31 dezembro 2010

XÔ 2010! FELIZ ANO NOVO!

Xô 2010!
Já vai tarde, ano do “sem ter nada”... Agüenta gozação!
Leve junto o urubu mestre. O pior presidente do braziu... Desculpe-me, Sarney, você era pior, mas não azarava o Manto!
2011, finalmente! Novo presidente. Por favor, alguém avise o Cara que a brincadeira acabou. Pode ir passar o fim da vida na cobertura da BANCOOP do Guarujá, que a OAS está encobrindo.
Dilma! Promete que não posa ao lado de ninguém do Manto Sagrado. Nem pense em fotografias com o time, antes ou depois da Libertadores. Chega de chorar na Rampa.
Felizmente essa depressão da falta de títulos passa logo. Passado o congestionamento do final de semana, no retorno da auto-tortura do réveillon, quase tudo volta ao normal.
Voltam os congestionamentos da cidade e não faltarão títulos a pagar. O IPVA já chegou a toda velocidade, o IPTU prestes a bater a sua porta, o carnê da TV LCD, do ponto zero estão no fundo da gaveta. Olha que está!
Segunda-feira o braziu recomeça a trabalhar. Sai prá lá, urticária!
Quase todo braziu. Esqueci da Bahia, que ainda não é quarta-feira de cinzas. E dos Legislativos, que não trabalham nunca. Desculpem-me, Trabalhadores. Esqueci de vocês. Também não trabalham. Pronto!
Tinha que me lembrar! O salário da inútil deputaiada et caterva improdutiva aumentou mais de 60% e ao oposto, os proventos dos funcionários públicos aposentados por invalidez continuarão congelados, pela inércia proposital do Legislativo.
Peraí, 2011!
Semana que vem aumenta também a condução? A inspeção veicular? A energia elétrica?
Foi Nostradamus ou Murphy quem disse que não há nada que não possa piorar?
Xô, 2011!
Que venha 2012!

25 dezembro 2010

FELIZ NATAL ?

Noite feliz, mais um Natal
Um filhote de passarinho
Nascido no fundo do quintal
Pia de fome, sozinho
Salvo isso, tudo igual
No farol ao brilho da Lua
Mesmos meninos de rua
Fugidos de alguma favela
Incomoda na janela

Imagem some de estalo
Enquanto dentro da capela
Tem oração pelo galo
Ar constrito e sorridentes
Disfarçam e afiam os dentes
Ansiando pelas ceias,
Troca de iguais presentes
Chinelos, pares de meias


Mano velho Nicolau,
Confundiram seu Natal
Renas de vento em popa
Vai sujar a sua roupa
Nas chaminés a iludir
Seu vermelho ficar pretinho
Igual o menino do caminho
Que ficou lá atrás a pedir

Amanhã nem vou lembrar
Agora é hora de brindar
Bate aqui... Tim... tim... tim..
Feliz Natal! Feliz Natal...
Vejo o menino do sinal
Não deveria ser assim
Como ladainha em prece
Um braço me oferece
Quer mais um tremoço?
Aperitivo para o almoço

Feliz Natal!

19 novembro 2010

PRETO NO BRANCO (Consciência Negra?)

Louve-se o Rei da Bola
E pretos como o Cartola,
Clementina de Jesus.
Nenhum entrou de sola
Carregaram sua cruz
Espalharam muita luz

Negros mais que perfeitos
Não falaram de Angola
Acima de preconceitos
Sem rancores quilombola
Uniram a sua maneira
Toda a nação brasileira

Imperdoável o holocausto
Vivido por antepassados
Mas estou um tanto exausto
De ouvir a mesma cantilena
Não sei se vale a pena
Remexer nesses pecados

Tantos penaram nesta terra
Índios que aqui estavam
Feitos de gato e sapato
Mortos os que lutavam
Fugiram para a serra
Esconderam-se no mato

Meu avô, um carcamano
Braço dado uma gestante
Mão de obra bem barata
Sem ter na carne a chibata
Dentro do caucasiano
O sofrer bateu bastante

Também não acorrentados
Olhos puxados ludibriados
Atravessaram oceanos
Estranhas caras amarelas
Em sonhos traziam planos
A este país de mazelas

Como seria sem essa gente?
Sem Giovanni anarquista?
A perseverança dos nisseis?
E quanto imigrante valente
Fugidos de ódio nazista,
Por discordarem dos reis

De suas seculares dores
E sofrimentos no coração
Todos com sua seqüela
Exiladas raças em união
Embora proibidos amores
Do sangue fizeram aquarela.

Todos tiveram seu medo
Flagelos, penares, cicatrizes
Cada qual em seu degredo
Finais nem sempre felizes
Torçam-me mil narizes
Aponte-me seu dedo.

Pra que ranços ancestrais
Futucando antigas feridas?
Dores diversas? Rangidas
Nas senzalas, muito mais!
Mas não são todos culpados
Dos negros escravizados

É preciso que se revele:
Desnude-se além da pele!
Não é preciso ser sábio
Hoje a diferença social
Não é a grossura do lábio
Está além da questão racial

Velhos, jovens, meninas
Estendidos em papelão
Esmolando nas esquinas
Rastejando pelo chão
Morrendo sem ter leito
Misérias de todo jeito

Nessas cenas do cotidiano
Parodio o negro Solano:
“De toda cor, sem ter um nome,
Tem muita gente com fome”

12 novembro 2010

TIRIRICA - RETRATO DA EDUCAÇÃO

O palhaço que faz rir amplia minha vontade de chorar.
Tragédia...
O eleito Tiririca teve doze horas para ler um texto e mostrar que não era analfabeto.
Talvez tenham pedido para fazer um zero com o fundo do copo e tenha tido dificuldade em descobrir qual lado era o fundo.
No outro lado da comédia, candidatos do ENEM, que em protesto colocaram narizes de palhaço, nem relógios podiam usar para em, aproximadamente, a metade desse tempo tinham que mostrar tudo que sabiam.
A apoteose do espetáculo da farsa burlesca – Retratos da Educação do braziu Varemnós”- foi a foto de Everardo mostrando o polegar. Será que já havia tirado a tinta após assinar a prova?
O fato serve como um cala a boca no Mercadante. Nunca mais critique a aprovação continuada. O candidato “abestado” elegeu quantos petistas mesmo?
Sem suscetibilidades feridas, hein! A Imprensa ainda é livre. Mesmo que a televisiva seja subsidiada pelas publicidades estatais e aquisições de bancos falidos pela Caixa.
Mais um aviãozinho! Calma não é o Aerodiuma desta feita.
Quem quer dinheiro?
A escola pública não quer... Precisa...
Ao menos para ficar pior.
Não fica?
Óia!

05 novembro 2010

DILMA E BAN(DO)COOP

A fala mansa pós-eleição da presidente, no período de “babação” dos meios de comunicação revela, a principio, o mesmo discurso “mole” e “conciliador” que conhecemos de sobejo.
Promessas que nunca fez cumprir enquanto Ministra.
Assim não fosse não manteria sob suas “pacificas” asas a Guerra que ia montando sua “Bolsa Familiar”.
Desautorizaria, por exemplo, dirigentes do Partido a falar de CPMF.
Nem esconderia seu tesoureiro que lesou milhares de pessoas e está, inclusive, formalmente denunciado com mais cinco réus, cúmplices ou companheiros por formação de bando ou quadrilha.
Epa! Bando? Quadrilha?
Olhem aí... Um novo slogan publicitário para a Cooperativa:
“Na BAN(DO)COOP quem dança é você”.
Tornando macro o exemplo da Cooperativa, resta uma certeza:
Com o PT não se negocia! O PT combate-se.
A presidente, por enquanto, é do PT.
Logo...
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Petista adora fitinha de pulso.
A imprensa noticiou que na festa de comemoração da vitória de Lulla na eleição, dependia da cor, o acesso aos pratinhos e bebidas do bufê.
Desde o vermelho mais clarinho, que ficava na rua tomando cerveja e comendo ar até o tom roxo, lá dentro, regado a acepipes e uísque.
Bracelete preto não entrava, nem votava.
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Aviso aos leitores:
Salvo algum fato novo, como uma prova que deus é brasileiro e não argentino, até o final do ano, não falarei de política ou formação de quadrilha ou bando de estelionatários.
Temos muitas coisas importantes a escrever, antes que um Conselho Popular de Monitorização da Mídia atinja também aos blogs.
Por exemplo: Será que o Manto consegue classificação para a Libertadores?
Começo a achar que a Libertadores vêm antes dos prédios da BANCOOP.
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Está liberado o uso de biquínis em parque municipais de S.Paulo.
Afinal com a proposta da Câmara de Vereadores para que o Prefeito ganhe R$ 25.000,00 por mês, o povo vai acabar tendo que entrar pelado mesmo.
Olha o aumento do IPTU, gente!
Queria tanto pagar IPTU do meu apartamento.
Mas ele não sai do chão.
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03 novembro 2010

ALTERAÇÃO DAS MARÉS - A CULPA É DO GORDO

Muito se fala em alterações da geografia. Que o sertão vai virar mar. O mar virar sertão. Praias serão invadidas pelo mar. Cubatão e Belo Horizonte serão cidades a beira-mar.
Isso tudo é provável mesmo. Mas não por força da meteorologia, da geologia, das forças eólicas, das mudanças climáticas.
O grande culpado é o homem.
Sem machismo... A mulher também é culpada.
A mídia é culpada. A publicidade é culpada.
Como diz aquele clássico da música popular: “Tem culpa todo mundo”.
O Mac Donald, a Kibon, a gordura trans, a picanha, a cevada da cerveja, o japonês do pastel, a novela das oito, a Palmirinha e todos os programas femininos da tarde.
Tem culpa até o et coetera. Tem sim... Muito et coetera também engorda.
Não há mar que agüente segurar a onda e não deixar vazar a água.
Tem muita gente gorda na praia.
Eu sou testemunha. Exemplo, uma ova!
Ou os maiôs, as sunguinhas e biquínis estão encolhendo?
Deve ser de lavar.
Aquele bando de IMC (Índice de Massa Corpórea) modelito 30 entra no mar. Tudo ao mesmo tempo. Não tem como. O excesso de água escorre para a areia na maré baixa mesmo. Encontra a praia meio inclinada pela tonelagem que está estirada na areia ou degustando frituras e frango e está feito o caos.
A água do mar invade até a mureta do calçadão. Mesmo onde não existe calçadão.
É o jeito da natureza se defender. Enche a praia de água salgada – cuidado com a pressão - e obriga o pessoal a se levantar da esteira e sair da praia. Atrás seguem o moço do camarão e os ambulantes de cerveja, caipirinha e refrigerante.
Ufa! Que sorte!
A maioria dos gordinhos pegou seu isopor e saiu da praia. A Terra se reequilibrou e o mar desceu um pouquinho.
Da última vez, entrou água na garagem do prédio e quase me estraga o motor do carro.
Por favor, por favor! Sejam conscientes. Pensem na natureza.
Não arremessem o saquinho de batatas fritas em mim. Nem os palitos de camarão e sorvete.
Tem um cesto de lixo logo ali.
Tinha!
Á água levou...

24 outubro 2010

CENAS DE CASAMENTO

Quem dita moda sobre o que se deve usar em cerimônias de casamento não entende nada das necessidades que envolvem desde o ato cirúrgico. Não é litúrgico não. É cirúrgico, pois a partir desse momento solene a mulher extrairá tudo do homem.
Opsss! Isso é assunto que não cabe neste espaço.
A hora é de festa, mas pergunto: por que os homens têm que usar gravatas e não bermudinhas e camisetas na igreja, se as mulheres vão de alcinha, com as costas toda de fora e micro-saias, que não deixam os homens prestar a atenção na cerimônia, sem maiores cerimônias.
Ah! Os homens têm que ser solidários no ato de enforcamento?
E não basta às mulheres pegar o buquê para serem as próximas. Têm que ter algo mais. Vai que, por sorte, entre os convidados tem um cantor de pagode, um jogador recém contratado por um time do Azerbaijão dando sopa. Deve ser este o motivo, pois não nenhuma lógica nas vestimentas e apetrechos das mulheres.
Bolsinhas que mal cabem o batom.
Onde colocar o documento?
No bolso do paletó do acompanhante, que além do documento da mulher, leva também o do carro, a chave deste e da casa, cartão do Plano de Saúde. Tudo isso e ainda tem que sobrar espaço para carregar uma dúzia de bem casados e dezenas de docinhos para a sogra, cunhada, sobrinha, entre outras que não foram convidadas.
Senão haja docinhos! Não haveria bufê com capacidade para tanto.
Mulheres deveriam ir a casamentos com casacões e sacolas de feira.
E a festa, gente! Aqueles oculozinhos? Pulseirinhas que ficam piscando? Homens de tiarinhas?
O som alto até se justifica. Afinal, quem está interessado em saber que a Tia Clotilde não veio porque ficou cuidando da prima que está com lumbago. Ou ouvir comentários sobre a Dorinha, que namorou cinco anos, teve uma festa muito mais bonita e o casamento não durou nem um ano.
Finalmente a festa chega ao fim.
Um arraso!
Homens procurando paletós e companheiras pelas cadeiras.
Alguns perderam até a direção da mesa. E se acharem a mesa, é claro que não acharão nem a cadeira onde colocaram o paletó, nem a companheira.
Será que a loja onde alugaram o terno confere mesmo a cor e o tamanho?
Coisa mínima! Por exemplo, calça preta tamanho 52 e paletó café 44.
Muito pior seria chegar com uma mulher 42 e sair com 54. Ou vice-versa.
Melhor conferir!
Um conselho: não olhe os bolsos. É um perigo! Ou o paletó não é o seu ou o bilhete não era para você.
Agora é só ir embora!
Achar o carro!
Espere todos saírem e o que sobrar é seu.
Fácil, não? Isso se não tivesse mais uma dezena de pessoas fazendo o mesmo no estacionamento.
Finalmente! Foi todo mundo embora.
Não sobrou nenhum carro.
Roubaram o seu? Não é possível. Alguém levou por engano.
O jeito é pegar um táxi e pela manhã ir a delegacia fazer o Boletim de Ocorrência.
O que é isso?
Uma voz o chama!
Chefe! Sai a caixinha? Só falta o senhor tirar o carro da frente da garagem da padaria. Abre em meia hora e preciso recolocar a corrente.
Depois do beliscão, o melhor mesmo é entregar a chave para mulher dirigir sem sandália e com o pé cheio de bolhas.
Não exagerei, não senhor!

17 outubro 2010

MARINA – INDIVIDUALIDADE OU INDIVIDUALISMO?

É absolutamente impensável que Marina não tenha propensões ou nada que a ligasse a um ou outro lado neste segundo turno.
Saiu, quase expulsa, do PT. Teria, ao menos, mágoas. Ou sua saída foi mera armação? Uma tática para “roubar-se” eleitorado “tucanos”, com quem Marina “se pareceu” ao “ficar no muro”?
O Brasil precisa de governantes que decidam rumos, partidos com direção e Marina e o PV perdem o bonde, condenando-se a continuar nas bordas do governo. À escanteio.
Ao não apoiar, nem aliar-se oficialmente a ninguém, o PV fecha qualquer margem de negociação de propostas ideológicas com ambos os candidatos. Nenhum espaço para incluir seu projeto em programas de governo.
Marina, a exemplo do ex-chefe, se achou acima do Partido e não tomou nenhuma decisão partidária. Sua (in)decisão individual e personalista de não apoiar ninguém no segundo turno, põe por terra a imagem que ela formava.
O Brasil não tinha terceira opção.
Felizmente, a indecisa Marina não foi para o segundo turno. E, logo, chegará ao final seus quinze minutos de fama.

14 outubro 2010

POR ONDE ANDAVA LULA?

Poucas pessoas no mundo não se emocionaram com o resgate dos mineiros do deserto de Atacama.
Entretanto, algo me chamou a atenção.
Por onde andava Lulinha Love and Peace, que não estava lá?
Será que estava no Guarujá, desfrutando de seu apartamento da Bancoop.
Não foi nem fazer o populismo do nefasto Evo, que prometeu emprego para o mineiro boliviano resgatado.
Oh! Evo, arrume emprego para os milhares de bolivianos que são escravizados em oficinas de costura na região do Brás, mas acham melhor que viver na Bolívia.
Diferentemente da seriedade da presença do presidente do Chile, Sebastián Piñera, que acompanhou todo o trabalho de resgate, a ausência do ícone metalúrgico não é de se estranhar.
Ele não gosta de sofrimento. Talvez fique muito emocionado, pois isso não costuma presenciar nada que não seja agradável, nem regado a uísque e cachaça de primeira e bons pratos.
É hábito (ou seria vício?) Lulla jamais prestar solidariedade em ocasiões dolorosas como enchentes, inclusive no Nordeste, e quedas de aviões.
Em quedas de avião, inclusive, já pudemos ver a sensível solidariedade do governo com o Marco Aurélio Garcia, na janela, fazendo o gesto de top-top.
Essa imprensa! Esses paparazzi!
Ah! Estou sendo injusto. Ele prometeu que sempre faz algo pelos que sofrem.
Inclusive, assim que achar o container de brinquedos e roupas infantis remetidos dos EUA para os desabrigados do Nordeste e desapareceu no Porto, ele jurou que entrega.
Mas tem que votar na candidata dele.
Promessa é divida! Não se perca por falta de exemplos.
Em breve, o eleitor do Amazonas terá liberado os seiscentos reais prometidos a 100 mil pessoas, através de cartão corporativo, se dois senadores que Lulla apoiava fossem eleitos.
Brazilian people precisa aprender um pouco com o povo Chileno.
Ressurgir de terremotos e não esquecer o que é uma ditadura, que o PT deseja implantar no braziu varemnós.
Epa! Calma aí com idéias luminosas.
Nada de deixar Lula e seus companheiros 700 metros sob a terra.
Peraí! Pensando bem... Não seria mal...

11 outubro 2010

DEBATE - ALGUÉM ENTENDEU ?

Discurso do criador e debate com a criatura são pratos cheios.
Sem comentários sobre cheios de que.
Realmente, ambos têm grande semelhança.
Não articulam duas frases sobre o mesmo assunto.
Parece que o raciocínio aborta.
Pode ser por isso que o ex-senador queria tanto acabar com a aprovação automática.
Deve ser difícil conversar com os dois.
Entender suas ordens.
Pode ser mesmo que a ajudante de ordens da criatura não tenha entendido uma delas e causado um escândalo.
A criatura quis dizer para formar uma comissão e a ajudante cobrou comissão.
Sabe lá!
Socorro, Tiririca!
Se eu estiver falando besteira, sempre haverá alguém para não me entender.
O debate foi mais ou menos assim.
Perguntava-se uma coisa e a criatura respondia exatamente nada sobre outra.
Cheguei a pensar que o Criador estava cochichando no ponto eletrônico dela.
Deve ser alguma técnica de persuasão nova.
Maracutalha de alopragem dossiestica.
Stanislaw e Itararé devem estar se lamentando de estarem mortos.
Teriam pratos cheios de abobrinhas para nos divertirem.

07 outubro 2010

MARINA E A DEMOCRACIA

Passada a eleição muito se fala no Verde. Na busca do apoio de Marina.
Sinceramente, acho que se acendeu foi o sinal amarelo.
A coisa pode ficar preta.
Os vermelhinhos conseguiram maioria no Senado e na Câmara. E não adianta ficar Tiririca.
Enganaram melhor e ganharam.
Só isso!
O Braziu está mais “varemnós” que nunca.
Que o povo aprenda com lições recentes dos amigos do Rei Metalúrgico.
Tivemos a farsa do golpe equatoriano.
Queria ver o Correa de peito aberto em morro do Rio e favelas de S.Paulo, gritando atirem em mim.
Não é desejar mal, mas teria seu lado bom.
Estaríamos livres de um falso socialista.
O chavismo depois de instalar a pobreza cubana na Venezuela, só não despencou, pela ação do governo que deformou a votação. A oposição foi mais votada e perdeu!
Já vimos isso em tempos de ditadura militar. Senadores biônicos e eleições indiretas.
O Brasil não pode seguir estes exemplos de socialismo barato de republiquetas nanicas.
E corre este risco.
Marina tem um momento ímpar de mostrar de que lado joga.
Se pensa no Brasil ou é apenas “Mulher Melancia” – verde por fora e vermelhinha por dentro.
É a democracia que está em jogo.

01 outubro 2010

BANCOOP DEIXARÁ VOCE VOTAR! URGENTE

Colegas de infortúnio.

A BANCOOP normalmente não deixa você votar...

É hora de dizer NÃO ao PT e seus companheiros, PSB, PCdo B, PMDB e outros Tiriricas da vida, que nos causaram urticárias, aflições, agonia.
Dizer NÃO a quem se mancomunou aos golpistas da BANCOOP

Já disse que votarei em membros da CPI.

Para a Assembléia escolham entre
SAMUEL MOREIRA – 45245 (PSDB)
BRUNO COVAS – 45145 (PSDB)
ROBERTO MORAES – 23623 (PPS)
WALDIR AGNELLO – 14747 (PTB)

Para Câmara Federal
RICARDO MONTORO – 4546 (PSDB)

Senado Federal - Poderemos precisar de ajuda no Senado.
Nem pense em Netinho ou Martha.
Se quer ajuda no caso BANCOOP, não vote em Dilma e independentemente de ser Marina ou Serra, faça a dobradinha:

ALOYSIO – 451
YOUNG - 430


Também nem pensar em Mercadante, ora candidato ao governo paulista, que esconde seu suplente no senado o Sr. João Vaccari.

Aos cooperados que “não gostam dessas coisas” por omissão ou “apolíticos”, peço que reflitam seu posicionamento.

Lembrem-se: Seu dinheiro foi, sim, desviado, para fins políticos, entre outros desvios já denunciados.

Mostre sua indignação e revide ao “rolo compressor”, descaso e humilhação que sofreu ao longo dos últimos seis anos, especialmente da parte de pessoas ligadas ao PT e seus companheiros de apoio.
Basta apertar o teclado da urna eletrônica.
Reaja!
É a hora!
Eu votarei, e indico o voto, em candidatos dos partidos que apoiaram a causa dos cooperados.

29 setembro 2010

ELEIÇÕES – QUE MEDO!

Regina Duarte!
Soninha!
Também estou com muito medo!
Juro!
Pé de pato, mangalô três vezes.
Olhe só o que pode ocorrer.
São Paulo, o Padroeiro, deve estar se virando na sepultura.
Tiririca será o deputado mais votado.
Padim Ciço, isso me dá urticárias.
Imaginem se o Netinho vira senador.
Faz dupla com Supla e saem cantando blowin’in the Wind em ritmo de pagode.
Te cuida, Martha!
O ex-marido, lutador de boxe, influenciado por outro que cobre a mulher de porrada.
Que horror! Minha Nossa Senhora da Penha!
Para completar a tragédia, o segundo turno será no dia de Halloween.
Teremos que escolher entre a Bruxa e o Vampiro!
Que medo!

28 setembro 2010

ELEIÇÃO É BOM DEMAIS

Adoro eleições.
Sempre defendi que deveria haver eleições todos os anos.
Nos diferentes escalões e com o maior descasamento possível. Nada de coligações partidárias na votação proporcional.
Nenhuma mudança excepcional nos mandatos.
Quatro anos para Presidente, governador, prefeito, deputados e vereador.
Reduziria o mandato de Senadores para seis anos com eleições nos anos pares.
E extinguiria a figura do suplente. Na falta do eleito, entra o segundo colocado.
Exemplificando a idéia:
Em 2010 – presidente.
Em 2011 – governador
Em 2012 – prefeito.
Em 2013 – Um ano de folga. Dá tempo para o TSE dar uma limpada nas fichas. Usar um desinfetante, cloro, alvejante.
Junto com o presidente, elegeríamos os vereadores e um senador. Com o governador, deputados federais e com o prefeito, deputados estaduais e mais outro senador.
O outro senador?
Façam as contas. Dá certinho. Não encavala dois mandatos.
Mas, o mais interessante de muitas eleições é que, bem ou mal, obrigatória ou facultativa, eleição é muito bom.
Em época de eleição, mesmo o mais “apolítico e omisso” eleitor, que não sabe nem quem é o síndico, toma conhecimento de alguma falcatrua, de sacanagens, de crimes, desvios de caráter sigilosos.
Não fosse a imprensa.
Queira ou não, o verdadeiro trabalhador lê a manchete na banca de jornal enquanto espera o ônibus, escuta a chamada do telejornal no intervalo da novela.
Fica sabendo que compraram panetones com o dinheiro que era para as escolas, procura saber o que é aloprado, descobre porque não chega nem remédio, nem médico na sua cidade. Essas coisinhas do dia a dia que os picaretas fazem em suas maracutaias e afeta a vida de todo mundo.
Eleição não é circo, nem palhaçada.
Os donos do poder não querem que a população saiba da importância.
Que é preciso votar muito para aprender.

27 setembro 2010

DEUS PERDOA!

Glória Patri et Fílio et Spirítui Sancto.
Amém.
Podemos começar, filho. Abra sua alma... Conte tudo...
Tudo o que?
Tudo o que estiver pesando sobre sua alma! Para que Deus o perdoe.
São só uns pecadilhos... Leves... O senhor sabe... Eu sou político...
Seja mais específico... Dê os detalhes que eu julgo se os pecados são veniais ou mortais... Conte-me seus desvios e eu avalio a gravidade.
Desvios? Como o senhor sabe, padre? Quem contou? O senhor tem parte com o Diabo?
Isso não vem ao caso. Desviou o que?
A verba da merenda escolar. É grave?
Muito grave.
Cinco pontos na carteira, padre?
Cinco rosários inteiros e mais dez pais-nossos.
Ufa! Podia ser pior.
Pior?
Os Juízes têm condenado ao pagamento de cestas básicas. E é uma dificuldade pegar mais merenda para encher as cestas. A imprensa fica de olho.
Deus é parcimonioso.
Padre, essa história de que o que a gente faz na Terra, paga no Céu é verdade?
Não tenho certeza... O bispo diz que é verdade, mas tem que ter um arrependimento sincero.
Só isso. Só se arrepender?
Sim.
Então... posso contar mais, padre?
Claro, meu filho. Alivie seu espírito. Limpe sua alma.
Pois é, padre. Limpei o almoxarifado do Posto de Saúde.
Porque fez isso, filho?
Culpa de meu bom coração. Ajudar meu cunhado. Ele tem uma farmácia e estava passando dificuldades. Quase sem estoque. Mas foram só uns remedinhos para pressão, insulina, comprimidos para dor de cabeça. Isso não é muito grave, é?
É gravíssimo.
Sete pontos?
É caso de suspensão da habilitação. Pessoas poderiam ter morrido.
Ah! Padre. Estariam chegando antes ao reino dos céus. Encontrado a paz eterna. Não teriam mais que enfrentar filas para pegar remédio.
De certa forma tem razão, filho.
Estou perdoado?
Cem Ave-Marias, trinta Pai Nossos e distribuição de brinquedos aos órfãos da pastoral.
Essa é difícil! Onde vou conseguir os brinquedos? O governo não manda para os municípios. Não tem pena alternativa? Podem ser livros didáticos?
Vejamos! O senhor vai subir de joelhos a escadaria da Matriz.
Oh! padre... A oposição vai me ridicularizar.
Ora! Fale para o povo que está pagando uma promessa.
Genial! O senhor não quer ser meu marqueteiro nas próximas eleições? O senhor capricha na Homilia e eu proponho uma taxinha extra no IPTU em prol das obras da Igreja.
Melhor não! Não dá muito certo misturar religião com política.
O senhor é que pensa... Posso confessar só mais uma coisinha?
Claro!
Pequei com a dona Santinha.
A beata? A filha do Serafim, o finado sacristão?
Ela mesma.
Meu deus! Isso foi um erro imperdoável.
Seu padre, a carne é fraca. Não posso ser perdoado?
O pecado deus perdoa, mas acho que você está frito.
Porque, padre?
Promete que não conta que quebrei o sigilo? Posso perder o cargo.
Claro, padre!
Ontem ela veio confessar que pecou com o senhor... Está grávida... Vai exigir uma pensão lascada para o bebê.
Filha de uma...
Palavrão, não pode! Mais dez pais-nossos.

26 setembro 2010

CORDEL DO AEROLULA


Por aqui, no chão, seguimos de pau de arara
Tropicamos na estrada em lombo de mula
No céu uma procissão... Político não para
De passear no bem bom do AeroLulla

Viajam de mãos dadas Collor, Lula, Zé Sarney
Tudo igualzinho quando vão para o trono
Bando de puxa saco lambendo o do rei
Povo entre a seca e enchente perdendo o sono

Vai junto deputaiada, sogra, concubina, irmã
Prá ver posse de rei, beijar o papa ou festa pagã
Qualquer lugar serve. Cuba, Europa, África ou Irã
Se o povo pede algo... deixam para amanhã

Refestelados sob manto da corrupção
Estômagos fartos regados a canapé e vinho
Usufruem do recebido em algum mensalão
Pra nós? Acham que basta bolsa e chinelinho

Se eles vivem passando tão perto do céu
Porque deus nunca castiga nenhum pecado?
Quando um... só unzinho, cá embaixo, vira réu
É um tal de não sei de nada... Coisa de aloprado

Devem fazer cursos pras bandas do Oriente
Histórias das Mil e Uma Noites... Ali Babá
Na tripulação do metalúrgico presidente
Quarenta ladrões o promotor disse que há

Coração de mãe, avião segue sempre cheio
Fila crescendo de oportunistas de plantão
Fico Tiririca... Posso dizer sem receio
Sai tudo correndo se gritar “pega ladrão”.

Terno Armani, camisa de linho bordada
Fogem do batente como o diabo da cruz
Locupletam-se no Planalto da Alvorada
Tantos em palafitas... Filhos descalços e nus...

Falcatruas, promessas, sobra é lero-lero,
Uísque importado, cachaça e tira gosto...
Mamar nas tetas dessa vaca até eu quero...
Resta-me trabalhar para pagar imposto

Queria ver essa raça andar de ônibus, de jegue,
Correr risco de acidente em rodovia federal...
Vem ano, vai ano, a bandalheira prossegue...
Pra esses caras-de-pau, ano inteiro é carnaval

Como ensinar aos filhos a ética e honestidade?
Me explica, alguém!... Cristo, Ogum, Padim Ciço,
Senhora Aparecida ou qualquer outra entidade
Sofrer nesta vida queria dizer passar por isso?

Não é possível! Será que um dia o povo acorda?
Acaba com essa maracutaia? Aprende a votar?
Faz esse bando de picaretas que pinta e borda
Sentir um diazinho só como é duro trabalhar...

Chato o desejo, mas não vou mentir:
“Meu deus, por favor, não se engane
Se mais algum avião tiver que cair
Que no Aerollula ocorra a pane!”

24 setembro 2010

NASCIMENTO DA SABIÁ

Hoje bateu asas e voou vencendo os limites do quintal.
Estávamos em vigília, desde o começo do mês passado, quando percebemos os primeiros sinais da formação do ninho nos galhos do limoeiro.
Graveto ao graveto, a mãe foi dando a forma necessária para receber os três ovinhos, que cuidadosamente empurrava para baixo das asas, no aquecimento necessário.
Os sabiás precisam de treze dias para serem chocados.
A primeira tristeza.
Um ovo quebrado no chão.
Torcer para não ter chuvas fortes, os predadores não descobrirem, uma rolinha não se intrometer.
As danadas das rolinhas invadem ninhos alheios, jogam fora os ovos de outros pássaros e colocam os seus para serem chocados.
Numa das saídas da ave-mãe, conseguimos ver os dois ovinhos meio azulados.
Contagem regressiva dos dias: Dez, nove, oito...
Na data zero, ansiedade.
Será?
Acho que sim, pois a mãe voltou com comida na boca e ficava arisca quando passávamos por perto.
Numa dessas saídas, a curiosidade fez que tirássemos fotos do ninho.
Um dos ovos brotara.
Ele estava ali.
Pedacinho de ser vivo, indefeso.
A mãe nervosíssima grita para que fiquemos longe.
Como impedir a curiosidade diária?
Um biquinho esperando comida, a pelugem nascendo, um crescimento lento.
E a sabiá gritando do muro: Saiam daí!
Os afazeres do dia a dia na cidade, quase nos fazem esquecer que é ainda possível, no meio de tanto cimento e poluição, nascer uma sabiá num limoeiro de fundo de quintal.
Ontem, ele esticou o pescoço e ao tentar voar, caiu do ninho.
A mãe desesperada e ciosa conseguiu conduzi-lo para debaixo de um vaso.
Dia de aflição!
Haveria predadores urbanos?
Gatos?
Olhei dezenas de vezes para conferir se ele estava ali.
Acho que quase ouvi a mãe enciumada gritando: Sai daí, essa função é minha!
Hoje ele estava sobre o vaso.
Parecia esperar as últimas fotos.
Um salto para o muro.
Outro para o telhado do vizinho.
E afinal, arriscou o vôo definitivo para a liberdade.
A mãe, cuidadosa, ciente do cumprimento da missão determinada pela natureza, voou atrás.
Estava completo mais um ciclo da vida.
Será que virá me visitar?

23 setembro 2010

INÁCIO NO PALÁCIO

Quer conhecer Inácio? Ponha-o no Palácio!
Foi o que os eleitores do braziu varemnós fizeram, Aparício.
Alvorada, não só no Morro que beleza.
Revelou-se o tirano. Ditadorzinho de republiqueta que pensa tudo poder.
Imagina-se sobre-humano, onipotente.
Compara-se a Getulio.
Falta pouco.
Um atentado, talvez!
Pelos esgotos dos porões palacianos já proliferam sujeiras e mais sujeiras alopráticas, em doses não homeopáticas.
Um cem (cem mesmo) números de fatos que indicam a participação de membros do governo em crimes afloram.
Raro o dia em que não se descobre mais um.
Cada enxadada, uma minhoca!
O trabalhador não trabalha.
Viaja, faz comícios e diz diatribes desconexas, aplaudidas pela claque de carteirinha.
Faz terrorismo contra a imprensa, contra o Judiciário, ameaçando todos que oousem discordar de seus métodos.
Talvez à imagem de sua participação, já se manifestou quanto a inutilidade do legislativo, agora com muito mais de 300 picaretas.
Inácio é popular.
Vá ser contra nos famintos rincões aparelhados, sem educação e sem saúde.
Será Inácio apenas retrato do povo que o idolatra?
Talvez?
São os piores cegos, os que não querem ver.

20 setembro 2010

UM QUASE ATROPELAMENTO

Caminhava a uns cinco metros antes da cena.
Entre os buracos da calçada, cartazes de candidatos e ambulantes o jeito é o transeunte trafegar pela rua.
Era o que o casal fazia.
Na saída da oficina, um mecânico olhando para o lado oposto sinalizava o tradicional “pode vir”.
“Pode vir” significa “vem que eu não estou vendo nada”.
Não estava mesmo.
Ou ele não viu o casal caminhando pelo meio fio ou o motorista não estava nem aí para suas orientações.
Um grito de alerta e uma freada brusca.
O casal freou bruscamente, com o rapaz puxando a moça pelo braço.
O carro? Seu motorista continuava a manobra à ré.
O rapaz deu um tapa na lataria do ponto zero.
Isso não! O motorista, aí, sim, freou e abriu o vidro do carro, com expressão entre curiosidade e revolta pela agressão que o carro sofrera
O diálogo foi mais ou menos este:
O senhor não está vendo a gente?
Vocês não estão vendo o carro?
O mecânico sinalizador desapareceu, pois não era com ele.
O senhor precisa tomar mais cuidado.
Vocês precisam olhar por onde andam. Lugar de pedestre é na calçada.
Fez um gesto de desdém e foi embora.
Inacreditável!
Só faltou um agente da CET multar o casal por andar na contramão.

16 setembro 2010

TIRIRICA - PIOR NÃO FICA? MESMO?

Vote em Tiririca! Pior não fica!
O bordão, refrão ou mote é interessante.
Bem publicitário. Envolvente.
Preocupante.
Será que não fica pior mesmo?
Dá para ter a esperança que chegamos realmente ao fundo do poço?
Acho que não, pois o atual governo é pródigo na criatividade de suas ilegalidades.
Cada enxadada, uma minhoca.
Tiririca não é brincadeira, não!
Quem refletir alguns minutinhos sobre o assunto descobrirá o que existe por detrás da “brincadeira palhaciana”.
A quem interessa a eleição de Tiririca, supostamente candidato de protesto, que já se manifestou não saber sobre as funções e deveres de um deputado Federal.
Meu nome é Enéas! Cinqüenta e seis!
Qual a semelhança entre o respeitável médico que sabia o queria e um artista divertido que diz não saber de nada e apenas que não será pior?
A semelhança envolve voto proporcional, quociente eleitoral e coligações partidárias.
Cacareco e Macaco Simão, ambos espetacularmente votados em tempos passados como expressão de protesto, não podiam tomar posse.
Tiririca pode.
Pode e levará consigo, a semelhança de Enéas, correligionários partidários menos, e até insignificantemente, votados.
Por que?
Há contas matemáticas, que não cabe ficar explicando neste breve comentário, sobre a composição das bancadas de deputados. É a proporcionalidade do quociente eleitoral. Os votos recebidos por um candidato beneficiam a todos que sejam de seu partido ou coligados, rateando-se entre eles.
Resumidamente, se um deputado federal necessitar de 100 mil votos para se eleger e tiver 600 mil (provável votação de Tiririca), seu partido ou coligação terá direito a mais cinco deputados.
É assim que funciona e não cabe discutir a justiça ou não desta lei.
Se Dr. Enéas levou consigo a Câmara Federal mais cinco ilustres desconhecidos do PRONA, que não se coligava com ninguém, o Partido Republicano de Tiririca está aliado sabem a quem?
Nem desconfiam?
Ao PT.
O Partido dos Trabalhadores ficará “por tabela” com boa parte dos votos de Tiririca e elegerá alguns deputados federais devido a coligação partidária.
Ou alguém conhece mais cinco candidatos do Partido Republicano?
Votaria no Francisco Everardo?
O mote de campanha do PR poderia ser:
“Vote 22 na boa e fique com cara de patinho na lagoa!”.
Daí o desespero e alerta de partidos com candidatos sérios.
Ainda acham que votando em Tiririca, pior não fica?
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12 setembro 2010

BANCOOP – VOTE EM QUEM TEM AJUDADO...

Recebo emails de vítimas da BANCOOP indicando candidatos “amigos de alguém” ou pedindo “dicas” de votos.
Inicialmente, alerto para que não se faça “voto útil”, nem se anule ou vote em branco. Na falta de opção direta de um candidato, vote na legenda. Aumenta o quociente eleitoral e dificulta que candidatos de “currais eleitorais” sejam eleitos.
Sem ser maniqueísta, mas acompanhando, desde 2005, as atividades dos cooperados lesados pela BANCOOP, nas diversas frentes de lutas, tenho a perfeita clareza em quem indicar para ser ou não votado, dentro, unicamente do espectro da defesa dos interesses dos cooperados.
Os senadores e deputados que deram acolhida, de forma ampla, em S.Paulo e Brasília, aos pleitos dos cooperados eram do PSDB (45), Democratas (25) e PPS (23).
Em S.Paulo, têm participação atuante, e indico os Srs. Samuel Moreira (45245) – presidente da CPI, Bruno Covas (45145) – relator - e Roberto Moraes (23623), concorrentes à reeleição para Deputado Estadual.
O deputado Ricardo Montoro (4546), que também tem participação atuante, é candidato a Deputado Federal.
Ainda na CPI, participa ativamente o deputado Waldir Agnelo (PTB 14747). O PTB embora nos apóie em S.Paulo, não teve o mesmo comportamento em Brasília quando o sen. Romeu Tuma não participou de nenhuma reunião com os cooperados.
O mesmo comportamento teve, é óbvio, o Sen. Aloísio Mercadante, ora candidato ao governo paulista e que abriga como seu suplente no senado o Sr. João Vaccari.
Para o Senado, apóia nossa luta, o Sr. Aloysio Nunes (451) do PSDB.
Não votaria de jeito algum para qualquer cargo – Presidente, Governador, Senado e deputados - nos candidatos do PT (13), do PSB (40) - partido que conta como filiado o advogado da BANCOOP, Sr. Pedro Dallari -, do PCdoB (65) - que tem Netinho como candidato ao Senado -, do PDT (12) – do Paulinho da Força - e do PP (11).
Todos fazem parte da base do governo federal e se omitiram quando procurados.
O PMDB (15) está na mesma situação do PTB (14). Apoiou-nos em S.Paulo, mas não atendeu os cooperados em Brasília.
Não voto também em candidatos “amigos” ou “bonzinhos” de partidos de “aluguel”, como PTC (36), PSDC (27), PRTB (28), PSL, PHS, dentre outros, que sempre estiveram ao lado do PT. E especialmente no Tiririca, que não tem graça nenhuma, pois o PR (22) também é da coligação do PT. Escrevi a respeito, à parte.
Incluam neste rol os palhaços, humoristas, cantores, jogadores de futebol, boxeadores, mulheres frutas e toda sorte de lanceiros.
Cada macaco em seu galho.
Não quero levar um soco e ficar tiririca, ouvindo música sem ter para onde me guiar.
Para os cooperados que por omissão ou dizendo-se “apolíticos”, peço que reflitam seu posicionamento.
Lembrem-se: Seu dinheiro foi, sim, desviado, para fins políticos, entre outros desvios já denunciados.
Embora a luta esteja chegando ao fim e a BANCOOP tente suas últimas artimanhas, mentindo sobre acordos impossíveis, precisaremos contar com todo apoio que pudermos, mesmo sabendo que a luta só terminará definitivamente no Judiciário, com o “fechamento” da “cooperativa de fachada”.
Mostre sua indignação e revide ao “rolo compressor”, descaso e humilhação que sofreu ao longo dos últimos seis anos, especialmente da parte de pessoas ligadas ao PT e seus companheiros de apoio.
Basta apertar o teclado da urna eletrônica.
Reaja!
É a hora!
Eu votarei, e indico o voto, em candidatos dos partidos que apoiaram a causa dos cooperados.
Podem franzir a testa ou torcer o nariz, mas foram o que estiveram conosco.

11 setembro 2010

HORÁRIO POLÍTICO – Parte Um

Neste periodo de propaganda politica, o autor deste blog também se dá ao direito de falar bobagem e mentir livremente.
Atirem a primeira pedra... E que não seja de construção da BANCOOP
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Vote Tiririca! Pior não fica...
E não é que apareceu o Larica? Quem será que está patrocinando o danado?
Narcotraficantes?
Peraí! Sem assanhamento... Falei só do Larica...
Vote Tiririca! Quatro patinhos na lagoa...
Viva! Tem patinho na Lagoa...
Na do Ibirapuera, tem de tudo menos patinhos...
Patos, mesmo, estão espalhados pelo braziu varemnós. Geralmente, pagando imposto.
Lugar de palhaço é no circo!
Palavra de Márcio França, mon dieu... Ele disse que pode piorar.
Ai! Meu São Vicente...
A bomba vai estourar na nossa mão de novo?
Preferia que estourasse na dela.
Vote Tiririca! Pior não fica...
Isso parece eco.... Quando era criança teve o Cacareco...
Viva o candidato dos aposentados!
Já sei! Vai votar no Netinho.
Que é isso, mano! Sou defensor da Maria da Penha. Nerusca de candidato que bate em mulher.
Então o Baby está fora de sua lista também... Deixa de preconceito... Um tapinha não dói....
Tapinha? Obrigado pela dica...
Vai votar no Larica, já sei...
Vote Tiririca... Se só ele fosse eleito, pior não fica...
Mas tem muito pior, companheiros...
Vê lá, como fala!
Uai, cumpadre... Eles podem falar um monte e eu não... Democracia, mano!
Se é democracia, voto no Sócrates.
É isso aí... A gente volta mais tarde...

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MANTRA DO DIA - REPETIR ATÉ APRENDER


DILMA É OPTTAÇÃO DE LULLA...
Herrar duas veiz é asnisse

07 setembro 2010

INDEPENDENCIA DO BRASIL - QUEM DECIDIU FOI DOMITILA

Pedroca, acorda! Levanta... Chegou recado...
Parece que precisas mudar o itinerário
Mensagem do Patriarca, o Bonifácio
Situação confusa pras bandas do Rio...

Ora, Domitila... Continuemos nosso pecado
Não deve ser nada de extraordinário
Aturar esses Andradas não é nada fácil
Pudesse os mandaria a Portugal de navio


Vem assinada também pela Leopoldina
Diz que você disse Fico e não tem parada
Chegaram ordens estranhas d´além mar
A soldadesca está ameaçando uma rebelião

Não sei por que me casei com essa menina
Ela bem sabia que eu era da pá virada
Dá muito palpite, pensa que pode mandar
E esse povo quer que tudo eu dê solução

Pedro... São deveres de um príncipe regente
Porque não proclamas a Independência?
Dá uma subida até as margens do Ipiranga
Mostre a espada, dê um berro... Um gritinho

Titília, minha bela... Deixe isso mais para frente
Um dia faço!... Prometo... Tenhas paciência
Agora, venha para cá... Tires essa tanga...
O braziu pode esperar mais um pouquinho

Ah! Pedroca... Se o pais for independente
Eu, que tanto gostas de dividir a cama,
Quem sabe assim, do nada, de repente
Transformo-me em sua primeira dama

Domitila, assim tu me deixas mais doente
Já não me basta minha doença venérea?
Prometo... Caso o avião Dumont invente
Só para vir te ver, criarei uma ponte aérea

Como amante sofre, hein, Pedroca!
Você nunca cumpre nada que promete
No máximo, serei mais uma Marquesa
Esquecida no litoral, aí pelos cantos


Mas quem te encheu a cabeça de minhoca?
Terás jóias, casa no Estácio e uma charrete
Serás, para mim, sempre minha princesa...
Prometo-te mais... Mandarei fazer a Rio-Santos...

Vá Pedro! Como toda mulher, Domitila ordenou...
Amuado juntou as tralhas, desfez acampamento
A tropa deixou a praia cheia de farofa e frango
Brecheret pescava na Represa... Que sorte!...

Matreiro, alertou: Vão perguntar se fotografou...
Seguiram Serra acima em lombo de jumento
Junto ao Museu um argentino cantava um tango...
Isso não! Berrou Pedrão... Independência ou morte!

Depois ele achou governar muito do sem graça
Abdicou e se mandou de volta para a matriz
De mais a mais quem resolvia era o Chalaça
Pedro só assinava onde marcassem o xis...

Influência mineira, talvez, e Leopoldina virou trem
Pedro uma estação... Quem disse foi o Stanislaw
O triângulo com Amélia descansa num mausoléu.
Domitila, coitada, dorme só, lá na Consolação

Não sei se é verdade, mas se há fumaça fogo tem...
Muitas histórias rolaram quando braziu era arraial
Se disser que acredito, vão me acusar de ser Pinel
Mas também não digo que é mentira, não...

Eu, hein...

06 setembro 2010

CHURRASCO COOPERATIVO ACABA MAL

Não deu na imprensa!
Um passarinho, que pediu sigilo, me cantou que um churrasco, sem pagode, realizado no domingo terminou em confusão, com promessas de processos.
Por falta de laje, o pessoal resolveu fazer um churrasco numa churrasqueira.
Parece óbvio, mas muitos churrascos são realizados em tambores, grelhas sobre tijolos, et coetera.
A confusão começou na organização. Alguém tinha lido que autogestão e sistema cooperativo barateava custos. E explicou: Fazemos uma previsão de despesas e depois acertamos as diferenças. Pode ser até que sobre algum.
Apesar de protestos que a tradicional “vaquinha” com arrecadação antecipada e limite das despesas era melhor, após algumas questões de ordem discutidas por email, colocaram em votação...
Por pequena maioria ganhou a tal de autogestão cooperativa.
Eu administro as compras, se propôs o autor da idéia. Compro picanha, lingüiça de primeira. Nem precisam se preocupar em fazer lista, trazer sobremesa.
Combinou um adiantamento e depois cada um complementaria sua “cota-parte” das despesas, se houvesse necessidade.
Alertou que se alguém levasse cunhado, este teria que pagar também.
Um expert pediu: Cerveja só de prima e refrigerante light, que a patroa precisa emagrecer dois quilos, gente boa!
É sempre assim... Antes das primeiras talagadas todo mundo é boa gente.
Depois a língua se solta. Tímido faz discurso. Solteiro bota o olho em casada. Essas coisas normais. Fica parecido com churrasco em laje.
A princípio, alguém reclamou que a picanha parecia carne de vaca.
Outro percebeu que a segunda leva de cerveja não era de primeira.
E o “refri” light, me desculpem os amantes da velha e boa, estava com gosto de tubaína.
Mas, não foi esta a causa da confusão do churrasco em churrasqueira. Mal ou bem estavam satisfeitos.
Foi a autogestão.
Pança cheia e restos de bife entre os molares, conversavam amenidades e faziam discursos pós-almoço.
Atenção, todos! Pediu o “gestor”. Temos que arrecadar o rateio, antes de irmos embora.
Rateio? Entreolharam-se. O que é isso?
O gestor tentou explicar: É o saldo devedor que cabe a cada um em sua cota-parte referente ao déficit sobre o orçamento previsto quanto as despesas originais. São cem reais cada um.
Caracas! Mas só teve Original na primeira rodada. Depois foi tudo das mais baratas... reclamou um dos presentes.
Psiu... Fica quieto...
Peraí... Já paguei cem reais... levantou-se um braço.
Cadê as contas?... protestou outro.
Estão aqui... O gestor levantou um papel todo rabiscado...
Estava instalada a discussão.
Deixe-nos ver... quase em coro...
Depois eu mostro...
Tem as notas fiscais?
È que tem umas despesas confidenciais. Para baratear comprei coisas sem nota. No mercadinho de um primo da minha cunhada.
Isso é sonegação de impostos e eu quero abater a Nota Fiscal Paulista no meu IPVA, intrometeu-se outro...
Oh! Pessoal... Nem estou cobrando meu trabalho... Só inclui as despesas de gasolina e uma troca de óleo...
Troca de óleo? Que história é essa?
É que no caminho do mercadinho, eu precisei passar na casa de uma tia no interior e a Kombi baixa óleo... Vocês entendem...
Não! Uníssono...
E o que sobrou? Quero meu marmitex... outro protesto.
Eu trouxe bebidas extras, palpitou um cunhado...
Perdido totalmente o controle da situação, um celular disparou para o 190, para denunciar o 171, que se prenunciava.
Acuado e sem mais argumentos, o gestor propôs: Não vamos brigar... Façamos um acordo... Fica por metade do preço... Cinqüenta cada... Está bem, assim?...
Não teve acerto.
Não deu na imprensa, nem os policiais fizeram boletim, mas o passarinho jura que aquele pessoal nunca mais faz churrasco no tal de sistema de autogestão.

04 setembro 2010

VAZAMENTOS SEM CONSERTO

Tem jeito, Zé?...
(Obs.-Pedreiro é tudo Zé... O servente é que tem nome complicado. Vastenilson, Cledivanio, Aldilucio, etcetera - esse não é nome, hein!. Por isso levam sempre um apelido... Geralmente Chico...)
Acho que tem não senhor... Tive pensando e acho que é problema de estrutura.
O que o senhor sugere? Tem uns vizinhos reclamando do vazamento
Já que ("já que" na construção civil significa ferrou-se, vai gasta um dinheirão) ta mexendo, por mim derrubava tudo e fazia tudo de novo.
Não dá... Não quero gastar dinheiro com reforma grande.
Então o jeito é fazer gambiarra.
Zé, gambiarra já fizemos na parte elétrica para não dar apagão. Lembra?
Verdade. Agora o problema são os vazamentos.
Isso já sabemos, Zé... Por isso lhe chamei... Para consertar... Dar um jeitinho...
O senhor não quer azulejar a parede?
Mas o furo vai continuar.
O senhor passa a casa para frente e o próximo morador conserta.
Isso não é certo, Zé.
Então não sei... Por mim derrubava tudo... O senhor que manda...
Em parte, você tem razão. Vamos colocar um impermeabilizante, passar uma massa corrida e jogar uma tinta.
Vai continuar vazando.
Os vizinhos vão pensar que consertamos. Se voltar, eu arrumo outra desculpa. Ponho a culpa em você.
Oh! Chefe! O senhor teria coragem?
Se é para alguém levar a culpa, antes você do que eu.
Chefe! É vazamento de esgoto. Vai sair sujeira à beça.
A gente joga um cloro... Cândida...
Só piora o cheiro...
Vou para a praia e deixo você consertando.
Assim não, chefe!
Zé, me obedeça! Senão arranjo outro pedreiro.
Se o senhor me mandar embora, eu conto tudo pra vizinhança. Aí, o senhor vai ver o que é vazamento...
Está me ameaçando?
Eu não... Mas um dia a casa cai, hein! Quem avisa, amigo é...
Peraí, Zé.. Escuta a notícia... Vazamento de informações em alguma coisa federal.
Deve ser problema igual daqui. Um vazamento federal no esgoto. Aliás, chefe sabe que se o senhor fosse candidato eu votava no senhor. Homem bom, fala a verdade, honesto, trabalhador..
Para de puxar o saco... Não tem aumento agora, não... E não esqueci que você falou que conta tudo pros vizinhos...
Ta bom, chefe!... Mas derruba ou deixa do jeito que está?

03 setembro 2010

CÃES GUIAS - BRAZIU NÃO TEM OLHOS PARA OS CEGOS

Hoje reproduzo matéria sobre o treinamento de câes guias.

CÃES GUIAS - INSTITUTO IRIS - VISITEM O SITE

Saiba como esses animais são treinados

Por Rebeca Alcoba

É comum vê-los nas ruas, no transporte público ou dentro de estabelecimentos - até porque eles têm passe garantido em qualquer ambiente, de acordo com a Lei Federal 11.126, de 2005. A reação a esse encontro quase sempre é de empatia. “É bonito ver um cachorrinho com ar dócil auxiliando alguém que necessita dele”, comenta Luciana Oliveira, usuária do metrô, em São Paulo.

Os mais apaixonados por cães tentam interagir com o bichinho e, em alguns casos, até iniciar uma conversa com o proprietário, afinal, a cena desperta interesse. Contudo, existem vários elementos nessa parceria entre cão-guia e o dono com deficiência visual. Conhecimento, amor e, acima de tudo, voluntários (famílias acolhedoras na fase de treinamento) são fundamentais para que em dois anos o animal chegue às mãos de quem ele vai acompanhar. É justamente esse universo encantador que você conhecerá por aqui.

Companheiro de todas as horas

Quem já tem um cão-guia para chamar de seu não consegue mais imaginar como seria a vida sem ele.

A advogada Thays Martinez perdeu a visão aos 4 anos de idade, por complicações de caxumba, mas teve a sua rotina transformada com a chegada do Boris, o labrador adquirido no exterior para guiá-la.

“Depois do Boris, eu passei a caminhar pelo simples prazer de sentir o corpo em movimento e conseguia até correr de vez em quando, porque ele cuidava de tudo para mim”, revela.

A experiência foi tão animadora que Thays resolveu ajudar outras pessoas, fundando em 2002 o Instituto de Responsabilidade e Inclusão Social (Iris), uma ONG para treinar e distribuir cães-guia, melhorando a qualidade de vida das pessoas com deficiência visual. Atualmente, Thays segue com o seu segundo cão, o Diesel.
Passo 1: antes do nascimento

Tudo começa com a escolha da raça. As mais adaptadas ao trabalho de cão-guia são labrador, golden retriever e pastor alemão. No entanto, boxer e collie também atendem aos requisitos, que incluem porte, resistência, facilidade em se adaptar a pessoas diferentes e temperamento adequado. A partir daí é feita uma seleção genética, ou seja, os responsáveis pelo treinamento buscam referências comportamentais e de saúde dos pais que irão gerar os filhotes.

Passo 2: a eleição

Após a gestação e o nascimento dos filhotes, é necessário detectar quais são os mais equilibrados emocionalmente. O cão ideal para receber o treinamento estará no meio-termo, ele não pode ser dominante ou submisso demais. Esse período leva em torno de oito semanas, enquanto os filhotes permanecem próximos à ninhada e à mãe. Assim como qualquer cachorro comum, é imprescindível oferecer a eles uma alimentação de qualidade e todos os cuidados veterinários desde o início.

Passo 3: primeiro lar

Uma vez aprovados, os cães seguem para as famílias socializadoras, onde ficam até um ano ou um ano e meio, de acordo com o desempenho de cada um. Essas pessoas são voluntárias, que disponibilizam o seu tempo para acompanhar e apresentar aos cachorros atividades cotidianas, como afazeres domésticos, passeios externos, ida ao supermercado ou uso do transporte coletivo. Nessa fase, o treinador acompanha a distância o desenvolvimento da relação, observando as reações positivas ou negativas que o cão tenha diante dos acontecimentos. Assustar com determinado barulho ou ter medo de criança são exemplos de fatores a serem trabalhados posteriormente, a fim de alcançar a superação.

Passo 4: o treinamento

Os cães retornam para as escolas e só então começa o condicionamento, que dura de três a cinco meses. O treinador mostra o que o canino deverá fazer, dá suporte e, com o tempo, transfere para o animal a responsabilidade pelos trajetos. Ele aprende, entre outras coisas, a andar em linha reta, a parar em esquinas, driblar obstáculos móveis e fixos. Todo esse trabalho é feito com base na técnica de reforço positivo (o animal recebe em troca elogio e carinho), sem que haja excessos para não desviar a atenção do cão.
Durante a transferência de responsabilidade, o treinador chega a andar na rua de olhos vendados para testar a aptidão do cão. Esse momento provoca o maior nível de estresse no animal, por isso é fundamental respeitar os limites dele e trabalhar em cima de suas características individuais para garantir a segurança do cego.

Passo 5: o lar definitivo

Aqui se inicia a procura por alguém cujo ritmo de vida seja compatível com as características apresentadas pelo cão. Formando-se a parceria adequada, começa a instrução à pessoa com deficiência visual, que durante 20 dias transitará com o novo amigo por seus locais habituais. A presença do treinador vai se afastando aos poucos e, por vezes, ele anda escondido do cão para desvincular-se como referência. Quando o cão-guia é cedido por instituições, mesmo após o entrosamento da dupla, há um acompanhamento regular, que inclui visitas e intervenções caso haja problemas. A vida útil de um cão, desempenhando suas funções de maneira eficiente, gira em torno de 8 a 10 anos, depois ele começa a perder a capacidade de resposta.

Quem faz o trabalho

Existem poucas instituições brasileiras que treinam cães-guia. Em São Paulo foi assinado um convênio em 2009 entre a Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência e a Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ) da Universidade de São Paulo (USP), a fim de criar um Centro de Estudos e de Treinamento do Cão-Guia com a participação financeira do Governo Estadual. No entanto, o projeto ainda não foi iniciado.
Formação profissional

Para tornar-se um treinador ou instrutor de cães-guia é necessário estudar no exterior, já que no Brasil não existe esse tipo de formação. Moisés Vieira, que atua na ONG paulista Iris, cursou quatro anos na Nova Zelândia. Ele diz que poderia dar aulas no Brasil, no entanto, não há estrutura para isso. “Eu precisaria de pelo menos 12 cães disponíveis para formar um treinador”. Para se ter ideia, de acordo com a Iris, estima-se ter apenas 60 cães guia atualmente em todo o País. Segundo dados do Conselho Brasileiro de Oftalmologia, em outubro de 2009, há 1,4 milhão de cegos no Brasil e mais cerca de 5,4 milhões de deficiência visual séria (que conseguem utilizar-se do que resta da visão para realizarem tarefas cotidianas). ?


SERVIÇOS:

IRIS - Instituto de Responsabilidade e Inclusão Social
São Paulo (SP) - www.iris.org.br

Helen Keller Escola de Cães-guia
Balneário Camboriú (SC) - www.caoguia.org.br

Esta matéria foi extraida da revista Vida Natural & Equilíbrio.

02 setembro 2010

SAI DA FRENTE, BUNDÃO!

Oh! Abre alas que eu quero passar...
Como tem mala atrapalhando a passagem!
Uns porta-malas de mais de 150 cm. de circunferência.
Mais que carro estacionado na calçada.
Hoje tive que me desviar bastante das placas de candidatos e candidatas, frutinhas e cortinas que se espalham pelas calçadas da Vila Mariana.
Cadê a Cidade Limpa?
Quase entrei num diretório de um candidato do PT. Queria perguntar se é verdade mesmo que a entidade até recentemente presidida por ele tinha emprestado mesmo, a fundo perdido, QUARENTA MILHÕES para a BANCOOP.
Achei melhor não! Fui meio bundão, reconheço, mas vai que abrem minha declaração de imposto de renda... Ai, Meu Santo André!... Quase sendo rebaixado na série B.
Meu caminho era o mercado.
Pelo tamanho da fila à porta, pensei que tivessem aberto uma casa lotérica dentro do mercado... A Mega Sena está acumulada novamente e a população sonha em deixar 45% de sua aposta para o governo torrar em fisiologismo.
Prestei mais atenção e vi uma placa oferecendo diversas funções para trabalho.
Bananas,goiabas e pizzas fritas devidamente pagas, indaguei a “mocinha” do caixa o porquê (até este porque tem acento) de tamanha fila.
Inacreditável!
Nesta época apropriada para trocarmos nossos representantes, a fila era para trocar cupons por bichos de pelúcia.
Que fofinhos!
No mesmo instante, uma gritaria...
Dois bundões discutiam... Bundões mesmo... Tipo os descritos acima... Um entrevero por causa de um último bichinho de pelúcia.
Para mantermos o tamanho do assunto, achei que fosse um elefante. Dei uma girafada, mas não o identifiquei o bicho.
Caminho da roça que eu precisava colocar o blog no ar.
Como podem perceber consegui, mas no caminho fiquei matutando sobre bundões que atrapalham a vida da gente.
Está certo que me vieram imagens da Rita Cadillac, da Gretchen, dos eleitores que votam em qualquer um sem avaliar, mas lembrei-me de uma passagem ocorrida nesta semana.
Estava no Shopping, na praça de alimentação e ao fundo, no balcão de uma franquia alimentícia, encostou uma bunda merecedora de ser vista.
Aquelas tipo procissão. Quando passa, um monte de homem segue atrás.
Olhos atentos desviados para a monumental vista panorâmica.
De repente, não mais que de repente, outra bunda, esta descomunal e masculina, tenta se encaixar na mesinha do espaço de alimentação e se interpõe entre meus olhos e a outra bunda.
Minha vontade foi de gritar: Sai da frente, bundão!
Eu, hein! O cara era muito grande.
Finalmente ele conseguiu se encaixar.
Oba!
Uma ova!
A bunda do balcão sumira...
Caracas! È tão raro aparecer uma bunda decente e quando aparece vem um bundão é atrapalha...
Parece o braziu, sô!
Oh! Idiota... É o braziu...
Está bem... Está bem... Não precisa ficar lembrando, grilo...

31 agosto 2010

CORINTHIANS - CENTENARIO - MOMENTOS INESQUECIVEIS


“Ser corinthiano é muito além de ser ou não ser o primeiro”.
Toquinho e Sócrates acertaram na mosca.
Títulos sempre são bons, mas o que fica mesmo na memória são os jogos.
Jogos especiais.
Vitórias quase impossíveis, derrotas amargas ou, lembrando o Paulinho Nogueira: ”um simples empate quando era preciso ganhar...”
Puxem pela memória e verão. Todos temos jogos inesquecíveis. Geralmente, costumamos nos lembrar mais das amarguras que das alegrias.
Comecei a sofrer desde que nasci. Sou daqueles nascidos quase imediatamente após o empate de um a um contra o Palestra em fevereiro de 1955, que nos deu o título de “Campeão do Centenário” de 1954, que passaram toda a infância sofrendo com o “Faz-me rir”, amargando o “tabu” e o “jejum”...
Nem Gandhi agüentaria tanto, mas não foram 23 anos... Foram “vinte e dois anos, oito meses e seis dias”.
Esclareça-se ainda que o “tabu” existiu em Campeonatos Paulistas. O Manto ganhou pelo menos uma vez das Viuvinhas em jogos de menor importância. Em 1962, por três a um, no Monumental da Fazendinha..
Enfim, às partidas memoráveis.
A primeira foi uma derrota. Acho que chorei naquele dezembro de 1964.
Começamos ganhando de um a zero, gol do Ferreirinha (alguém lembra?). Ainda ficamos à frente, com Bazzani marcando dois a um, Mas os dois gols do Silva não foram suficientes para impedir a derrota. Sete a quatro. O curioso é que Oswaldo Brandão, técnico campeão de 1954, estava em seu primeiro jogo em mais uma de suas passagens pelo Corinthians, amargou dezoito gols do Edson em uma semana. Tinha perdido de onze a zero como técnico do Botafogo de Ribeirão dias antes.
Nova esperança de quebra do tabu no ano seguinte. Já tínhamos o reizinho Rivelino (com um ele só ainda). Justo ele foi fazer um pênalti no Rei, que marcou mais um e definiu o placar de quatro a quatro.
Fevereiro de 1966. Torneio Rio São Paulo. Quarta à noite no Pacaembu. O Manto havia tirado Ditão e Nair da Lusa, numa conturbada negociação. O Reizinho não usava o Manto número dez, vestido por Thales. Em menos de dois minutos ganhávamos de dois a zero do pessoal da Padaria. Gols de Flávio e Roberto Bataglia. Empataram dois a dois com Silvio e o Príncipe Ivair... Depois, passávamos à frente e os teimosos bigodudos de sotaque empatavam... Flávio fez três a dois, Caldeira três a três, o baiano Gilson Porto quatro a três e o Príncipe novamente empatou. Quatro a quatro a dez minutos do final. Aos quarenta e dois, Flávio Minuano de falta marcou nosso quinto gol. Foram mais alguns minutos de angústia, mas vencemos.
Dezembro de 1967. Campeonato Paulista. Os Bambi eram apenas pó-de-arroz. Ganhavam o jogo de um a zero. Lourival fizera o gol. Comemoravam o título. Menos de cinco minutos para o final e Benedito Carlos da Silva, Benê, marcou o gol de empate. Comemoramos como se fôssemos os campeões. O tricolor perderia das viuvinhas, que ainda estavam casadas, na decisão por dois a um.
Seis de Março de 1968. Pacaembu. Campeonato Paulista. Diogo, Oswaldo Cunha, Ditão, Luis Carlos e Maciel, Edson e Rivelino, Buião, Paulo Borges, Flávio e Eduardo (que faleceria meses depois, juntamente com Lidu, em um acidente de automóvel) vestiam o Manto Sagrado. Ao final do jogo, a Fiel gritava: “Um, dois, três... O ....... é freguês”. Era o fim de onze anos e vinte e dois jogos sem vitórias diante das viuvinhas. Precisa dizer quem marcou os gols? Está bem... O Gazela fez o primeiro aos treze e o Minuano aos trinta e um do segundo tempo. Era o fim do tabu...
Em 1971, uma virada no Morumbi! Os porquinhos, que eram ainda periquitos, em dez minutos estavam ganhando de dois a zero, com César Maluco. No segundo tempo, o técnico Francisco Sarno coloca um tal de Adãozinho para estrear no Manto. Aos cinco minutos, Mirandinha diminui. Depois três minutos que devem ter matado centenas de cardíacos. Vinte e dois minutos, não é que o Adão Ambrósio acerta o ângulo e empata. Não deu nem para comemorar. Aos vinte e três, Leivinha coloca os periquitos à frente. Tira o nó da garganta aos vinte e cinco quando Tião empata de novo. Nos minutos finais, Mirandinha marca e ganhamos de quatro a três.... Um, dois, três... Outro freguês.
Dezembro de 1972. Ado, Zé Maria, Baldochi, Luis Carlos e Pedrinho, Edson, Rivelino e Sicupira, Paulo Borges, Mirandinha e Aladim vestiam habitualmente o Manto naquele ano. Um dos melhores times que vi jogar. Nesse jogo eu estava lá sofrendo na curva do Pacaembu lotado. Aladim não jogou. Pressão total sobre o Ceará. Helio Show, o goleiro defendendo tudo. Só a vitória interessava. Enfim, aos quarenta e tantos do segundo tempo, bate-rebate na área nordestina. Até hoje não se sabe se o gol foi do Sicupira ou contra. Estávamos nas semifinais do campeonato Brasileiro. Nem me lembre que perderíamos de virada para o Botafogo, numa falha do goleiro Ado, há menos de dez minutos do final da partida.
Tome sofrimento. Vésperas do Natal de 1974. Morumbi tingido de branco e preto. Tinha que ser naquele dia o final da espera. Até hoje vejo Ronaldo acertando o chute que além de entrar no gol de Buttice, fez calar a mim e mais milhares de Fiéis por uns dois minutos. Depois, incentivamos até o fim, mas perdemos de um a zero. Mais um ano na espera.
Dezembro de 1976. Será que o Campeonato Brasileiro viria antes do Paulista? Ilusão naquele domingo de muita chuva na Cidade Maravilhosa. Mais maravilhosa ainda para nós, naquele dia. Máquina pó-de-arroz com o Reizinho do outro lado fez um a zero. Ruço empata e Tobias fechou o gol na disputa em pênaltis. Na semana seguinte, fomos até Porto Alegre para perdermos a final contra o Colorado. Mas esta também não me lembre.
Finalmente o jogo inesquecível de todos. Duzentos e setenta minutos de sofrimento e glória em três atos no Recreio do Morumbi. De seis a treze de outubro de 1977. No primeiro ato, Palhinha de cara, e sem querer, faz um a zero e se machuca. No segundo, Vaguinho faz dois a zero. Era o título ambicionado... Quase... Dicá e Rui Rei jogaram água no chopp... Lembrando-me de Fiori Gigliotti, as cortinas seriam abertas para o terceiro ato... O final todos sabem... Faltavam oito minutos para o final, quando o “Pé de Anjo” Basílio levou a Fiel ao céu.
Depois disso, para mim, não haveria mais jogos inesquecíveis. Os títulos viraram hábito. Lembro-me vagamente do gol de Tupãzinho no primeiro titulo brasileiro e de lances da época da democracia. ´
Do “Faz-me-rir ao fim da fila” ficaram registradas as maiores emoções que o Manto Sagrado me proporcionou.
Acho que nem a Libertadores me emocionará tanto.
Parabéns Corinthians...
Obrigado por existir...
Dá licença de novo, Toquinho!
Ser corinthiano é ser também um pouco mais brasileiro.

12 agosto 2010

BANCOOP – ME ENGANA QUE EU GOSTO, TONHÃO

Para relaxar e entender melhor, algumas alegorias.
Discutiam os patrícios Mané e Quinzinho n´além mar, no acerto de contas de uma bacalhoada pendurada:
Oh! Pá, se minha dívida era 50 escudos e tornou-se 15 escudos? Quando me enganas? Agora ou me enganava antes?
Unindo-se a discussão dos gajos, um ditado árabe:
“Se és enganado (traído) por alguém uma vez, a culpa não será sua. Se fores pela segunda, com certeza será”.
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A BANCOOP sempre tentando causar cizânia entre suas vítimas.
Criar ansiedades, expectativas e discórdia.
No recesso da CPI, que juntamente com o MP encaixa o quebra-cabeça do uso indevido do dinheiro dos cooperados, mandou seus advogados “convocarem” advogados das vítimas apresentando propostas tão mirabolantes, quanto impossíveis.
Números são números desde os primórdios dos tempos e contas são feitas com eles.
Compreendemos que números não pertençam ao ramo das Ciências Exatas, não muito afetas aos atores do mundo jurídico, salvo na contratação de honorários e sucumbências.
As contas da BANCOOP, se já não fecham com seus próprios dados, como fecharão com os dados absolutamente aleatórios apresentados?
Enfim, se até hoje os números apresentados pela Cooperativa eram absolutamente inconfiáveis, seus terrenos não lhe pertenciam, suas escrituras não eram passadas, será que agora serão?
De modo amigável?
Extra-judicialmente?
Chega de tergiversações!
Vamos aos fatos?
A proposta apresentada pelos advogados da BANCOOP, Drs. Pedro Dallari e Leticya Achur aos advogados dos empreendimentos Morada Inglesa, Casa Verde, Cachoeira, Anália Franco, St. Phillip, Vila Mariana, Torres de Pirituba, Vilas da Penha, Horto Florestal, Parque da Orquídeas, Colina Park, Mandaqui e Liberty é mais ou menos a seguinte:
Vocês me devem tanto e pagam metade, um terço, um quarto, etc. e fim de discussão.
Ah! Com uma ressalva.
Tem que ser aprovado pela totalidade das seccionais. Seccionais, mesmo...
E até o dia 18 de agosto.
Ao Village a proposta sequer foi apresentada.
Ora!
Será que alguém em são consciência pode acreditar que haja aceitação total e de imediato.
Nem em regimes totalitários.
Na salada de frutas que está a situação de cada empreendimento, provavelmente, haja poucos casos assemelhados. Querem comparar bananas com melancias.
Alguns exemplos, conhecidíssimos.
Vila Mariana está construída, terreno em nome da cooperativa, e só falta, de fato e salvo algum susto não impossível, escrituras e discussão de valores.
Há alguns empreendimentos em semelhante situação.
Entretanto:
O Liberty é um esqueleto endividado e Anália Franco é um esqueleto credor.
Já Vilas da Penha, aos pedaços, tem terreno em nome de terceiro e Village Palmas todo construído, com algumas casas rachadas, sequer existe legalmente.
Juntar tudo num liquidificador só?
Será que mais alguém, além de mim, passou a acreditar em coelhinho da Páscoa? Em Saci? Pode ser... estamos no mês do folclore.
A BANCOOP passou a ser confiável?
Lobo depilado continua lobo.
A manobra é seguramente apenas mais uma “maravilhosa e mentirosa” proposta para iludir incautos, causando a divisão característica no ser humano egoísta.
Colegas de infortúnio, a situação não se resolverá com um pozinho de pirilimpimpim.
A demorada, por diversos motivos, denúncia da parte do Ministério Público deverá incomodar muita gente... as eleições se aproximam... a CPI fecha o cerco.
Sabemos que os advogados estão cansados, mas não sofrem tanto quanto seus representados.
Se a BANCOOP pretende se render realmente, a rendição tem que ser na forma proposta por cooperados, não através de interlocutores.
O estatuto impede a entrada de advogados em assembléias.
Se a BANCOOP quer apresentar propostas, seus dirigentes agendem reuniões com lideres dos empreendimentos, apresentando dados concretos, individualizados, comprovados e por escrito.
A BANCOOP não está em condições de oferecer nada.
Seus dirigentes que ganham um apartamento por ano de salários, deveriam mais é ter seus salários penhorados e bens indisponibilizados.
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Vou terminar porque a Poliana me mandou um email, protestando: Seu chato, vou pagar só metade...
Querida Poli, metade de quanto, cara pálida?
Ah! Poli, responda-me uma perguntinha a mais: Quando você estiver no aconchego de sua novelinha e receber um telefonema lhe cobrando um recebível que a Cooperativa repassou para alguém para cobrir aquela metade, terço, quarto que você não pagou, você vai reclamar com quem?
Peraí, acendeu meu site de relacionamentos...
É o Tonhão discutindo com a namorada: “Me engana que eu gosto!”
Oh! Tonhão... Linha cruzada... Você é cooperado também?
Que sorte a sua!
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08 agosto 2010

BANCOOP - A NOVA PROPOSTA

A BANCOOP distribui informativo desinformando mais uma vez para confundir e tentar dividir o valoroso movimento de resistência de suas vítimas.
Diz que está entabulando negociações com os advogados.
Realmente houve três reuniões com quatro advogados que representam Vila Mariana, Morada Inglesa, Casa Verde, Cachoeira, Anália Franco, St. Phillip, Pirituba, Vilas Penha, Village, Horto, Recanto das Orquídeas, Tatuapé, Mandaqui e Liberty.
Apresentaram propostas com "maravilhosos" valores aleatórios para os prédios que estão prontos, nada de novo aos que estão em construção (permanece a transferência para construtoras com pagamento de multas demissionais) e absolutamente nada para o Village Palmas (construído sem alvará).
Como se tudo fosse igual e com aprovação explícita de todas as Seccionais.
Tudo de uma tacada só, atropelando direitos individuais ou já decididos judicialmente.
A proposta é válida por apenas 45 dias. Será coincidência com o período eleitoral?
A princípio, reparem na impossibilidade do acordo coletivo, visto que alguns empreendimentos sequer se fizeram presente, como p.ex. Moóca, Bela Cintra, Vila Clementino, entre outros.
A manobra é apenas mais uma lenga-lenga protelatória, às vésperas de novas revelações judiciais e na CPI.
O desejo astuto da cooperativa é dividir opiniões e a luta. Usar o argumento da transferência da responsabilidade de “não ser possível” o acordo diante da manifestação contrária dos cooperados, fato que já se revelou em reuniões de pelo menos três empreendimentos que preferiram permanecer no embate por seus direitos reais a aceitar dados novamente improváveis e unilaterais.
Não se deixe iludir!
A BANCOOP não tem nada a oferecer.
Tudo o mais é boato, que sabem plantar muito bem...
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De certo mesmo apenas a crescente mobilização para a manifestação a ser realizada no dia 17 de Agosto na Assembléia Legislativa.
Organize seu empreendimento.

06 agosto 2010

DEBATE - CASSINHO GANHOU

Socorro, Chico!
Dá um cutucão no pessoal.
Chama o Covas, o Brizola, o Jânio.
Pede para eles darem uma descidinha (ou subidinha, sei lá).
Onde está você, Gabi?
Espreme... espreme... que sai alguma coisa.
Melhor, não... Capaz de espirrar Botox.
Achei que tinha candidato parecido com bonequinho de ventríloquo?
Se o assessor não manda o que falar, ele não sabe o que dizer. Não termina a frase..
Parece que está lendo teleprompter e de repente...
Ah! Por isso, cortavam o microfone.
Cortar microfone é coisa de ditadura e ditadura é com os amigos do Rei.
Ahmedinho, Chavinho, Castrinho, Evinho...
Se é vinho, me dá um cálice...
Vocês vão ver é o cale-se que vamos levar, se não votarmos direito. Vai ser uma esquerda no fígado.
Diz lá, cumpade... Tucano também usa botox?
Ele é assim mesmo... Não dá risada... Também pudera... Contrataram o Filipão e não ganham uma... Ele foi até num almoço no Corinthians.
Eu já acho que é porque não teve sangue no debate.
Gostei mesmo foi da Melancia.
Melancia? Quem é candidata é a Mulher Melão...
Melancia, sim... Verde por fora, mas vermelhinha, vermelhinha por dentro.
Até ontem era governo.
Adorei daquele candidato da Terceira Idade.
Resgatou a provocação dos velhos tempos.
Chamou aos outros de Polyana e ninguém reagiu.
O que é que é Polyana?.
Sei lá! Veja no Google.
Deve ser irmã do Cassinho...
Cassinho????????????????????
O Acácio. Foi o que vimos no debate. Vou fazer, você não fez, nem vocês. Máximas Acacianas
Mutirão de exame de próstata. Ui!
Se tivesse mutirão de cirurgia de cataratas, talvez eu encontrasse o zero que falta na minha aposentadoria congelada pelo redutor.
Psiu!... Eu sou diferente...
Quem disse isso?
Ah! É ele de novo. Deixa ele! Pode falar o que quiser. Não tem chance mesmo.
Coisa mais sem graça esse debate. Parecia dançar com a irmã.
Mais divertida foi a vitória dos Bambis, também lá pras bandas do Morumbi.
Ganharam e foram eliminados.
Kkkkkkkkkkkkkkkkkk..
Por isso, é que eu acredito é em você, Jorginho!

31 julho 2010

ADONIRAN BARBOSA


Se acabar a Luz da Light
Eu Acendo o Candeeiro
Prá Mané não apagar...
Tiver Despejo na Favela
Ou derrubarem a Maloca
Eu Arranjo Outro Lugar.
Vou Prá Banda de Lá:
Casa Verde ou do Piolho
Qualquer morro serve...
Já tenho a solução:
Durmo na Praça da Sé,
Viaduto Santa Ifigênia.
Prá que chorar na rampa?
Dar bom dia a tristeza?
Vou é Tocar na Banda
Quero Ver Quem Pode Mais...
Passei no Casamento do Moacir,
Tinha Filé de Onça,
E Torresmo à Milanesa
Levei Nicola e Arnesto,
Pois Malvina, Dona Boa
Foi Amor Que Já Passou...
Perdi o Trem das Onze
Voltei no Caminhão do Simão...
Agora vai!...
Dondoca, Minha Nega!
Quem bate sou eu...
Nem precisa Jogar a Chave,
Que eu não quero entrar...
Minha vida me consome...
Não me deu satisfação...
Sigo no Vai da Valsa...

Já fui uma brasa.
À Iracema e Carolina
Dei Prova de Carinho.
Hoje, Mãe, eu Juro...
Meu amor é o Timão.
Agüenta a mão, João...
Diz o Provérbio, um Ditado,
Envelhecer é uma arte...
Parece Conselho de Mulher.
Aqui! Gerarda... Chega...
E Deus te abençoe!
Rubinato...

28 julho 2010

VELHOS RECICLAVEIS

Estavam em duas ou três caixas.
Velhos, úmidos, rasgados.
Esperando o lixeiro ou o catador de recicláveis.
Deu-me um aperto, enquanto espero o semáforo abrir.
Fossem outros tempos, talvez, sentasse no chão e os folheasse.
Nunca se sabe o que podemos encontrar quando procuramos qualquer coisa ou nada.
Quem já pesquisou dicionários, sabe bem o que isso.
Procura uma palavra, erra pelas páginas e descobre diversas outras com significados que nem fazia idéia.
Estrapilhos devem recolher aquelas caixas.
Pesá-las e vendê-las por um sanduíche ou uma pitada de crack.
Nunca tive coragem de jogar um fora.
Tenho me abstido de transportar mais alfarrábios para casa, por falta de espaço.
Falta de espaço também no cérebro.
O semáforo de transeuntes verdeja e sigo.
Completa a travessia, não resisto a parar e virar-me para olhar mais um pouco para eles.
As páginas dos velhos livros estão condenadas a se tornarem matéria prima reciclada.
Fica a dúvida se as informações que contêm em cada palavra também já cumpriram seu papel.
Num país de tantos analfabetos, funcionais ou não, quanto ensinamento aqueles livros poderiam ainda distribuir.
Penso no trabalho dos escritores.
Tudo indo ao lixo.
Vou em frente, com meu arrependimento de não recolher os condenados.

27 julho 2010

BRASILEIRAS BUNDUDAS...

Rita Lee!
Meu acuda, minha santa!
A mulher brasileira está Mutante...
Pagu não é mais aquela.
Você disse e eu acreditei que nem toda concidadã era só bunda.
Democraticamente, passei a olhar para outras partes...
Deu na imprensa, na primeira página de um jornal “segunda linha” em St.Paul:
Fábricas de lingerie percebem o aumento das proeminências e mudam a forma.
Até do fio dental?
Hum...
Será efeito da “palmadinha na infância”, em fase de proibição?
Tapinha não dói, mas aumenta?
Já sei! Por isso temos tantos “bundões” em “terras brazilis”?
Menino costuma apanhar muito.
Meninas nem tanto.
Na infância...
Apanham depois de grandinhas...
Algumas de ficar corcunda.
E têm que ser mais macho que muito homem para sobreviverem.
Essas não saem nas primeiras páginas.

23 julho 2010

MURICY NA SELEÇÃO - MELHOR PARA O TIMÃO


Finalmente escolheram o substituto de Dunga.
Muricy... Tem a fama de Zangado.
Obrigado pela força, Jorginho.
Foi a melhor escolha para o Manto Sagrado.
Ufa! Que alivio...
Os “pó de arroz” das Laranjeiras passavam a nossa frente.
Agora, eles trocam o treinador e, se tudo correr bem, perdem o rumo no Campeonato Nacional.
Pelos nossos lados, vamos continuar com a lenga-lenga, Mano.
Goleada de um a zero aqui, empate salvador no último minuto ali, derrota para o “lanterna” do campeonato acolá.
Fazer o que?
Nosso destino é sofrer.
Falando em Muricy que apareceu no Futebol Dente de Leite, me conta uma coisa, Jorginho:.
O Dentinho está cariado?
Parece que ele perdeu a fome de bola... Faz um tempão que não faz gol.
Diz outra coisa: O Tião perder dois pênaltis seguidos é praga suína?
Tião, sim.... O Chicão chama-se Sebastião. Não espalhem, oh!pá!
Lembra que nos demos muitas gargalhadas com eles?
Perderam meia dúzia em seguida...
Brrrrrr! Faltam quatro.
Quatro pênaltis nada.
Quatro anos para a próxima Copa.
Será que o Muricy agüenta o Ricardão?

MURICY NA SELEÇÃO - MELHOR PARA O TIMÃO

Finalmente escolheram o substituto de Dunga.
Muricy.
Obrigado pela força, Jorginho.
Foi a melhor escolha para o Manto Sagrado.
Ufa! Que alivio...
Os “pó de arroz” das Laranjeiras passavam a nossa frente.
Agora, eles trocam o treinador e, se tudo correr bem, perdem o rumo no Campeonato Nacional.
Pelos nossos lados, vamos continuar com a lenga-lenga, Mano.
Goleada de um a zero aqui, empate salvador no último minuto ali, derrota para o “lanterna” do campeonato acolá.
Fazer o que?
Nosso destino é sofrer.
Falando em Muricy que apareceu no Futebol Dente de Leite, me conta uma coisa, Jorginho:.
O Dentinho está cariado?
Parece que ele perdeu a fome de bola... Faz um tempão que não faz gol.
Diz outra coisa: O Tião perder dois pênaltis seguidos é praga suína?
Tião, sim.... O Chicão chama-se Sebastião. Não espalhem, oh!pá!
Lembra que nos demos muitas gargalhadas com eles?
Perderam meia dúzia em seguida...
Brrrrrr! Faltam quatro.
Quatro pênaltis nada.
Quatro anos para a próxima Copa.
Será que o Muricy agüenta o Ricardão?

E agora, Zé...

E agora Zé?...
E agora você?
Que fazer com esse bebê?
Justo você...
Mineiro dos românticos...
Caiu no realismo!
E agora, Zé?
Mineiro?
Come quieto!
Batom no casaco?
Batom nas cuecas...
Também tinha?
Cuecas não foram esquecidas...
Ah! Nas cuecas coloca-se dinheiro...
Essas modernidades...
Maldito DNA...
Podia ter dormido...
Definitivamente...
sem essa...
Rosinha nem era fora do casamento...
Mas, Zé...
Desculpe-me pelo Zé, Zé...
Agiu igual a um Zé qualquer...
Zé Mané Matuto calibrado a caninha...
desqualificado...
Tinha que desqualificar?
Ser um ser comum?
Chamar a mãe de prostituta?
Zé...
E se as prostitutas se solidarizarem?
Na hora de votar?
Nem é bom lembrar...
Muitos perderão o foro privilegiado...
A imunidade...
Você deve ter razão...
Conhece bem essa gente...
Agora, Zé...
Como reagiria?
Chamassem sua filha disso?
Sairia no braço?
Serviria um queijinho?
Um doce de leite?
Mulherzinha de programa?
Cuidado com essa raça...
Mulheres...
De programa...
Por falta de programa...
São terríveis...
Contam segredos...
De alcova...
Das cercas...
De trás da igreja...
Para a imprensa...
Escrevem livros...
Zé...
Podia ter mandado umas camisetas...
Arranjado um cargo comissionado...
È assim que se faz, Zé...
A festa acabou...
Sua luz apagou...
Sozinho no escuro
Sua doce palavra,
Está sem discurso...
se você morresse…
você não morre,
você é duro, Zé!
quer ir para Minas?
Minas não há mais.
Zé, e agora ?
Que mancada, Zé!

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Versos incidentais propositais do poema "E agora, José" de Carlos Drumond de Andrade..

22 julho 2010

CAT KILLER... UM PLANO DE AÇÃO

Nada como uma quarta-feira chata, depois de uma terça-feira feliz...
Meu livro “Vampiros... Do outro lado do muro?” ficou pronto....
Eita quarta feira braba!
Muito indigesta!
Começou a notícia de uma “frutífera” reunião de advogados com a BANCOOP e terminou com a derrota do Manto...

Mas, houve a interessante a notícia que alguém está dando fim nos gatos do cemitério do Araçá.
Já não bastava o estilista que colecionava vasos de bronze da Necrópole da Consolação?
Paz aos mortos, please...
Mr. Serial Killer de Gatos, posso doravantemente (ai, adoro um bem amado juridiquês) denominar V.Sra. de Cat Killer?
Simpático o nome, não?
Então vamos lá...
Cat Killer, my dear...
Venho através desta, enviar-lhe um estratagema para facilitar sua vida e também pode colaborar para solver outros problemas da metrópole.
Acho que nem o CSI descobrirá a trama.
Podemos atrair uns idosos para frente do ponto de táxi do Campo Santo.
Um folder com promoção de supermercado é ideal para isso.
Plantamos, na imprensa, notícias sobre o estacionamento em volta não ter mais zona azul. Vai chover flanelinhas para fazer a comum extorsão.
Podem cobrar à vontade...
Apenas uma obrigação, conforme o Código de Defesa do Consumidor...
Só receberão após a prestação do serviço...
Além de não riscarem os carros, terão que impedir a queda de dejetos inservíveis das “palomas” sobre o teto dos pontozeros financiados em 72 parcelas sem juros, no carnê. Se houver algum sem teto, não pode sujar os bancos...
As pombas sem ter aonde se aliviarem, o farão sobre os flanelinhas, que, enraivecidos, soltarão os cachorros nas pombas...
Os cães, incapazes de alcançar as pombas, atacarão os gatos do cemitério e estes, inconformados com a perda da tranqüilidade que viviam, sairão ao encalço das columbas...
Columba?!?! Pascal!?!?... Idéia genial para colocarmos na promoção do folder...
Que tal, Cat?
Em desespero e não conseguindo voar de tão gordas, de tanto comer porcarias gordurosas, as pombas soltas, a molde de certos países, serão apedrejadas pelos flanelinhas...
Logicamente serão expulsos do local pelos idosos e taxistas em balbúrdia, estes indignados pelo óbito das penosas e, aqueles, muito mais revoltados ainda, pelo fim do estoque das Columbas Pascais do supermercado...
Viu como facilita sua vida, Cat?
Cães atacam gatos, que atacam pombas, que defecam na cabeça de flanelinhas, que são expulsos pelos idosos e taxistas.
Fecha-se o elo perdido da cadeia (cáspite, tinha que me lembrar da Bancoop) ecológica alimentar.
Você estará vingado do susto que levou quando saiu aquele gato preto da sepultura.
A paz voltará a reinar aos mortos.
E os cachorros? Ficarão abandonados?
Será que algum taxista ou idoso não quer adotar um?
Mas, por gentileza, leve-o para bem longe de minha casa, pois o da vizinha ficou latindo a tarde inteira para completar a tormenta desta quarta-feira.

21 julho 2010

BANCOOP - A ULTIMA PROPOSTA

Como suspeitávamos!

Os advogados da BANCOOP Dr. Pedro Dallari e Dra. Leticya agendaram reunião com alguns advogados dos cooperados, acenando uma proposta coletiva de solução para o caso.

O encontro ocorreu na Assembleia Legislativa, hoje pela manhã - 21 de julho de 2010..

Resultado:
NADA!

Pura enrolação para colocar umas estacas na casa caindo e tentar blindar o caso até as eleições.
Confirma-se o que defendemos há muito tempo.
Conversa com a Cooperativa só nos autos dos processos...
O mais é desperdício de tempo, combustivel, et coetera...

Dentro dos propalados padrões de transparência, o advogado da BANCOOP não permitiu nenhum registro do encontro.
Depois eles publicam o que lhes der na telha..

Tem quem acredite...
Eu acredito em Papai Noel, Coelhinho da Páscoa, Saci Pererê e agosto é o mês do folclore...

Deixe-me ver se não tem nenhum motoqueiro seguindo...
-----------------------------------------------------------------------------
Não se esqueçam do Mantra de hoje:
"Por debaixo dos panos, prá ninguém saber..."

BANCOOP - Por Debaixo Dos Panos

Muita coisa obscura rolando nos bastidores.
Preparem seu coração e bolso...
Armação pode ser ilimitada...

Em referencia a censura às noticias sonegadas da BANCOOP e reuniões com “negociações em busca de soluções” articuladas nas coxias, sem que os cooperados tenham amplo conhecimento e ainda pelo fato do Jornal Estado de São Paulo estar há quase um ano censurado pelo caso Sarney – Boi Barrica, hoje os Apóstolos devem entoar um mantra (de Antonio Barros e Cecéu):

O que a gente faz
É por debaixo dos pano
Pra ninguém saber

É por debaixo dos pano
Se eu ganho mais
É por debaixo dos pano
Ou se vou perder
É por debaixo dos pano

É debaixo dos pano
Que a gente não tem medo
Pode guardar segredo
De tudo que se vê
É debaixo dos pano
Que a gente fala do fulano
E diz o que convém

É debaixo dos pano
Que eu me afogo
Que eu me dano
Sem perder o bem

É debaixo dos pano
Que a gente esconde tudo

E não se fica mudo
E tudo quer fazer
É debaixo dos pano
Que a gente comete um engano

Se ninguém saber
É debaixo dos pano
Que a gente entra pelo cano

Sem ninguém ver

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Para não dizer que não falo de coisas sérias:
Jorginho!
Hoje tem culto ao Manto...
Olhe lá!, hein, mano....

20 julho 2010

ÍNDIO ATACA O FORTE APACHE...

Os companheiros Buffalo Bill e Wyatt Earp se preparam para mais uma batalha...
Will encilha o cavalo e Uai dá um brilho em sua estrela, enquanto coloca as balas de prata em seu colt 45...
Teiqueirise, my dear, brada Willian Frederick Cody: Uai, vai usar uma QUARENTA E CINCO?
Oficorse, Will... Temos que expulsar os índios da costa Leste... Mandá-los lá para Sierra Madre..
Mas, quarenta e cinco não pega bem... É o código da tribo aliada... Vi nos sinais de fumaça...
Mas Fred, estou sem minha calibre 13 e general está de porre.
Outra vez?...
Perai, cumpadre... Porque vamos atacar os índios desta vez? Não apoiamos os quilombolas?
Verdade! Mas ordens são ordens.
Vamos levar o Crockett conosco?
Não sei... Ele pode se aliar ao Touro Sentado e sair do grupo.
Será que esse índio é o “Último dos Moicanos?..
Ser for o Tonto, ele chama o Zorro Branco e nós, óóó...
Entramos pelo cano....
Essa história está muito mal contada... E se acontecer como o Custer?
Ai! Meu Santo André... Assim não dá, Fred... Não sei de nada disso...
Talvez os índios estejam revoltados por causa daquelas ocas que prometemos construir e viraram pasto de bisões por essas planícies e Campinas?
Espere!... Sons... Vou ouvir o solo...
Escuta algo?
PAC, PAC, PAC, PAC, PAC, PAC...
Serão aliados?
Parece ser a 15ª.Cavalaria do Mal. Ney.
Aquele exército mercenário?
Precisamos deles, companheiro... Não há o que temer neste momento... Embora, saibamos que há traidores infiltrados por todos os lados...
Ocorre-me uma idéia, Uai...
O que?
Que tal chamarmos aquele jesuíta imigrante lá da América do Sul. Aquele que domesticou, catequizou, seiláoquizou os aborígenes latinos...
Ora, Fred... Latinos sul-americanos são mais fáceis de serem dominados... Por aqui, ainda temos o Cavalo Doido que se recusa a ser colocado numa reserva. Disse que ninguém vai lhe fazer sombra ao sol...
Caracas! Sempre há um Diógenes para encher o saco do Chefe, não é mesmo?
Chega de conversa... Vamos...
Hoje, não!
Porque, Fred?
Amanhã é ponto facultativo e tenho que fazer um bate-volta em Miami... Como eu adoro o Jovem Leste...
É mesmo... Velho Oeste não está com nada...
Depois a gente cuida desses índios e mandamos para Cuba... Aí vão ver o que é bom...
Garçon... dois caubóis...

19 julho 2010

PINA NO DRIVE-THRU DA ORAÇÃO

Gege! Cheguei...
Pina! Qual a desculpa para o atraso?
Nem vou dizer... A senhora não vai acreditar mesmo...
Ah! Eu acredito... Em você eu acredito...
Se a senhora acredita em mim, vai acreditar nessa...
Desembucha, que tem um tanque de roupa esperando...
Gege, eu fui num “drivitru”...
Ora, Pina! Inventa outra... Você não tem carro... E é “draive-tru”...
Podia entrar sem carro.
Para que serve um “drive-thru” sem carros?
Sei lá!... Mas podia entrar... E a senhora sabe como eu sou curiosa...
Entrei na fila, fiz um pedido num livro e paguei...
Claro, Pina! Drive-thru é assim mesmo. O que você pediu... Esfiha? E para que o livro?
Gege! Isso é segredo... O homem disse para eu ter fé, rezar bastante e quem vai atender o pedido é deus e que receberei o pedido no Paraíso...
Pina! Você endoideceu?
Juro, Gege! Se a senhora quiser eu levo lá... Aliás, o homem disse que devemos fazer isso... Eu até pus o endereço daqui... Podia, não é?
Não!
Agora já foi...
Pina, sabe o que eu acho? Que você foi tapeada...
Ai, Gegê! Não fala assim... O moço era tão simpático... Disse umas coisas tão bonitas... Que eu vou ser feliz... Foi mais otimista que a cartomante... A senhora já consultou cartomante?
Já, Pina!...
E o que ela disse?
Disse que iria aparecer um homem trabalhador em minha vida...
E apareceu?
Não! Apareceu você que fica enrolando para não trabalhar...
Ai! Gege... A senhora deve ser o inferno de minha vida que o homem falou... Ainda peço demissão...
Trouxe a carteira de trabalho?
Calma! Estava só brincando...
Brincando com fogo...
Está vendo... O homem tinha razão... O inferno... A senhora tem que ir lá...
Pina! Por deus... Olhe a hora... Hoje tem feira... Pega o carrinho...
To indo!
.........................
Gege! Será que eu posso passar o carrinho de feira no “draivetru” para ele abençoar?
Ai! Pára, senão eu é que chamo o Takeo... “Draive tru” de oração... Pode?