É que lá não tem a maldita constituição para atrapalhar.
Até disse ao Marcio: F...-se a Constituição!
Mas ele disse que era inconstitucional...
Peraí, Dieguito! A “cueca-cola” do uísque caiu no papel.
Sempre tem uma cueca para me atrapalhar.
Devia ser proibido essa imprensa de merda ficar mexendo na privacidade dos outros.
Cueca é coisa muito íntima...
Hermano! Usted vai votar na companheira?
Não pode, porque?
Solamente porque não é brasileño?
Precisamos mudar isso. Aqui damos asilo a pessoas de todo tipo.
Não quieres? Porque?
Temos Pelé?
Não queres concorrência?
Está certo, manito! Eu também sou contra a livre concorrência.
Que foi esse latido?
O Pit Bull te mordeu?
Celso, que legal... O Dieguito se ferrou!
Nada, Dieguito... Não estava hablando de usted, não.
Todo brasileiro ama usted. Até eu Love you...
Precisa ir ao médico ver a mordida?
Leva el perrito ao veterinário tambiém.
Yo tambiém tengo que ir ao doctor....
A oposição está hablando que fiquei esquizofrenético...
Que foi, Celso?
Esquisito é a senhora sua madre.
Não é a sua, Dieguito...
Esquizofrênico... Isso mesmo...
Peraí... Só para terminar...
Liguei para lhe informar que a ordem de importância mundial ahora é:
Lulinha Love and Peace, Dieguieto e Dios!
Vai você, argentino de mierda!”
Desligou na minha cara!
Me ajuda aqui...
Precisamos rearranjar a ordem mundial...
Estou telefonando ao Maradona...
Vai traduzindo e vê se tem algo errado...
“Dieguito, meu hermano...
Posso chamá-lo asy? Somos penta-campeões, mejores que vocês e tenho excelente relacionamento com a Tininha.
Dieguito, usted hay que capiscar que tengo hecho miraculos em terras brazilis.
Soy praticamente um santo.
Midas era pie de chinelo....
Mi hijo ficou mijonário...
La populación toda me adora...
Nem usted cuando haciestes aquele golo com la mano de dio tiveste tanta popularidade.
Acho que hoy usted não cheira nem fede.
Estou quase llegando aos índices de Fidel e Chávez.
É que lá não tem a maldita constituição para atrapalhar.
Até disse ao Marcio: F...-se a Constituição!
Mas ele disse que era inconstitucional...
Peraí, Dieguito! A “cueca-cola” do uísque caiu no papel.
Sempre tem uma cueca para me atrapalhar.
Devia ser proibido essa imprensa de merda ficar mexendo na privacidade dos outros.
Cueca é coisa muito íntima...
Hermano! Usted vai votar na companheira?
Não pode, porque?
Solamente porque não é brasileño?
Precisamos mudar isso. Aqui damos asilo a pessoas de todo tipo.
Não quieres? Porque?
Temos Pelé?
Não queres concorrência?
Está certo, manito! Eu também sou contra a livre concorrência.
Que foi esse latido?
O Pit Bull te mordeu?
Celso, que legal... O Dieguito se ferrou!
Nada, Dieguito... Não estava hablando de usted, não.
Todo brasileiro ama usted. Até eu Love you...
Precisa ir ao médico ver a mordida?
Leva el perrito ao veterinário tambiém.
Yo tambiém tengo que ir ao doctor....
A oposição está hablando que fiquei esquizofrenético...
Que foi, Celso?
Esquisito é a senhora sua madre.
Não é a sua, Dieguito...
Esquizofrênico... Isso mesmo...
Peraí... Só para terminar...
Liguei para lhe informar que a ordem de importância mundial ahora é:
Lulinha Love and Peace, Dieguieto e Dios!
Vai você, argentino de mierda!”
Desligou na minha cara!
Marcadores:
apostolos de pedro,
Futebol,
LuLLa,
maradona,
pedro galuchi
08 abril 2010
QUATRO DOMINGOS OCIOSOS – QUE FAZER?
Felizmente moro em São Paulo.
A quantidade de opções para o lazer é imensa.
Teatros, parques, cinemas, exposições, museus, shows.
Ufa! Acho que será suficiente para preencher as tardes dos próximos quatro domingos.
Jovens tardes de domingo, velhos tempos, velhos dias.
Que saudade do ano passado, nesta época.
Tínhamos o que fazer aos finais de semana.
Passeio no parque, xeretar o jornal, almoçar, fazer “la siesta” até às 16 horas e...
Timão, eoooooo.... Timão... eooo....
Justo neste ano do centenário, começamos “centernada”.
O campeonato paulista acabou.
Nem me fale em Paulista. Perdemos do Galo do Japi.
Quando parecia que neste ano subiríamos o Blue Mont rumo à glória suprema de mirar o sol de perto...
Precisava lembrar que também não ganhamos de nenhum dos dois?
Justo nós que detonamos na segunda divisão não ganhamos pontos também para o White River que foi outro rebaixado...
O lanterninha!
Era preciso atravessar a Ponte. Mas a Macaca fez a coisa ficar preta.
Gol do Finazzi, Jorginho!
Para finalizar, não fomos prudentes. A luz no fundo do túnel era o Barueri.
Houvesse empatado!
Fico me lembrando daquela canção do corinthianissimo Paulinho Nogueira:
“Até um simples empate que podia consolar, quase sempre é conquistado quando é preciso ganhar...”
“Meu São Jorge (ouviu Jorginho?) me dê forças para eu poder um dia enfim, descontar o sofrimento em cima de quem riu de mim...”
E como deve ter gente rindo...
Nos esperem na Libertadores...
Fé é coisa que não acaba, não é mesmo?
Deixe-me ver o que fazer...
Cinema às dezesseis, show às dezoito, teatro às vinte....
A quantidade de opções para o lazer é imensa.
Teatros, parques, cinemas, exposições, museus, shows.
Ufa! Acho que será suficiente para preencher as tardes dos próximos quatro domingos.
Jovens tardes de domingo, velhos tempos, velhos dias.
Que saudade do ano passado, nesta época.
Tínhamos o que fazer aos finais de semana.
Passeio no parque, xeretar o jornal, almoçar, fazer “la siesta” até às 16 horas e...
Timão, eoooooo.... Timão... eooo....
Justo neste ano do centenário, começamos “centernada”.
O campeonato paulista acabou.
Nem me fale em Paulista. Perdemos do Galo do Japi.
Quando parecia que neste ano subiríamos o Blue Mont rumo à glória suprema de mirar o sol de perto...
Precisava lembrar que também não ganhamos de nenhum dos dois?
Justo nós que detonamos na segunda divisão não ganhamos pontos também para o White River que foi outro rebaixado...
O lanterninha!
Era preciso atravessar a Ponte. Mas a Macaca fez a coisa ficar preta.
Gol do Finazzi, Jorginho!
Para finalizar, não fomos prudentes. A luz no fundo do túnel era o Barueri.
Houvesse empatado!
Fico me lembrando daquela canção do corinthianissimo Paulinho Nogueira:
“Até um simples empate que podia consolar, quase sempre é conquistado quando é preciso ganhar...”
“Meu São Jorge (ouviu Jorginho?) me dê forças para eu poder um dia enfim, descontar o sofrimento em cima de quem riu de mim...”
E como deve ter gente rindo...
Nos esperem na Libertadores...
Fé é coisa que não acaba, não é mesmo?
Deixe-me ver o que fazer...
Cinema às dezesseis, show às dezoito, teatro às vinte....
Marcadores:
arte,
corinthians,
Futebol,
lazer,
show
Assinar:
Postagens (Atom)