A
FARSA DA PANDEMIA(*)
Alerta Inicial: Embora este
breve relato possa parecer “Teoria da Conspiração”, os fatos aqui revelados foram obtidos através de fontes seguras e próximas ao Palácio do Planalto. A
farsa contou com a cumplicidade de parte da imprensa, com a chancela, é óbvio,
da principal delas, para divulgação maciça, no intuito de causar impacto e
amedrontar, levando até ao pânico a população. Feita a necessária observação
introdutória, vamos aos fatos.
I – A
ARTICULAÇÃO
Set-Out/2019 – New York/USA
– Preparativos da Assembleia Geral da ONU
Encontram-se, fora da agenda, Li
Keqiang (Premier da República Popular da China), Donald Trump (Presidente dos
EUA) e Jair Bolsonaro (Presidente do Brasil).
Assunto (Secreto) –
Perpetuação no poder.
Preocupados
em evitar o retorno dos Democratas (USA) e do Lulismo (BR) Trump e Bolsonaro pedem
auxílio a China para que se evite qualquer ameaça à democracia de seus países.
“É preciso
algo impactante, que amedronte a população e os senhores apareçam como os “salvadores
da pátria”, manifestou-se o Premier oriental.
Ante a
aparente dúvida dos líderes das maiores democracias ocidentais, Li prosseguiu:
“Uma grande ameaça que possa unir a população em torno dos senhores. Uma
catástrofe, um “Onze de Setembro”, por exemplo.
Trump
assentiu, mas Bolsonaro argumentou: “Ataque terrorista não funciona no Brasil. Terminaria
em pizza. Viraria marchinha ou tema de Escola de Samba em desfile de Carnaval. Tem
que ser algo que intimide, de fato”.
“Pode ser
uma doença mortal, tipo Ebola ou SIDA?’’, indagou Li.
“Talvez”,
respondeu Bolsonaro, com o sorriso cúmplice de Trump.
“Submeterei
o assunto ao Comitê, mas adianto que, dificilmente, sejam aceitas negociações
com Mr. Trump, pois nosso povo tem se sentido muito humilhado com suas palavras
de desprezo e dificuldades na imigração. Farei contato apenas com o senhor, Mr.
Bolsonaro”.
Cheio de
si, Bolsonaro sorriu e agradeceu.
II – O INÍCIO
DA FARSA
Novembro/2019
Li Keqiang liga para Brasília:
“Mr. Bolsonalo. Vamos disparar o plano’’. E desligou, sem mais dizer.
Bolsonaro reúne-se com seus
principais ministros e “núcleo duro”. Há dúvidas quanto a presença de 01, 02 e
03.
Direto e
reto, sem maiores detalhes, ao seu estilo comunica: “O Chinês topou. Vai
disparar o plano”.
Indagado
pelos olhares de todas as faces disse: “Não sei exatamente qual é o plano, mas
o chinês garantiu-me que vai assustar o povão e poderemos fazer o que
quisermos.”
O Ministro
da Economia manifestou-se; “O quanto isso significará de economia nas contas
públicas?”
“Sei lá! Você é o Posto Ipiranga. Mas, poderá justificar
eventuais paralisações e atrasos na concessão das aposentadorias e pagamentos da
Previdência”, arrancando um espasmódico sorriso do Ministro.
“Se for preciso, coloco a Força Nacional de Segurança à disposição”,
concordou o Ministro da Justiça.
“Precisando, conte comigo”, observou o Ministro da Saúde.
Dezembro 2019
A imprensa não dá muito
destaque ao noticiar sobre uma gripe de características fulminantes em Wuhan,
cidade industrial da China.
Janeiro/2020
A China anuncia o “Estado de
Emergência” em Wuhan, proibindo que a população saia às ruas, com cem por cento
de obediência.
Fevereiro/2020
Trump comunica aos americanos sobre
a “Gripe Chinesa” e pede que evitem viajar à China e, provocador, se possível,
não consumam seus produtos.
A imprensa mundial informa que
surgem vítimas da “Gripe Chinesa” na Europa.
Bolsonaro prefere avisar os
brasileiros depois do Carnaval.
Março/2020
O Brasil tem suas atenções
voltadas para a chamada dos telejornais noturnos: “Um mistério para a Medicina.
Gripe Chinesa é letal”.
Bolsonaro faz pronunciamento
em horário nobre de TV, para tranquilizar a população. Pede que não se deixe
levar por opiniões leigas e, demonstrando preocupação com o povo mais carente,
garante que o Brasil, através do SUS e da rede privada hospitalar, está
preparado para enfrentar a Gripe Chinesa.
Reunião no Palácio da Alvorada
com os mesmos participantes de Novembro/2019.
Bolsonaro determina que o
Ministro da Saúde seja o canal de comunicação com a população, diante dos
olhares enciumados dos outros ministros.
III – A FARSA FOGE
AO CONTROLE
O Ministro da Saúde comunica
ao povo que o país atravessará um período de sacrifícios e virá, pessoalmente,
todos os dias por volta das dezoito (18) horas trazer informações seguras e
oficiais sobre a Gripe Chinesa.
A imprensa mundial destaca a
quantidade crescente de infectados e mortos na Europa. O Primeiro-Ministro do
Reino Unido dirige-se à população e pede que mantenham suas vidas em ritmo
normal. Países da Zona do Euro pedem ou ordenam que a população não saia de
casa. O Papa fica gripado.
Bolsonaro chama o Ministro da
Saúde e o repreende: “Que história é essa de aparecer diariamente na TV? Está
querendo fama?”
O Ministro argumenta que não,
mas não poderia voltar atrás, pois cairia em descrença e tudo poderia ir por
água abaixo. Pede apoio ao Presidente.
A contragosto, o Presidente
faz pronunciamento em horário nobre e conclama a população para seguir
fielmente as determinações do Ministro da Saúde.
O Ministro da Saúde faz seu
primeiro teste de força e pede a população o “isolamento geral” ou seja que todos
fiquem em suas casas para evitar a disseminação do vírus chamado de Corona e
Covid-19.
Menos da metade da população
obedece.
Pesquisa revela que o Ministro
da Saúde é mais popular que o Presidente.
Bolsonaro chama novamente o
Ministro da Saúde, repreendendo-o mais firmemente: “Você está brincando com a
sorte. Uma canetada minha e você perde a boquinha”.
IV - A
DISCÓRDIA
Entretanto, já estava lançada
a semente da discórdia. O resultado da pesquisa fez brilhar os olhos do
Ministro da Saúde que decide travar o embate com o Palácio. Pede que fiquem
três semanas em casa. Assustada, pouco mais da metade da população segue as
orientações.
O Ministro da Economia demonstrando
sua contrariedade, argumenta quanto aos efeitos que tal atitude causará ao
Brasil, com a paralisação do atendimento de órgãos públicos e do comércio em
geral. Pressionado pelos jornalistas sobre ser mais importante o trabalho ou a
vida, entrega temporariamente os pontos.
Governadores e Prefeitos, desconhecendo
a farsa, pedem ou determinam que a população de seus estados e municípios, não
saiam de casa.
O Presidente, em pânico, reúne
o ministério, chamando todos “às falas”.
Vê-se quase sozinho.
“Zero três” chuta o balde e
indiretamente denuncia o que está ocorrendo. O embaixador chinês rebate as
acusações e exige desculpas.
Bolsonaro faz pronunciamento
em rede nacional e diz que vigora a paz com a China e é hora de retornar-se ao
trabalho.
Nos corredores do Palácio é
voz corrente a exoneração do Ministro da Saúde.
A população faz “panelaço”,
contra a exoneração, que é desmentida. A população passa a fabricar máscaras
para não serem infectados pelo vírus letal.
Os idosos são tachados como
principal grupo de risco e todo atestado de óbito brasileiro passa a determinar
como “causa mortis” a Covid19 - nome dado a Gripe (Corona Vírus D 2019) - em
comorbidade com a doença que de fato o levou à óbito.
Nunca na história desse país,
os médicos tiveram tanto espaço para explicar, com opiniões divergentes, o que ocorria.
O Presidente afirma, em rede
nacional de TV, que ainda não precisou usar a caneta, mas passa a maior parte
do tempo demonstrando sua contrariedade e oposição às determinações do Ministro
da Saúde.
Os presidentes do Legislativo
e Judiciário manifestam publicamente apoio ao Ministro da Saúde
O Presidente do Senado,
inclusive, diz que foi infectado pelo vírus chinês.
O Primeiro-Ministro do Reino
Unido é internado para tratar-se da Covid-19.
Bolsonaro busca o apoio de
Trump. Mas, Trump “dá pra trás”, alegando que é melhor fica do lado dos
chineses neste caso.
O Presidente tentando convencer
Trump, num ato falho, diz: “O Que é isso, companheiro!”, Mas fica, como se costuma
dizer, sem escada segurando-se com a brocha na parede.
V – VERDADEIRO
OU FARSA
Abril/2020
A China divulga que controlou
a gripe e a cidade de Wuhan voltou à vida normal. Com a saída da China.
Muito irritado por ter sido
abandonado por Trump, o Presidente nem imaginava que o pior estaria por vir.
Bolsonaro viu-se num dilema que não sabe nme como resolver e nem em quem
confiasse para ajudar.
O telefone “verde-cáqui” do Palácio
do Planalto toca no meio da madrugada.
O Ajudante-de-Ordem acorda o
Presidente,
“Quem quer falar?”, pergunta,
irritado. Sabe que horas são?
“É Li,”
“Quem?”
“O Premier da China”.
Atende e, numa fração de segundo,
a expressão de ódio transforma-se em estupefação.
“O que o senhor está dizendo?”
“Ainda não disparou o plano?”
“E a história do vírus?”
“É Verdade?”
Ouviu o Premier desligar e
soltou uma série de palavrões.
Passou a noite acordado
remoendo como se comportar na manhã seguinte. Continuaria com o comportamento de
menino mimado que, par não ficar de castigo, promete não fazer mais arte e
repete as atitudes inconvenientes no dia seguinte?
Daria o “braço a torcer” e
passaria a comportar-se conforme as instruções do Ministro da Saúde.
Uma única certeza. Ninguém poderia
saber da trama. Será que mais alguém sabe do telefonema? Se a imprensa souber que
o chinês ligou, vai encher a paciência.
Qual foi o comportamento na
manhã seguinte, basta aguardar os primeiros noticiários e todos ficarão
sabendo.
No entanto, saber hoje o que
acontecerá daqui para frente, como terminará a “Farsa da Pandemia” é mera
especulação. Assunto para pitonisas.
Se existiu de fato o vírus Corona,
como foi dominado, se descobriram medicação ou vacina para neutralizá-lo, é
assunto que desconheço.
Em sendo verdade, o Presidente
correu grande risco de cair em descrédito e mesmo sofre um processo de “impeachment”.
Se foi mentira, fique a cargo da criatividade das agências publicitárias a
serviço do Planalto, a incumbência dos esclarecimentos.
O certo é que Bolsonaro não imaginava
que daria tudo errado em seu plano de perpetuar-se no poder.
Quem sobreviver à Covid-19, talvez
veja o final dessa farsa.
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