Roubar está na essência do homem... Alguns produzem e a ampla maioria rouba...
É assim desde os primórdios... Diria que a cobra que tentou Eva roubou a maçã...
Se não roubou a maçã, roubou o Éden do casal...
Só não sei exatamente o que foi, posteriormente, roubado por Adão e Eva...
Caim roubou a vida de Abel...
Todos roubam algo em algum momento...
“Eu, não!!!”.
Reajam, repudiando-me...
Acalmem-se e, mais calmos, reflitam...
Não é necessário ir à santa Madre Igreja confessar o roubo secreto que é impossível mentir para si.
Ela é uma das maiores infratoras desse pecado.
Roubava na Idade Média explicitamente.
Vendia indulgências.
Que estelionato!
Ainda que ninguém tenha voltado para reclamar, o ouro dos pecadores purificados ainda deve brilhar em algum anel de Bispo.
Hoje roubam em garagens e templos e escondem em bíblias.
Não se deve discutir religião?
Então, passemos ao futebol.
Não vou falar do superfaturamento das construções de estádios para a Copa.
Falarei apenas do esporte.
Logo nos lembramos de algum gol de mão, algum pênalti suspeito contra o braziu...
A favor, não foi roubo... Foi esperteza, a malícia do atacante brazileiro...
Não se deve discutir futebol.
Política não se deve discutir.
Pô, aí é sacanagem!
Falar em roubar na política é igual falar de corda em casa de enforcados... Entre “excelências para cá, excelências para lá...”, a gente sabe que vamos ser roubados.
IPTU, ISS, IPVA...Aqui em St.Paul tem até um impostômetro.
De impostos, não de impostores...
Saindo da letra I, tem precatório, verba de representação, et coetera...
Chega?...
Concordou que somos roubados?
O patrão rouba o suor do empregado pagando o mínimo pelo máximo suor.
O empregado se vinga e faz corpo mole.
Ou invade uma fazenda e destrói a produção de laranjas... Mata o vigia... Quebra o maquinário.
Ladrão roubando ladrão, cem anos de perdão.
Onde eu roubei?...
Perguntem-se...
Você comprou algo, a preço vil, de alguém em desespero?
Pô, meu... Foi negócio de oportunidade, responde, vai...
E se você fosse o desesperado?
Os povos bárbaros roubavam suas riquezas entre si.
Os ingleses, portugueses, holandeses, espanhóis saqueavam-se, mares afora...
Lá pelo canal da Mancha ainda hoje fica muito dinheiro roubado...
Enfim, viver é a arte de roubar e ser roubado...
O tempo todo, o dia todo.
Se você produz é escorchado pelos impostos.
Sonega, roubando, justificando-se de algum modo.
Se você compra de camelô, você está roubando o emprego de um brasileiro.
Acha que está ludibriando o imposto do governo que rouba você.
Um chinês explora o suor de um boliviano, numa máquina de costura no Brás ou Bom Retiro... Você vai lá e compra a roupa do chinês que rouba o boliviano que rouba o emprego de um brasileiro... E pode ser até que revenda a roupa... Tudo sem nota...
É uma corrente sem fim...
Uma imensa cadeia de ladrões onde somos um elo...
Ou vice-versa...
Agora, sabem, realmente, porque eu escrevi isso há dois anos?
Revoltado com uma notícia que li, narrando o drama de uma mulher pobre, quase negra, aidética que está presa há dois anos e meio porque roubou bolachas e biscoitos no supermercado...
Cadê os outros, perguntaria o macaco?
Os que roubam panetones, por exemplo?
Não vamos dar nome aos bois, porque o espaço é pequeno e o rebanho imenso.
Liste você os ladrões deste país.
Inclua os que roubam a vida diretamente, os que traficam e roubam os sonhos dos jovens, dos que ingressaram em cooperativas habitacionais...
Faltam dedos para a contagem?
Se não gostou de ser enquadrado, rasgue...
Ou passe esta corrente “prá frente, braziu...”
Salve a Seleção!
07 Fevereiro 2010
05 Fevereiro 2010
VERDADEIRO TEMPLO DOS MILAGRES
(baseado em fatos reais)
Deu na imprensa que em São Paulo surgem cerca de duzentos novos templos religiosos ao ano.
Logo, logo haverá mais garagens evangélicas que barzinhos ao redor de faculdade...
Por que a comparação?
Porque ambos fazem um barulho insuportável, por exemplo?
Porque nenhum costuma ter alvará de funcionamento?
Tem uma diferença marcante.
No templo pagam antes para obter promessas e no bar prometemos pagar depois.
Ma, viene qua, dio mio!
Não está na hora de mandar outro bambino para derrubar templos de falsos profetas?
Tudo bem que outro dia caiu um teto da Igreja dos pastores que ficaram em cana nos Estaites. Mas só isso?
Quem avisa amigo é: Ficará desacreditado, oh, painho!
Ficam prometendo miraculosos em seu nome e depois sabe quem vai pagar o pato...
Quando os consumidores caírem em si, vão dizer que o carnezinho do dizimo foi aí pra cima...
Já estão botando a culpa no xará síndico por causa do aguaceiro na cidade.
Na semana passada abriu um desses templos em frente a oficina do Chico, mecânico do bairro.
Mecânico de primeira. Achava de ouvido defeitos no motor.
Contou-me que não está escutando mais nada quando ligam o som da garagem da fé.
Coitado! Justo ele que não é de por os pés em igreja...
Exceto para casório, batizado... Essas coisas que mesmo comunistas italianos como ele praticam...
Ia reclamar na Prefeitura, mas a mulher dele converteu-se e é evangélica de outra fé e disse que deus castiga.
De nada adiantou argumentar que é ele que agüenta a penitência.
Homem que eu levava fé, estava ali!
Onipresente, salvou-me da aflição em muitas ocasiões.
Quantas vezes apareceu, atendendo meu pedido, quando meu velho Passat quebrava nas mais estranhas quebradas.
Sem contar os consertos sem ver o carro.
Olha se não é a vela que apagou!
A mangueira não está rasgada?
Tem gasolina?
Tinha também o poder da premonição...
A correia dentada vai quebrar. Ou: vai ficar sem embreagem...
O Chico era que nem a conta do bar. Primeiro ele fazia o milagre. Ficava na promessa de receber, sem nunca se negar a novos milagres a quem cometia o pecado do esquecimento...
Entre um grito e outro do pastor, deu tempo de rir...
Ele falou que estava seriamente pensando em mudar o nome de sua oficina de “Oficina do Chico” para “Templo do Senhor Chico”.
Acha que rende mais e quando precisar de silêncio é só pedir...
Milagres não lhe faltam...
Isso, já dei meu testemunho.
Deu na imprensa que em São Paulo surgem cerca de duzentos novos templos religiosos ao ano.
Logo, logo haverá mais garagens evangélicas que barzinhos ao redor de faculdade...
Por que a comparação?
Porque ambos fazem um barulho insuportável, por exemplo?
Porque nenhum costuma ter alvará de funcionamento?
Tem uma diferença marcante.
No templo pagam antes para obter promessas e no bar prometemos pagar depois.
Ma, viene qua, dio mio!
Não está na hora de mandar outro bambino para derrubar templos de falsos profetas?
Tudo bem que outro dia caiu um teto da Igreja dos pastores que ficaram em cana nos Estaites. Mas só isso?
Quem avisa amigo é: Ficará desacreditado, oh, painho!
Ficam prometendo miraculosos em seu nome e depois sabe quem vai pagar o pato...
Quando os consumidores caírem em si, vão dizer que o carnezinho do dizimo foi aí pra cima...
Já estão botando a culpa no xará síndico por causa do aguaceiro na cidade.
Na semana passada abriu um desses templos em frente a oficina do Chico, mecânico do bairro.
Mecânico de primeira. Achava de ouvido defeitos no motor.
Contou-me que não está escutando mais nada quando ligam o som da garagem da fé.
Coitado! Justo ele que não é de por os pés em igreja...
Exceto para casório, batizado... Essas coisas que mesmo comunistas italianos como ele praticam...
Ia reclamar na Prefeitura, mas a mulher dele converteu-se e é evangélica de outra fé e disse que deus castiga.
De nada adiantou argumentar que é ele que agüenta a penitência.
Homem que eu levava fé, estava ali!
Onipresente, salvou-me da aflição em muitas ocasiões.
Quantas vezes apareceu, atendendo meu pedido, quando meu velho Passat quebrava nas mais estranhas quebradas.
Sem contar os consertos sem ver o carro.
Olha se não é a vela que apagou!
A mangueira não está rasgada?
Tem gasolina?
Tinha também o poder da premonição...
A correia dentada vai quebrar. Ou: vai ficar sem embreagem...
O Chico era que nem a conta do bar. Primeiro ele fazia o milagre. Ficava na promessa de receber, sem nunca se negar a novos milagres a quem cometia o pecado do esquecimento...
Entre um grito e outro do pastor, deu tempo de rir...
Ele falou que estava seriamente pensando em mudar o nome de sua oficina de “Oficina do Chico” para “Templo do Senhor Chico”.
Acha que rende mais e quando precisar de silêncio é só pedir...
Milagres não lhe faltam...
Isso, já dei meu testemunho.
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PREMIO LITERARIO - SATELITE E.C.

No dia vinte e nove de Janeiro recebi premiação no concurso Dalton Trevisan de Contos do Satélite Esporte Clube... Foi uma das três premiações que recebi em 2009.
Seguem algumas fotos do evento e o conto premiado em terceiro lugar...

O HOMEM QUE COSIA O TEMPO
Ele tecia nozinhos num barbante para coser o tempo...
Jogava sozinho dominó a quatro mãos, com seus parceiros imaginários...
Fazia “passar” a jogada adivinhando a jogada de seu adversário...
Andava à noite uivando para a Lua Cheia...
Todos os outros internos tínhamos medo dele...
Tinha de ser dele o primeiro prato, o primeiro suco, a primeira sobremesa...
Devorava tudo como quem morre de fome...
Ou como o condenado na última refeição...
Quando teria sido a última refeição em que não conversara com os talheres?...
Ele não olhava para ninguém...
Exceto para a televisão quando discutia política com o presidente da República enquanto este discursava...
Os dois malucos...
Contava as gramas do jardim...

Brigava com o jardineiro que podava as roseiras que ele não podia tocar para não se ferir nos espinhos...
Toda noite gritava e chutava as portas declamando o hino nacional e convocando para o treinamento antiaéreo...
Ia tecendo seus nozinhos que a Desatadora dos Nós não desfaria...
Cada nozinho tinha sua história que ele ia desfiava para os dedos das mãos...
Que tinham nomes diferentes e tratava como quem cuida do filho na noite de febre...
Davam-lhe barbantes pequenos para que não se enforcasse...
Ele os consumia... Quando não cabiam mais nós, o barbante desaparecia...
Talvez o engolisse, como a mãe que deseja proteger o filho no útero...
Primeiro laço no novo barbante...
Depois mais um... E mais um...
Ele ia cosendo o tempo...
Seu tempo já se acabara...
Persistente, ele ia cosendo...
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03 Fevereiro 2010
VOLTAM AS AULAS... CUIDADO, CRIANÇAS!

VOLTAM AS AULAS... CUIDADO, CRIANÇAS!
Cadê meu silício?
Fui cúmplice e algoz disso durante 30 anos...
Será que tenho perdão?
Escola é um perigo!
Pobres crianças!
Bem, parte disso eu tinha ciência...
Aqueles olhares sonolentos chegando às sete horas da manhã no inverno.
Que pecado terão cometido para tamanho castigo, perguntava a meus zíperes.
Sinto-me menos culpado por haver trabalhado sempre em escolas públicas e umas horinhas depois alguns tomavam sua primeira refeição.
Sei de alguns que só se alimentavam na escola.
Escola faz é muito mal.
Peraí! Segurem as pedras! A escola também tem coisas boas... As férias, por exemplo...
Querem dar mau exemplo para as crianças ficarem mais violentas.
Como é o nome da violência da moda?
Bullying?
No meu tempo era briga de turminhas... E terminava com uma bronca de algum morador.
Estou na calçada esperando o hominho acender e observo o congestionamento à porta de um grande colégio da Zona Sul de São Paulo.
Os agentes de trânsito parecem diretores de bateria de tanto apito para que as mamães (e papais também) não parem em fila dupla para descarregar seus fofíssimos rebentos adolescentes.
Que saudade da aurora da minha vida, quando ia e voltava a pé... Eu era magrinho...
Sabem que eu chegava a caminhar três quilômetros para ir até a escola.
Chutava tampinha pra caramba!
E conhecia um monte de colegas que iam se juntando pelo caminho.
Hoje não tem mais essas coisas.
Os pais de hoje tem razão em levar seus filhos até a porta.
A violência da metrópole.
Quem ia roubar um Keds Bamba ou um Conguinha?
Acho uma violência carregar as mochilas de hoje em dia.
Eu, mirradinho que era, acho que não conseguiria. E esqueceria num canto perto das pedras que faziam os gols na rua.
Fico refletindo...
Se as crianças conseguirem aprender metade do conhecimento que carregam em suas mochilas certamente serão novos Einsteins.
No fundo, acho mesmo que sirva apenas para musculação, nestes tempos virtuais.
Na dúvida o livro ou Dr. Google?
Acendeu o hominho verde. Posso atravessar...
O senhor dá licença de tirar o carro da faixa de pedestre?
Não xinga que o menino está ouvindo...
Eu posso!
O garoto diz algo e desce do carro a uma quadra da escola.
Seu Zíper, fala a verdade! Se era para o garoto descer aqui podia ter vindo de metrô ou de ônibus, que tem faixa exclusiva e parava mais perto do colégio.
Putz! Era o maior prazer quando podia gastar um passe escolar e voltava de trólebus nos dias de chuva.
Trólebus, crianças!
Nunca ouviram falar? Ônibus elétricos? Os sucessores dos bondes.
Parem de rir!
Ainda bem que a mochila dele tem rodinhas... Não entorta a coluna!... Vixe! Quebrou a rodinha no buraco da calçada.
Pela carinha de "Oh! Vida! Oh! Dor! Oh azar!!" deve estar odiando o primeiro dia de aula.
Eu também...
Hoje eu acordei as sete com o buzinaço que dava para ouvir até na minha casa...
E eu não quero mais acordar cedo!
Deve ser castigo!
01 Fevereiro 2010
BLUE MOON EM DIA PALINDROMO?

Quase me passa despercebido...
Hoje é 01 de 02 de 2010.
Uma dia palíndromo...
De trás para frente é a mesma coisa.
O ultimo foi em...
Interatividade aí, pessoal...
Isso mesmo! Acertou...
20 de 02 de 2002...
O próximo se não me engano será em 11 de 02 de 2011.
Ocorrerá um em 18 de 02 de 2081. Não estarei vivo para comemorar o centenário de meu filho.
Estão vendo só como são raros dias palíndromos?
São mais raros que Blue Moons!
Não sabe o que são Blue Moons?
Um samba canção gravado pelo Blue Eyes?
O que é isso, companheiro?
Lua Azul é quando num mesmo mês ocorrem duas luas cheias...
Ocorrem em períodos de aproximadamente 32 meses, embora em 1980 tenham ocorrido duas quase consecutivas.
Janeiro e Março...
Se Fevereiro, mesmo bissexto naquele ano, não fosse econômico teria ocorrido nele.
A última Blue Moon foi em dezembro do ano passado.
Sabe o que pode ocorrer numa Blue Moon?
Na última aconteceram enchentes em São Paulo.
E num dia palíndromo como hoje?
São Paulo está cheia de enchentes...
A astrologia não explica o fato...
A numerologia também não...
Será que já ocorreu um Blue Moon num dia palíndromo?
Mais fácil acertar na Loteria...
Nunca!
Tomara mesmo que nunca aconteça tal conjunção astral-numérica.
Pode advir um dilúvio de afundar a arca do Noé.
Mas se não fosse o aprisionamento caseiro promovido pela chuva nem teria me lembrado de olhar o calendário e visto que hoje era um dia palíndromo...
Certas coisas parecem que acontecem porque tem que acontecer...
São imprevisíveis.
Não os dias palíndromos, nem as Blue Moons.
Muitos mistérios acontecem e pessoas especiais nascem nesses dias...
Você não acredita?
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28 Janeiro 2010
NA LÓGICA DO APAGÃO
Na falta de idéia mais luminosa, alguns fatos para pensar.
Nestes tempos de enchentes que não se arrume desculpas para a falta de energia elétrica.
Oh! Raios!
Quem foi que inventou de mudar as tomadas?
E acabar com a fabricação de lâmpadas incandescentes?
Me enganem que eu gosto...
Afinal sou cooperado da BANCOOP...
Qual é o índice de casas no “braziu varemnós” que possuem aterramento?
Só para começar a contagem vamos de favelas paulistas e cariocas, depois os rincões das antenas parabólicas, com Internet sem fio.
Rocinha, Borel, Heliópolis, Paraisópolis...
Calma, pessoal!
Não precisa correr... Aterramento não é soterramento.
Os postes onde os camelôs fazem “gato” no Metrô Santa Cruz (SP), com benjamins, para iluminar a barraquinha de churrasquinho de gato que deve ter morrido eletrocutado estão aterrados?
Essa mudança deve ser lobby dos fabricantes de adaptadores.
Quem está reformando sua casa ou apartamento só encontra tomadas novas que não se adaptam aos “machos” dos aparelhos eletrônicos velhos.
Quem está repondo os aparelhos novos, por vontade própria ou conseqüência da enchente só encontra “machos” novos que não se encaixam com tomadas velhas.
Precisavam seguir o exemplo dos garotões que se encaixam com atrizes maduras.
E tome adaptador.
Tem para todos os gostos, cores e gostos.
O mesmo vale para as lâmpadas incandescentes.
A mudança é mundial, inclusive para o terceiro mundo.
Consomem mais, são menos ecológicas e justifiquem como quiserem.
Mas custam 10% da econômica.
Onde está a economia?
Lobby chinês.
Estou preocupado com o que mesmo, se virou mexeu falta luz?
Deve ser para que não escutemos as notícias.
Dar tempo para apagarem as provas dos mensalões, dos dólares nas cuecas, nas meias, as compras de panetones, et coetera...
Apaga tudo logo, que o desgoverno está no apagar das luzes.
E vai deixar tudo muito escuro para o próximo...
Nestes tempos de enchentes que não se arrume desculpas para a falta de energia elétrica.
Oh! Raios!
Quem foi que inventou de mudar as tomadas?
E acabar com a fabricação de lâmpadas incandescentes?
Me enganem que eu gosto...
Afinal sou cooperado da BANCOOP...
Qual é o índice de casas no “braziu varemnós” que possuem aterramento?
Só para começar a contagem vamos de favelas paulistas e cariocas, depois os rincões das antenas parabólicas, com Internet sem fio.
Rocinha, Borel, Heliópolis, Paraisópolis...
Calma, pessoal!
Não precisa correr... Aterramento não é soterramento.
Os postes onde os camelôs fazem “gato” no Metrô Santa Cruz (SP), com benjamins, para iluminar a barraquinha de churrasquinho de gato que deve ter morrido eletrocutado estão aterrados?
Essa mudança deve ser lobby dos fabricantes de adaptadores.
Quem está reformando sua casa ou apartamento só encontra tomadas novas que não se adaptam aos “machos” dos aparelhos eletrônicos velhos.
Quem está repondo os aparelhos novos, por vontade própria ou conseqüência da enchente só encontra “machos” novos que não se encaixam com tomadas velhas.
Precisavam seguir o exemplo dos garotões que se encaixam com atrizes maduras.
E tome adaptador.
Tem para todos os gostos, cores e gostos.
O mesmo vale para as lâmpadas incandescentes.
A mudança é mundial, inclusive para o terceiro mundo.
Consomem mais, são menos ecológicas e justifiquem como quiserem.
Mas custam 10% da econômica.
Onde está a economia?
Lobby chinês.
Estou preocupado com o que mesmo, se virou mexeu falta luz?
Deve ser para que não escutemos as notícias.
Dar tempo para apagarem as provas dos mensalões, dos dólares nas cuecas, nas meias, as compras de panetones, et coetera...
Apaga tudo logo, que o desgoverno está no apagar das luzes.
E vai deixar tudo muito escuro para o próximo...
27 Janeiro 2010
BANCOOP - VILA CLEMENTINO ESPERA O MESSIAS
A BANCOOP assobia e atendem...
A BANCOOP rosna e assustam-se...
A BANCOOP oferece água e mudam-se opiniões?
Estou estupefato!
A mudança do discurso entre a última reunião da Associação do Vila Clementino e a apresentação da situação à Assembléia foi de pasmar...
Não é o caso nem de citar o poema atribuído a Maiakovski como grito de alerta.
Parece que os inimigos já ultrapassaram os portões, já pisaram nas flores e só falta o lance final.
A tomada definitiva das casas.
No caso os apartamentos que parte dos cooperados irão perder se seguirem a molde de outros empreendimentos, onde muitos tiveram que entregar os esforços após a doce ilusão de que alguém iria resolver seus problemas a título, digamos, de benemerência.
Não há vitória sem luta...
Isso é exato...
A BANCOOP sabe disso. E sabe trilhar o caminho da derrota. Por isso, insiste rosnar em repetitivos e últimos gritos de morte.
Vamos ganhar e não vamos levar, foi argumento que mais ouvi.
Inicialmente, garanto que vencer sempre é muito melhor.
Perder pode ser o outro lado, mas fugir da luta?
Já pararam para se perguntarem a quem interessa desistirmos da luta?
Esmiúcem essa dúvida, lembrando-se que não há uma migalha de pão gratuita e que quando alguém perde – no caso os cooperados – alguém está ganhando.
Sempre defendi e defendo que se a BANCOOP quer falar aos cooperados que venham até nós.
Dou-me ao direito de não me ajoelhar.
E garanto que é um viés de luta.
Quem está ganhando somos nós e, havendo a necessária combatividade no Judiciário, a balança penderá para nosso lado e virão nos procurar mais equilibradamente, sem mandar recados via interlocutores.
Buscarão o termo de rendição.
Já tentaram isso em outros empreendimentos e quem não cedeu está vencendo, ainda que o caminho seja longo.
Se não se convenceu ainda, vamos ao que doerá.
O bolso.
Não se iludam.
Reitero que muitos ficarão pelo caminho e sem enveredar pelo caminho do divisionismo, sendo “pragmático” como se adora dizer, considerem:
a) Todos pagarão aporte. Quem nunca lutou sairá beneficiado pelo dinheiro de quem bancou a luta. Isso pode ocasionar uma variação à maior de até R$ 10.000,00 aos valores apresentados.
b) Diferentemente do que se afirma o “aporte a ser pago a incorporadora” não termina com a desvinculação à Cooperativa. A BANCOOP, a despeito de promessas virtuais, não termina jamais o aperto do torniquete. Lembrem-se que os primeiros valores apresentados oscilavam por volta de R$ 35.000,00 e aumentaram cerca de 50%. E aumentará mais. Na proporção de nossa fraqueza e ansiedade. Quem tiver acesso ao “contrato de adesão” dos empreendimentos “vendidos” a incorporadoras, confira atentamente os termos. Especialmente o acordo dos Altos do Butantã. Sem nos esquecer que mesmo os “felizes” 30% de cooperados que sobreviveram, até agora, no St. Paul receberam aportes posteriores ao “acordão” e a BANCOOP só forneceu a documentação à TARJAB após os cooperados se sujeitarem a aceitar o novo valor, cerca de 10% a maior.
c) Jogar R$ 6.000.000,00 (um premio da mega sena) fora. Mesmo que não recebamos, como alegam, deixaremos de pagar. Isso se chama “economia ou lucro do consumidor”.
d) Obtenção do financiamento – Projetem o financiamento de R$ 50.000,00 no prazo máximo a quem tem 55 anos e nas menores taxas de mercado. Serão 180 parcelas de R$ 550,00. Ou seja, R$ 99.000,00. 100% de aumento no seu sonho.
O mesmo vale para o financiamento aos cooperados mais jovens. Para R$ 70.000,00 em 240 meses serão R$ 660,00 ou R$ 168.000,00.
E a ansiada escritura que pode vir, via luta judicial, em cinco anos, talvez demore quinze ou vinte anos.
Quem não se adequar às exigências para o financiamento terá de devolver, sem mais argumentos, o imóvel à incorporadora recebendo o valor pago em 36 parcelas, com um ano de carência.
Finalizando:
Não há Messias a nos salvar.
Há espertalhões sem escrúpulos do outro lado.
A tábua de salvação chama-se lutar.
Lugar de conversar com a Cooperativa é à mesa do Magistrado ou à frente de todos os cooperados, sem recados, levando toda e qualquer decisão à presença daquele.
Com todo respeito, o resto é conversa fiada.
A BANCOOP rosna e assustam-se...
A BANCOOP oferece água e mudam-se opiniões?
Estou estupefato!
A mudança do discurso entre a última reunião da Associação do Vila Clementino e a apresentação da situação à Assembléia foi de pasmar...
Não é o caso nem de citar o poema atribuído a Maiakovski como grito de alerta.
Parece que os inimigos já ultrapassaram os portões, já pisaram nas flores e só falta o lance final.
A tomada definitiva das casas.
No caso os apartamentos que parte dos cooperados irão perder se seguirem a molde de outros empreendimentos, onde muitos tiveram que entregar os esforços após a doce ilusão de que alguém iria resolver seus problemas a título, digamos, de benemerência.
Não há vitória sem luta...
Isso é exato...
A BANCOOP sabe disso. E sabe trilhar o caminho da derrota. Por isso, insiste rosnar em repetitivos e últimos gritos de morte.
Vamos ganhar e não vamos levar, foi argumento que mais ouvi.
Inicialmente, garanto que vencer sempre é muito melhor.
Perder pode ser o outro lado, mas fugir da luta?
Já pararam para se perguntarem a quem interessa desistirmos da luta?
Esmiúcem essa dúvida, lembrando-se que não há uma migalha de pão gratuita e que quando alguém perde – no caso os cooperados – alguém está ganhando.
Sempre defendi e defendo que se a BANCOOP quer falar aos cooperados que venham até nós.
Dou-me ao direito de não me ajoelhar.
E garanto que é um viés de luta.
Quem está ganhando somos nós e, havendo a necessária combatividade no Judiciário, a balança penderá para nosso lado e virão nos procurar mais equilibradamente, sem mandar recados via interlocutores.
Buscarão o termo de rendição.
Já tentaram isso em outros empreendimentos e quem não cedeu está vencendo, ainda que o caminho seja longo.
Se não se convenceu ainda, vamos ao que doerá.
O bolso.
Não se iludam.
Reitero que muitos ficarão pelo caminho e sem enveredar pelo caminho do divisionismo, sendo “pragmático” como se adora dizer, considerem:
a) Todos pagarão aporte. Quem nunca lutou sairá beneficiado pelo dinheiro de quem bancou a luta. Isso pode ocasionar uma variação à maior de até R$ 10.000,00 aos valores apresentados.
b) Diferentemente do que se afirma o “aporte a ser pago a incorporadora” não termina com a desvinculação à Cooperativa. A BANCOOP, a despeito de promessas virtuais, não termina jamais o aperto do torniquete. Lembrem-se que os primeiros valores apresentados oscilavam por volta de R$ 35.000,00 e aumentaram cerca de 50%. E aumentará mais. Na proporção de nossa fraqueza e ansiedade. Quem tiver acesso ao “contrato de adesão” dos empreendimentos “vendidos” a incorporadoras, confira atentamente os termos. Especialmente o acordo dos Altos do Butantã. Sem nos esquecer que mesmo os “felizes” 30% de cooperados que sobreviveram, até agora, no St. Paul receberam aportes posteriores ao “acordão” e a BANCOOP só forneceu a documentação à TARJAB após os cooperados se sujeitarem a aceitar o novo valor, cerca de 10% a maior.
c) Jogar R$ 6.000.000,00 (um premio da mega sena) fora. Mesmo que não recebamos, como alegam, deixaremos de pagar. Isso se chama “economia ou lucro do consumidor”.
d) Obtenção do financiamento – Projetem o financiamento de R$ 50.000,00 no prazo máximo a quem tem 55 anos e nas menores taxas de mercado. Serão 180 parcelas de R$ 550,00. Ou seja, R$ 99.000,00. 100% de aumento no seu sonho.
O mesmo vale para o financiamento aos cooperados mais jovens. Para R$ 70.000,00 em 240 meses serão R$ 660,00 ou R$ 168.000,00.
E a ansiada escritura que pode vir, via luta judicial, em cinco anos, talvez demore quinze ou vinte anos.
Quem não se adequar às exigências para o financiamento terá de devolver, sem mais argumentos, o imóvel à incorporadora recebendo o valor pago em 36 parcelas, com um ano de carência.
Finalizando:
Não há Messias a nos salvar.
Há espertalhões sem escrúpulos do outro lado.
A tábua de salvação chama-se lutar.
Lugar de conversar com a Cooperativa é à mesa do Magistrado ou à frente de todos os cooperados, sem recados, levando toda e qualquer decisão à presença daquele.
Com todo respeito, o resto é conversa fiada.
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26 Janeiro 2010
CHUVAS SÃO INCONTINÊNCIA NO CÉU
Hum... Hum...
Radioterapia, Sonoterapia, Traumatologia,
Achei!
Urologista...
Endoidei, não!
Estou procurando uma causa e soluções para as chuvas e conseqüentes enchentes que assolam e devastam o “braziu varemnós”.
Especialmente em São Paulo, que onde estou preso...
Sim! Preso! Sinto-me na condicional.
Basta um relâmpago e tenho que voltar correndo para casa.
Chega a hora de dormir, deito cheio de atrasos, conseqüência de o dia útil ter ficado menor desde a chegada do período de chuvas.
Dormir é modo de dizer. Acordo de relâmpago em relâmpago...
Menos mal que não tenho que me levantar para levantar a mobília do chão como o pessoal das várzeas e outros locais alagadiços.
Nem ficar torcendo para o morro não vir abaixo.
De qualquer maneira, como sou brasileiro, isto é como sou corinthiano e não desisto nunca, passo a insônia sonhando.
Primeiro, é claro, com a Libertadores.
Depois, faço planos.
Planejo o dia seguinte.
Se o sapato secar, tenho que pagar contas, passar na padaria, ficar na fila da lotérica, dar comida aos pombos e empestear ainda mais a cidade...
O que mais aposentado faz?
Se a sola do sapato realmente descolou de modo inapelável, antes disso tenho que comprar outro...
Acho que vou comprar uma papete...
Isso mesmo! Uma franciscana de borracha, modelo lavar quintal.
Guarda-chuva e papete ficam um charme, não acham?
Bermudas ou calça arregaçada até a canela completam o figurino.
São Paulo fashion-week me espere...
Preciso me apressar!
Tenho que fazer isso tudo antes da chuva.
Ou seja, antes das...
Que horas, mocinha do tempo?
Chuva intermitente o dia inteiro?
Acho que não tenho mais cuecas secas...
Raios!
Não estou xingando, não!
São raios espocando e refulgindo no céu azul anil tromba d’água que se avizinha.
O jeito é continuar a leitura do catálogo do convênio médico e entender o significado do palavrório...
Radioterapia significa ficar ouvido rádio, esperando a sonoterapia chegar e impedir que eu corra o risco de inadvertidamente cismar de sair, escorregar e precisar de um traumatologista, pois velho quando cai é mais perigoso que friagem...
O urologista é para você, xará daí de cima!
Eita incontinência!
Vai se tratar!
Radioterapia, Sonoterapia, Traumatologia,
Achei!
Urologista...
Endoidei, não!
Estou procurando uma causa e soluções para as chuvas e conseqüentes enchentes que assolam e devastam o “braziu varemnós”.
Especialmente em São Paulo, que onde estou preso...
Sim! Preso! Sinto-me na condicional.
Basta um relâmpago e tenho que voltar correndo para casa.
Chega a hora de dormir, deito cheio de atrasos, conseqüência de o dia útil ter ficado menor desde a chegada do período de chuvas.
Dormir é modo de dizer. Acordo de relâmpago em relâmpago...
Menos mal que não tenho que me levantar para levantar a mobília do chão como o pessoal das várzeas e outros locais alagadiços.
Nem ficar torcendo para o morro não vir abaixo.
De qualquer maneira, como sou brasileiro, isto é como sou corinthiano e não desisto nunca, passo a insônia sonhando.
Primeiro, é claro, com a Libertadores.
Depois, faço planos.
Planejo o dia seguinte.
Se o sapato secar, tenho que pagar contas, passar na padaria, ficar na fila da lotérica, dar comida aos pombos e empestear ainda mais a cidade...
O que mais aposentado faz?
Se a sola do sapato realmente descolou de modo inapelável, antes disso tenho que comprar outro...
Acho que vou comprar uma papete...
Isso mesmo! Uma franciscana de borracha, modelo lavar quintal.
Guarda-chuva e papete ficam um charme, não acham?
Bermudas ou calça arregaçada até a canela completam o figurino.
São Paulo fashion-week me espere...
Preciso me apressar!
Tenho que fazer isso tudo antes da chuva.
Ou seja, antes das...
Que horas, mocinha do tempo?
Chuva intermitente o dia inteiro?
Acho que não tenho mais cuecas secas...
Raios!
Não estou xingando, não!
São raios espocando e refulgindo no céu azul anil tromba d’água que se avizinha.
O jeito é continuar a leitura do catálogo do convênio médico e entender o significado do palavrório...
Radioterapia significa ficar ouvido rádio, esperando a sonoterapia chegar e impedir que eu corra o risco de inadvertidamente cismar de sair, escorregar e precisar de um traumatologista, pois velho quando cai é mais perigoso que friagem...
O urologista é para você, xará daí de cima!
Eita incontinência!
Vai se tratar!
20 Janeiro 2010
BANCOOP VILA CLEMENTINO
A BANCOOP chama comissão do VILA CLEMENTINO para reunião.
Após ser condenada em primeira instância a devolver imediatamente o dinheiro que sumiu da conta (R$ 1.760 mil), a reiniciar a obra sob multa mensal de 100 mil reais e ainda a devolver o valor de R$ 1.300 mil lançados a maior quando da compra do terreno – valores a serem corrigidos desde a propositura da ação e “erro” da escritura - a BANCOOP segue em suas ações desesperadas.
Será que tentará convencer os participantes da comissão a convencerem os demais “cooferrados” a saírem da “Cooperativa de fachada”?
Essa ilusão de passar para incorporadoras condena os cooperados a pagar novamente por seus imóveis já pagos.
No caso do Vila Clementino, os cooperados tem um crédito contábil suficiente para terminar o empreendimento e valores são lançados mais e mais, como fossemos devedores e não vitimas.
Tudo é possível e esperável quando se está em desespero de morte.
Mentir não é crime ao réu.
Só resta fazer a assinatura do termo de rendição, que fanáticos "xiitas" não fazem.
Ademais, se queriam falar com suas vítimas porque as impediu de entrar na Assembléia de aprovação de contas, ainda que esta já esteja sendo desprezada por inúmeros julgados?
Querem falar aos cooperados? Venham ao empreendimento!
Tem medo de que?
Sentem-se desprotegidos, sem a segurança dos guarda-costas?
No fundo sabem-se derrotados juridicamente e que politicamente a “casa cairá” de modo irreparável após as eleições de outubro.
Até lá o presidente da “cooperativa de fachada” ficará exposto enquanto tesoureiro de campanha do candidato petista ao Planalto. Terá que aparecer na mídia e será inevitavelmente questionado das derrotas consecutivas e da sua gestão na Cooperativa.
Isso se não for preso antes, fruto das investigações do Ministério Público criminal, que espero ocorra logo.
A “Cooperativa de fachada” está acabando.
Os colegas de infortúnio sabem que os diretores da cooperativa de fachada não repetem em pé o que disseram sentados.
Tenho acompanhado negociações e a cada reunião o valor a ser pago aumenta.
Não compactuo com farsas e não comparecerei a reunião.
Se alguém quiser ir em meu lugar segue o horário e endereço:
Rua Libero Badaró, 152 - Dia 22 Janeiro.2010 as 11 horas.
Se acredita em Papai Noel vá lá!
Cuidado com o café e a água.
------------------------------------------------------------------------------
Segue o dispositivo final da sentença que condenou a BANCOOP na ação do Vila Clementino.
Doutra parte, em relação à COOPERATIVA HABITACIONAL DOS BANCÁRIOS DO ESTADO DE SÃO PAULO LTDA – BANCOOP, JULGO PARCIALMENTE PROCEDENTES OS PEDIDOS para, confirmando as liminares deferidas, condená-la a restituir à conta específica da seção Vila Clementino o valor de R$ 1.763.535,37, que deverão ser vinculados à conclusão das obras inacabadas do Residencial Vila Clementino, devendo as contribuições mensais dos Cooperados associados da autora ser depositadas em conta vinculada à dita seção, com a competente prestação de contas. Eventual exigência de aportes financeiros somente serão admitidas após a restituição do valor supra e a constatação manifesta e documentada sobre a insuficiência deles para conclusão das obras. Condeno a requerida, ainda, à míngua de qualquer explicação constante dos autos ou de qualquer prestação de contas a respeito a restituir aos Cooperados vinculados ao Residencial Vila Clementino a inexplicada diferença (R$ 1.300.000,00) entre o preço de aquisição e o preço de venda do terreno destinado à edificação de dito empreendimento, utilizando-se para tanto a divisão desta diferença pelo metro quadrado, e se multiplicado pela fração ideal adquirida por cada um. Dita restituição deverá ser feita, se o caso, após a conclusão das obras, caso não haja efetiva necessidade de reforço de caixa, nos termos especificados nesta sentença. Deverá, por fim, reiniciar as obras do Bloco C do empreendimento Vila Clementino, no prazo de dois meses, sob pena de multa de R$ 100.000,00 por mês de atraso, limitada a R$ 2.000.000,00. Arcará a ré com 70% das custas e despesas processuais, fixada a verba honorária advocatícia em 10% sobre o valor da condenação nesta mesma proporção.
Após ser condenada em primeira instância a devolver imediatamente o dinheiro que sumiu da conta (R$ 1.760 mil), a reiniciar a obra sob multa mensal de 100 mil reais e ainda a devolver o valor de R$ 1.300 mil lançados a maior quando da compra do terreno – valores a serem corrigidos desde a propositura da ação e “erro” da escritura - a BANCOOP segue em suas ações desesperadas.
Será que tentará convencer os participantes da comissão a convencerem os demais “cooferrados” a saírem da “Cooperativa de fachada”?
Essa ilusão de passar para incorporadoras condena os cooperados a pagar novamente por seus imóveis já pagos.
No caso do Vila Clementino, os cooperados tem um crédito contábil suficiente para terminar o empreendimento e valores são lançados mais e mais, como fossemos devedores e não vitimas.
Tudo é possível e esperável quando se está em desespero de morte.
Mentir não é crime ao réu.
Só resta fazer a assinatura do termo de rendição, que fanáticos "xiitas" não fazem.
Ademais, se queriam falar com suas vítimas porque as impediu de entrar na Assembléia de aprovação de contas, ainda que esta já esteja sendo desprezada por inúmeros julgados?
Querem falar aos cooperados? Venham ao empreendimento!
Tem medo de que?
Sentem-se desprotegidos, sem a segurança dos guarda-costas?
No fundo sabem-se derrotados juridicamente e que politicamente a “casa cairá” de modo irreparável após as eleições de outubro.
Até lá o presidente da “cooperativa de fachada” ficará exposto enquanto tesoureiro de campanha do candidato petista ao Planalto. Terá que aparecer na mídia e será inevitavelmente questionado das derrotas consecutivas e da sua gestão na Cooperativa.
Isso se não for preso antes, fruto das investigações do Ministério Público criminal, que espero ocorra logo.
A “Cooperativa de fachada” está acabando.
Os colegas de infortúnio sabem que os diretores da cooperativa de fachada não repetem em pé o que disseram sentados.
Tenho acompanhado negociações e a cada reunião o valor a ser pago aumenta.
Não compactuo com farsas e não comparecerei a reunião.
Se alguém quiser ir em meu lugar segue o horário e endereço:
Rua Libero Badaró, 152 - Dia 22 Janeiro.2010 as 11 horas.
Se acredita em Papai Noel vá lá!
Cuidado com o café e a água.
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Segue o dispositivo final da sentença que condenou a BANCOOP na ação do Vila Clementino.
Doutra parte, em relação à COOPERATIVA HABITACIONAL DOS BANCÁRIOS DO ESTADO DE SÃO PAULO LTDA – BANCOOP, JULGO PARCIALMENTE PROCEDENTES OS PEDIDOS para, confirmando as liminares deferidas, condená-la a restituir à conta específica da seção Vila Clementino o valor de R$ 1.763.535,37, que deverão ser vinculados à conclusão das obras inacabadas do Residencial Vila Clementino, devendo as contribuições mensais dos Cooperados associados da autora ser depositadas em conta vinculada à dita seção, com a competente prestação de contas. Eventual exigência de aportes financeiros somente serão admitidas após a restituição do valor supra e a constatação manifesta e documentada sobre a insuficiência deles para conclusão das obras. Condeno a requerida, ainda, à míngua de qualquer explicação constante dos autos ou de qualquer prestação de contas a respeito a restituir aos Cooperados vinculados ao Residencial Vila Clementino a inexplicada diferença (R$ 1.300.000,00) entre o preço de aquisição e o preço de venda do terreno destinado à edificação de dito empreendimento, utilizando-se para tanto a divisão desta diferença pelo metro quadrado, e se multiplicado pela fração ideal adquirida por cada um. Dita restituição deverá ser feita, se o caso, após a conclusão das obras, caso não haja efetiva necessidade de reforço de caixa, nos termos especificados nesta sentença. Deverá, por fim, reiniciar as obras do Bloco C do empreendimento Vila Clementino, no prazo de dois meses, sob pena de multa de R$ 100.000,00 por mês de atraso, limitada a R$ 2.000.000,00. Arcará a ré com 70% das custas e despesas processuais, fixada a verba honorária advocatícia em 10% sobre o valor da condenação nesta mesma proporção.
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BOLSAS FEMININAS (cena do cotidiano)
Benhê! Você viu minha carteira?
Acho que sim...
Onde?
Você precisa prestar mais atenção onde guarda suas coisas.
Viu ou não viu?
Você tinha deixado em cima de algum lugar e eu guardei...
Obrigado! Onde?
Ah! Já sei... Você tinha deixado no console do carro e eu guardei na bolsa...
Qual?
Está querendo muito... Olhe na que está no armário.
Qual armário?
Ai! Esses homens que não acham nada... Deixe que eu pego...
.....................................................................................Espaço interativo para o diálogo das bolsas que “saltaram” do armário.
Oba! Vamos passear.
Hoje é minha vez.
Nada disso... Você foi à feira ontem...
Feira não é passeio.
Hum! Ela me olhou e jogou de volta ao armário.
Eu também...
.....................................................................................
Achou?
Mas que pressa! Porque você não guardou?
Faria isso se você não a tivesse seqüestrado e presa em local incerto e não sabido.
Além de guardar ainda tenho que escutar.
Só que devolver.
Que bolsa eu estava aquele dia?
Que dia?
No dia em que eu guardei a sua carteira.
Eu não lembrava nem onde tinha deixado a minha carteira, como vou saber que bolsa você estava.
Ah! Já sei. Era a preta.
Tem duas pretas aqui.
Não nenhuma dessas duas. Essas são para festas.
Quantas bolsas pretas você tem?
Não é da sua conta.
.....................................................................................
Pausa interativa para a discussão das bolsas pretas.
Vai sobrar para mim. E faz mais de mês que não saio do guarda-roupa.
Ainda bem que eu sou pequena e não cabia a carteira.
Ai! Ai! Não puxa meu forro. A carteira não está aqui.
Tomara que ela mexa aqui no fundo do armário e se lembre de mim...
.................................................................................
Estou ficando atrasado.
Para que você precisa da carteira.
Ora! Meus documentos e dinheiro estão lá dentro.
Porque não diversifica? Não sabe que não se deve deixar todos os ovos no mesmo cesto? Faça que nem eu. Nunca deixo meus documentos e dinheiro numa única bolsa.
Como você faz?
Saio só com uns trocados e deixo os documentos guardados na gaveta.
................................................................................
Espaço para recuperação do susto e diálogo das bolsas.
Você tem documento aí?
Não! Tenho moedinhas de cruzeiro novo.
Tem dez mil cruzados aqui.
Nota de um real ainda está em circulação?
E moedinha só de níquel?
Tenho Xerox de RG.
Eu também...
................................................................................
Pronto! Achei sua carteira!
Onde estava?
Na gaveta, ora!
Como na gaveta? Eu já havia procurado lá...
Estava atrás da minha bolsinha nova de crochê.
Socorro! Alguém faça uma lei obrigando as mulheres a devolverem o casco da bolsa anterior sempre que adquirirem uma nova...
..................................................................................
Espaço interativo para diálogo desesperado das bolsas que estavam ao alcance:
Não me jogue... Tenho um vidrinho de perfume dentro.
Nem eu... Estou com os óculos de sol.
Epa! Estou com o celular.
E eu sou de griffe...
Eu nãoooooooo ! Ai! Avisei! Quebrou o espelhinho para retocar a maquiagem...
....................................................................................
Você viu minha chave da porta?
Acho que sim...
Onde?
Você precisa prestar mais atenção onde guarda suas coisas.
Viu ou não viu?
Você tinha deixado em cima de algum lugar e eu guardei...
Obrigado! Onde?
Ah! Já sei... Você tinha deixado no console do carro e eu guardei na bolsa...
Qual?
Está querendo muito... Olhe na que está no armário.
Qual armário?
Ai! Esses homens que não acham nada... Deixe que eu pego...
.....................................................................................Espaço interativo para o diálogo das bolsas que “saltaram” do armário.
Oba! Vamos passear.
Hoje é minha vez.
Nada disso... Você foi à feira ontem...
Feira não é passeio.
Hum! Ela me olhou e jogou de volta ao armário.
Eu também...
.....................................................................................
Achou?
Mas que pressa! Porque você não guardou?
Faria isso se você não a tivesse seqüestrado e presa em local incerto e não sabido.
Além de guardar ainda tenho que escutar.
Só que devolver.
Que bolsa eu estava aquele dia?
Que dia?
No dia em que eu guardei a sua carteira.
Eu não lembrava nem onde tinha deixado a minha carteira, como vou saber que bolsa você estava.
Ah! Já sei. Era a preta.
Tem duas pretas aqui.
Não nenhuma dessas duas. Essas são para festas.
Quantas bolsas pretas você tem?
Não é da sua conta.
.....................................................................................
Pausa interativa para a discussão das bolsas pretas.
Vai sobrar para mim. E faz mais de mês que não saio do guarda-roupa.
Ainda bem que eu sou pequena e não cabia a carteira.
Ai! Ai! Não puxa meu forro. A carteira não está aqui.
Tomara que ela mexa aqui no fundo do armário e se lembre de mim...
.................................................................................
Estou ficando atrasado.
Para que você precisa da carteira.
Ora! Meus documentos e dinheiro estão lá dentro.
Porque não diversifica? Não sabe que não se deve deixar todos os ovos no mesmo cesto? Faça que nem eu. Nunca deixo meus documentos e dinheiro numa única bolsa.
Como você faz?
Saio só com uns trocados e deixo os documentos guardados na gaveta.
................................................................................
Espaço para recuperação do susto e diálogo das bolsas.
Você tem documento aí?
Não! Tenho moedinhas de cruzeiro novo.
Tem dez mil cruzados aqui.
Nota de um real ainda está em circulação?
E moedinha só de níquel?
Tenho Xerox de RG.
Eu também...
................................................................................
Pronto! Achei sua carteira!
Onde estava?
Na gaveta, ora!
Como na gaveta? Eu já havia procurado lá...
Estava atrás da minha bolsinha nova de crochê.
Socorro! Alguém faça uma lei obrigando as mulheres a devolverem o casco da bolsa anterior sempre que adquirirem uma nova...
..................................................................................
Espaço interativo para diálogo desesperado das bolsas que estavam ao alcance:
Não me jogue... Tenho um vidrinho de perfume dentro.
Nem eu... Estou com os óculos de sol.
Epa! Estou com o celular.
E eu sou de griffe...
Eu nãoooooooo ! Ai! Avisei! Quebrou o espelhinho para retocar a maquiagem...
....................................................................................
Você viu minha chave da porta?
07 Janeiro 2010
EU, MANEQUIM DE ACADEMIA?
A falta de respeito de minhas roupas em não me aceitarem mais dentro delas fez-me tomar algumas atitudes.
Aliás, se dependesse da opinião do médico, após refazer-se do susto, ao ver meu exame de sangue e calcular meu IMC (Índice de Massa Corpórea), eu teria que tomar muitas atitudes.
Após ouvir diversas ladainhas aconselhativas sobre os males do sobrepeso e ver negado meu argumento de que o problema com o IMC não era o excesso de gordura mas a falta de altura, tomei decisões firmes.
Comecei pelas mais simples, é óbvio.
Lancei um ar de desprezo àquelas roupas que, de tão apertadas, faziam-me parecer um toureiro espanhol. Digamos melhor, plagiando João Ubaldo: Parecia mesmo era um provolone.
Ia jogá-las fora, mas achei um desaforo separar-me de calças e camisetas que são companheiras de tantos anos. Já sabem inclusive onde se dependurar, para aonde vamos.
Conversei com elas, consolei-as prometendo que o afastamento será breve. Depois dobrei-as amarrotando-as com delicadeza e coloquei-as num canto da gaveta.
Mãos à obra.
Primeira descoberta.
A gente engorda, mas os pés não.
Meus tênis continuam o mesmo número. Só tive que colocar um cadarço maior para amarrar.
Comecei os treinos com caminhada pelo quarteirão.
Sabem que não achei o trânsito tão lento assim. Para me incentivar, resolvi apostar corrida com um ônibus, que não sou cachorro para correr atrás de carros. Cheguei ao semáforo (farol ou sinaleira, dependendo de onde o leitor more) junto com o ônibus. Cem metros e cinco minutos após.
Quase chamei a atenção do motorista pelo excesso de velocidade.
Ia parar na padaria para pedir um copo de água, mas lembrei-me de um conhecido que engordou três quilos com duas semanas de treinamento.
Havia dois bares nas diagonais do quarteirão onde ele morava, onde latinhas de cerveja repunham os sais minerais perdidos no suor do treino.
Venci incólume a vontade de imitá-lo.
Cansado de apostar corrida com ônibus e para ter a impressão de maior velocidade passei a caminhar na contramão do trânsito. Estava me animando, mas fiquei envergonhado quando fui ultrapassado duas vezes no mesmo dia.
Primeiro passou por mim uma babá empurrando um carrinho de bebê.
Depois uma senhora de uns setenta anos puxando um carrinho de feira cheio ousou ultrapassar-me.
Gente desaforada.
Resolvi parar de prestar a atenção no que estava ao meu redor e comecei a olhar para os prédios.
Erro fatal.
Descobri que no quarteirão de casa há uma academia, dessas envidraçadas com pessoas pedalando bicicletas e esteiras sem sair do lugar.
Ainda bem que não saem do lugar ou cairiam todos do primeiro andar.
Reparei que não havia ninguém com meu porte físico na vidraça ou vitrine, como quiser o leitor, da academia.
Só pessoal “sarado”, colants apertadíssimos, camisetas machão sem peitinho.
Meu anjinho da guarda e o diabinho malas-artes se ouriçaram e em uníssono disseram: Vai lá!
Reagi com firmeza: Peraí! Vocês concordando em algo? Boa coisa não vai sair.
Atropelaram-se para explicar e decidi ouvir primeiro o anjinho.
Pode falar “de asinhas”.
Animado, me sugeriu: Entra na academia e se matricula num programa de treinamento. Ficará com um corpinho igual ao do pessoal que está na vitrine.
Em quanto tempo?
Depende de sua força de vontade.
Porque devo ir lá, “do Rabinho”?
Para ver as mocinhas de outro ângulo.
Enquanto fico no impasse de entrar para uma academia, que sempre rejeitei, mudei o trajeto.
Assim não me distraio, nem me frustro vendo o pessoal na vitrine.
Aliás, se dependesse da opinião do médico, após refazer-se do susto, ao ver meu exame de sangue e calcular meu IMC (Índice de Massa Corpórea), eu teria que tomar muitas atitudes.
Após ouvir diversas ladainhas aconselhativas sobre os males do sobrepeso e ver negado meu argumento de que o problema com o IMC não era o excesso de gordura mas a falta de altura, tomei decisões firmes.
Comecei pelas mais simples, é óbvio.
Lancei um ar de desprezo àquelas roupas que, de tão apertadas, faziam-me parecer um toureiro espanhol. Digamos melhor, plagiando João Ubaldo: Parecia mesmo era um provolone.
Ia jogá-las fora, mas achei um desaforo separar-me de calças e camisetas que são companheiras de tantos anos. Já sabem inclusive onde se dependurar, para aonde vamos.
Conversei com elas, consolei-as prometendo que o afastamento será breve. Depois dobrei-as amarrotando-as com delicadeza e coloquei-as num canto da gaveta.
Mãos à obra.
Primeira descoberta.
A gente engorda, mas os pés não.
Meus tênis continuam o mesmo número. Só tive que colocar um cadarço maior para amarrar.
Comecei os treinos com caminhada pelo quarteirão.
Sabem que não achei o trânsito tão lento assim. Para me incentivar, resolvi apostar corrida com um ônibus, que não sou cachorro para correr atrás de carros. Cheguei ao semáforo (farol ou sinaleira, dependendo de onde o leitor more) junto com o ônibus. Cem metros e cinco minutos após.
Quase chamei a atenção do motorista pelo excesso de velocidade.
Ia parar na padaria para pedir um copo de água, mas lembrei-me de um conhecido que engordou três quilos com duas semanas de treinamento.
Havia dois bares nas diagonais do quarteirão onde ele morava, onde latinhas de cerveja repunham os sais minerais perdidos no suor do treino.
Venci incólume a vontade de imitá-lo.
Cansado de apostar corrida com ônibus e para ter a impressão de maior velocidade passei a caminhar na contramão do trânsito. Estava me animando, mas fiquei envergonhado quando fui ultrapassado duas vezes no mesmo dia.
Primeiro passou por mim uma babá empurrando um carrinho de bebê.
Depois uma senhora de uns setenta anos puxando um carrinho de feira cheio ousou ultrapassar-me.
Gente desaforada.
Resolvi parar de prestar a atenção no que estava ao meu redor e comecei a olhar para os prédios.
Erro fatal.
Descobri que no quarteirão de casa há uma academia, dessas envidraçadas com pessoas pedalando bicicletas e esteiras sem sair do lugar.
Ainda bem que não saem do lugar ou cairiam todos do primeiro andar.
Reparei que não havia ninguém com meu porte físico na vidraça ou vitrine, como quiser o leitor, da academia.
Só pessoal “sarado”, colants apertadíssimos, camisetas machão sem peitinho.
Meu anjinho da guarda e o diabinho malas-artes se ouriçaram e em uníssono disseram: Vai lá!
Reagi com firmeza: Peraí! Vocês concordando em algo? Boa coisa não vai sair.
Atropelaram-se para explicar e decidi ouvir primeiro o anjinho.
Pode falar “de asinhas”.
Animado, me sugeriu: Entra na academia e se matricula num programa de treinamento. Ficará com um corpinho igual ao do pessoal que está na vitrine.
Em quanto tempo?
Depende de sua força de vontade.
Porque devo ir lá, “do Rabinho”?
Para ver as mocinhas de outro ângulo.
Enquanto fico no impasse de entrar para uma academia, que sempre rejeitei, mudei o trajeto.
Assim não me distraio, nem me frustro vendo o pessoal na vitrine.
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06 Janeiro 2010
MULHERADA! FECHEM A BOCA!
Saudade do cinema mudo!
Ali, ao menos, as mulheres não falavam...
Quietas!
Sem comentários revanchistas que os homens também não falavam...
Diz a lenda, e não foi lenda, que diversas atrizes de sucesso daquela fase não conseguiram se dar bem com a chegada do som às telas.
A recíproca também ocorreu...
Mas, tirando o John Gilbert, foi em menor escala e não vem ao caso...
Aposto que o King Kong não teria ficado tão nervoso e arisco, se a Jéssica Lange não ficasse gritando mais que as sirenes de Polícia.
O final do filme poderia ter sido mais romântico e, quem sabe, teriam se casado sendo felizes para sempre.
Porque não?
Weissmuller vivia muito bem com a Chita até a Jane ficar sussurrando no ouvido dele.
Deveria ter lido a Bíblia.
Assim saberia que o homem perdeu a moleza lá no Éden porque a mulher, ao invés de lavar roupa e cozinhar, ficou na conversa fiada com a cobra.
Verdade! Eles não usavam roupas e comiam frutas.
O fato é que a Eva ficou toda ouriçadinha e ao pedir para Adão se exibir sem matar a cobra deu nesta confusão mundial.
Lembram-se da Domitila? Estava quietinha, comendo (não sei é esse o tempo verbal) pelas beiradas. Começou a falar demais e dançou! Terminou seus dias no ostracismo.
Chauvinista? Machista? Quem? Eu?
Se for, não estou sozinho nesta parada.
Até o compositor que mais “entende a alma feminina”, o Chico, disse:
Cala a boca, Bárbara! Mirem-se no exemplo das mulheres de Atenas...
Momento interativo para o arremesso de pedras!
Falando em atirar pedras na Madalena, lembram-se da Salomé?
João Batista perdeu a cabeça, literalmente, por causa de um desejo dela.
O César quase perdeu o Império.
Nem me venham com aquela frase: “Atrás de um grande homem sempre existe uma mulher”.
A frase está incompleta. O correto é: “Atrás de um grande homem “rico” sempre existem muitas mulheres, desde que fiquem quietinhas”.
Se começarem falar muito, tem outra na fila...
Estou vingado!
Por hoje, é só.
Mas a luta continua, companheiros!
Ali, ao menos, as mulheres não falavam...
Quietas!
Sem comentários revanchistas que os homens também não falavam...
Diz a lenda, e não foi lenda, que diversas atrizes de sucesso daquela fase não conseguiram se dar bem com a chegada do som às telas.
A recíproca também ocorreu...
Mas, tirando o John Gilbert, foi em menor escala e não vem ao caso...
Aposto que o King Kong não teria ficado tão nervoso e arisco, se a Jéssica Lange não ficasse gritando mais que as sirenes de Polícia.
O final do filme poderia ter sido mais romântico e, quem sabe, teriam se casado sendo felizes para sempre.
Porque não?
Weissmuller vivia muito bem com a Chita até a Jane ficar sussurrando no ouvido dele.
Deveria ter lido a Bíblia.
Assim saberia que o homem perdeu a moleza lá no Éden porque a mulher, ao invés de lavar roupa e cozinhar, ficou na conversa fiada com a cobra.
Verdade! Eles não usavam roupas e comiam frutas.
O fato é que a Eva ficou toda ouriçadinha e ao pedir para Adão se exibir sem matar a cobra deu nesta confusão mundial.
Lembram-se da Domitila? Estava quietinha, comendo (não sei é esse o tempo verbal) pelas beiradas. Começou a falar demais e dançou! Terminou seus dias no ostracismo.
Chauvinista? Machista? Quem? Eu?
Se for, não estou sozinho nesta parada.
Até o compositor que mais “entende a alma feminina”, o Chico, disse:
Cala a boca, Bárbara! Mirem-se no exemplo das mulheres de Atenas...
Momento interativo para o arremesso de pedras!
Falando em atirar pedras na Madalena, lembram-se da Salomé?
João Batista perdeu a cabeça, literalmente, por causa de um desejo dela.
O César quase perdeu o Império.
Nem me venham com aquela frase: “Atrás de um grande homem sempre existe uma mulher”.
A frase está incompleta. O correto é: “Atrás de um grande homem “rico” sempre existem muitas mulheres, desde que fiquem quietinhas”.
Se começarem falar muito, tem outra na fila...
Estou vingado!
Por hoje, é só.
Mas a luta continua, companheiros!
02 Janeiro 2010
BUNDAS AO SOL!!!
Ao sol inclemente de verão, rapazes disfarçados de atletas fingem praticar jogging saltando os olhos entre bundas que se bronzeiam.
Uma bandeira brasileira protege a bunda da loira para que a areia incômoda não penetre no biquíni.
Bem perto, um grupo de embebedados desafinam pandeiros e tamborins cantarolando algo ininteligível que serve de ritmo para o balançar de bundas que batem e rebatem entre si. Deveria ser proibido tentar combinar fio dental com celulites. Absoluta incompatibilidade de gênero que pode ocasionar visões tenebrosas.
A espiga de milho cai e um choro se confunde entre a perda dos grãos na areia e o tapa na bunda pequena.
Outra menor ainda recheou a fralda para desespero da mãe.
Um cinquentão procura a carteira no bolso traseiro da bermuda e paga um sorvete à calipígia quase adolescente que se deixa abraçar dissimuladamente.
Um ônibus passa cheio de bundas desejosas de encontrar onde assentar-se.
Vão se apertando enquanto seus donos olham, com mil idéias, as que repousam do outro lado da mureta.
O namorado assanhado apressa-se a ajudar a passar o filtro solar.
Um beliscão da mulher ciumenta afasta um olhar da cena.
Uma freada... Uma buzinada... Uma batida na traseira...
Um palavrão emenda-se ao não elogioso “Bundão”.
Tava olhando para onde? Pergunta um...
Melhor não dizer...
Abundam pessoas para ver o desenlace, distraídas pensando com que cor cobrir as suas no réveillon?
Rosa para muito amor.
Amarela para muito dinheiro.
Branca para a paz.
Se usar as três engorda e perde o charme.
Diz a lenda ser impossível a combinação das três.
Quem pode assegurar sem desconfianças andarem juntos dinheiro, amor e paz ao mesmo tempo?
Que tal andarem nuas e livres?
Felicidade geral na ala masculina da nação que tem usado suas proteções nadegais para esconder dinheiro escuso.
Leves e soltas gerariam tumultos incontroláveis...
Principalmente as lindas.
Paixões intempestivas e separações poderiam causar irremediáveis.
Ódios movidos pelo ciúme e invejas.
Melhor, não!
Que fiquem totalmente desnudas apenas nas capas de revistas e na imaginação do desejo coletivo.
Os praticantes de jogging contam o que viram nos desvios da corrida.
A espiga foi lavada e devorada pela criança.
A fralda trocada diversas vezes.
O sorvete derreteu.
O sol descaiu, caíram pingos anunciando o toró...
O grupo de pagode deve estar dormindo por efeito do álcool.
A bandeira brasileira encapou a loira e se foi balançando.
Uma e outra devem estar ardendo e descascando com insolação.
Os bundões que pararam o trânsito chegaram a um acordo.
Cada um cuida da sua.
Cada um cuide da sua.
Hora de guardar o binóculo.
Amanhã, se fizer sol, tem mais.
Uma bandeira brasileira protege a bunda da loira para que a areia incômoda não penetre no biquíni.
Bem perto, um grupo de embebedados desafinam pandeiros e tamborins cantarolando algo ininteligível que serve de ritmo para o balançar de bundas que batem e rebatem entre si. Deveria ser proibido tentar combinar fio dental com celulites. Absoluta incompatibilidade de gênero que pode ocasionar visões tenebrosas.
A espiga de milho cai e um choro se confunde entre a perda dos grãos na areia e o tapa na bunda pequena.
Outra menor ainda recheou a fralda para desespero da mãe.
Um cinquentão procura a carteira no bolso traseiro da bermuda e paga um sorvete à calipígia quase adolescente que se deixa abraçar dissimuladamente.
Um ônibus passa cheio de bundas desejosas de encontrar onde assentar-se.
Vão se apertando enquanto seus donos olham, com mil idéias, as que repousam do outro lado da mureta.
O namorado assanhado apressa-se a ajudar a passar o filtro solar.
Um beliscão da mulher ciumenta afasta um olhar da cena.
Uma freada... Uma buzinada... Uma batida na traseira...
Um palavrão emenda-se ao não elogioso “Bundão”.
Tava olhando para onde? Pergunta um...
Melhor não dizer...
Abundam pessoas para ver o desenlace, distraídas pensando com que cor cobrir as suas no réveillon?
Rosa para muito amor.
Amarela para muito dinheiro.
Branca para a paz.
Se usar as três engorda e perde o charme.
Diz a lenda ser impossível a combinação das três.
Quem pode assegurar sem desconfianças andarem juntos dinheiro, amor e paz ao mesmo tempo?
Que tal andarem nuas e livres?
Felicidade geral na ala masculina da nação que tem usado suas proteções nadegais para esconder dinheiro escuso.
Leves e soltas gerariam tumultos incontroláveis...
Principalmente as lindas.
Paixões intempestivas e separações poderiam causar irremediáveis.
Ódios movidos pelo ciúme e invejas.
Melhor, não!
Que fiquem totalmente desnudas apenas nas capas de revistas e na imaginação do desejo coletivo.
Os praticantes de jogging contam o que viram nos desvios da corrida.
A espiga foi lavada e devorada pela criança.
A fralda trocada diversas vezes.
O sorvete derreteu.
O sol descaiu, caíram pingos anunciando o toró...
O grupo de pagode deve estar dormindo por efeito do álcool.
A bandeira brasileira encapou a loira e se foi balançando.
Uma e outra devem estar ardendo e descascando com insolação.
Os bundões que pararam o trânsito chegaram a um acordo.
Cada um cuida da sua.
Cada um cuide da sua.
Hora de guardar o binóculo.
Amanhã, se fizer sol, tem mais.
29 Dezembro 2009
O BRILHO DO LAMPADINHA
Os governos estão banindo as lâmpadas incandescentes.
Na Europa serão retiradas do mercado paulatinamente até 2012.
Tem lógica!
Os Maias previram mesmo o fim do mundo para essa época. Para que lâmpadas?
No “braziu varemnós” o plano é retirá-las das prateleiras em Janeiro de 2010.
Peraí, Mané!... Tirar das prateleiras significa parar de fabricar.
Os chineses agradecem...
Os grandes produtores de lâmpadas fluorescentes ficarão com o poder de desligar a luz...
Nem precisaremos de apagões.
Arigatô, no!
Estão falsificando até japoneses...
Será que as incandescentes “lampadinhas” de natal também serão proibidas e não teremos piscas-piscas nas árvores para iluminar os caminhos de Papai Noel?
Como ficará o trânsito das grandes cidades?
Os semáforos (sinaleiras ou farol, dependendo da região do país) demorarão tanto para acender que já estará na hora de apagar e o trânsito continuará parado.
E as idéias luminosas?
Virão com partidas “rápidas” ou piscando, dependendo do bom funcionamento do Arrancador (Starter) e do Balastro (Reator)?
Discussões técnicas (custo e ruídos) e ecológicas à parte, aquela imagem do brilho da lâmpada representando uma boa idéia sumirá da memória coletiva, brevemente.
Até prevejo crianças num museu, assustadas, perguntando: “Vô! O que é isso?”
Ah! Esse é o Lampadinha! Amigo do Professor Pardal, um de meus ídolos de infância...
Que também deve estar triste com a condenação do amigo tão brilhante.
Acho que o mundo ficará sem sentido1
Pálido!
Na Europa serão retiradas do mercado paulatinamente até 2012.
Tem lógica!
Os Maias previram mesmo o fim do mundo para essa época. Para que lâmpadas?
No “braziu varemnós” o plano é retirá-las das prateleiras em Janeiro de 2010.
Peraí, Mané!... Tirar das prateleiras significa parar de fabricar.
Os chineses agradecem...
Os grandes produtores de lâmpadas fluorescentes ficarão com o poder de desligar a luz...
Nem precisaremos de apagões.
Arigatô, no!
Estão falsificando até japoneses...
Será que as incandescentes “lampadinhas” de natal também serão proibidas e não teremos piscas-piscas nas árvores para iluminar os caminhos de Papai Noel?
Como ficará o trânsito das grandes cidades?
Os semáforos (sinaleiras ou farol, dependendo da região do país) demorarão tanto para acender que já estará na hora de apagar e o trânsito continuará parado.
E as idéias luminosas?
Virão com partidas “rápidas” ou piscando, dependendo do bom funcionamento do Arrancador (Starter) e do Balastro (Reator)?
Discussões técnicas (custo e ruídos) e ecológicas à parte, aquela imagem do brilho da lâmpada representando uma boa idéia sumirá da memória coletiva, brevemente.
Até prevejo crianças num museu, assustadas, perguntando: “Vô! O que é isso?”
Ah! Esse é o Lampadinha! Amigo do Professor Pardal, um de meus ídolos de infância...
Que também deve estar triste com a condenação do amigo tão brilhante.
Acho que o mundo ficará sem sentido1
Pálido!
28 Dezembro 2009
RETROSPECTIVA 2009 (interativa)
O braziu está melhorando nos acidentes de avião.
Entre tantas quedas de aviões de pequeno porte, caiu um Boing (AF 447), onde morreu, entre centenas de pessoas, o príncipe herdeiro do trono do Império.
Fontes do governo disseram que, felizmente, não foi em terras brazileiras, foi em águas...
A desgraça está indo para longe...
Pela primeira vez na história deste país uma caixa preta não foi encontrada.
Já o AeroLulla sofreu pane, mas, alguns dizem infelizmente, pousou à salvo...
Também não caiu o avião que levava a sogra de um governador para passear na Europa.
Houve corrupção no Congresso Nacional.
Não é notícia velha... Em 2009 também...
O Lago Paranoá ficou mais poluído que nunca.
Diz a lenda que a causa não foi esgoto clandestino, mas senadores se banhando em sua margem. No fundo dá no mesmo.
Será que a origem da gripe suína não estará aí?
O Padre Lugo, Presidente do Paraguai, foi acusado de ter filho com uma beata.
Não é noticia velha, não... É mais um...
O Fofinho da Fiel também terá mais um filho.
Calma, gente! É com uma mulher...
O Corinthians foi campeão da Taça São Paulo, oba!
O Corinthians foi campeão Paulista, oba!
O Corinthians foi campeão da Copa do braziu, oba!
O Corinthians não foi rebaixado para a série B... Ufa!
LuLLinha “Love and Peace” defendeu as tramóias do Ribamar.
Sinais de Alzheimer, efeitos colaterais do álcool ou sintoma de múltiplas personalidades?
Pode ser também cuecas sujas de dinheiro mal lavado?
Sei de uns atos secretos de umas pessoas que nem te conto... Deixarei para a grande imprensa, se a família Sarney não censurar...
A BANCOOP continuou se debatendo, prejudicando mais de 3000 famílias e seus dirigentes continuaram todos soltos...
Suspeita-se que seu presidente, agora tesoureiro do PT, também esteja com Alzheimer, com falhas de memória, pois não repete em pé o que diz sentado.
Suplicy desafinou “Blowing the Wind”.
Suplicy não articulou três frases inteiras…
Suplicy vestiu as cuecas por cima das calças...
Tive um tio que fazia isso antes da internação...
Algo deu errado! Fui premiado em um concurso literário.
Algo deu mais errado ainda! Fui premiado em dois concursos literários.
Acho que está tudo errado. Ao do final do ano recebi mais uma premiação...
E tive um texto publicado em página inteira numa revista com tiragem de 5000 exemplares.
Ai!
Foi o beliscão para acordar!
O Congresso Nacional preparou um projeto de Lei dando benefícios fiscais a motoboys e isenção de IPI para motos acima de 500 cc que levem pizzas delivery. Vê lá se as pizzas do Congresso são para mobilete e 125cc. Gente fina é outra coisa.
A Argentina perdeu de 6 a 1 da Bolívia...
A Argentina perdeu de 3 a 1 do braziu...
A Argentina perdeu de 1 a 0 do Paraguai...
Incrível - Rubinho ganhou uma corrida na fórmula Um...
Inacreditável – Rubinho ganhou duas corridas...
Depois falam que não é bom ter uns parafusos soltos...
Ah! O Rubinho não foi campeão... De novo!
Sujou! O burgomestre de plantão de São Paulo cortou a verba de varrição de ruas e dizem que a Cidade Limpa está uma imundície... Não pude ver direito se é verdade... Talvez a sujeira esteja debaixo dos ambulantes...
Será que pretende lavar a sujeira com as águas das enchentes?
Estudantes de São Bernardo do Campo chamaram uma colega de puta porque estava vestida de modo “indecoroso”...
Das duas uma... Ou queriam vê-la sem roupa ou em São Bernardo preferem “sapos barbudos” a “gatas depiladas”...
Ampliei minha plataforma de candidato a qualquer coisa pelo democrático PUM (Partido do Único Mandatário) apoiado pelo Apostolado de Pedro
Cotas para loiras tingidas e gostosas de micro-vestidos já...
Depois dos quinze minutos de fama, viu-se que a “gata” não era nada disso.
LuLLa levou arrozada em Roraima... E não deu risada...
Letícia enciumada novamente... Desta vez não foi a Tereza... É Estela... Ou será Vanda?
Oh! Raios...
O LuLLinha Love and Peace morre mesmo de inveja do FHC.
Houve outro apagão em terras brazilis...
Nunca na história deste país houve um apagão tão grande...
O governo tergiversou para não assustar a população...
O ícone metalúrgico recomendou a seus ímpares falarem de outras coisas, pois apagão traz energia ruim, gente...
Quando descobriram que há outras coisas muito mais escuras neste governo, chegaram até colocar a culpa no estagiário, mas o indício mais forte é que a culpada foi uma “Mula sem Cabeça” indignada por não ter seu filho reconhecido pelo presidente do Paraguay...
O povo do RJ reclama injustamente. Tinha o Fluminense com a lanterna, que não caiu, porque foi só seus atacantes caírem na área que o juiz dava pênalti.
A Globo é tão poderosa que o apagão só apagou quando a novela acabou.
Neste natal pedi ao Papai Noel um carro anfíbio para escapar dos
alagamentos em S Paulo e um gerador para apagões.
Ganhei um abajur de sapinho que funciona a pilha
(continua)
Entre tantas quedas de aviões de pequeno porte, caiu um Boing (AF 447), onde morreu, entre centenas de pessoas, o príncipe herdeiro do trono do Império.
Fontes do governo disseram que, felizmente, não foi em terras brazileiras, foi em águas...
A desgraça está indo para longe...
Pela primeira vez na história deste país uma caixa preta não foi encontrada.
Já o AeroLulla sofreu pane, mas, alguns dizem infelizmente, pousou à salvo...
Também não caiu o avião que levava a sogra de um governador para passear na Europa.
Houve corrupção no Congresso Nacional.
Não é notícia velha... Em 2009 também...
O Lago Paranoá ficou mais poluído que nunca.
Diz a lenda que a causa não foi esgoto clandestino, mas senadores se banhando em sua margem. No fundo dá no mesmo.
Será que a origem da gripe suína não estará aí?
O Padre Lugo, Presidente do Paraguai, foi acusado de ter filho com uma beata.
Não é noticia velha, não... É mais um...
O Fofinho da Fiel também terá mais um filho.
Calma, gente! É com uma mulher...
O Corinthians foi campeão da Taça São Paulo, oba!
O Corinthians foi campeão Paulista, oba!
O Corinthians foi campeão da Copa do braziu, oba!
O Corinthians não foi rebaixado para a série B... Ufa!
LuLLinha “Love and Peace” defendeu as tramóias do Ribamar.
Sinais de Alzheimer, efeitos colaterais do álcool ou sintoma de múltiplas personalidades?
Pode ser também cuecas sujas de dinheiro mal lavado?
Sei de uns atos secretos de umas pessoas que nem te conto... Deixarei para a grande imprensa, se a família Sarney não censurar...
A BANCOOP continuou se debatendo, prejudicando mais de 3000 famílias e seus dirigentes continuaram todos soltos...
Suspeita-se que seu presidente, agora tesoureiro do PT, também esteja com Alzheimer, com falhas de memória, pois não repete em pé o que diz sentado.
Suplicy desafinou “Blowing the Wind”.
Suplicy não articulou três frases inteiras…
Suplicy vestiu as cuecas por cima das calças...
Tive um tio que fazia isso antes da internação...
Algo deu errado! Fui premiado em um concurso literário.
Algo deu mais errado ainda! Fui premiado em dois concursos literários.
Acho que está tudo errado. Ao do final do ano recebi mais uma premiação...
E tive um texto publicado em página inteira numa revista com tiragem de 5000 exemplares.
Ai!
Foi o beliscão para acordar!
O Congresso Nacional preparou um projeto de Lei dando benefícios fiscais a motoboys e isenção de IPI para motos acima de 500 cc que levem pizzas delivery. Vê lá se as pizzas do Congresso são para mobilete e 125cc. Gente fina é outra coisa.
A Argentina perdeu de 6 a 1 da Bolívia...
A Argentina perdeu de 3 a 1 do braziu...
A Argentina perdeu de 1 a 0 do Paraguai...
Incrível - Rubinho ganhou uma corrida na fórmula Um...
Inacreditável – Rubinho ganhou duas corridas...
Depois falam que não é bom ter uns parafusos soltos...
Ah! O Rubinho não foi campeão... De novo!
Sujou! O burgomestre de plantão de São Paulo cortou a verba de varrição de ruas e dizem que a Cidade Limpa está uma imundície... Não pude ver direito se é verdade... Talvez a sujeira esteja debaixo dos ambulantes...
Será que pretende lavar a sujeira com as águas das enchentes?
Estudantes de São Bernardo do Campo chamaram uma colega de puta porque estava vestida de modo “indecoroso”...
Das duas uma... Ou queriam vê-la sem roupa ou em São Bernardo preferem “sapos barbudos” a “gatas depiladas”...
Ampliei minha plataforma de candidato a qualquer coisa pelo democrático PUM (Partido do Único Mandatário) apoiado pelo Apostolado de Pedro
Cotas para loiras tingidas e gostosas de micro-vestidos já...
Depois dos quinze minutos de fama, viu-se que a “gata” não era nada disso.
LuLLa levou arrozada em Roraima... E não deu risada...
Letícia enciumada novamente... Desta vez não foi a Tereza... É Estela... Ou será Vanda?
Oh! Raios...
O LuLLinha Love and Peace morre mesmo de inveja do FHC.
Houve outro apagão em terras brazilis...
Nunca na história deste país houve um apagão tão grande...
O governo tergiversou para não assustar a população...
O ícone metalúrgico recomendou a seus ímpares falarem de outras coisas, pois apagão traz energia ruim, gente...
Quando descobriram que há outras coisas muito mais escuras neste governo, chegaram até colocar a culpa no estagiário, mas o indício mais forte é que a culpada foi uma “Mula sem Cabeça” indignada por não ter seu filho reconhecido pelo presidente do Paraguay...
O povo do RJ reclama injustamente. Tinha o Fluminense com a lanterna, que não caiu, porque foi só seus atacantes caírem na área que o juiz dava pênalti.
A Globo é tão poderosa que o apagão só apagou quando a novela acabou.
Neste natal pedi ao Papai Noel um carro anfíbio para escapar dos
alagamentos em S Paulo e um gerador para apagões.
Ganhei um abajur de sapinho que funciona a pilha
(continua)
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24 Dezembro 2009
FATOS RELEVANTES DO FUTEBOL EM 2009
Como o espaço é pequeno faremos um breve resumo.
2009 começou realmente em dezembro de 2008, quando o Fofíssimo Fenômeno foi finalmente contratado pelo Manto Sagrado, que acabava de ascender aos céus do campeonato Brazileiro após purgar na série B.
A partir desse dia, como alias sempre, não houve um dia após o outro.
Vieram a glória e a esperança.
Em Janeiro, invictos, venceram na final uma equipe da terra das araucárias tornando-se o único heptacampeão da Copa São Paulo de Juniores.
Enquanto isso, os maiores iam vencendo um joguinho aqui e acolá no Campeonato Paulista, esperando o Fofucho...
Paralelamente, de mansinho, iam vencendo também os jogos da Copa do Braziu...
Vinte minutos do segundo tempo, lá no interior de Goiás, em Itumbiara, entra em campo.
Temor nos demais times brazileiros.
Estréia em S.Paulo contra os porquinhos, empatando o jogo aos 47 do segundo tempo.
Meio gordinho derrubou o alambrado e todos que surgiram pela frente até sermos
Campeões Paulistas, novamente invictos, ganhando das viuvinhas na final...
Isso está ficando viciante.
Será que ninguém ganha da gente?
Teve um que ganhou.
Aquele time lá das araucárias, na copa do Brazil.
Isso não impediu mais um título.
Jorginho descansou todo o segundo semestre.
Apenas uma injustiça.
O time de estudantes que disputou a final do Campeonato Mundial Interclubes para os espanhóis, com um gol de um “traíra” portenho, foi o mesmo que perdeu de cinco da gente, sem o Fofinho, no começo do ano.
Que sorte hein, Barça!
Quem sabe no final de 2010 a gente se vê.
Foi o que ocorreu de importante no futebol brazileiro em 2009.
Um feliz 2010 para todos os adoradores do Manto Sagrado.
2009 começou realmente em dezembro de 2008, quando o Fofíssimo Fenômeno foi finalmente contratado pelo Manto Sagrado, que acabava de ascender aos céus do campeonato Brazileiro após purgar na série B.
A partir desse dia, como alias sempre, não houve um dia após o outro.
Vieram a glória e a esperança.
Em Janeiro, invictos, venceram na final uma equipe da terra das araucárias tornando-se o único heptacampeão da Copa São Paulo de Juniores.
Enquanto isso, os maiores iam vencendo um joguinho aqui e acolá no Campeonato Paulista, esperando o Fofucho...
Paralelamente, de mansinho, iam vencendo também os jogos da Copa do Braziu...
Vinte minutos do segundo tempo, lá no interior de Goiás, em Itumbiara, entra em campo.
Temor nos demais times brazileiros.
Estréia em S.Paulo contra os porquinhos, empatando o jogo aos 47 do segundo tempo.
Meio gordinho derrubou o alambrado e todos que surgiram pela frente até sermos
Campeões Paulistas, novamente invictos, ganhando das viuvinhas na final...
Isso está ficando viciante.
Será que ninguém ganha da gente?
Teve um que ganhou.
Aquele time lá das araucárias, na copa do Brazil.
Isso não impediu mais um título.
Jorginho descansou todo o segundo semestre.
Apenas uma injustiça.
O time de estudantes que disputou a final do Campeonato Mundial Interclubes para os espanhóis, com um gol de um “traíra” portenho, foi o mesmo que perdeu de cinco da gente, sem o Fofinho, no começo do ano.
Que sorte hein, Barça!
Quem sabe no final de 2010 a gente se vê.
Foi o que ocorreu de importante no futebol brazileiro em 2009.
Um feliz 2010 para todos os adoradores do Manto Sagrado.
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20 Dezembro 2009
PLÁGIO
“A vida imita muito mais a arte que esta imita a vida!” (Wilde)
Afinal, diria Abelardo: "Nada se cria! Tudo se copia!"
Ou terá sido Lavoisier que disse esta?
De plágio em plágio, La nave vá!
A história do homem é a arte de roubar!
Terras, mulheres, alimentos, dízimo, erário público, ideias, et coetera...
Não necessariamente nesta ordem.
Quem nunca roubou que jogue a primeira carta escondida na manga.
Ah! Caiu no chão e você nem percebeu.
Colar na escola, por exemplo.
Porque não podemos plagiar a resposta do aluno ao lado, se o professor quer que respondamos exatamente o que estava no livro? A resposta certa não é um tipo de plágio.
Quando estudantes criam respostas novas viram piadinha na Internet
As pesquisas acadêmicas não são, geralmente, um plágio organizado e citado ao rodapé da tese?
Há uma frase nos meios de comunicação: “Teve uma idéia, publique logo, senão alguém o faz!”
O cérebro é um poço de plágios.
Deve ser resquício genético lá da partenogênese coletiva dos humanóides.
Todos ganharam os mesmos elementos e têm basicamente as mesmas idéias.
Alguns (umas) precisam pegar no tranco, mas pegam.
Assim sendo, o plágio é apenas uma questão de momento.
Dificilmente haverá duas Guernicas, dois Davis, dois Moisés, mas o normal são ideias semelhantes.
Quase nunca originais.
A habilidade faz a diferença do plágio melhor ou não, mesmo que o plágio pareça pior.
Vejam o caso da Torre de Pisa, que nem torre é.
Seria provavelmente mais um escombro de campanário, semelhante a tantos outros que já caíram. Feito para não cair, o projeto mal planejado, ganhou charme justamente por não sabermos quando cairá.
Voltando ao plágio artístico.
Acabo de colocar na Internet uma “obras de arte”.
Lambuzei as patinhas de meus cinco chihuahuas - se não perdi nenhum no meio desta bagunça – com dezenas de cores diferentes e deixei que pisassem nas telas...
Ficou parecendo rabiscos de aluno de pré-escola.
Quem sabe algum crítico de arte plástica enxergue algo “fantástico” nos quadros e eu tenha quinze minutos de fama (alguém já disse isso?).
Sobrevindo o sucesso, pagarei em ração da melhor qualidade os direitos autorais aos meus “Canis lúpus familiaris”...
Ou “Canis canídeos caseiros” como trato informalmente a Lalá, o Lelé, a Lili, o Zulu e a Lulu.
Se eles reclamarem!
Não me envergonho de confessar que plagiei este texto.
Plagiei e plagio mesmo!
Por vezes até melhoro a ideia...
Que se firam suscetibilidades, mas não fossem os plágios, que chamam de tanta coisa, ainda estaríamos morrendo de catapora.
Viva Darwin e a Evolução da Espécie!
Se este texto fizer sucesso e algum dos milhares de autores, que tiveram idéia semelhante, ousar me processar por plágio, jurarei que não plagiei.
Juro até sobre a Bíblia.
De qualquer religião, apócrifa, revista, revisitada, interpretada, analisada...
Afinal, diria Abelardo: "Nada se cria! Tudo se copia!"
Ou terá sido Lavoisier que disse esta?
De plágio em plágio, La nave vá!
A história do homem é a arte de roubar!
Terras, mulheres, alimentos, dízimo, erário público, ideias, et coetera...
Não necessariamente nesta ordem.
Quem nunca roubou que jogue a primeira carta escondida na manga.
Ah! Caiu no chão e você nem percebeu.
Colar na escola, por exemplo.
Porque não podemos plagiar a resposta do aluno ao lado, se o professor quer que respondamos exatamente o que estava no livro? A resposta certa não é um tipo de plágio.
Quando estudantes criam respostas novas viram piadinha na Internet
As pesquisas acadêmicas não são, geralmente, um plágio organizado e citado ao rodapé da tese?
Há uma frase nos meios de comunicação: “Teve uma idéia, publique logo, senão alguém o faz!”
O cérebro é um poço de plágios.
Deve ser resquício genético lá da partenogênese coletiva dos humanóides.
Todos ganharam os mesmos elementos e têm basicamente as mesmas idéias.
Alguns (umas) precisam pegar no tranco, mas pegam.
Assim sendo, o plágio é apenas uma questão de momento.
Dificilmente haverá duas Guernicas, dois Davis, dois Moisés, mas o normal são ideias semelhantes.
Quase nunca originais.
A habilidade faz a diferença do plágio melhor ou não, mesmo que o plágio pareça pior.
Vejam o caso da Torre de Pisa, que nem torre é.
Seria provavelmente mais um escombro de campanário, semelhante a tantos outros que já caíram. Feito para não cair, o projeto mal planejado, ganhou charme justamente por não sabermos quando cairá.
Voltando ao plágio artístico.
Acabo de colocar na Internet uma “obras de arte”.
Lambuzei as patinhas de meus cinco chihuahuas - se não perdi nenhum no meio desta bagunça – com dezenas de cores diferentes e deixei que pisassem nas telas...
Ficou parecendo rabiscos de aluno de pré-escola.
Quem sabe algum crítico de arte plástica enxergue algo “fantástico” nos quadros e eu tenha quinze minutos de fama (alguém já disse isso?).
Sobrevindo o sucesso, pagarei em ração da melhor qualidade os direitos autorais aos meus “Canis lúpus familiaris”...
Ou “Canis canídeos caseiros” como trato informalmente a Lalá, o Lelé, a Lili, o Zulu e a Lulu.
Se eles reclamarem!
Não me envergonho de confessar que plagiei este texto.
Plagiei e plagio mesmo!
Por vezes até melhoro a ideia...
Que se firam suscetibilidades, mas não fossem os plágios, que chamam de tanta coisa, ainda estaríamos morrendo de catapora.
Viva Darwin e a Evolução da Espécie!
Se este texto fizer sucesso e algum dos milhares de autores, que tiveram idéia semelhante, ousar me processar por plágio, jurarei que não plagiei.
Juro até sobre a Bíblia.
De qualquer religião, apócrifa, revista, revisitada, interpretada, analisada...
19 Dezembro 2009
ÁGUAS POR TODOS OS LADOS
Em “À Independência, Entre Rios”, conto alegoria que dá titulo a um de meus livros, narro como os jesuítas queriam afastar a possibilidade de invasão de suas terras pelo pessoal da Zona Leste.
Ao ler as últimas notícias sobre as enchentes que por lá ocorrem, tenho que penitenciar-me ao cilício, por haver me esquecido de algo.
Não era apenas a Radial Leste que retardaria a chegada desse povo às terras entrerrienses.
Essa era a dificultação por terra.
Os jesuítas cuidaram também dos riscos de invasão pelas águas.
Não havia na Ladeira Porto Geral ancoradouro suficiente para os barcos que se fazem necessários para transportar a população do Jardim Pantanal, onde as águas não se escoam de suas casas há mais de uma semana.
O transporte da população se faz por “jangadeiros”.
Talvez fosse necessário um transatlântico, desses que fazem turismo pelo litoral do “braziu varemnós”, nos períodos de verão transportando “gente de bem”...
Que tal um “troca-troca”?
Aquele povo “naufragado” que treme de medo de um relâmpago avisando que podem perder tudo novamente faz um tour num navio e o pessoal “abastado” que quer ver água por todos os lados, durante uns dias, em dez vezes sem juros, fica de graça e sem prazo determinado à mercê das doenças tropicais ou transmissíveis por ratos, nos mares da Zona Leste.
Duas populações de dois mundos tão próximos e tão distantes que são geridas pelos mesmos governantes.
Que passarão seu Natal mais próximos do Jardim Pantanal ou do Transatlântico?
Ao ler as últimas notícias sobre as enchentes que por lá ocorrem, tenho que penitenciar-me ao cilício, por haver me esquecido de algo.
Não era apenas a Radial Leste que retardaria a chegada desse povo às terras entrerrienses.
Essa era a dificultação por terra.
Os jesuítas cuidaram também dos riscos de invasão pelas águas.
Não havia na Ladeira Porto Geral ancoradouro suficiente para os barcos que se fazem necessários para transportar a população do Jardim Pantanal, onde as águas não se escoam de suas casas há mais de uma semana.
O transporte da população se faz por “jangadeiros”.
Talvez fosse necessário um transatlântico, desses que fazem turismo pelo litoral do “braziu varemnós”, nos períodos de verão transportando “gente de bem”...
Que tal um “troca-troca”?
Aquele povo “naufragado” que treme de medo de um relâmpago avisando que podem perder tudo novamente faz um tour num navio e o pessoal “abastado” que quer ver água por todos os lados, durante uns dias, em dez vezes sem juros, fica de graça e sem prazo determinado à mercê das doenças tropicais ou transmissíveis por ratos, nos mares da Zona Leste.
Duas populações de dois mundos tão próximos e tão distantes que são geridas pelos mesmos governantes.
Que passarão seu Natal mais próximos do Jardim Pantanal ou do Transatlântico?
17 Dezembro 2009
BANCOOP - MENTIRAS DO MÊS
Ler o Newletters da Cooperativa de fachada lembra aquele programa da tarde: “Não vale a pena ler de novo”.
A capa é sugestiva e retrata o que se tornou a “menina dos olhos” do Sindicato dos Bancários.
Apenas um par de botas e um capacete nas obras.
Trabalhador que é bom! Sumiram todos.
Os canhotinhos são goebbelnianos mesmo.
Insistem tanto nas mentiras que Cooperados Polyanas chegam até a acreditar.
Soube de um, crente fervoroso e adimplente de seu carnê de aporte de um terreno onde continua existindo um estacionamento, que repreendeu um cooperado do Vilas da Penha pois leu que aquela seccional não dá a menor satisfação à Cooperativa.
Isso lá é coisa que se faça!
Só porque ganharam o desligamento da Cooperativa em segunda instância?
E a Assembléia que aprovou tudo, então?
Está tudo muito bem, tudo muito bom, mas realmente, mas realmente...
Tem uns cidadãos vestidos de toga que estão dando uma blitz no assunto e andam dizendo que aquele espetáculo circense não valeu nada...
Sei não!
Como eles não têm a menor idéia de quem está nos imóveis, estão se achando o Tribunal Regional Eleitoral...
Recadastramento!
Será porque na assembléia entrou até funcionária da Bancred que nem sabia o que era seccional?
O nominho dela está guardado para investigação criminal.
Eu te amo, BANCOOP, eu te amo!
BANCOOP! Ame-a ou deixe-a!
Não está contente demita-se...
Não dá saudade do tempo dos militares?
Bons tempos aqueles, hein!
A gente sabia contra quem lutava!
Diz a lenda que o presidente está com sintomas de Alzheimer.
Não se lembra em pé do que disse sentado às comissões de obras.
Eu não disse isso!
Eu, não!
Ele disse que não disse...
Aliás, prometeu o cronograma de obras do Village Palmas para a sexta-feira de carnaval de 2006 e não entregou até hoje...
As negociações de desligamento e revenda de cooperados para incorporadoras parecem Mega-Sena acumulada.
Cada semana aumenta um milhão a dívida.
E tem quem queira acordo!
Corre a boca pequena que o símbolo da Cooperativa de fachada vai mudar.
De uma casinha com chaminé passará a ser um ninho de Íbis...
Íbis é aquele time pernambucano que só perde.
Parece a Cooperativa no Judiciário...
Pena que ainda ninguém foi preso como deveria...
Assim os bombons de licor que tenho guardado vão se estragar...
Mas não causarão mal maior que a BANCOOP a suas vítimas...
Filho! Desliga isso!
Reunião de Bacana!
Pois sim...
13 Dezembro 2009
RESPOSTA DE PAPAI NOEL AOS BRAZILEIROS
Primeiramente pretendo parabenizá-los por...
Peraí...
Pô, patrãozinho! Parece língua do “pe”...
Propedêuticas perfunctórias preliminares passadas, passaremos a avaliar o merecimento aos presentes pedidos por “brazilian people”...
Pediram para o Pedrão parar com precipitações pluviométricas portentosas em Porto Alegre e proximidades, que quase afogaram a Tininha, digo a Catarina, minha santa preferida depois da Cidinha...
Parece que os prejudicados perderam tudo e ficaram realmente sem teto...
O povo participou de campanha de doação de roupas, alimentos e outros bens e, diz a lenda, até membros da Defesa Civil e militares roubaram os donativos antes que chegassem aos desabrigados.
Crianças arteiras não merecem presentes.
Marquinha vermelha logo no começo do ano.
Assim fiquei pensando em possível perdão.
Entretanto lá pelo meio do ano, mais uma arte das grandes.
Caiu outro avião e morreram mais de duzentas pessoas.
As desculpas dos meninos foram tão esfarrapadas, que até o Sindicato das Renas Noelescas entrou em estado de greve para que elas não sobrevoassem espaço aéreo de “terras brazilis”...
Outra marquinha vermelha.
Como tenho fama de bonzinho, de tudo perdoar e sou mesmo assim, pensei:
Para fazer grande parte do povo feliz, em 2009, darei um título para o Corinthians e um para o Flamengo, assim os dois disputam a Libertadores em 2010 e Jorginho e Tadeuzinho não ficam com ciuminho, falando na minha orelha.
Ainda assim, o comportamento não melhorou.
Meninos arteiros não merecem brinquedos. Nem bonecas para as meninas...
Pensei: “E se, ao invés de brinquedos, eu der umas roupinhas”.
Servirá como alerta para que no ano que vem melhorem o comportamento.
Qual o quê!
Soube que tem uns menininhos usando cuecas para esconder dinheiro.
Não é noticia velha, não!
Foi de novo! Igual em 2005.
Outra marquinha vermelha.
Será que adoram vermelho?
Deve ser para puxar meu saco, pois também só visto vermelho?
Ainda assim, sou persistente e fiquei pensando num presentinho... Uma lembrancinha...
Ah! As crianças merecem pelo menos um docinho... Um panetonezinho...
Pedi para o Paulinho “certo” - São Paulo - preparar toneladas de panetones. Ele sabe fazer dos melhores.
Ia entregar lá em brazilia.
Tudo ajeitado! Renas abandonaram a greve, após longa negociação.
Não sei se é verdade, mas jurei que o mosquito da dengue não atacava mamíferos cervídeos que puxam trenós aéreos.
Vacinei todas contra a gripe suína.
Tive até que prometer abono periculosidade para atravessar o Rio de Janeiro, onde quase fomos derrubados. Por sorte, as balas perdidas só derrubaram um helicóptero da Polícia, cinco transeuntes e duas crianças.
Isso no dia que passávamos por lá.
A desfeita final estava por vir...
Ia descarregar os panetones e quem me esperava?
A Polícia Federal.
Alguém foi pego com a “boca na botija” recebendo dinheiro ilegalmente e espalhou que era para comprar panetones.
Acharam que eu estava apenas “disfarçado” de Papai Noel.
Ninguém acreditava em mim.
Não fosse o IBAMA para defender meus animaizinhos e impetrar um “Habeas Renas”, acho que estaríamos todos detidos.
Antes que me tomassem o passaporte, voltei voando para a Lapônia, onde espero não haja acordo bi-lateral de extradição de criminosos.
Assim, para evitar maiores problemas, não passarei mais pelo braziu este ano.
Sem crise, hein!
Do seu amigo, St. Klaus...
P.S. - Que em 2010, vocês melhorem o comportamento...
Peraí...
Pô, patrãozinho! Parece língua do “pe”...
Propedêuticas perfunctórias preliminares passadas, passaremos a avaliar o merecimento aos presentes pedidos por “brazilian people”...
Pediram para o Pedrão parar com precipitações pluviométricas portentosas em Porto Alegre e proximidades, que quase afogaram a Tininha, digo a Catarina, minha santa preferida depois da Cidinha...
Parece que os prejudicados perderam tudo e ficaram realmente sem teto...
O povo participou de campanha de doação de roupas, alimentos e outros bens e, diz a lenda, até membros da Defesa Civil e militares roubaram os donativos antes que chegassem aos desabrigados.
Crianças arteiras não merecem presentes.
Marquinha vermelha logo no começo do ano.
Assim fiquei pensando em possível perdão.
Entretanto lá pelo meio do ano, mais uma arte das grandes.
Caiu outro avião e morreram mais de duzentas pessoas.
As desculpas dos meninos foram tão esfarrapadas, que até o Sindicato das Renas Noelescas entrou em estado de greve para que elas não sobrevoassem espaço aéreo de “terras brazilis”...
Outra marquinha vermelha.
Como tenho fama de bonzinho, de tudo perdoar e sou mesmo assim, pensei:
Para fazer grande parte do povo feliz, em 2009, darei um título para o Corinthians e um para o Flamengo, assim os dois disputam a Libertadores em 2010 e Jorginho e Tadeuzinho não ficam com ciuminho, falando na minha orelha.
Ainda assim, o comportamento não melhorou.
Meninos arteiros não merecem brinquedos. Nem bonecas para as meninas...
Pensei: “E se, ao invés de brinquedos, eu der umas roupinhas”.
Servirá como alerta para que no ano que vem melhorem o comportamento.
Qual o quê!
Soube que tem uns menininhos usando cuecas para esconder dinheiro.
Não é noticia velha, não!
Foi de novo! Igual em 2005.
Outra marquinha vermelha.
Será que adoram vermelho?
Deve ser para puxar meu saco, pois também só visto vermelho?
Ainda assim, sou persistente e fiquei pensando num presentinho... Uma lembrancinha...
Ah! As crianças merecem pelo menos um docinho... Um panetonezinho...
Pedi para o Paulinho “certo” - São Paulo - preparar toneladas de panetones. Ele sabe fazer dos melhores.
Ia entregar lá em brazilia.
Tudo ajeitado! Renas abandonaram a greve, após longa negociação.
Não sei se é verdade, mas jurei que o mosquito da dengue não atacava mamíferos cervídeos que puxam trenós aéreos.
Vacinei todas contra a gripe suína.
Tive até que prometer abono periculosidade para atravessar o Rio de Janeiro, onde quase fomos derrubados. Por sorte, as balas perdidas só derrubaram um helicóptero da Polícia, cinco transeuntes e duas crianças.
Isso no dia que passávamos por lá.
A desfeita final estava por vir...
Ia descarregar os panetones e quem me esperava?
A Polícia Federal.
Alguém foi pego com a “boca na botija” recebendo dinheiro ilegalmente e espalhou que era para comprar panetones.
Acharam que eu estava apenas “disfarçado” de Papai Noel.
Ninguém acreditava em mim.
Não fosse o IBAMA para defender meus animaizinhos e impetrar um “Habeas Renas”, acho que estaríamos todos detidos.
Antes que me tomassem o passaporte, voltei voando para a Lapônia, onde espero não haja acordo bi-lateral de extradição de criminosos.
Assim, para evitar maiores problemas, não passarei mais pelo braziu este ano.
Sem crise, hein!
Do seu amigo, St. Klaus...
P.S. - Que em 2010, vocês melhorem o comportamento...
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