12 março 2016

NEM UM PASSO À FRENTE, BRAZIU!




O “braziu varemnóis” está parado.
Em determinado período do final do século XX aconteceu cenário semelhante.
Recomendava-se que seria melhor ficar parado mesmo, pois um passo à frente poderia significar despencar num precipício sem fundo.
Veio a esperança no fim do governo militar e levar-se os trabalhadores ao poder.
Tivemos que nos pintar de verde-amarelo, vender estrelinhas vermelhas, iguais as que carregávamos na camisa.
Lutas para tirar “os pelegos” dos sindicatos.
Nunca elegi um presidente no século passado.
Acreditava quase piamente na estrelinha.
Na virada do século, as luzes do novo tempo se apagaram e pude perceber a grande mentira.
E continuei sem eleger um presidente.
Rude luta contra a maioria tingida de vermelho aparelhada por todas as ramificações do Estado.
Enfim, se o tempo cura quase tudo, passaram-se uns trinta anos daquela época de paralisia.
Andamos realmente um pouco à frente.
Depois a realidade...
Fomos parando, parando,.......pa...ran...
Rala esperança...
Pintar-se de verde-amarelo?
Enfrentar milícias paramilitares de roupas vermelhas e foices na mão.
Desaparelhar o Estado...
Pelegos devoram sobras do jantar dos Bichos e ameaçam com facas e garfos aos que olham à janela com fome.
Orwell descreveu porcos andando sobre duas patas.
No “braziu varemnóis” é um pouco diferente.
São jararacas rastejantes que infestam o país.
“Braziu varemnóis” está parado.
E terá que andar para trás para recuperar o rumo do sonho, que o Lulo-petismo levou à beira do precipício.

15 fevereiro 2016

CARNAVAL NO BRAZIU É O ANO INTEIRO



 
Não tenho propriamente aversão ao Carnaval. Feriados serão sempre bem vindos. O problema são os carnavalescos.
Na infância assisti, em TV preto e branco, concursos de fantasia invariavelmente vencidos por Clóvis Bornay, que completaria 100 anos em 2016. Três vezes fui “in loco” a desfile de escolas de samba – uma vez na Av. São João, outra na Av. Tiradentes e a terceira vez no Sambódromo do Anhembi. Em algumas noites insones, trechos de desfiles muito coloridos, carros alegóricos e seus destaques escondendo as “vergonhas” dentro de um band-aid, também chamado de tapa-sexo.
Em Sampa, este ano, ocorreu um fato inusitado: “A modelo Ju Isen, considerada musa das recentes manifestações contra o governo federal e destaque da Unidos do Peruche, foi expulsa da avenida por despir parte de sua fantasia, em protesto após ser impedida pela escola de usar tapa-sexo com a imagem da presidente Dilma Rousseff”. (fonte Uol)
Atrevo-me a dizer que o uso de tal “modelito” de tapa-sexo faria mais efeito que cinto de castidade ou métodos anticoncepcionais.
Carnaval, ora o Carná!...
Quem na juventude não tem seus ímpetos e surtos de idiotia?
Gostar de carnaval assemelha-se a acreditar que o comunismo é bom, que o PT iria mudar o “braziu”, que Luigi Ignatius será canonizado, et coetera similares.
Esses desvios de comportamento são admissíveis na adolescência, na primeira fase da idade adulta, mas ultrapassada a barreira dos trinta, “hominis e feminis sapiens” portadores de tais vícios são merecedores de avaliação psiquiátrica.
Tenho, ainda, motivo forte para desgostar do Carnaval.
O carnaval tem sua parcela de culpa em minha surdez.
Domingo de Carnaval de 1997.
Sobreveio-me a surdez súbita e a Dra. Paula, médica “otorrino” que me atendeu, depois de perguntar-me se eu não tinha ido a algum baile de carnaval, afirmou que eu precisava de uma lavagem auditiva, mas ela “não podia fazer” no Pronto Socorro.
Na quarta-feira gorda, quando consegui uma consulta ambulatorial, era muito tarde. Deveria ter sido internado e medicado de imediato.
Lá se foi minha audição.
O mais chato do fato, logo após o zumbido cerebral permanente até hoje e a perda unilateral da audição, era ter que “escutar” outras pessoas perguntando, detrás daquele sorrisinho irônico se eu não tinha mesmo passado a noite num ensurdecedor baile de Carnaval.
Não! Não tinha...
De lado o problema pessoal, as atividades momescas (Nestes tempos de obesidade coletiva ainda existem Reis Momos?) causam mais males que benefícios.
Exposição a som de 90db danifica as células auditivas em quatro horas.
Talvez por isso o som dos trios elétrico atinja 120 ou mais decibéis.
Quem está perto já deve estar surdo ou calibrado em estado letárgico. Quem esteja a quilômetros de distância, tentando descansar ou fazendo qualquer outra coisa, que o suporte.
“Eu quero é botar meu bloco na rua” cantou o falecido compositor Sérgio Sampaio
“A Praça Castro Alves é do povo”, cantava o tropicalista Caetano.
Analisando os inconvenientes do xixi no muro de d. Eva, os preservativos no jardim do Sr. Adão – quem mora na Vila Madalena sabe o que é isso -, o som infernal incomodando quem está parado no trânsito a caminho de algum compromisso mais ameno, uno as frases e desejo:
“Que os foliões dos blocos de rua de São Paulo sigam os trios elétricos. Rumem à Via Dutra, cruzem a ponte Rio-Niterói, arrastem suas sandálias pela BR116, cheguem felizes a Salvador e fiquem definitivamente na Praça Castro Alves”.
Pronto!
Com esta solução prática para o tríduo de cinco semanas “pré” e pós Carnaval, passo a preocupar-me com os outros “carnavais”, esquecidos durante a folia.
“Carnavais” a desfilar repetidamente nas manchetes da imprensa, tendo como destaques políticos, que tentam, sem-vergonhas, esconder seu locupletar-se, o desvio dinheiro público. Aos arquibaldos e geraldinos, fantasiados com seus narizes vermelhos, resta cantar e popularizar o Sr. Newton.
Vamos lá, comunidade!
Comigo! Em ritmo de Marchinha dos anos dourados...  soltem a voz:
“Ai! Meu Deus! Me dei mal... Bateu na minha porta o japonês da Federal”.

12 fevereiro 2016

CRISE HÍDRICA – ECONOMIZOU? PAGUE MAIS...



CRISE HÍDRICA – ECONOMIZOU? PAGUE MAIS...

A cota mínima de consumo da Sabesp é 10m3, ou seja, consuma 1, 2 ou 9 m3, paga por 10 m3.
Com a “crise hídrica” a Sabesp iniciou “o programa de bônus” para quem economizasse e atingisse a “média”.
Os bônus são 10%, 20%, 30% dependendo da faixa de economia.
Há a “multa” em 40% ou 100% devido à “tarifa de contingência”, para quem ultrapassar a média.
Vejam o absurdo que ocorrerá comigo e, provavelmente, com muita gente.
Consumíamos a média de 8 m3 em 2014, pagando por 10m3.
Passamos a economizar mais.
Em alguns meses, atingimos 4, 5, 6m3 e tivemos o bônus.
Na conta de fevereiro/2016, recebemos a conta indicando a “alteração da média de bônus” para 5m3.
Entretanto, a “tarifa de contingência” passaria a 6m3.
Deixe-me ver se entendi.
Se consumirmos os mesmos 8 m3 de nossa tradicional média, pagaremos a taxa mínima de 10m3, acrescidos de 100% de multa sobre o valor mínimo de 10 m3?

22 janeiro 2016

A HONESTIDADE DO CARA



Pululam nas teias sociais um rol de anedotas sobre a frase de Louisito Fifty One: “No hay arma viva mais honesta que yo” (sic ou será hic, hic, hic).
Peralá, gente!
O caso é sério.
Por muito menos tem hospício lotado.
“O cara” já se achou Getúlio “o democrata”.
Infelizmente não se suicidou para dar um pouco de sossego.
“Brahma”, sem uma ação da Ambev, enriqueceu ministrando palestras.
Deve ser o título “Honraris cauças” adquirido em Coimbra.
Deixe estar, uma ova!
Não fala mais coisa com coisa.
Olhe o que faz o álcool, meu filho!
Cuidado aí!
Até os loucos merecem toda a atenção. Afinal, reza um antigo provérbio, “serem tais relógios parados. Certos duas vezes ao dia.”
O pessoal da era dos ponteiros sabe o que estou falando.
Agora falando sério – viu, Chico – gente como “Love and Peace” são pessoas perigosíssimas. Levam seus fanáticos seguidores para o mesmo caminho de sua loucura.
O mundo está farto de exemplos.
No Ocidente também.
Adolph, Benito, Castro, Hugo... Apenas para ser mais recente.
Verborrou ainda: “Nem nas igrejas”
Nisso talvez tenha dito a verdade, pela evangelização levada a  troco de dízimos.
Mas é possível esquecermos Jim Jones?
Parem de brincar com o Lullo-petismo.
O “braziu varemnóis” pode estar próximo de livrar-se dessa praga.
Sai Zika...
São tinhosos, camaleônicos e sabidamente violentos.
Não brinquemos com eles.  

28 dezembro 2015

Como será o amanhã, Chico?



Repudio toda forma de ataque a pessoas, por sua opinião, classe social, cor.
Agora, cá entre nós, Chico, quem está na chuva é para se queimar ensinava Vicente Matheus.
E você está na chuva, no meio de Calabares.
Não atirarei pedras em sua invejável capacidade criativa, nem jogarei fora qualquer um de seus Compactos (tive o raríssimo Tamandaré), LPS e CDS, que talvez se tornem raridades, perseguidos pelos que você apoia na época da aculturação necessária para a quebra de paradigmas e instituição das ambicionada Revolução bolivariana.
Chico, atente a história das tomadas de poder da revolução francesa, revolução russa e de atitudes simplórias do PT.
Quantos revolucionários de primeira hora como Robesepierre guilhotinados, Trostky assassinado, ambos por divergirem dos caminhos tomados pelos “líderes”. O PT é cópia. Expulsou aos discordantes. Betty Mendes e Ayrton Soares, por votarem a CF/88. O PT é de alguns e você não tem o perfil. Fez canções para “coxinhas” Isso será imperdoável quando não precisarem, mais de você. O PT é assim. Você não tem perfil, nem passado que “honre” com sacrifícios necessários. Chico, você fez caixa-dois? Nem um rateio no Estádio do Polytheama? Preste atenção que o MST pode estar de olho no terreno para servir de acampamento.
Chico, você está sendo usado por um partido, que tem sob suas asas o assassinato de prefeitos, o estelionato da Bancoop, o Mensalão, o Petrolão.
O PT é bandido, sim, Chico!  
Se o PSDB é bandido, é outro assunto.
E se um dia, instalar-se a insurreição bolivariana no “Braziu Varemnóis”, você e tantos outros vão se mudar para Paris, pois a Banda desse pessoal não toca coisas de amor e sim de ódio, mensagem não faz parte de seu repertório.
Chico, lembre-se de Bárbara. Você sofrerá a traição e mesmo chamando o ladrão e escondido pela Adelaide, estará fatalmente na alça de mira dos Falcões, que tementes de seu carisma voltar-se contra eles, não hesitarão em colocá-lo a escanteio.
E talvez suas canções voltem a ser censuradas.

08 abril 2015

VILA MARIANA - TEMPOS TRANQUILOS DA PROFESSOR TRANQUILLI

04126-010.
No dia 10 de Outubro de 1928, quando Antonio Augusto Davin, meu bisavô, adquiriu o lote na Travessa Terceira, Freguesia de Villa Marianna, localizado a cinqüenta e cinco metros da Rua Loefreguin, não existia o Código de Endereçamento Postal. A Travessa Terceira só tinha mato. Depois ainda foi denominada Rua da Floresta. Hoje é a totalmente urbanizada Rua Professor Tranquilli, em homenagem ao professor Tranquillo Tranquilli, falecido em 1947, titular de diversas matérias no Colégio São Bento.
Na sala da casa que ocupa o último dos lotes herdados por seus familiares, ainda balança uma cadeira adquirida no dia do meu nascimento, em 1955, para que a dona Maria de Lourdes embalasse seu neto nos últimos dias de vida.
Nessa época, a rua de terra batida já estava com quase toda sua extensão habitada e quase igual ao que é hoje, não fossem dois prédios que roubam a insolação das casas.
Todos vizinhos se conheciam.
No lado par ao lado do muro do Hospital Santa Cruz era casa do Amadeu da venda. Atravessando a Jorge Tibiriçá estava a casa do seu Geraldo, ao lado do último terreno sem construção onde fazíamos guerra de canudos entre os pés de mamona. Depois vinha a venda do Seu Valdomiro e dona Sophia, a lojinha do Seu Domingos e dona Aurora, as três casas de meus primos Elisa, Aurora e Julinho, a casa da Dona Dolores e seu Nicola – estas quatro demolidas em 2005 para construção de um prédio -, vizinha do seu Manoel pintor, meu avô e pai da Dona Olga, a casa construída no terreno do tio Alberto, a casa do seu Hilário, depois a do Seu Luiz, vizinho do Luiz tintureiro, que toda sexta-feira saía de madrugada para pescar na Billings e às vezes levava os meninos da rua. Ao lado a casa do seu Francisco, fotógrafo. Os últimos cinco sobradinhos, que hoje são quatro, foram construídos no começo da década de 60. Do lado ímpar a oficina do Pedrão, a casa que eu achava a mais bonita da rua e está praticamente igual até hoje, na esquina da Rua Manoel de Moraes. A seguir, a dona Maria do 85, a casa do Tiguês, outra oficina mecânica - do Franco -, o açougue do Romeu, a casa da dona Julieta, costureira, a casa da dona Aurora, mãe da Dra. Irene, dentista; a casa da Dona Arlete, mãe do Ariel que correu a São Silvestre num ano da década de 60. Atravessando a Trabiju havia a casa da dona Emília, também costureira, esposa do Alcebíades, ao lado da dona Aparecida, outra costureira, mulher do seu Gino, motorista de praça, como meu pai Pedro, depois a casa e fábrica de cortiça do Seu Antonio e dona Rosinha, a casa da Dona Clélia e seu Davi – estas três também demolidas e finalmente a casa da mãe do Nenê que jogava no Corinthians e a vendinha do seu João, pai do Maurinho, recém demolida..
A gente sabia até quem eram os cães. O Biju do 239, o Banzé do 238, a Flay do 258.
Era necessário prendê-los às pressas para evitar que fossem pegos pela carrocinha que passava “de surpresa” às sextas feiras.
Na década de 60 brincamos “perigosamente” por uns dias, nos buracos onde era instalada a tubulação do esgoto. Era o fim da limpeza das fossas que se escondiam nas calçadas.
Uma grande felicidade. Asfaltaram a rua e pudemos descê-la de carrinho de rolimã. Se o seu Rômulo estivesse em casa, só da casa dele para baixo, por causa do barulho. Mas se ele não estivesse, era desde o topo da Jorge Tibiriçá até a Loefgreen na frente da vendinha do seu João. Algumas vezes nos esborrachávamos no terreno da dona Irma, esposa do seu Irmo, na Loefgreen. Algumas vezes assustamos o cavalo do verdureiro que passava duas vezes por semana.
Foi um grande evento a troca das carroças de lixo pelos caminhões.
Na época junina, Dona Aparecida organizava uma fogueira, ao lado do muro, onde hoje há um pé de romã.
A rua tinha seus defeitos. A feira de domingo atrapalhava as brincadeiras. A mesma declividade, tão útil para as velozes corridas de carrinhos, nos obrigava a jogar bolinha de gude e algumas peladas na Trabiju ou Loefgreen, que eram retas.
Falando em futebol até um poste tinha apelido e completava o time se faltava um. O Carlos Alberto, cortado da Copa de 1966 e que fizemos uma pequena homenagem a ele quando foi o capitão em 1970.
Campeonatos de jogos de botões não faltavam quase todas as tardes.
O começo do final desses bons tempos dourados foi em 1972, quando construíram o viaduto sobre o “buracão ou barroquinha” da Loefgreen e os carros começaram a “cortar caminho” por lá.
Nessa época, quatro moleques criados na rua - Cláudio, Luiz Carlos, Hiroshi e eu - todos vestibulandos nos despedimos da tranqüilidade da Tranquilli, com a última pelada na rua. Nunca mais vi ninguém brincando na rua. Nem meus filhos que cresceram na mesma casa, mas já se mudaram para outros caminhos em suas vidas.
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Crônica publicada no Jornal Vidaqui de 25.fev.2011

27 outubro 2014

ODEIO NORDESTINOS? CUIDADO CANTOR...

Na disputa maniqueísta PT versus anti-PT, depois do telecatch dos programas e debates eleitorais, não há nada mais negativo que o divisionismo que se tenta implantar no país, ao molde mais tenebroso de uma política bolivariana-soviética de guerra de classes sociais.Lembrei-me da frase: ”O capitalismo é a exploração do homem pelo homem. E o comunismo é exatamente o contrário.”, da Revolução dos Bichos, do pouco que conheço dos pensamentos anti-democráticos de Voltaire, da suíte de sete mil reais de Lula no Copacabana.Não adentrarei em meandros filosóficos, mas entendo que instigar a diferenciação de classes sociais, de ódio aos nordestinos é muito pior que Mensalões, Petrolões, Alstons.

É um crime de lesa-pátria.
A Venezuela democrática chavista sobrevivia de vender petróleo para movimentar os carros americanos. Hoje, expulso o “grande mal dos ricos”, os venezuelanos sofrem as consequências.
A Bolívia vive, sem falarmos na cocaína, de exportar gás para os ricos e do confisco de riquezas capitalistas. Sobreviverá até o final da democracia de Evo?.
A ditadura soviética principiou na promessa de igualdade e matou ou congelou na Sibéria, quem dela discordasse.
Nosso grande “pai dos pobres” era um ditador.
Como defender essa tese de guerrilha social?

O PT tem um projeto de poder até o fim dos tempos. Nem que na ânsia traiçoeira do jogo do poder, os mentores da guerrilha social precisem abraçar “coronéis” nordestinos.  

O povo não belicoso do “braziu varemnós” precisa ficar atento para não se deixar iludir e entrar neste jogo sujo proposto, especialmente por aqueles que mais quatro anos estarão de posse da caneta distribuindo muito mais que projetos sociais. Estarão, sem qualquer marco regulatório, instigando um ódio nunca visto neste país.

15 outubro 2014

Debate Eleitoral

Oh! debate chato! Passaram o tempo todo se debatendo para não responder as perguntas. Mas, segundo Diuma o importante é ser fundamental(ista), para não tergiversar fulanizando. De novidade mesmo foi ela ter ficado em cima do muro e não revelar em qual zona de Minas a irmã do "Ai"écio trabalhava. Será que com delação premiada ela entrega?.

Um haikai apropriado  :

Campanhas eleitorais
O pobre povo enganado
Cada um prometendo mais
Mentiras pra todo lado

14 outubro 2014

ÓDIO AOS PETISTAS

Refrescado em meu ar condicionado, assistindo a um desses canais (de)formadores de opinião, tomando uma água mineral francesa, vejo no Facebook reclamações quanto ao comportamento que estaria sendo tomado pela turminha de lá de cima do muro diante dos estrelados ainda aturdidos pela reação de Aécio. Alegam estarem sendo discriminados, hostilizados, bulinizados, com perseguições de patrões a empregados sob a ameaça da perda de seus empregos se os tucanos não ocuparem o poste mais alto do Planalto.
Pobres coitados! Faz-me rir! Fazendo-se de vítimas, ao melhor estilo dos inocentes de punhos erguidos ao serem colocados de castigo pela Polícia Federal.
Quem, salvo maior engano, instiga o ódio às “zelites” e anda de braços com coronéis do Nordeste, não é da turminha de cima do muro e chama-se Luiz. Amicíssimo de governantes defensores da democracia, que não cassam concessões de TV, nem expropriam empresas brasileiras. Aliás, persegue com fervor a corrupção. Tanto que o tesoureiro de campanha de Dilma é nada menos que João Vaccari, indiciado criminalmente quando fazia estágio de desvio de dinheiro na BANCOOP –Cooperativa Habitacional que lesou cerca de três mil famílias em São Paulo.
Mas línguas dizem perseguir corruptos para cobrar seu dízimo do butim.
Ô, Geraldo! Que calor! Nada de chover em São Paulo. As represas vão secar. Assim não dá para transpor o Rio São Francisco. Tem que transpor logo, pois em breve não haverá “Integração Nacional”. Uma das fontes, lá em Minas Gerais – terra do Aécio, vejam vocês – também está seca.
Socorro Padim Ciço!
Minha dose de uísque. Mas, não paraguaio. Não dá para confiar neles, tanto que os expulsamos do Mercosul. Vejam se pode. O Paraguai não compactuava com camarada Chavez.
E por aí poderia seguir desfiando “lições de democracia”. Entretanto está na hora de relaxar em minha banheira de ofurô, antes que o apartamento de cobertura onde moro, seja invadido.
Ódio aos adversários, sabe-se muito bem quem tem.